sábado, 30 de janeiro de 2010

[Bones Fic] - What Happens in Vegas... - Cap 2

Cap.2

Em pouco tempo, eles estavam de volta ao saguão do hotel.Brennan vestia uma saia preta e uma blusa roxa com um certo decote que realçava os seios dela. Booth estava à vontade, calça jeans e camiseta.

- Vamos?

Ele ofereceu o braço a ela que aceitou de bom grado.

- Eu estava olhando os livros sobre esse hotel, temos muita diversão aqui.Podiamos ficar aqui mesmo.

Eles entraram na passagem do New York para o Paris.

- Booth, não vamos de carro?

- Pra que Bones? Os cassinos são interligados, a rua é clara e cheia de gente, vamos andar.

Eles assistiram ao show de piratas no Treasure Island e Brennan realmente se divertiu. Ele a observava, adorava ve-la sorrir e relaxar. Em seguida, foram ao Caesar. Depois do show, Booth comprou sorvete para eles.Caprichara no chocolate e na calda do seu.

- Deixa eu provar o seu,Bones.De que é mesmo?

- Soja com frutas vermelhas.

Ele tomou a mão dela na sua e lambeu o sorvete. Fez uma careta.

- Isso é horrível! Como você consegue?

- Nao é nada horrível, é muito bom e saudável.

- Sou mais o meu de chocolate.

Eles andavam pelas calçadas de Vegas.Brennan mantinha seu braço envolto no de Booth.Ele gostava disso.Quem os visse diria que eram um casal de namorados ou talvez recém-casados curtindo a cidade.

- Entao, você gostou do show?

- Ah, sim apesar da fantasia e das mentiras, eu me lembrei do nosso caso no circo.Eu gostei muito de ser Natacha.

- Eu percebi.

- Booth podemos ir jantar agora? Estou com fome.

- Tudo bem,Bones. Algum pedido especial?

- Ah,não podemos comer num dos restaurantes do nosso hotel mesmo.Assim fica mais fácil depois. Já passa das 8:30.

- Ok, você manda.

No caminho de volta para o hotel, eles deviam atravessar um dos cassinos.Brennan olhou para ele antes de realmente entrarem no salão, ele parecia apreensivo. Ela tinha que admitir, queria jogar.Da última vez que foi a Las Vegas com ele, ela acabou sendo levada pela vontade de ganhar e frequentou o cassino tarde da noite para não tenta-lo. Ele já se desvencilhava do braço dela.Brennan passou a observa-lo. Ele parecia angustiado, ela percebeu que os dedos dele coçavam, ele esfregava o polegar no indicador e no anelar.A testa dele estava franzida.Ela percebeu o suor se formando na testa dele.Não gostava de ve-lo sofrer. Instintivamente, ela estendeu a mão e entrelaçou os dedos nos dele. O polegar acariciando a costa da mão dele.Booth virou-se para ela e seus olhos se encontraram.Ela abriu um pequeno sorriso. O olhar intenso dela o envolvia.

- Vamos,Booth.Temos que jantar.

Ela saiu puxando-o pelo salão.Quando chegaram no restaurante ela sentou-se na mesa sem largar a mão dele.Booth sentou ao seu lado, só então largando a mão dela para pegar o cardápio da mão do garçon.

- Boa noite, bem-vindos ao Amazon RainForest Cafe. O que gostariam de beber?

- Uma coca. E você,Bones?

- Um suco de abacaxi.

Quando o garçon se afastou, ele virou-se para fitá-la.Sorriu.

- Tks,Bones pelo o que você fez a pouco.

- Tudo bem.Não precisa me agradecer.

Ele voltou a olhar o cardápio ainda sem graça. Com o tempo que trabalhavam juntos, Brennan conseguia perceber algumas coisas referente ao seu parceiro que não percebia nas outras pessoas. Sua ligação com ele era diferente e simplesmente ela não sabia explicar porque.

- O que você vai comer,Bones?

- Hum, acho que esse risoto veggie.Você?

- T-Bone!

Ela revirou os olhos nem ia começar a discutir com ele porque era inútil.

- Ë impressionante a quantidade de gente nessa cidade.

- Ah,sim aqui tem gente do mundo inteiro ,Bones.

- Booth porque eu vejo que você se sente meio fascinado por Vegas?

- Como não ficar? Essa cidade é energia pura, bebidas, mulheres, jogo, adrenalina a mil!

Ela abriu um sorrisinho mas os olhos demonstravam preocupação. Ela colocou sua mão na dele.

