terça-feira, 30 de agosto de 2011

[Bones Fic] Between Love & War - Cap.23




Cap.23



A semana deveria ser calma mas Brennan acabou trabalhando bem mais que imaginara. Esteve de plantão na segunda, quarta e quinta e estaria novamente de plantão no domingo. Ela escreveu para Booth na quinta avisando que estaria no hospital e talvez ele tivesse dificuldades de falar com ela. Nesse mesmo dia, ela fez uma nova ultrasom do sétimo mês e estava tudo bem com a pequena Katherine. Conforme prometido, enviou as notícias para Booth.


Realizara diversas cirurgias ficando longas horas de pé. Wendell sempre que tinham uma folga entre cirurgias, obrigava-a a se alimentar e descansar no conforto médico.

Já era domingo e nada do ritmo diminuir. Brennan também não recebera nenhuma resposta de Booth e não sabia se ele ligaria à tarde para ela. Quando estava por volta do horário que ele sempre ligava, Brennan estava em cirurgia e como excelente profissional, ela nem sequer desviou sua concentração para isso. Apenas quando saiu da sala é que foi procurar o celular e estranhamente ele não tinha ligado.

Ela resolveu não se torturar por isso, estava bem cansada. Talvez ele tenha resolvido ligar mais tarde ou outro dia. Checou o email. Nada. Nem uma resposta dele. Ela suspirou e procurou não pensar nisso. Colocou as pernas para cima e tentou descansar um pouco antes da sua próxima cirurgia.

Quando deu cinco da tarde, Wendell veio até o conforto médico procurá-la.

- Dr.Brennan? A paciente da próxima cirurgia já está preparada. Você quer que eu assuma?

- Não Dr.Bray, irei operar.

Ela se levantou calmamente e seguiu com ele para a sala de cirurgia. Quando estava se preparando, sentiu uma pontada na barriga. Passou a mão e pediu baixinho:

- Kathy...agora não, se comporte...

Ela terminou de lavar as mãos e entrou na sala já de luvas. Ela se aproximou da paciente e observou o local já todo preparado para que ela começasse.

- Vamos começar, por favor bisturi.

Patricia entregou o instrumento a ela e Brennan fez a primeira incisão na paciente. Wendell estava a seu lado, sempre limpando a área e pronto para ajudá-la quando ela necessitasse de sua intromissão. Já tinham quase vinte minutos de cirurgia quando Wendell notou que Brennan estava suando demais. Fez sinal para Patricia enxugar a testa dela. Mesmo assim, Wendell não se deu por satisfeito e ficou observando-a de perto. Ela já estava prestes a tirar o bebê quando sentiu duas pontadas seguidas. Ela levantou as mãos e fechou os olhos friccionando a testa. Mais uma pontada e ela gemeu.

- Dr. Brennan? Tudo bem?

- Sim, e-eu só...ouch! Oh,Katherine...

Ela levou a mão até a barriga e se afastou da mesa de cirurgia. Patricia a ajudou a caminhar e então percebeu que ela sentia dor e estava sem forças nas pernas. Procurou uma cadeira e sentou-a por um momento.

- Dr.Bray, assuma a cirurgia. Por favor...

Ele rapidamente tomou as rédeas da situação e continuou de onde ela havia parado. Patricia continuava com ela. Depois de quinze minutos, Dr. Bray terminava a cirurgia. Era um belo menino. Wendell fechou a paciente e pediu para a enfermeira leva-la para o quarto. Em seguida, voltou-se para a doutora.

Com a ajuda de Patricia, eles tiraram o avental de cirurgia dela e as luvas. Wendell segurou o pulso dela para checar a pulsação. Estava aparentemente normal mas a pele estava gelada. Ela sofrera uma queda de pressão.

- Quando foi sua última refeição doutora?

- Ah..eu acho que foi antes da cirurgia das 3 horas.

- Você teve uma queda de pressão. Precisa se alimentar e descansar. Está abusando da sua condição e e do trabalho, sei muito bem porque mas está errado.

- Dr.Bray também não é assim...

- É sim! Consegue se levantar?

- Acredito que sim.

