quinta-feira, 26 de maio de 2016

[Castle Fic] Starry, Starry Night



Starry, Starry Night…

Autora: Karen Jobim
Classificação: NC17 – Romance
Histórias: Parte do projeto – Guilty Pleasures   
Quando: S6 – antes de Veritas, no clima da lista de casamento
Disclaimer: Castle e Beckett não me pertencem...são da ABC yada yada yada... conteúdo criado para diversão, todos os direitos da autora reservados!
Castle e Beckett estavam discutindo na noite anterior quem deveriam chamar para o casamento. Na noite seguinte, quando Kate chega da delegacia e se prepara para deitar, ela relembra um momento de dois anos atrás, isso a faz querer realizar uma antiga fantasia. Porém, Castle não pareceu muito convencido.

Nota da Autora: Sétima história do projeto – Guilty Pleasures. Essa sugestão veio da Lee, achei interessante e além de quente, poderia ser bem romântica. Desenvolvi e agora veremos se será aprovada por vocês. Essa é uma mistura de lugares e fantasia...combinam com Castle e Beckett. Obrigada, Lee!

O próximo desafio só em junho! Já tenho uma ideia, veremos se surge outra. Botem a cabeça para funcionar! Confesso que tenho duas ideias já, mas estão difíceis de desenvolver. Preciso de tempo! Desejo ou fantasia de Castle e Beckett, ok? Lugares... de preferências lugares públicos ou difíceis (não impossíveis, por favor!), cenários, roleplay...    

Lembrem–se é TOP15 a situação tem que ser boa! Deixem as ideias no post oficial do projeto.





Starry, Starry Night


Depois de um longo dia de trabalho, Castle e Beckett estavam finalmente no loft conversando sobre os potenciais convidados para seu casamento. A lista dos dois tinha ficado enorme e claramente não podiam convidar tanta gente assim. Então, Beckett propôs olhar para o evento com um outro ponto de vista.

– Castle, por que afinal estamos fazendo isso, para não insultar mais de cem pessoas ou estamos fazendo isso para nós?

– Para nós! – ele respondeu sem pestanejar.

– Então, por que não pegamos um minuto e escrevemos os nomes de todas as pessoas que absolutamente e certamente tem que estar lá? Não importa como para nos fazer feliz.

– Um minuto?

– Sim.

– Não é muito tempo. E se esquecermos alguém?

– Se esquecermos é porque não deveria estar lá para começo de conversa.

– Vamos fazer isso – cada um pegou um bloco de anotações e uma caneta qualquer – certo, um minuto e valendo – ambos começaram a escrever parecendo que iriam estar bem ávidos na tarefa, porem ela notara que ele simplesmente parara, a exemplo do que ela mesma fizera. Teve que perguntar. 

– Você parou de escrever.

– Você também – ambos viraram o bloco para mostrar suas respostas. Havia uma única palavra escrita. A mesma nos dois papeis. Você. Sorrindo, Castle inclinou–se para beija–la. Estavam certos, eles eram as pessoas fundamentais naquele momento. Ao quebrar o beijo, ele falou – é claro que terei que convidar minha mãe, Alexis.

– E meu pai e tia Teresa.

– Certo, Espo e Ryan que trará a Jenny...

– Lanie... – Kate lembrou e Castle escreveu – Maddie...

– Terei que convidar o grupo de pôquer... Gates ... – Castle acrescentou.

– E a família de Gates! – lembrou Kate. E assim, eles continuaram até ficarem satisfeitos. Reduziram consideravelmente a lista. Cansados, eles seguiram de maos dadas para o quarto.

No dia anterior, Beckett passou o tempo todo cuidando da papelada do último caso em companhia de Gates, o que obviamente era uma deixa para Castle não ficar perambulando no distrito. Tudo bem, ele trouxera o café para a noiva como sempre fazia. Conversaram um pouco sobre o caso e no minuto que Gates chamara Beckett para sua sala, Castle sabia que não teria a chance de ficar zanzando ali no distrito. Despediu–se dela e falou que ia aproveitar para comprar algumas coisas no mercado, talvez escrevesse um pouco naquela tarde. O dia passou rápido e por volta de sete da noite, a detetive se despediu de sua capitã e foi para casa.

Ao chegar no loft, sentiu o cheiro de queijo derretido.

– O que você anda aprontando, Castle?

– Estou fazendo pizza. Você quer jantar agora?