- Booth, por favor, promete que você não vai fazer nenhuma besteira aqui. Você não vai...

Ela não quis falar pois não sabia como ele iria reagir.

- Prometo,Bones.

- Poxa, eu queria beber... você acha que a gente resolve esse caso rápido?

- Hum, já quer voltar pra casa? Você me diz, é a especialista aqui.

- Espero que sim.

- Vamos combinar o seguinte, quando resolvermos o caso teremos uma noitada em Vegas, combinado?

- Vale tudo?

Ela não atentou para o poder das suas palavras.

- Você manda! Menos você sabe...
Booth arrependeu-se da frase que disse será que ela entenderia algo tipo sexo? Ia tentar consertar mas ela já respondia.

- Ok, combinado e nada de cassino.

Eles apertaram as mãos selando o acordo. Terminaram de jantar e foram passear ainda pelo hotel até que se depararam com a entrada da montanha-russa.

- Hey,Booth, que tal um passeio de montanha-russa?

Booth congelou. Oh,não. Ele tinha pavor dessas viagens malucas, o que era bem ridículo para um agente do FBI e ex-sniper.

- Er, não Bones, nós acabamos de comer não pode fazer bem...e, e temos que descansar amanhã temos trabalho.

- Ah,Booth uma volta não são nem cinco minutos, vamos... eu adoro andar de monatnha-russa. A quantidade de adrenalina liberada é muito boa para o corpo e a mente.

- Não, Bones...

Ela percebeu que ele estava gelado quando o puxou para a entrada. Ele tinha um olhar estranho. Como o Sweets classificaria esse olhar?

- Booth você está bem?

- Er- e-eu estou sim mas é que bem podemos deixar isso pra outra hora,amanhã temos que trabalhar e...

Brennan cortou a conversa, não acreditava no que via.Booth estava com medo?

- Booth, você está com medo? Você tem medo de montanha-russa? É isso?

Ela já começava a esboçar um sorriso. Ele ficou vermelho e mexia demais as mãos, gesticulando sem saber direito o que dizer.

- Não é que você, você tá entendendo tudo errado...e

- Booth! Não acredito! Você enfrenta bandidos, serial killers e tem medo disso?

Agora ela gargalhava. Era demais pra ela.

- Ah, legal agora você vai ficar tirando sarro da minha cara.
- Mas Booth isso é engraçado, um homem como você? Um macho-alfa?

Ela ainda ria mas tentou se controlar para não deixa-lo com raiva.

- Desculpe, Booth. Prometo que vou esquecer. Vamos subir.

Ela segura no braço dele e caminham juntos até o elevador. Chegando no seu quarto, despediram-se e combinaram o horário que desceriam para o café.Brennan ainda demorou a dormir pensando no que descobrira sobre seu parceiro hoje. Como pode conviver com alguem a cinco anos e não saber disso? Também,Brennan você não pergunta, não se envolve ou se abre para ele. Quantas vezes você desejou a companhia dele em um fim de semana? Quantas noites sonhou com ele? É claro que isso não é uma atitude de uma pessoa racional, lógica e que não acredita em monogamia mas o fato é que desde a cirurgia de Booth ela percebeu que o modo de observar e agir com ele mudara. Outro pensamento rondava sua mente, o que ele quis dizer com vale tudo menos .... o que era o menos? Seria sexo? Booth realmente considerava o fato de ter relações sexuais comigo? Não, isso não pode ser, somos parceiros, trabalhamos juntos e ainda assim... Cansada de remoer sobre o assunto acabou adormecendo.

7:20 am

Batidas leves na porta o alertaram. Ele saiu do banheiro ainda com a escova de dentes na boca.

- Oi, Bones...en-tra.

Ele escovava o dentes na frente dela.

- Ainda temos que tomar café,Booth.

Ele tentava concordar com ela quando derramou pasta na gravata. Soltou um palavrão e começou a limpar.

- Espera Booth você vai fazer ficar pior.

Ela foi até ele e removeu a gravata com cuidado. Dirigiu-se ao banheiro e habilidosamente limpou a pasta sobre o tecido. Ele parou para observa-la. Tratou sua gravata como se fosse um dos seus ossos preciosos. Saiu do banheiro e colocou a gravata para secar no ar condicionado.

- Booth! O que você está fazendo ai parado ainda? Vamos nos atrasar. Ele pareceu sair de um transe e correu pro banheiro, ao sair encontrou-a com a gravata na mão e sem pedir permissão, ela mesma a colocou e ajeitou o nó.