- Patricia me ajude aqui, vamos leva-la para um quarto.

- Não, vou para a minha sala no máximo pro conforto.

- De jeito nenhum e não adianta usar a teimosia comigo. Pode funcionar com o capitão não comigo!

Ele ajudou-a a erguer-se e Patricia apoiava o corpo de Brennan do outro lado. Assim que saíram da OR, Brennan sentiu mais uma pontada e gemeu segurando-se em Patricia. Ela respirou fundo.

- Calma...nada de pressa. Respire fundo.

Ela deu mais alguns passos até que foi tomada por uma dor bem mais forte. Gritou. Ela sabia que era uma contração. Ao olhar para Wendell, percebeu os olhos arregalados dele. Brennan olhou para baixo e viu o sangue escorrendo pelas pernas.

Wendell não esperou nem mais um minuto. Gritou para um atendente de enfermagem que passava.

- Traga uma maca agora!

- Dr. Bray...eu estou...sangue...Katherine...

- Calma doutora, vai ficar tudo bem.

Rapidamente ele a removeu numa maca para a OR mais próxima disponível. Assim que calçou as luvas, ele examinou o sangramento. Pediu a Patricia para injetá-la com uma droga para parar a hemorragia. Brennan ainda sentia dores, contrações.

- Oh, por favor...minha filha....

Wendell trabalhava contra o tempo para conter a hemorragia e deixar a médica estável. Nada poderia acontecer a essa bebezinha. Era questão de honra para ele. Pela doutora Brennan e pelo Capitão. Ele ouviu-a gemer novamente.

- Booth...cadê você...Kat....Wendell não posso ter minha filha agora, não sem o Booth...

Ela suava e tentava se concentrar para não sentir a dor. Precisava se manter racional. Não podia antecipar nada, tinha que ajudar Wendell.

Dez minutos depois, Wendell estava checando o pulso e a pressão dela. Estavam normais. O coração já estava mais calmo, a dor sumira e o perigo passara. Ele acariciou a mão dela e sorriu.

- Você está melhor?

- Sim, não sinto mais dor.

- Ótimo, vou leva-la para um quarto e faremos um ultrasom apenas para ter certeza. Você vai se sentir meio sonolenta daqui a algum tempo por conta da droga que usei. Tem alguém que eu possa ligar para vir aqui no hospital com você?

- Não precisa.

- É claro que precisa, diga quem.

- Angela Montenegro, o número está no meu celular.

- Tudo bem, Patricia irá ligar para ela. Agora vamos.

Wendell empurrou a maca até o quarto. Com a ajuda de duas enfermeiras, ele a colocou na cama. Trouxe o aparelho de ultrasom para o quarto e antes que pudesse iniciar o exame, Brennan perguntou a ele.

- Porque eu tive essa hemorragia? Estava tudo tão bem, meu pré-natal, vitaminas...

- Sim estava tudo sobre controle exceto seu emocional e seu nível de trabalho. Você tem abusado muito da sua gravidez agora que o Capitão está ausente. Seu trabalho não pode ser o substituto para a falta dele, não quando você está com sete meses de gravidez. Você sabe do que estou falando.

Brennan continuou calada.

- Sete meses e você fazendo todo o esforço que pode, bem o que aconteceu hoje foi o resultado de uma série de coisas erradas que você fez. As contrações e a hemorragia foram uma tentativa de parto prematuro provocado pelo stress.

Nesse momento, Patricia abre a porta do quarto. Angela entra assustada.

- Tempe...o que aconteceu? Está tudo bem?

- Sim, agora está.

- O que aconteceu doutor?

- Angela você pode perguntar para mim?

- Não mesmo, te conheço Temperance você vai me enganar.

- Ok, a Dr.Brennan teve uma pequena hemorragia causada por stress, o que simulou contrações que tentavam induzir o parto prematuro.

- OMG! É sério então!

- Não é tão sério assim, Angie...

- Na verdade é sim, devido ao exagero que a doutora está se impondo no trabalho, se não tivéssemos agido rápido, ela poderia ter dado a luz ou até prejudicar-se e a sua filha também.

