domingo, 6 de agosto de 2017

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.117



Nota da Autora: Sei que estou ausente, mas parece que não sou a única. Enfim, consegui postar um capitulo. Nele, tem angst, referencias, volta ao passado... afinal tem um casal precisando se acertar e fazer uma DR. Momentos entre irmãs e declarações. Preparem os lencinhos (eu precisei ao escrever). Quero dedicar esse capitulo a todas as fãs de carteirinha de Giff, entre elas: Van, Mada e Fernanda que viciou na historia. Fico feliz que tenha ajudado você! Enjoy! 

Cap.117 

Gigi dirigiu rumo a casa da irmã. Tentava segurar as lágrimas ao máximo. Estacionou o carro na frente da casa. Desceu e tocou a campainha. Stana surgiu vestindo um short e camiseta estava bem à vontade. 
— Hey, sis! Saiu do trabalho e veio ver Katherine? Ela está dormindo. Pensei que estaria ansiosa para ir encontrar seu marido e jantar com a sogrinha. Estou na sala de video. Quer café? - o silêncio e a pose de Gigi tornaram a reação de Stana tão automática que somente ao sentar-se no sofá, ela pode notar o semblante da irmã. Gigi tentava disfarçar e manter a imagem de despojada. Viu que a televisão estava ligada e o programa em pausa era Outlander. Ela deixou escapar um riso cansado. 
— Saudades de quando minhas brigas se resumiam a Jamie, pelo menos ele é fictício… 
— O que houve, sis? - perguntou Stana tocando a mão da irmã dessa vez demonstrando uma certa preocupação - é o trabalho? O projeto? - Gigi fitou a irmã, os olhos cheios de lágrimas não conseguiam mais lidar com a frustração e a raiva que ela vinha evitando desde que deixara a loja. Desabou no choro. Stana a abraçou imediatamente encostando a cabeça de Gigi em seu ombro e acalentando da melhor maneira que podia. Não era o momento para perguntas, ele viria eventualmente. 
Gigi deixou as lágrimas correrem livres. Ela precisava disso. Dar-se a chance de colocar para fora toda a frustração que sentia por não ser capaz de convencer seu marido de que infidelidade era algo completamente fora de questão quando se tratava deles. Ergueu a cabeça deparando-se com os olhos preocupados da irmã. 
— Sis… por que casamento é tão difícil? Por que as pessoas querem viver de passado, apostar suas opiniões baseando-se em algo que já passou? 
— Isso chama-se experiência. As pessoas tendem a usar experiências anteriores para avaliar uma situação do presente. O problema disso é que elas acabam julgando e assumindo que todos somos iguais, o que é errado. Há um pouco de preconceito nisso, uma visão pequena de ver o mundo ou uma situação. Estou ficando muito filosófica. Vai me contar o que aconteceu? 
— O que eu temia aconteceu. Jeff teve uma crise de ciúmes por causa de Steve. Só que esse não é de fato o problema. O fantasma da traição é. Como posso convencer esse homem que não sou Julie? Que eu o amo desesperadamente e que nunca vou trai-lo? Eu claramente falhei em dizer isso a ele. Droga, sis! Eu o estapeei. 
— Gigi, o que Jeff diz é verdade? Sobre o tal Steve? 
— Stana, eu não sou boba. Steve se sente atraído por mim. Não nego. Tive que dizer isso ao meu marido, tentei explicar porque eu não comentava sobre isso antes, falei que esperava protege-lo ou que o fizesse esquecer. 
— Então você não conversou com ele. Parece que Jeff não é o único a não seguir conselhos por aqui. 
— Do que está falando? 
— Dona Cookie o alertou sobre a possível crise de ciúmes e o lance da traição do passado. Ela lhe contou, não me diga que esqueceu. Também me disse que ele não estava duvidando de você e sim do Steve. Não percebe, sis? Existe um elefante enorme no canto da sala. Vocês precisam conversar. 
— Steve? Ele não é o elefante no canto da sala, Stana. A traição do passado, essa sim é uma manada de elefantes! 
— Tem razão, mas sua manada não se resume apenas a experiência ruim de Jeff, envolve você, seus sentimentos e a insegurança dele em relação a tudo isso. Tenho que concordar. Meu cunhado é mais parecido comigo do que eu imaginava. Precisa conversar com ele, Gigi. Falar da gota, da situação e do quanto a presença de Steve e a desconfiança de Jeff podem atrapalhar sua carreira. Divida o elefante e não esconda nada dele. Já viu que fazer isso para protege-lo não ajudou muito. 
— Eu sou louca por ele. Stana, Jeff queria bater no Steve! Homens são muito idiotas! Pensam que tudo se resume a um monte de socos e pontapés. 
— Eles podem ser muito imaturos algumas vezes, mas nós continuamos amando-os do mesmo jeito. 
— E eu pensava que o ciúme de Jamie seria a pior experiência que eu enfrentaria… por falar nisso, quer me explicar o porquê da sua tv estar mostrando uma cena de Outlander? Ouviu meus conselhos? 
— Já que está se sentindo melhor, deveria voltar para casa e fazer as pazes com seu marido, não? - o choro surgiu na baba eletrônica. Kate acordara - vou ver o que meu bebê quer. Não é hora de acordar. Deve ser a fralda incomodando ou largou a chupeta. 
— Não pense que porque tem que cuidar de Katherine agora que vou esquecer o que discutíamos. Sua filha pode ter adiado a conversa, mas não vai escapar no nosso proximo almoço e não me expulse! E-eu preciso de um pouco mais de tempo. Será que posso ficar com a minha fofinha? 