– Não, vou tomar um banho e trocar de roupa.

– Espero você.

Ela seguiu para o quarto. De frente para o espelho do banheiro, ela tirou sua blusa, desabotoou a calça e deixou–a no cesto de roupa suja somente de lingerie, ela observava o reflexo do solitário da mãe que trazia pendurado no pescoço. Tirou o colar. Todas as noites, ela fazia esse mesmo ritual. Seja em seu apartamento, seja ali na sua nova casa. Ao segurar o anel na palma da mão, Kate tornou a fitar o seu reflexo e se deparou com a sua cicatriz. Ela fez uma pequena viagem no tempo ao entrar no chuveiro. Cerca de dois anos atrás quando após o seu próprio atentado, Beckett se refugiara na cabana do pai, no meio do nada.

A lembrança que aflorara em sua mente era de uma noite em particular.

Ela já estava ali há provavelmente um mês, durante aquele tempo, os flashes e os pesadelos a faziam reviver constantemente os horrores daquela fatídica manhã. Porém, não eram apenas as lembranças ruins que lhe viam a mente. Todos os dias, ela se recordara das palavras de Castle antes de desmaiar naquela grama.

Ele a amava. “Fique comigo, Kate. Por favor, eu te amo, Kate. ” Sim, ouvira cada suplica, cada palavra. A declaração causara nela sentimentos controversos. Medo, alegria, alivio e dúvida. Castle a amava. Como isso foi acontecer? Trabalhavam juntos há três anos, ele escrevia histórias baseadas em nas experiências profissionais dela, era sua musa. Um escritor poderia se apaixonar pela sua musa? Ao que tudo indicava, a resposta era sim.

E quanto a ela? O que de fato sentia por ele? Quem era Rick Castle para a musa?

Seu escritor favorito, seu parceiro, seu amigo. A pessoa que entrou na sua vida e a virou de ponta cabeça. Estava apaixonada por ele? Sim. Estava pronta para assumir seus sentimentos por Castle? 

Não.

Acabara de passar por uma experiência de quase morte. Vivia aterrorizada, perseguida por pesadelos constantes e seu algoz? Ele continuava lá fora, esperando pela chance de encontrá-la outra vez e terminar o serviço. Não poderia se iludir, não poderia pensar em se envolver. O seu terapeuta lhe dissera que estava sofrendo de PTSD. Teria que se tratar e não apenas com remédio, precisava de acompanhamento psicológico o qual ela recusara. Dissera que ficaria bem e passaria na avaliação psicologia para voltar a exercer suas funções na NYPD. 

Estava sentada numa cadeira de balanço na varanda da cabana. O céu estava particularmente estrelado aquela noite. A lua era nova iluminando as folhagens das arvores. Um clima fresco e agradável. De repente, os pensamentos de Kate voltaram-se para Castle. Seu rosto, seus olhos, seu sorriso.

Seu beijo.

Não esquecera do único beijo trocado até hoje. Intenso, cheio de desejo. Aqueles lábios a desafiaram após o primeiro contato instigando-a a beija-lo novamente. Fora apenas aquele dia, mas fora o suficiente para saber que Castle beijava muito bem. Quase se rendera a ele em Los Angeles no quarto de hotel. Talvez por questão de segundos. E se eram as últimas palavras na carta de Royce. E se ela estivesse com Castle agora, se começassem um relacionamento?

Kate Beckett se pegou pensando em como seria a sua primeira vez. Calma e romântica. Intensa e apaixonada ou todas as opções? E se estivesse com Castle naquele minuto? Será que ele toparia fazer amor sob a luz das estrelas?

Ela começou a divagar em sua imaginação. O cenário no céu já estava pronto. As milhares de estrelas eram suficiente para iluminar a noite. Para fazer amor, tudo que precisariam era de um belo cobertor estirado sobre a grama. Podia imaginar Castle beijando-a suavemente com seus lábios, tirando sua roupa, fazendo tudo bem devagar. Ela sentiria a força de seus braços ao seu redor enquanto ele a puxava contra seu corpo, podia apostar que ele era ótimo amante. Fechou os olhos e uma imagem dominou a sua mente, os pensamentos intensos foram tanto que começara a sentir a reação no seu corpo, afinal com um único beijo, ele já demonstrara que tinha pegada. A viagem lhe deixou úmida rapidamente e Kate se condenou por ceder tão depressa a prazeres carnais.