- Oh, Tempe...

- Agora irei realizar um ultrasom para ver como está a pequena, espero que esteja bem já que o problema foi contido e os sinais vitais da mãe encontram-se normais.

Ele espirrou o gel sobre a barriga de Brennan e ligou o monitor. Com calma, Wendell deslizou o sensor sobre a barriga dela. Os batimentos cardíacos logo surgiram. Ele checou cada um dos sinais vitais e a posição do bebê para verificar se tudo estava em ordem. O maior medo de Wendell era que o esforço das contrações tivessem deixado a criança numa posição de risco ou prejudicado de certa forma sua fomação e crescimento. Felizmente estava tudo em ordem.

- Boas notícias! Está tudo bem com Katherine.

- Graças a Deus!

- Viu? Eu disse que estava tudo bem. Foi só um desconforto.

- Só um desconforto? Você quase teve a Katherine!

- É isso mesmo Dr.Brennan. A sua gravidez está na 28ª semana e até poderia ter a criança mas não é o que queremos. Você pôs em risco a sua filha por conta da carga de trabalho portanto, como seu médico, eu estou cancelando todos os seus plantões previamente agendados para essa semana. Você ficará em casa sob repouso absoluto.

- Eu sou médica e digo que não tem necessidade e....

- Tem sim. Você vai fazer exatamente o que seu médico está dizendo.

- Angela, o Dr.Bray ainda não é médico, é meu residente.

- Nesse momento ele é seu médico, foi você quem o escolheu.

- Dr. Brennan eu sei que você detesta ficar sem fazer nada mas diante do que aconteceu não quero arriscar sua vida e muito menos da filha do Capitão.

Wendell se virou para Angela.

- Angela, você pode cuidar dela? Você deve garantir que ela repouse e não faça esforços. Deve manter as pernas para cima pois se você olhar bem, verá que ela está com os pés e a batata da perna inchados. O cuidado com a alimentação deve ser redobrado. Garanta que ela coma em intervalos de três horas e sempre algo leve e saudável. De preferência frutas e verduras com ferro e vitamina K que agem rápido na cicatrização e renovação do sangue. Alguma dúvida?

- Nenhuma! E pode contar comigo. A minha amiga será bem cuidada e vigiada, certo Tempe?

Brennan olhou para ela contrariada e torceu a boca.

- De qualquer forma, vou anotar algumas recomendações e meu celular, apesar que a doutora o possui. Se precisar de alguma orientação é só ligar.

- Acredito que posso muito bem tirar as dúvidas de Angela, Dr. Bray.

- Certamente, Dr.Brennan nem sequer poderia ir contra isso mas em casos mais críticos, digamos de teimosia, ela poderá me telefonar.

Angela ria do jeito do jovem médico e da insatisfação claramente demonstrada por Brennan.

- O que irá fazer com as minhas cirurgias Dr.Bray?

- As que forem possíveis de eu mesmo realizar, assumirei. As que puder remarcar, também serão postergadas e as urgências posso arrumar ajuda no hospital. Não se preocupe com isso.

- Você pensou em tudo não?

- Na verdade, pensei sim. É o reflexo de ser seu residente, esteja sempre preparado para exceder as expectativas.

Brennan suspirou e mordeu os lábios. No fundo,ela gostara bastante da postura de Wendell mas não podia demonstrar.

- Você vai dar alta a ela?

- Apenas amanhã a tarde. Quero mante-la sob observação ainda hoje. Se quiser, pode ir para casa. Eu estou de plantão 24h e fico de olho nela.

- Não, prefiro passar a noite com ela. Vou em casa, trocar de roupa e volto com o necessário para você passar a noite ok?

- Angie não precisa...

- Temperance Brennan esse seu discurso não cola comigo. Não gaste sua saliva à toa. Volto logo!

Ela beijou a testa da amiga e cumprimentou o médico. Wendell deu mais uma olhada em Brennan e deixou o quarto.

Por volta das 7 da noite, Angela retornou ao hospital e passou a noite com a amiga que caiu no sono devido aos medicamentos que tomara e descansou a noite toda.