— Claro. Não prometo que será muito tempo, ela deve dormir logo - elas seguiram para o quarto de Katherine. Stana tinha razão. Era a chupeta. Deixou a irmã carregar a filha e sentar-se na poltrona para fazê-la dormir outra vez. Escorada na porta, ela se pegou pensando em quanto a irmã evoluiria em matéria de relacionamentos. Anos atrás ela não conseguiria imaginar Gigi casada e muito menos tomando a frente como a voz da razão para resolver problemas em seu casamento. Estava orgulhosa da irmã. 
Katherine não demorou para pegar no sono. Gigi ainda ficou com a menina em seus braços por uns quinze minutos, não queria devolve-la para o berço. Gigi gostava da sensação de ter Kate nos braços, cheirava a cabecinha da menina quando o celular de Stana tocou. Nathan.  
— Oi, amor! Saudades de você. Cadê minha princesa?  
— Shhh ela acabou de dormir, está no colo da Gigi.  
— Ué, eu pensei que a mãe tinha ido para a casa dela. Está perdida ai?  
— Espera um minuto ou vai acordar Katherine - Stana falou baixinho se dirigindo ao seu quarto. Tirou a ligação do modo FaceTime para ter mais privacidade e discrição - pronto. Agora podemos conversar. Gigi está aqui por outro motivo. Ela se desentendeu com Jeff. Antes que fique preocupado, ela está bem e vai voltar para casa mais tarde para falar com seu irmão.  
— O que aconteceu?  
— Aquilo que era esperado mesmo você e dona Cookie o alertando. Ciúmes desnecessários do Steve. Olha, eu entendo que não é fácil. Acabei por descobrir que Jeff é mais parecido comigo do que imaginava.  
— Stana, você não está minimizando a situação? Eles realmente vão ficar bem?  
— Vão, babe. Gigi me contou que a desconfiança de Jeff é verdadeira. O tal Steve sente-se atraído por ela, mas você conhece bem minha irmã. Não acha que se o cara tivesse tentado qualquer coisa ela já não teria revidado e arrasado com ele?  
— É, provavelmente. Achei que o mano tivesse superado o lance com Julie. Terei que conversar com ele.  
— Aposto que dona Cookie está cuidando disso. Não se preocupe, Nate. Eu preciso dar atenção para Gigi. Quer ligar mais tarde ou amanhã?  
— Está me dispensando, Staninha? - ele implicou.  
— Você sabe que não é isso.  
— Sim, amor. Eu sei. Ligo amanhã para contar como foi com Michelle.  
— Ah! Você contou... - agora foi a vez dela ficar preocupada - tudo bem, amanhã. Te amo. Sonha comigo.  
— É mandatório, Staninha. Um beijo, gorgeous - ela desligou o celular e encontrou Gigi colocando a sobrinha de volta no berço - está com fome? Posso fazer um lanche rápido para nós. Quer?  
— Acho que preciso de uma cerveja. Você tem pipoca?  
— Acho que sim...isso não é um pedido estranho? Pipoca?  
— Eu ainda estou com raiva do Jeff então porque não fazer algo que ele detesta? Eu e você vamos assistir Outlander. E não adianta disfarçar, você estava vendo. Vamos voltar para a sala de vídeo.  
— Sis, tem certeza que você está bem?  
— Estou. Não enrola, Stana. Vai providenciar a pipoca - a irmã decidiu fazer a vontade de Gigi. Sentadas no sofá, ela acionou o programa na televisão. Dois episódios se foram, assim como três garrafas de cerveja. Era o episódio que Claire tentava fugir no começo da primeira temporada. Gigi saboreava a pipoca com os olhos atentos na tela em meio a goles de cerveja. Estava concentrada e não dizia uma palavra sequer. Embora Stana tivesse assistindo o programa, ela também observava a irmã. Quando Claire começou a falar sobre não conseguir encontrar Frank e voltar a sua vida, Gigi começou a chorar. Surpresa, Stana olhou para a irmã. 
— Gigi? 
— Ai,sis! Eu não gosto do Frank, mas essas palavras da Claire… e-eu gosto mais do discurso da segunda temporada. Você…já pensou nunca mais ver o Nathan? E-eu quero meu Jeff. Preciso dele. E-eu não quero brigar…- ela começou a soluçar. 
— Hey… está tudo bem, sis. Jeff não vai a lugar algum. Vocês se desentenderam. 
— E se… e se ele pedir para eu abandonar o projeto? Por causa do Steve? 
— Ele não vai fazer isso, sabe o quanto é importante. Não fará porque te ama. Deixe de bobagem. 
— Não é bobagem… e-eu acho que se ele me pedisse, e-eu consideraria… isso me faz fraca? Aposto que as feministas de plantão me odiariam. 
— Você não vai fazer isso porque Jeff nunca lhe pediria isso. Pare com essas ideias. E não tem nada a ver com feminismo, trata-se do seu relacionamento. De amor e companheirismo. 
— E-eu sei… Deus! Eu sinto falta dele - ela virou o resto da cerveja na boca, sorriu - preciso dizer tudo o que está guardado aqui - ela apontou para a cabeça - e aqui, principalmente - apertou a gota e deslizou a mão até o coração - ele realmente me irritou. Não será uma conversa fácil. Desculpe, sis. Eu tenho que ir para casa. 
— Gigi, tem certeza que pode dirigir? 
— Eu tomei três garrafas de cerveja, nada demais.  
— Não quero arriscar. Vou fazer um café. Um bom expresso vai ajudar a cortar parte do efeito do álcool, então você pode ir para casa. Nem adianta retrucar, vai me obedecer. 