Não estava preparada para assumir nada com Castle. Confusa e ameaçada, parecia mais um animal acuado que precisava se recuperar e lutar por justiça. Porém, um dia, quem sabe, quando já estivesse junto com Castle, ela gostaria de experimentar fazer amor sob as estrelas.

A chegada dele no quarto tirou Beckett de seus pensamentos.

– Você estava demorando. Vim ver se está tudo bem.

– Está. Demorei mais do que deveria no banho. Já vou descer para jantarmos – ela foi até onde ele estava e lhe deu um selinho. E mais outro, e outro. Sentiu as mãos dele em suas costas puxando-a para si. Tomou-lhe os lábios aprofundando o beijo. A toalha que estava enrolada no corpo dela veio ao chão revelando a silhueta bem-feita e ainda molhada. Castle quebrou o beijo e começou a cheirar seu pescoço. Adorava o frescor da pele com o aroma de cerejas logo após o banho. As mãos desciam para a cintura enquanto o nariz e os lábios se entretinham em seu colo.

– Hum...isso é bom...

– Eu sei, mas pode ficar melhor... – ele beijou o estomago dela, afastou-lhe as pernas. Tornou a fita-la – o jantar pode esperar – dizendo isso, ele a carregou no colo até a cama. Após coloca-la delicadamente sobre o colchão, tirou a camisa e a calça que usava ficando nu. Debruçou-se no colchão e se deliciou por todo o corpo dela. Fizeram amor vagarosamente até que ambos explodissem de prazer entre aquelas quatro paredes.

Mais tarde, eles desceram para jantar. Finalmente conversaram sobre como tinha sido seu dia. O relatório com Gates, ele escrevera um pouco, nada muito especial. Ao terminarem a refeição, ela ajudou-o a lavar as louças em um clima doméstico e ao mesmo tempo de namoro. Finalmente no quarto, eles deitaram-se cada um de seu lado preferido da cama. Porém, Kate pegou o livro de cabeceira e permaneceu sentada. Castle virou-se de lado e ficou observando-a. Logicamente, ela percebeu o que fazia com o canto do olho. Sorriu e fechou o livro, talvez fosse uma boa hora para sugerir o que a lembrança da cabana que tivera mais cedo a fez reviver.

– Sabe, eu estava pensando. Nós gostamos de nos aventurar quando o assunto é fazer amor, nos divertimos bastante, mas acho que nunca contei para você que fantasiei com um cenário quando estava na cabana do meu pai há uns dois anos, quando ainda não namorávamos.

– Você sempre teve pensamentos impuros sobre a minha pessoa, Kate. Desde que me conheceu. Apesar de todas as vezes negar quando eu te questiono sobre isso.

– Nem é assim... – ele riu – também não estou falando de ideias malucas. Estou falando de algo mais tranquilo, romântico.

– Romântico? Por acaso isso tem a ver com esse livro que você está lendo? Deixa eu ver qual é – ele virou a capa do livro. Gone Girl. Definitivamente não é romance.

– Castle, isso não tem nada a ver com o que estou lendo. Você nunca pensou em fazer amor sob as estrelas, no meio do nada. Somente eu e você, talvez uma fogueira... não seria interessante? Consigo até ouvir Moonlight serenade... na voz do Blue Eyes... – Castle a olhava. Kate tinha um olhar sonhador, uma carinha de boba perdida em pensamentos. Ele sorriu enquanto ela virou seu rosto para fita–lo.

– Você fica linda com esse olhar bobo e apaixonado... – trazendo a sua boca até os lábios dele, sorveu-a em um longo beijo fazendo os pensamentos e a conversa se perderem durante a troca de caricias. Logo estavam outra vez entre beijos e toques, rolando pela cama num frisson de corpos aumentando a temperatura até o instante que seus corpos sucumbissem ao prazer.

Na manhã seguinte, Castle nada comentou sobre a ideia dela. Beckett ficara um pouco frustrada. Ele parecia ter ignorado–a completamente. Não era comum Castle fazer isso, especialmente quando se tratava de sexo ou fazer amor. Apesar de implicar, ele era, na maioria das vezes, bem mais romântico que ela. Talvez não conseguisse realizar essa sua pequena fantasia romântica tão cedo. Se fosse esperta o bastante poderia sugerir um lugar paradisíaco para a lua de mel deles, assim poderia contar com o clima e o cenário propicio para realizar o seu pequeno momento.        

Três semanas depois...