Na manhã seguinte, Wendell veio ve-la e verificou os sinais vitais e tirou a pressão dela. Estava tudo normal. Disse que pediria para servirem o café da manhã a ela e mais tarde ele retornaria para dar alta conforme prometera.

Ao meio-dia, ele voltou ao quarto com o prontuário dela e uma cadeira de rodas.

- Muito bem, Dr.Brennan, está na hora de ir para casa.

- Pra que a cadeira de rodas?

- Como se sente?

- Estou bem, Dr.Bray... vou perguntar de novo: pra que a cadeira de rodas?

- Para que você não faça esforço.

- De que adianta eu ir de cadeira de rodas até a porta do hospital se vamos pegar o metrô e terei que andar?

- Você não vai de metrô, irá de taxi.

- É isso mesmo!

- Angie!

- Vamos doutora nada de manha agora.

Ele a ajudou a sentar-se na cadeira e após assinar o prontuário acompanhou-as até a saída.

Ao chegar em casa, Angela se preocupou em arrumar tudo no quarto dela para que se sentisse à vontade e pudesse descansar bastante. Um pilha de travesseiros foi colocada na parte inferior da cama para dar sustentação aos pés delas conforme Wendell orientara. Em seguida, Angela a colocou no quarto e ligou a tv.

- Fique quietinha aí que vou buscar seu almoço.

Quinze minutos depois, ela voltava com um prato de salada, arroz integral e bolinhos de soja. Para beber um suco de cenoura,laranja e beterraba. Ela não saiu do lado de Brennan até que ela terminasse de comer.

Depois de lavar tudo e arrumar a cozinha, Angela voltou ao quarto da amiga e percebeu que ela tornara a adormecer, devia estar mesmo cansada.

Mais tarde quando acordou, Brennan se levantou vagarosamente para ir ao banheiro e chamou por Angela pois não encontrava o seu celular.

- Angieee...

- O que foi, Bren?

- Você viu meu celular?

- Está na sua bolsa na sala, porque?

- Quero ver se Booth ligou , ontem era dia de ligar.

- Espera, vou buscar para você.

Ela segurou a amiga pelo braço.

- Não Angie, deixa eu ir. Preciso esticar as pernas, estou com dor nas costas de estar deitada. Aproveito e lancho com você na cozinha, que tal?

- Tá bom, mas depois você volta a descansar.

Brennan vasculhou sua bolsa a procura do celular, ao encontrá-lo, viu que não havia nenhuma nova chamada. Isso a preocupou. Sentou-se na mesa e começou a brincar com as frutas que Angela cortara e misturara na granola para ela, aérea a todo o resto ao seu redor.

- Hey,Sweetie.... é para você comer as frutas e não ficar enrolando. Pense na Kathy que já deve estar com fome.

Brennan suspirou.

- Booth não ligou... aconteceu alguma coisa.

- Deu pra ter sexto sentido agora? Até onde eu me lembro você não acredita nessas coisas.

- Angie, eu estou preocupada. Ele não ligou e deveria ter feito isso...

- Amiga, você não avisou que estava de plantão no domingo? Então, ele deve ter preferido não ligar com medo de não conseguir falar com você.

- Mas hoje já é segunda e ele não deu notícias!

- Calma ai, Bren o Booth está num campo de batalha, cercado de artefatos de segurança, armas por todos os lados. Mesmo que ele esteja na base ou mesmo na cidade, ele deve ter regras muito rígidas. Se não ligou ontem por causa do seu plantão, vai ver que não pode ligar outro dia.

- Angela não consigo pensar tão simplóriamente como você.

- Estou usando uma possível lógica, ou você já esqueceu como se faz isso?

- Sua lógica é bastante positiva e você não considera as probabilidades que estão envolvidas numa guerra.

- Olha, você está se preocupando e ficando ansiosa, isso pode levar ao stress que é tudo que não queremos agora. Lembre-se do que o Wendell falou. Você precisa repousar e dar atenção a sua filha. Aliás, você está falando que aconteceu algo mas nem checou seu email. Vai ver que Booth escreveu para você.