XXXXXXXX

Na residência do outro Fillion, Jeff estava sentado no sofá enquanto dona Cookie preparava um sanduíche para ele comer. A mãe estava preocupada com o filho. O que ele dissera para a esposa podia claramente ser encarado como ofensa. No fundo, ela não duvidava do amor de Gigi por ele, porém não a culparia se quisesse uma nova rodada de discussões. Devia estar magoada. 
Jeff simplesmente passou a última hora pensando no que fizera. Ele relembrava de toda a briga com esposa, as imagens do seu suposto inimigo, o jeito. Era um absurdo ser quase ameaçado por aquele homem e… exceto que não seria uma ameaça a menos que ele se deixasse levar pelo tom do cara. Na verdade, o que o tal Steve lhe dissera era real, ele só perderia Gigi se quisesse e aqui estava ele fazendo exatamente tudo que podia para afasta-la. 
Dona Cookie viu quando ele checou o relógio, ela mesma já notara que passava da meia-noite. 
— E-eu acho que ela não volta para casa. 
— Tenha um pouco mais de fé na sua esposa. Ambos sabemos onde ela está. 
— Eu não espero que ela volte hoje. Eu sou um idiota, mãe. Como pude fazer algo assim com a minha Gi? Quando eu contei da traição, ela ficou indignada. Agora eu a acuso de fazer o mesmo. 
— Jeff, eu não vou engana-lo. Por mais que Gigi o ame, ela não vai aceitar ser comparada a sua ex-noiva muito menos ter o fantasma da traição atrelado a ela, a vocês. Quero pedir algo importante, filho. Sua esposa não virá para casa correndo atrás de beijos e pazes. Ela provavelmente irá exigir uma conversa e quando o fizer, deixe-a falar. Seu papel nesse momento é ouvir. Qualquer que seja o argumento levantado, as opiniões expressadas por Gigi, não conteste. Ouça. Consegue fazer isso? 
— A senhora está dizendo que não será um diálogo, uma discussão referente ao nosso relacionamento? 
— Não disse isso. É claro que será. Apenas estou pedindo para ouvir tudo o que sua esposa tem a dizer, afinal ela é o pivô da história não? Tem o direito de se defender e argumentar. Você também terá sua chance. Promete, filho? - Jeff suspirou. 
— Prometo - a porta da sala se abriu. Lentamente, Gigi entrou percebendo que a sogra e o marido estavam sentados no sofá conversando. Ela trocou um olhar com dona Cookie. Imediatamente, a sogra entendeu que a conversa ia acontecer agora. 
— Gigi… que bom que está de volta - Jeff virou-se para fita-la. O semblante arrasado, o dela também não estava tão diferente. 
— Dona Cookie, será que posso pedir para o meu marido me acompanhar até o quarto? Eu preciso ter uma longa conversa com ele. 
— Claro, minha filha - ela se levantou do sofa - você ouviu sua esposa. Não fique ai parado, Jeff - ela usara a autoridade de mãe naquele momento. Jeff se levanta e segue Gigi que já subia as escadas. Ao chegarem no quarto, ela esperou-o entrar para então fechar a porta. 
— Sente-se, Jeff. Eu sei que são quase uma da manhã, mas essa conversa não pode esperar. Quero que me escute antes de pensar em se justificar ou falar - ela permanecia de pé. Não passava por sua cabeça sentar-se. Gigi não conseguia ficar quieta. Andava de um lado para outro preparando-se para falar tudo que queria. Ficando de frente para o marido, ela suspirou. 
— Eu pensei bastante antes de vir aqui e despejar um milhão de razões para não termos essa discussão, porém eu estaria me enganando, nos enganando como casal se deixasse essa oportunidade passar sem expressar o que eu sinto. Nos últimos meses, eu tenho trabalhado como louca, me dedicado a fazer as coisas certas para mim, para minha carreira como nunca antes. Também sou capaz de reconhecer que por causa disso, acabei negligenciando um pouco a nossa vida de casados, você e o que o nosso casamento representa. Suas palavras e acusações me abalaram profundamente porque não somente me pegaram de surpresa, mas porque eu percebi que parte disso era minha culpa. Eu falhei como esposa ao deixara você duvidar de mim, do meu amor. Talvez se eu tivesse me expressado direito, essa conversa não estivesse acontecendo. Sabe Jeff, eu achei que estava fazendo um belo trabalho ao demonstrar meu amor por você. So que você não entendeu - ela parou por alguns segundos para respirar. A mão esquerda erguida mostrava a aliança brilhando. 