O mês de abril tomava conta de Nova York. Os primeiros indícios da primavera começavam a aparecer. O sol se fazia presente, o dia estava mais longo e a lua começava a fazer papel de coadjuvante aparecendo somente após as oito da noite. A cidade ganhava outra vida. A temperatura subia e com o calor mais algazarras, acidentes e homicídios apareciam.

Beckett estava sentada em sua mesa recebendo informações sobre um dos corpos de um dos casos que investigava. Tinha três homicídios em aberto na sua mesa. Ela, Ryan e Esposito estavam muito ocupados. Para piorar, ainda tinha os preparativos do casamento para cuidar. Claro que Lanie e Martha estavam ajudando-a, porém havia coisas que somente se resolviam com ela e Castle. Por falar nele, ainda não aparecera no distrito até agora. Quase dez e meia. Justamente quando ela mais precisava de um cérebro extra e outro par de mãos, ele escolhia desaparecer.

Acabara de fazer as últimas anotações recebidas através de Perlmutter e virou–se para fitar o quadro de evidencias. Sentiu o cheiro de café quente e fresco bem próximo. Ao virar o rosto, deu de cara com Castle segurando dois copos de café sorrindo.

– Bom dia, Beckett.

– Bom dia. Você está atrasado hoje, não? – disse ela pegando o café e sorvendo o primeiro gole.

– Da última vez que chequei não batia ponto – ela entortou a boca – Você sentiu minha falta?

– Estamos com três casos em aberto, uma ajudinha extra seria bem-vinda.

– Desculpe, tinha algumas coisas a resolver na editora, mas agora estou aqui. Ao seu dispor, detetive. Sou todo seu. Em que você precisa da minha mente brilhante?

– Eu mereço... esquecendo o momento de ego inflado, essas foram as informações que recebi da vítima. Foi estrangulada e segundo o exame... – ela continuou atualizando–o sobre o caso e ambos mergulharam na investigação. Os três homicídios levaram todo o resto da semana para serem concluídos. Todos estava visivelmente esgotado já que o ultimo lhes rendera uma perseguição pelas ruas do Queens sob o sol quente de meio-dia.

Beckett nem acreditava que era sexta–feira e não havia surgido nenhum outro caso. Checou o relógio. Cinco e meia da tarde. Se saísse agora, talvez escapasse de trabalhar no fim de semana. Pegou sua bolsa, a jaqueta e fechou o computador. Ao vê-la se arrumando, Castle se animou. Ela pretendia ir para casa mais cedo. Era perfeito para o convite que ele queria fazer para os próximos dias.

– Já estamos de saída?

– Eu já. Se quiser fazer companhia aos rapazes, fique à vontade – ela provocou.

– Deixe-me ver: você – ele simbolizava com a mão direita – um projeto de irlandês e um latino – ele usava a mão esquerda para eles deixando um enorme espaço de diferença em sua balança pessoal. Beckett riu.

– Vamos, Castle.

Assim que entraram no carro dela, ele já começou a dividir sua ideia.

– Sexta–feira, um fim de semana pela frente. Estamos na primavera. O que me diz de darmos uma escapada até os Hamptons amanhã cedo?

– A ideia é maravilhosa e depois dessa semana estou mesmo precisando de uma pausa, porém temos compromissos esqueceu? Amanhã é a prova do bolo e tenho que sair com Lanie para comprar meu sapato. O tempo está voando ultimamente.

– E você está mais ansiosa que antes, não? Sei que não vê a hora de estar casada comigo – ela abriu um sorriso – ah... é tão bom quando você concorda comigo sem contestar. Que horas é a prova do bolo?

– As onze. Vou sair com Lanie as nove da manhã.

– Ah, tudo bem. Podemos ir depois da prova do bolo, que tal? Você está merecendo descansar, Kate. Diga que sim, por favor...

– Tudo bem, vamos escapar da cidade. Eu realmente espero que possamos nos divertir. Nada de investigar casos dessa vez, entendido?

– Prometo – satisfeito com a ideia de passar outro fim de semana isolado com sua noiva, Castle começou a planejar em sua cabeça o que precisava levar. Eles passaram o resto da noite conversando enquanto Kate cuidava de algumas coisas de decoração com Alexis. Martha tirara a noite para alugar o filho sobre um texto que estava escrevendo. Tão logo se livrou da mãe, ele aproveitou a distração de Kate para cuidar da lista. Somente amanhã quando ela estivesse fora era que iria colocar as coisas no carro. Ela teria uma surpresa.