O rosto de Brennan se iluminou. Ela não tinha pensado nessa possibilidade.

- Agora coma tudo e depois podemos abrir o notebook e checar notícias de Booth.

E assim ela obedeceu a amiga. Depois, ela checou o email e infelizmente não havia nenhuma nova mensagem dele. Brennan optou por aceitar as explicações de Angela. Antes de fechar o email, ela se deparou com o último email enviado por ele que continha o vídeo da música que a emocionara tanto.

Decidida por não se deixar abalar pela falta de contato, ela resolveu retribuir o gesto tão bonito que Booth fizera para ela. Começou a surfar na internet a procura de algo que não só representasse o seu sentimento pelo Booth mas que também tivesse algo único, que o fizesse lembrar dela automaticamente. Ficou um bom tempo até encontrar o que procurava. Sorrindo, salvou o arquivo e deixou para trabalhar nisso no dia seguinte.

Antes de desligar o notebook, ela ainda relutou mais uma vez e enviou o último email pedindo notícias de Booth. Não mencionara nada do que acontecera com ela, Booth já tinha preocupações demais para lidar sendo a mais importante manter-se vivo.

Brennan não largou do celular nem por um minuto porém Booth não ligou.

No dia seguinte após o café, Angela sugeriu que elas fizessem uma relação de todas as coisas que precisariam levar para o hospital quando Katherine estivesse para nascer. No fundo, era apenas uma maneira de manter a amiga ocupada. Brennan gostou da idéia e até sugeriu que ela fosse ao apartamento arrumar a bolsa.

Funcionou. Ela manteve-se ocupada por quase toda a manhã. Angela preparou o almoço e juntas sentaram na frente da tv para assistir um programa de viagens sobre Singapore. Terminada a refeição, Angela pediu um favor a amiga:

-Tempe, eu preciso ir a galeria agora a tarde. Promete se comportar? Não vai fazer nenhuma besteira?

- Pode ir, Angela. Estou bem.

- Não quero que você desobedeça as ordens de repouso, posso ir sossegada?

- Claro! Não vou sair nem limpar a casa...pode confiar.

- Tudo bem, vou me arrumar.

Vinte minutos depois, Angela apareceu pronta para deixar o apartamento.

- Comporte-se mocinha! Prometo trazer alguma coisa para você quando voltar.

- Sim, mamãe...

Elas riram. Assim que Angela saiu, ela levantou-se do sofá e voltou ao computador. Queria trabalhar no pequeno agrado para Booth. Por umas duas horas, ela mexia em arquivos e finalmente terminou o que queria.

Abriu o outlook e instintivamente checou por novos emails. Nada. Clicou em nova mensagem. Colocou o endereço do exército que Booth usava e começou a escrever para ele.


“Booth,

Já estamos na quinta semana separados. Confesso que a saudade de você só aumenta a medida que os dias passam. Tento ocupar meu tempo com várias coisas para manter a mente ocupada. Angela está sendo uma excelente companhia. E apenas para seu conhecimento, Katherine está ótima.

Porém, o propósito desse email não é reclamar ou choramingar. Apesar de não ter falado com você ainda essa semana, todos os dias escuto sua voz e penso constantemente em você. Foi por isso que resolvi retribuir seu gesto carinhoso da semana passada.

Estive procurando algo que ao ver, eu viesse ao seu pensamento. Quando você voltar para New York, prometo cantá-la ao vivo para você, por hora fique com o mp3 e a letra dessa canção.

You'll never find, as long as you live
Someone who loves you tender like I do
And you'll never find, no matter where you search
Someone who cares about you the way I do.
Whoa, I'm not braggin' on myself, baby
Cause I'm the one who loves you
And there's no one else! No...one else.
And you'll never find, it'll take the end of all time
Someone who understands you like I do.
Whoa, I'm not tryin' to make you stay, baby
Cause I'm the one who loves you
And there's no one else! No...one else.
YouÂ're gonna miss my love
You're gonna miss my love (you're gonna miss my love)
You're gonna miss my love (you're gonna miss my love)
You're gonna miss, you're gonna miss my love ( miss my love)
You'll never find another love like mine
Someone who needs you like I do
Whoa, I'm not braggin' on myself, baby
Cause I'm the one who loves you
And there's no one else! And there's no one else! No...There's just no one else.
(You're gonna) You're gonna miss (miss my love)
You're gonna miss my love (I'm gonna miss your love)
You're gonna miss my love (I'm gonna miss your love)
Whoa, oh, oh, oh, oh (you're gonna miss my love)

Então? Se parece comigo? Estou curiosa para saber o que você achou. E por favor, Booth mande notícias!