- Tks, Bones.

Deixaram o quarto, tomaram café e se dirigiram a delegacia. Chegando lá, foram logo para a sala do delegado que estava no telefone.

- Bom ver vocês novamente. Existe alguma coisa que precisam fazer antes de irmos ao local do crime?

- Não, podemos ir.

O delegado se levantou, pegou o chapéu e fez sinal para eles o acompanharem.

- Com todo o respeito agent Booth, você deveria ter colocado uma roupa mais leve. Vocês sigam o carro da polícia.

Ao entrarem na estrada, Brennan voltou-se para Booth.

- Eu também não entendi. Você me alertou para usar roupas leves e está de terno e gravata.

Ele a olhou. Vestia uma calça jeans e uma blusa de malha de manga curta sobre uma camiseta branca.

- É, sei lá acho que foi bobeira.

Cena do crime
Meio do deserto
9am

- Por aqui senhores.

Já de longe, Brennan detectou o corpo e reparou nos resíduos da área.

- É normal essa sujeira toda no deserto?

- Não mas infelizmente não conseguimos cobrir toda a área, o deserto é imenso.

Brennan se abaixou rente ao corpo, calçou as luvas e fez as primeiras observações.

- Homem, a arcada dentária sugere ao redor dos 30, branco. Tem pouca porção de carne mas vou recolher assim mesmo para Cam. Booth, você pode me passar alguns sacos para evidência?

Ao olhar pra ele, viu que Booth já se livrara do paletó e da gravata. Enrolava as mangas da camisa.

- Tá Bones, peraí.

Ela própria estava sentindo o efeito do calor. Sentia o suor descer pelos cabelos e molhar o rosto. Ela tentou enxugar com o braço ou a manga da camisa sem sucesso. Como suas mãos já estavam contaminadas, ela não podia tirar a camisa. Quando Booth estendeu os sacos a ela, Brennan pediu.

- Booth, você poderia limpar o suor do meu rosto?

Booth olhou pra ela meio sem jeito.

- Eu faria mas minhas mãos estão sujas e cobertas de evidência.

Ele pegou o lenço que trazia no bolso e aproximou-se dela. Brennan fechou os olhos instintivamente. Booth suspirou e passou levemente o lenço sobre a pele do rosto dela. Demorou o quanto pode fazendo isso. Assim que Brennan percebeu a falta do toque no rosto, abriu os olhos e sorriu.

- Tks,booth. Mais uma coisa. Você pode tirar meu casaco? Eu mesma tiraria mas...

Ele se aproximou por trás dela e cuidadosamente tirou o casaco.Ao faze-lo, seus dedos tocaram a pele alva exposta pela camiseta. Ela estava quente. Assim que se viu livre do casaco, Brennan voltou ao corpo.
- Essas amostras são pra Cam. E... essas para Hodgins, aposto que ele pode descobrir muita coisa com esse pedaço mínimo de tecido.

Ela colocou as amostras na bolsa de apoio e voltou a se concentrar no corpo. O calor a deixava cansada, sentia-se pesada mas precisava recolher todas as amostras necessárias para enviar ao Jeffersonian. Examinando os ossos, ela percebeu no esterno a marca do que aparentemente era uma bala.

- Parece que temos um tiro no peito, veja a marca no esterno.

Booth se aproximou para examinar o osso que ela mostrava. Ao faze-lo, o perfume dela encheu suas narinas. Além disso, ele percebeu o efeito do sol no corpo dela. A pele reluzia de suor, a camiseta estava grudada no corpo e mesmo não querendo ele percebeu o caminho de suor entre os seios e no colo dela.

- Deve ter uma bala por aqui em algum lugar. Detetive, o senhor por acaso encontrou algum projétil perto do corpo?

- Não mexemos em nada, se tinha uma bala, ela continua aí.

Brennan revirava metodicamente os ossos a procura de uma bala,Booth estava passando por um momento muito perigoso. Ver sua parceira ali, tão concentrada mesmo com a influência do calor, o sol queimando a pele, o suor deslizando pelo corpo, os mamilos sobressaindo na camiseta, nossa, ele sentiu uma pontada na virilha. Ela estava tão linda e tão sexy naquele momento, ele não conseguia pensar em mais nada a não ser em como gostaria de tocar, beijar e lamber aquela pele. O calor começou a tomar conta do seu próprio corpo mas não era efeito do sol, era tesão, desejo e ele não podia estar sentindo isso agora! Estava trabalhando! Precisava ocupar sua mente com outra coisa. Ele forçou a si mesmo de distanciar-se dela. Procurando por água para aliviar a sensação de agonia, ouviu quando ela falou.