No sábado, Kate saiu cedo deixando Castle ainda dormindo. Ou foi isso que ela pensara. Assim que saiu pela porta, ele se levantou e começou os preparativos. Acabou tomando mais tempo do que devia e atrasou–se para a prova do bolo. De proposito, ele agiu como o indeciso além de aproveitar para papear com Maddie. Com mais de uma hora de papo, Beckett já começava a se irritar com a demora. Na verdade, ele queria atrasa-los para que seu plano desse certo. No fundo, ele daria a Kate o direito de decidir.

– Castle, será que dá para escolher ao menos três para nós podermos reduzir as nossas opções?

– Tudo bem, mas você tem que concordar que é bem difícil – ele buscava seus escolhidos na mesa – esse, o de chocolate e trufas e aquele ali. Nozes e preline. Quais os seus?

– Nozes e preline, red velvet e o clássico bolo da noiva com baba de moça. Pelo menos concordamos em um. E agora, Castle? Como iremos escolher?

– Você irá escolher, Kate. Você é a noite. Tem esse direito.

– Não, Castle devíamos fazer isso juntos. É o nosso casamento.

– Eu sei, mas você me conhece, gosto de qualquer coisa doce. Prefiro que você escolha o que melhor te agradar.

– Querem minha opinião? – disse Maddie – faça o que ele sugeriu, Kate. É o seu dia, o seu casamento. Deve ser como você quer. Ele é um fofo por deixa-la escolher. Qual será?

– Eu vou no clássico com baba de moça porque esse foi o bolo de casamento dos meus pais.

– Excelente escolha. Agora deixa eu mostrar o que preparei para colocar sobre o bolo – Maddie se abaixa por trás do balcão e colocou uma caixinha na frente deles – conheçam seu bonequinhos – ela abriu a caixa e Kate soltou um “oh, meu Deus! ”. As miniaturas eram de Castle com o colete de writer algemado por uma Kate vestida de noiva e com uma arma na mão. Era os dois definitivamente.

– Maddie! Isso está um arraso. Adorei.

– Você sempre fazendo papel de mandona. Qual é a novidade? Mas gostei de ver que meu colete, que você tanto já debochou por eu usar, ficou famoso. Acho que você acertou em cheio, Maddie.

– Sua participação aqui está encerrada. O resto é por minha conta.

– Ótimo. O que vai fazer agora? Topa almoçar conosco?

– Castle você acabou de provar uns dez bolos!

– Bolo não é comida. Nós iremos almoçar antes de pegar a estrada, não abro mão disso.

– Mas são quase três da tarde, se ainda formos almoçar chegaremos nos Hamptons a noite.

– Tudo bem, não estamos com pressa nem temos compromisso. Então, aceita Maddie?

– Se vocês prometerem se comportar e não me usar como vela, aceito.

– Tem minha palavra.

Os três foram para um ótimo restaurante em Manhattan que estava aberto para o seu happy hour. Entre taças de vinhos, petiscos e muita conversa, o almoço durou até as cinco e meia. Despediram-se de Maddie e retornaram ao loft porque Kate não levara sua pequena mala. Colocaram os pés na estrada pouco mais de seis horas, segundo o GPS, deveriam levar cerca de duas horas e quinze minutos devido ao transito na estrada. Castle não parecia preocupado.

– Iremos chegar na hora do jantar... – disse Beckett.

– Já podemos parar direto em um restaurante. Comer uns frutos do mar...

– Adoro aquela lagosta...– disse Beckett sorrindo. Ela acariciava a perna dele – nossa! Está me dando um sono... acho que vou dormir um pouco, babe.

– Tudo bem, vamos demorar a chegar. Feche os olhos, Kate – ele sorriu ao vê-la obedece-lo na mesma hora, se dormisse evitaria perguntas o que tornaria a vida de Castle bem mais fácil. Com quarenta e cinco minutos de viagem, ele pegou uma outra estrada saindo da principal. A noite começava a surgir, ainda estava claro, porém o sol desaparecia devagar no horizonte. Meia hora depois, ele parou o carro. Kate ainda dormia.