— Isso é mais que uma joia. É um símbolo importante. Eu a uso orgulhosa por ser casada com você. Mas não é o maior. Isso é - ela segurava a gota nas mãos - acha que eu uso esse colar, esse pingente porque é uma bela pedra apenas? Está enganado, Jeff. Eu nunca esqueci o que você disse ao me dar esse presente. Eu levo muito a sério suas palavras. Eu sou sua gota e você meu oceano. O único lugar em que me afogo, que mergulho completamente. Esse pingente é parte de mim, representa o nosso amor. Estou sempre usando porque tenho a ideia de que você está sempre comigo, em qualquer circunstância. Porque a ideia de ficar separada, longe de você me incomoda de um jeito terrível. Sou sua, de ninguém mais. Não no sentido de que você é meu proprietário, porque eu de fato não sou um prédio ou um carro, contudo eu repito que sou sua porque é um ato de cumplicidade, de confiança, da mesma forma que você é meu. Mine, essa palavra não está à toa escrita em nossas alianças. Eu te amo desesperadamente, loucamente - ela chorava segurando a gota - você me ensinou a amar, a ser companheira, a respeitar. Por causa desse amor, eu enfrento tudo e todos. Por você. Eu imaginava que era o mesmo sentimento que você tinha por mim, até ontem quando me acusou de… - ela limpou as lágrimas, tentava se manter calma. Ficou de costas para o marido, engolia em seco o choro teimoso. Ao fita-lo outra vez, ela foi direta. 
— Jeff, eu te amo demais. E-eu cheguei a cogitar largar tudo por você. Sim, abandonar o meu projeto, a chance da minha carreira então eu percebi que estava pensando errado. Antes que você pense em responder ou pedir para eu fazer isso, sugiro que espere. Reflita. Escolha bem suas palavras porque eu não estou disposta a desistir. Não irei fazer isso. E se você pretende me convencer quanto a isso por causa de um homem ou de seus problemas do passado, me comparando com alguém que não sou, injustamente. Eu não sei… Deus! Eu não sei mais se você me ama o suficiente ou se é o homem certo para mim mesmo sabendo que eu o amo e morreria por você. 
O silêncio incomodo permanecia entre eles. Chorosa, Gigi não conseguia parar as lágrimas completamente. Jeff estava cabisbaixo absorvendo tudo o que ouvira. 
— Você não precisa dizer nada agora, na verdade, eu sugiro que você reflita bastante antes de me dar uma resposta. Acho que vou dormir - ela se aproximou da cama king size indo para o lado oposto. Dizer tudo aquilo mexeu com seu emocional. É claro que Gigi não cogitava se separar do marido, com suas palavras ela queria lembra-lo que os dois eram maiores que o fantasma do passado, do ciúme. Ela só queria que ele reconhecesse. Não percebeu quando Jeff se levantou da cama, apenas quando já estava na frente dela. 
— Gigi… - ela o fitou. Os olhos azuis estão com um brilho intenso, ela podia ver as lágrimas se formando. 
— Por favor, Jeff… não fale nada que… - ele calou-a com o indicador em seus lábios. 
— Meu Deus! Eu não mereço você. Tem ideia da mulher extraordinária que é? Eu sou um idiota. Eu me deixei cegar por ciúmes, por um comportamento mesquinho e ultrajante. Realmente preciso lhe dizer que você não falhou, eu sim. Eu fiquei tão preso a uma memória do passado, a uma lembrança ruim que me fez perder o rumo que quase fiz o mesmo agora. Não, eu me expressei errado. Eu fiz o mesmo. E como me arrependo! Eu não mereço ouvir minha esposa se declarando, abrindo o seu coração de uma forma inesperada, dizendo que me ama após eu ter insinuado que… - ele passou a mão no rosto - eu tive tanto medo de reviver um pesadelo que acabei criando o meu próprio. Me sinto envergonhado por ter causado essa dor. Não tenho palavras para competir com tudo o que me disse. Nem mesmo se repetisse que estou arrependido e pedisse seu perdão mil vezes, eu conseguiria causar o mesmo impacto. Você me disse em seus votos que eu a ensinei a amar. Hoje, aqui na minha frente, eu posso dizer que a aluna superou o mestre. 
— Você acabou de provar o que é amar. Incondicionalmente. E não irei pedir para largar seu trabalho, não tenho esse direito. Eu somente posso pedir perdão. Por agir como um babaca, um homem das cavernas e esquecer que não há nada mais importante na minha vida que você. Eu te amo tanto, Gigi. A ideia de te perder dói, a sensação de não tê-la ao meu lado é avassaladora, sufocante. Por favor, Gi, me perdoe. Volte a ser minha, corpo, alma e coração. Eu nunca deixei de ser completamente seu. É um orgulho ser seu marido e ser tão amado. Me perdoe… - ele se ajoelhou em frente a ela. 
Gigi percebeu que ele lutava com as lágrimas. Deus! Aquele homem acabava com todas as suas forças, roubava-lhe a sanidade. Pedi perdão ajoelhado? 