- Achei!

Brennan se levantou rapidamente e sentiu o mundo girar ao seu redor. Cambaleou nas próprias pernas e antes que ela se desequilibrasse, sentiu os braços fortes a suportando.

- Você está bem,Bones?

Ela não estava, sabia que o sol a consumira mas ela não se entregava fácil.

- Sim, estou apenas levantei rápido demais.

- Bones,o sol está muito forte, é melhor parar. Vamos levar os restos para um laboratório, lá você pode trabalhar melhor.

- Eu estou bem Booth.

- Não quero arriscar.

Ele permanecia segurando-a rente ao seu corpo. Ele também estava suado e mais que isso, ela percebeu que ele estava em uma situação "desconfortável". Aquilo certamente era interessante, o que será que aconteceu com ele para ficar assim? Ela se afastou devagar tentando mostrar a ele que estava tudo bem mas titubeou.
- Não disse,Bones? Larga de ser teimosa! Vamos embora. Delegado, pode arranjar transporte para os restos, precisamos deles em um laboratório decente para que a doutora possa trabalhar.

- Claro, Agente booth. Enviarei o corpo para o laboratório de pesquisa da universidade de Nevada, uma unidade aqui mesmo em Las Vegas. Se quiserem podem se dirigir para lá imagino daqui a uma hora.

- Combinado. Vamos,Bones!

- Mas booth ainda tenho que coletar evidências e...

- Você já tem evidências suficientes, vamos voltar a cidade e enviar o material aos nossos amigos do Jeffersonian e em seguida iremos para o laboratório.

Ela seguiu até o carro. Ainda se sentia zonza mas não ia falar para o Booth. Em dez minutos, Booth encontrou uma loja de conveniência e estacionou o carro.

- Fique aí, eu já volto.

Em cinco minutos ele estava de volta, o ar condicionado do carro já melhorara a sensação de calor e cansaço que ela sentia. Ele estendeu a ela uma garrafa d’água e uma barrinha de chocolate.

- Coma logo isso pra se sentir melhor. Não quero você doente.

- Booth, não estou doente. Eu tive uma indisposição natural.

- O calor está muito forte e você tem que parar de teimosia.

Ela entortou a boca e bebeu a água. Tinha que admitir, sentia-se renovada após beber e comer. Satisfeito que ela finalmente o ouvira, ele deu partida no carro. Chegaram em Las Vegas e já providenciaram o despacho das amostras para o Jeffersonian.Brennan ligou para Cam e explicou exatamente o que precisava e qual o estado dos materiais. Em seguida, eles dirigiram-se ao laboratório da universidade.

Sem perder tempo, Brennan calçou as luvas e pos-se a examinar o corpo. Conectada com sua equipe em Washington, eles trocavam idéias a fim de identificar a vítima e a causa da morte. Booth andava de um lado a outro, levantava e sentava e sua movimentação estava realmente irritando a parceira.

- Booth, quer fazer o favor de ficar quieto? Você está tirando minha concentração.

- Ah, Bones! Eu estou entediado. Não aguento mais esperar, ficar sem fazer nada!

- Então já que são 2pm que tal arranjar algo para almoçarmos? É o tempo que eu termino aqui e ficamos no aguardo das respostas dos exames.

- Ótima idéia! Alguma preferência?

- Salada, quero algo leve por causa do calor.

- É pra já!

Ela sorriu finalmente. Sabia que ele estava entendiado. Voltou ao exame que fazia. Quando ele retornou, ela já tinha muitas novidades. Falava com Hodgins,Cam e Angela pelo computador.

- Todas as análises foram concluídas e os resultados certamente ajudarão Booth a solucionar o problema. Fácil,fácil.

- Esperem um momento que ele está chegando. Booth vem aqui, temos novidades.

Ele ficou ao lado de Brennan para ouvir. Ela foi quem primeiro falou.

- Encontrei marcas de tiros no esterno e na vértebra C5 sugerindo execução. A bala encontrada casa com o formato do tiro no esterno. Acredito que a idéia era acertar o coração e como deu errado, usou a nuca.

- Nas amostras enviadas pela Dr.Brennan encontrei no tecido rastros de sangue que aparentemente não eram da vítima.

- Então você quer dizer que pode ser do nosso assassino?