I love you soooo much!

Três semanas,amor… 21 dias.

Um beijo,

Tempe. “


Satisfeita, ela anexou uma foto dela e da ultrasom de Katherine, a última que Wendell fizera no domingo. Apertou o send. Levantou-se e decidiu tomar um banho.

Quando terminou, foi a cozinha e se serviu de suco. Ao voltar sua atenção à tela do computador, ela percebeu uma nova mensagem. Ansiosa, clicou. A decepção tomou conta do rosto dela, era apenas um spam. Conformada, ela desligou o notebook, sentou-se na cama com as pernas elevadas e concentrou-se na leitura sempre acariciando a barriga, demonstrando a atenção e a presença para a filha.




Continua.......

6 comentários:

mika disse...

Nossa me assustou!!! O que será q aconteceu c/ o booth, espero q ele esteja bem.
a fic tah perfeita Karen, Continuaaa...

Julia Blaustein disse...

Karen do céu! Meu coração disparou no começo! KKKKKKKKK TENSO! achei que algo ia acontecer, de ruim, sorte que eu estava errada... Achei muito fofo o que a Bren fez... E o "Sim, mamãe..." também KKKKKK enfim ótimo apesar de tenso... Na espera,
Julia Blaustein

emanu_cristina disse...

Quase morri do coração no começo.... Fiquei muito preocupada c/ o Booth,espero q esteja tudo bem com ele,pq a Bren não ia aguentar se algo acontecer com ele.
A Angie como sempre cuidando da amiga foi muito lindo ^^
Vou aguardar pela continuação,pq a fic ta muito perfeita <3

Eliane Lucelia disse...

Oi, vc nos mata do coração de um jeito ou de outro,né? acho que não existe uma pessoa mais teimosa que a Brennan não, ainda bem que ela arranjou um estagiário quase tão teimoso quanto e, a Angela também não deixa por menos, a Brenn quase perdendo a filha e eu quase infartando aqui. Amei a música que a Brenn dedicou ao Booth, me fez lembrar da minha época de facul, a "Brennan" tbm tem muito gostei de ver, ela tá aprendendo direitinho, agora o sumiço de Booth é o X da questão, onde está vc Booth???? sinto que ainda vou pirar por sua causa. Gêmea vc é muito má, estou angustiada por d+, mas louca pra ver a sequencia... Bjos até mais.

Marlene Brandão disse...

oi flor!!!!!!!!!!!!
demorei mas voltei,amei os capitulos e a Música de Booth para ela e dela para el lindas bem a cara dela kkkkk e cadê o Booth? Jesus!!!!! anciosa pela continuação e to com xaudade de ti e de ficar a madrugada lendo tuas fics que tanto amo esse mes meu celular estará concertado viva!!!!!! e tomarei minha rotina devolta...bjones te cuida s2

Estefane disse...

Assim meu plano de saúde não vai poder me dar suporte necessário. QUASE INFARTEI, NÃO FOI SÓ UMA VEZ NÃO. Muitas.kkkkkkkkkk
Kathy não pode nascer assim de repente, falta o papi amada. Meus deus Brennan me deu um susto que poucos conseguem. kkkkkkkk
Sorte que a Brennan tem a Angela pra cuidar dela, e um assistente que se preocupa muito com ela e foi rápido ao ver o que estava acontecendo e conseguiu contornar logo a situação.
Booth precisa voltar o mais rápido possível e não deixar a coitada da Brennan sem notícias.
Karen não me mata mais do coração assim tá. hahah
Ficou ótimo o cap. Vc tem um dom incrível pra escrita.