— Jeff… eu te amo. É o suficiente para perdoar. Eu sei que está arrependido - os olhos se admiravam, se conversavam. Os olhos não mentem. Jeff tocou o pingente que ela usava. Acariciava-o com carinho. Os dedos roçando a pele do colo. As testas se encontraram. Ficaram na mesma posição por alguns minutos. Ele de joelhos, as testas coladas e as mãos entrelaçadas. Sem dizer nada, ela se afastou. Tirou a calça que vestia e a blusa. Usando apenas o conjunto de lingerie, Gigi pegou uma camiseta do pijama dele e vestiu enfiando-se nas cobertas. Jeff a observava. Apesar das palavras, ele não conseguia definir o que se passava na cabeça da esposa naquele momento. Resolveu fazer o mesmo que ela. Puxou as cobertas e deitou-se acomodando o seu corpo junto ao dela. Passou seu braço na cintura de Gigi e cheirou seu cabelo e seu pescoço. 
— Gi? Eu te amo. 
— Eu sei… - calada, ela fechou os olhos procurando adormecer. Jeff ainda permaneceu acordado pensando em tudo o que acontecera naquele quarto. Era a segunda vez que após uma briga eles não faziam amor. Isso era algo que dizia o quanto fora importante e difícil as últimas horas para ambos. 
O dia amanhecera trazendo uma manhã ensolarada na primeira semana de dezembro. Gigi acordou espreguiçando-se. Estranhou o espaço livre ao seu lado. Abriu os olhos. Havia uma mensagem em seu celular “Sis, tudo bem? Dê noticias. XS”. Lidaria com isso mais tarde. Ao virar-se à procura do marido, encontrou-o sentado do outro lado da cama olhando para a janela. 
— Jeff? - ele vira-se para fita-la. Podia ver as olheiras. 
— Eu não consegui dormir. Tentei, porém tudo o que você falou permanecia na minha mente. E-eu não gosto de pensar em quanto te magoei. Porque mesmo que não diga com todas as letras, eu sei que isso aconteceu e isso está me matando. Eu agi como um idiota machista e…um pedido de desculpas, insistir em perdão não será suficiente. E-eu não sei como poderia compensar toda a bobagem que fiz. Gigi, eu quebrei a nossa confiança? A nossa cumplicidade? Eu preciso saber, isso está me matando…
— Jeff… - ela sentou-se ao lado dele - não vou mentir. Doeu saber que você duvidou de mim. Eu não sei o que a sua ex-noiva fez com o seu coração, não foi algo simples. Está marcado. Eu prefiro assumir que você se deixou basear pelo passado momentaneamente, que a dúvida foi apenas resultado da raiva de ver outra pessoa demonstrando interesse em mim. Você realmente acredita que se eu não confiasse em você, eu teria me declarado? Eu sequer estaria aqui. 
— Como vamos superar tudo isso? 
— Com coisas bem simples. Primeiro, você não irá pensar em Steve. Eu resolverei a situação do meu modo quando achar que devo. Segundo, temos uma vida juntos. Temos nosso ritmo e vamos continuar assim por muitos anos. Se você achar que precisa de ajuda, precisa falar sobre o passado, o trauma, tem todo o direito de procurar um profissional. Mesmo sendo sua esposa, depois do que você me contou, eu não quero falar de passado e espero sinceramente que a tal Julie tenha recebido seu troco pelo que fez a você. E por último e não menos importante, eu acredito que precisamos de um tempo para nós. Assim que eu terminar esse projeto e me tornar sócia, vou pedir uns dias e iremos sumir no mundo. Só nós dois. 
— Gi, promete uma coisa? Se qualquer dia eu insinuar que outro homem está interessado em você, pode me bater? Isso e ajudará a lembrar desse momento. E também nunca me deixe esquecer o quanto você é importante. Minha gota.
— Hum, tecnicamente está me pedindo duas coisas. Sinceramente, eu não gostaria de ter que bater em você outra vez, mas posso pensar em outras soluções. Acredito que aquela tapa doeu mais em mim do que em você. Quanto a segunda, pode deixar que serei uma lembrança constante do que nós representamos. 
De repente, os dois se calaram. Ambos fitavam a janela que refletia os raios do sol. Ela deixou escapar um longo suspiro. 
— Gi? - ela encarou-o, os olhos azuis brilhavam e a fitavam intensamente - não quero ser redundante e você sabe que eu te amo, mas acredito que seja justo perguntar. Estamos bem? - ela sabia o motivo porque ele perguntara. Levantou-se da cama indo até a janela. Sorriu. Por alguns segundos ela ficou ali de costas para o marido. Não que tivesse dúvidas de qual seria seu proximo passo ou que quisesse tortura-lo com o silêncio. Na verdade, ela estava virando a página. Deixando para trás a experiência ruim. Aquele momento era um novo marco no relacionamento deles. Virou-se finalmente e caminhou ficando de frente para o marido. 
— Jeff, a partir de agora quero que considere o motivo da discussão como passado, água embaixo da ponte. Vamos colocar um pedra sobre o assunto e voltar a sermos nós. Tudo bem? 
— Sim. Esquecido - ela acariciou o rosto dele exatamente no local que dera a tapa. Os lábios roçaram a pele. Tornou a se afastar e tirou a camiseta que usava. Enfiou-se entre as pernas dele, os braços ao redor do pescoço de Jeff. Fitava os olhos azuis. Inclinou-se e sorveu-lhe os lábios com paixão. Sentiu as mãos dele em sua cintura. Respondeu ao beijo intensamente enquanto as suas mãos desfaziam o fecho do sutiã dela. Jeff quebrou o contato deslizando seus lábios pelo colo dela. A peça foi ao chão. Ele percebeu que a boca da esposa estava inchada por causa do beijo, sorriu. 