- Muito provavelmente, Angela tem mais informações sobre a identidade da vítima.

- Oi, como está Las Vegas?

- Hot!

Angela e Cam se entreolharam pois já haviam reparado que Brennan vestia somente uma camiseta e estava vermelha.

- Em que sentido,Booth?

Ele revirou os olhos.

- Será que podemos falar da nossa vítima?

Angela riu e concordou.

- Ok, o nosso rapaz é Charles Miller. Ele é motoqueiro e lidera um ferro velho nos arredores de Las Vegas. O DNA de Cam confirmou a identidade juntamente com as partículas de Hodgins.

- Já o sangue do tecido, é de outra pessoa pois a vítima é O+ e o sangue encontrado é A-.

- Espere um minuto.

Booth ligou rapidamente para o FBI e pediu a ficha de Charles.

- Pessoal, parece que o nosso amigo tinha uma vida social bem agitada. Tem passagem pela polícia por brigas de gangues com outros motoqueiros. Aposto que esse sangue é de um cara chamado Lou Rivers.

- Angela, você pode verificar se encontra algum registro médico desse cara?

- Me dê um minuto.

- Acho que o motivo do crime está relacionado com disputas entre gangues, ao que tudo indica Charles e Lou eram rivais na disputa de territórios entre motoqueiros.

- Achei. Lou Rivers, 34 anos. Excelente saúde. Sangue tipo A-. E bem bonitão devo acrescentar.

- Ótimo Angela, pessoal obrigado. Vou procurar o delegado.

- Vou desligar agora.

- Espera Bren, quando você volta?

- Assim que terminar o caso, talvez amanhã.

- Bren, faz um favor pra mim?

- O que é Angela?

Angela olhou pra Cam e sorriu.

- Está vendo esse pedaço de homem que estava ao seu lado? Pegue ele e Viva Las Vegas,baby!

- Angela, eu não sei do que está falando.

- Ah, sweetie você sabe sim... pare com isso. Viva um pouco. Quebre barreiras.

- Angela, se está falando do Booth, nós somos apenas parceiros.

- Sei, essa frase já perdeu sentido pra nós ok? Pense nisso e divirta-se.

- Certo Angie vou desligar.

Brennan ficou pensativa por um momento. Como Angela podia afirmar tantas coisas sobre a vida dela? Coisas que nem mesmo ela entendia direito. Lembrou-se da noite anterior com Booth. Realmente se divertira e gostaria de fazer isso novamente.

Nesse momento Booth entra no laboratório acompanhado do delegado.

- Bones, trouxe o delegado e contei quem é nossa vítima. Adivinha? Persona non grata!

- Charles Miller é um encrenqueiro de primeira, chefe da gangue Hellboys e rival incondicional da gangue Spirits of Satan, recentemente Charles melou um grande negócio do chefe da outra gangue e abocanhou cerca de usd 25mil pelo ato.

- Agora só falta vocês me dizerem que o chefe dos Spirits of Satan é Lou Rivers.

- Jackpot,Bones!

- Já acionei meus homens para prenderem Lou Rivers como suspeito de assassinato. Daqui pra frente é com o estado de Nevada.

- É só isso? Simples assim?

- Simples assim. Muito obrigada Dr.Brennan sem o seu trabalho não teríamos avançado. O Agent Booth estava certo quando me falou que você é a melhor.

Ela olhou pra Booth.

- Que é Bones? Não vai confirmar o que eu disse?

- Claro, eu sei que sou.

- Amo essa modéstia dela.

Eles apertaram as mãos e despediram-se. No caminho para o hotel, Booth comentou.

- Essa foi mais fácil que tirar doce de criança. Podemos voltar a Washington ainda hoje se quiser pra trabalhar no seu soldado múmia.

Ela sorriu, não definitivamente não.

- Espera aí, você me prometeu uma noitada em Vegas. Desistiu ou você julga que não sou boa companhia?

- Desistir? De jeito nenhum. Vamos aproveitar a noite então.

- Ótimo!

Ela virou-se para a janela e sorriu, talvez Angela tenha razão, ela precisava viver um pouco.

- E Bones, você é a melhor companhia que eu poderia ter.
CONTINUA...

3 comentários:

Lou! disse...

A Angela é um barato!! Adoro ela!!

Continua logo essa fic!!!!

Lou! disse...

Não vai continuar não??? :(:(

Bá (# disse...

Escolhi essa fic para ler meio que aleatóriamente e estou adorando!! Muuuito boa mesmo! Parabéns!