— Faça amor comigo, Jeff… 
Ele ergueu-se da cama e tornou a beija-la. Aprofundava o contato puxando-a contra seu corpo. Não tinha pressa. De fato, ele iria estender o momento o quanto pudesse. Devia isso a ela. Por tudo. A boca de Jeff passeava pelo pescoço, colo, no meio dos seios. A lingua brincou com um dos mamilos e sorveu o seio devagar, sugando, provocando. Os gemidos escapavam dos lábios de Gigi que começava a sentir as pernas bambas. Ele continuou provando a pele do estômago, o ventre. Os dentes roçaram o elástico da calcinha. Estava quase ajoelhado. As mãos no traseiro dela. Tornou a fita-la. Os dedos de Gigi em seus cabelos. Jeff usou seus dedos para deslizar a calcinha lentamente pelas pernas dela até tê-la completamente nua a sua frente. 
Gentilmente, afastou as pernas dela e usou os dedos para penetra-la. Gemendo alto, ela apertou o ombro do marido buscando sustentação. As pernas começava a falhar a medida que os dedos se aprofundavam e a massageavam. Jeff sabia disso. Mordiscava o interior da coxa dela sentindo-a contorcer-se em seus dedos. Nesse instante, ele a colocou sentada na cama forçando-a a deitar. Abriu ainda mais as pernas da esposa e a provou. Primeiro lentamente com a ponta da lingua. No segundo seguinte, ele imprimiu mais vontade. Uma das mãos buscavam a dela. Os dedos entrelaçados enquanto ele se perdia dando prazer a ela influenciado pelos gemidos que aumentavam a cada segundo. Sabia que o orgasmo a tomaria em alguns segundos. Isso era apenas o começo. 
O grito de prazer fez Jeff sorrir. Ele mesmo não aguentava mais. Estava pronto para ela. O membro rijo e a ponto de bala. Ergueu-se do chão e a fitou. Livrou-se das roupas que usava. Segurando as pernas dela, envolveu-as em sua cintura e a penetrou de uma vez. Com movimentos rápidos e precisos, ele se aprofundava sentindo a umidade e a pressão que Gigi imprimia contra seu membro. Simplesmente não conseguia parar. Inclinou o corpo para roubar-lhe um beijo, o movimento a fez gritar. Era um novo nível de prazer. Ela se agarrou ao pescoço dele prolongando o beijo de maneira sedutora. Agora Jeff estava com o corpo completamente sobre o dela. O limite do prazer para ele estava muito próximo. 
Quebrou o beijo devorando-lhe o pescoço. Uma das mãos estava em seu seio. Apertando, brincando com o mamilo. Gigi sentiu o corpo começar a tremer anunciando um novo orgasmo. Jeff mordiscava sua orelha. Sussurrou com a voz rouca. 
— Minha… - e enterrou-se completamente dentro dela. A explosão do orgasmo pegou aos dois de surpresa. Ele desabou sobre ela sentindo os dedos da esposa fincar-lhe a pele. Gigi se contorcia embaixo dele. Jeff afastou-se dando-lhe espaço para respirar, porém foi surpreendido com um movimento da esposa se colocando sobre ele. Gigi tomou-lhe os lábios de uma forma avassaladora. As mãos firmes sobre o peito dele. Queria se perder naquela boca. O contato durou por todo o tempo que ela aguentou manter o fôlego, então se deixou deitar esparramada sobre o peito do marido. Sentiu os dedos do marido em seus cabelos. Uma palavra escapou de seus lábios. 
— Meu… 
Ficaram um bom tempo deitados na mesma posição. Quando por fim ela decidiu se mexer, deslizou para o lado. Jeff fez o mesmo ficando frente a frente com ela. 
— Tudo bem? - ele perguntava ajeitando os cabelos para trás da orelha dela. Gigi sorriu. 
— Muito bem - ela fechou os olhos momentaneamente, ao abri-los deparou-se com o rosto do marido a poucos centímetros do dela - vai ficar tudo muito bem - sentiu os lábios do marido levemente sobre os seus. O toque era carinhoso, singelo. O gesto repetiu-se pelo rosto, pescoço, ombros. 
— Eu te amo, minha Gi. Eu confio em você com todo o meu coração. Eu o entrego para você. Pode tomar conta dele?  
— Com prazer, amor. Não se esqueça que ele é todo meu. Como você, gostoso - ele finalmente riu. Uma gargalhada sincera. 
— É bom ouvir isso outra vez, Gi. 
XXXXXXX
Passava das dez da manhã e ninguém aparecera para tomar café. Dona Cookie se distraía com uma xícara de chá quando seu celular tocou. Stana. 
— Oi, filha. Tudo bem? 
— Olá, dona Cookie. Por aqui está assim, quero saber aí. Cadê os dois? Eu mandei mensagem para a sis e nada de me responder. Posso encarar como um bom sinal? 
— Infelizmente, estou tão no escuro quanto você. Até agora nenhum dos dois desceu para o café. Também devemos considerar que devem ter dormido bem tarde. A ultima vez que me lembre de ter ouvido a voz de Gigi já passava de duas da manhã. 
— Era uma voz boa? 
— Ah, Stana, eu não sei dizer. Lembro de ter escutado mais a voz de sua irmã do que a do meu filho. Também a ouvi chorar. 
— Oh, Deus! 
— Isso não significa que esteja tudo perdido. Pelo menos dormiram no mesmo quarto. É um bom sinal. 
— Talvez, mas não se esqueça que a cama deles é uma king size. Podem muito bem dormir sem tocar um no outro. Estou preocupada e… - de repente, ela gritou - Oh meu Deus! Katie! 
— O que foi, Stana? 
— E-eu vou ter que desligar. Ah, filha… ela derramou todo o suco de laranja nela. Tinha acabado de dar banho e trocado uma roupa limpa. Vou ter que fazer tudo de novo… por favor, dona Cookie, me mantenha informada. Se precisar de reforços para lidar com os dois basta me ligar. Chego ai em dois tempos. 
— Não acredito que chegaremos nesse ponto. Vá cuidar de sua filha, ela é sua prioridade. Um beijo, querida - ouviu Stana dando tchau e praticamente falando com a criança ao mesmo tempo. 
— Oh, Kate… que estrago! - tirou a roupa da menina e fez uma careta - banho outra vez! Está com o corpo grudento de suco de laranja - ao sentir a mãe cheirando a sua pele, a menina agarrou os cabelos de Stana rindo. A mãe não teve outra reação senão rir também - você é bem moleca igual seu daddy! 
— Dadada… 
— Sei, vamos para o banheiro. 
Dez minutos depois que dona Cookie falara com Stana, Gigi e Jeff surgiram na cozinha. Ambos vestindo apenas roupões. A sogra notou que o filho tinha os olhos cansados, olheiras, mas o semblante nem se comparava com o do dia anterior.
— Bom dia, sogrinha. O que tem para comer? Estou morrendo de fome. Posso afirmar que comeria umas dez panquecas hoje. 
— Hum, por acaso esse é o seu jeito de insinuar que quer panquecas, Gigi? 
— Talvez? - ela se aproximou da sogra beijando-lhe o rosto.
— E você, filho? Quer panquecas também? 
— O que for melhor para a senhora, mãe. 
— Acho que ele precisa de ovos, muitos. Para recuperar as energias - ela se sentou no balcão de frente para a sogra que sorrindo começava a preparar as panquecas para satisfazer os desejos e mimar a nora. 
— Você tem que trabalhar hoje, filha? 
— Eu me dei folga. A próxima semana será muito conturbada. Mereço descanso. Acho que vou para a piscina. 
— De vez em quando é bom se dar uma folga, mas antes de curtir seu dia, ligue para sua irmã. Ela está preocupada. 
— Eu sei, deixou uma mensagem no meu celular. Não se incomode, sogrinha. Vou responder. Ah… preciso ir ao banheiro… - beijando o pescoço do marido, ela sai correndo subindo as escadas. Gigi aproveitou a ida ao banheiro e respondeu ao comentário da irmã. “Sis, relaxa. Tudo em paz nesse castelo. Nada de fugir para Craig Na Dun. Obrigada outra vez. XG”
Ao se ver sozinha com o filho, como mãe, dona Cookie não ia perder a chance para perguntar. 
— Finalmente se acertaram? Está tudo bem, filho? 
— Sim, mãe. Está. A cada minuto que passa eu descubro o quanto sou louco e apaixonado por essa mulher. 
— Sem ciúmes e sem passado, então? 
— Eu prometi a ela - Jeff viu a mãe respirar aliviada. De fato, percebeu que ela enxugava uma lagrima teimosa - mãe? 
— E-eu estou realmente aliviada que tudo voltou a ser como antes. Jeff, eu amo sua esposa. Muito. A ideia de vê-la sofrendo é…. - ele tocou a mão da mãe acariciando-a de leve. Beijou-lhe a testa. 
— Eu sei. Prometo que não vai se repetir. Acho que devo desculpas a senhora também por ter agido como um idiota. Completamente o oposto do que me ensinou. 
— Eu conheço você, Jeff. Nunca o chamaria de idiota e você é maravilhoso, filho - ela se inclinou e beijou o rosto de seu menino. Gigi aparece exatamente nesse momento. 
— O que eu perdi? As panquecas estão prontas? 
— Calma, Gi. Mamãe está preparando. Quer café? 
— Claro. E Jeff? - ela o puxou pelo roupão - pare de distribuir beijinhos por ai. Eu primeiro! - e tascou um beijo nos lábios dele fazendo a sogra gargalhar. 
— Como é bom ver vocês assim… sente-se, minha filha, suas panquecas estão saindo. Você estava brincando quando disse que comeria dez delas, certo? 
— Claro que sim, sogrinha. Cinco é mais que suficiente - a sogra arregalou os olhos. 
— Tudo isso, Gi? 
— Para mim e você, gostoso. Se eu comer cinco panquecas não consigo me exercitar adequadamente… - claro que o exercitar era em outro sentido. 
— Kristina… - Jeff alertou-a já ficando vermelho. 
— Se me chamar de Kristina, vai ter que se exercitar sozinho! 
— Parem já os dois com essas provocações e tratem de comer. Depois vocês discutem que tipo de atividades querem fazer bem longe de mim. Aliás, esperem eu sair para o supermercado - os dois se entreolharam e caíram na gargalhada. 

— Você venceu, sogrinha. Comporte-se, Jeff! - ela usava o tom autoritario apontando o dedo para o marido. Ele sorriu e suspirou. Era bom ter sua Gi de volta. 


Continua....

5 comentários:

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Nossa você estava falando sério, quando disse pra prepará os lencinhos.
Simplesmente emocionante essa fins,muito legal como você abordou a história do ciúmes,foi importante a conversar do casal Jeff e Gigi precisava disso, também achei importante a conversar entretanto as irmãs foi legal vê quê não só a Gigi apoiar a Stana,quê Ela também precisa de colo as vezes.
Apesar de querer vê uma interação do nosso casal lindo Nate e Staninha foi importante de um momento do casal Jeff e Gigi ,como tal fona Cookie sempre mostrando que têm os pé no chão, ajudando os seus meninos e não porque não dizer suas meninas pois o amor pelas noras e mas que verdadeiro.
Parece repetitivo mas você e uma escritora excelente, uma verdadeira profissional que consegue nós transporta Pra dentro da história que você escrever, acredito ser todas as suas fins fossem retratada na televisão seria sucesso absoluto pois você realmente é Boa no que faz merece meu respeito e meus aplausos 👏👏👏👏👏👏👏
Voltando para suas fins e como elas me ajudar a superar esses dias difíceis obrigada e obrigada, espero podem conta com elas pois realmente estou viciada nelas .
Espero que a próxima seja mas breve possível, pois estou anciosa para vê como vai desenrola a história fo Nate e Staninha com a Michelle louca para vê esse encontro.
Saudades de dona Rada ,Anne ,Bob e Peter.
Espero que a próxima eles apareça ❤❤❤❤❤❤❤

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Nossa desculpem pelos erros, espero que entendam o que eu queria escrever pois acabei me empolgando e saiu tudo errado 😂😂😂😂😂😂😂😂

cleotavares disse...

É tão lindo o amor dessas irmãs, estão sempre ajudando uma a outra, fora que, a Stana é muito parecida com o Jeff e a Gigi com o Nathan, acho que por isso se completam, "o quarteto fantástico" hahaha!

Géssica Nascimento disse...

Adorei tudo!
Sabia que no final tudo terminaria bem, pois onde tem amor, tudo fica mais fácil! !!

Marta Santos disse...

É meu Jeff pegou pesado com a sua garota! Eu ja disse que odeio esse Steve ? Então odeio , but Jeff não tinha nada que comparar minha bichunha com a outra lá,tadinha 😡, essa rapa foi bem merecido meu chapa!
Esses momentos entre irmãs são sempre maravilhosos, amo! Sobre a reconciliação😍😍😍 , meu Deus , precisei de vários lencinhos 😢 , as palavras da Gigi. Principalmente quando ela fala da gota, pq essa gota ewmuoto importante pra mim tbm , por causa da história da Eve, como vc sabe e tbm quis que esse símbolo representasse pra eles o que representa pra Eve. Quando a Gi fala "Eu sou a sua gota e você meu oceano.O único lugar em que me afogo, que mergulho completamente." Isso é tão lindo e nessa parte eu já estava no chão😢😢😍😍 morrendo de amores mais uma vez. Que momento , que coisa linda de se ler , que espetáculo de amor , cumplicidade e unidade , vc me surpreende Kah , me deixa sem palavras , vc tem noção do quanto é Boa? Meu Deus. Que casalzão da PORRA. Giff 💙
Thx por essa história , por esse casal , por esses momentos, por tudo. Always
Kah💙