Desceu e foi direto ao porta-malas. Tirou de lá um cobertor enorme, colchões próprios para acampamento, uma mochila repleta de utensílios necessários para um pequeno acampamento e duas bolsas térmicas, uma com bebida, outra com alguns petiscos. Ele arrumou tudo com cuidado e zelo. Depois se preocupou em juntar os galhos e pedaços de madeira para começar a fogueira. Nesse instante, Kate acorda.

Ao olhar para a paisagem ao seu redor, percebe de cara que não estava nos Hamptons. Mas, onde estavam? Ela aproximou–se de onde Castle deixara a mochila. Viu todo o cenário arrumado como se fosse um pequeno acampamento exceto pelo fato de não ter uma barraca em lugar nenhum. Ele estava ajoelhado jogando alguns galhos para alimentar o fogo. Viu um saco de salsinhas e marshmallows ao lado dele. O que ele estava aprontando?

– Castle? Onde estamos? E o que você está fazendo nessa fogueira?

– Ah, você acordou. Hey, gorgeous... está com fome? Vou colocar as salsichas para assar, temos pães e mostarda, ketchup, pacotes de chips e marshmallows e chocolate para a sobremesa. Desculpe, sei que você queria comer lagosta, porém é difícil prepara-las de improviso numa fogueira. Prometo que amanhã te levo para almoçar. O que você achou?

– Eu ainda não entendi o que estamos fazendo aqui. Deveríamos estar na sua casa, nos Hamptons.

– Olhe a sua volta, Kate. Tente adivinhar porque estamos aqui.

Pela primeira vez, ela parou para observar o local. Estavam em uma área natural, distante de tudo, da estrada, do movimento. Havia arvores cheias, a grama verde e convidativa, flores, pedras. Ele estendera alguns colchoes e um largo cobertor king size sobre eles. Há alguns metros de onde estavam havia um lago. Nele, estava refletida a silhueta da lua nova iluminado sozinha o lugar. Ao fitar o céu, ela teve que sorrir. Havia estrelas para todos os lados. Brilhando juntas enfeitando a noite. Ela se assustou ao sentir os braços dele enroscarem em sua cintura, porém logo se recompôs, sorrindo e acariciando-os com suas próprias mãos.

– Que lugar é esse?

– Um pequeno paraíso usado para acampar.

– Então, você ouviu o que disse? Eu achei que havia me ignorado – ela virou o rosto para encara-lo sorrindo.

– Kate, todos esses anos você já deveria saber que não ignoro nada do que você fala.

– Mas não me obedece...

– Eu disse que não ignoro o que fala, não quer dizer que acato tudo – ele a beijou – então, detetive, para começar nossa noite juntos sugiro que fique a vontade, tire os sapatos, calce aqueles chinelos e venha se sentar ao meu lado na fogueira para uma refeição simples. Cachorro quente e marshmallows.

– Estou começando a gostar desse lugar – sorrindo ela se juntou a ele próximo a fogueira. Riram e comeram, o clima de romance começava a se formar no ar. Castle tirou de uma das bolsas duas canecas e uma garrafa de vinho. Serviu e brindou com ela – você trouxe vinho?

– E café também. Está em uma garrafa térmica. Basta me avisar quando estiver com vontade.

– Você pensou em tudo.

– Não totalmente, essa é a parte que você me conta o que imaginou fazer nesse cenário quando estava na cabana de seu pai. O que você queria que Castle fizesse, Kate?

– É estranho falar disso agora. Quer dizer, naquela época eu apenas tinha meus pensamentos, minha imaginação. Hoje eu sei o que é fazer amor com você. Não é mais um mistério embora sempre estejamos surpreendendo um ao outro exatamente como você fez agora.

– Entendo. Sendo assim, irei fazer a pergunta de uma outra maneira. Como você quer que essa noite seja, Kate?

– Ela já está sendo especial. Apenas quero que aconteça sem pressa, faça amor comigo lentamente.  

– Assim será. Marshmallows? – ela sorriu pegando um dos espetos da mão dele – nem me recordo a última vez que fiz isso, nunca fui muito de acampar. Gostava de fazer fogueiras e contar histórias de terror. Comer marshmallows, tomar cerveja e depois de assustar todo mundo voltar para casa.

– Eu costumava me reunir para ouvir outras pessoas recitarem poesias. Era divertido. Geralmente fazia isso no verão – ele se aproximou mais dela, puxou–a ela cintura fazendo-a aninhar-se em seu ombro. Beijou–lhe a testa.

– Sabe que dia é hoje, Kate? Falta exatamente um mês para nos casarmos. Um mês para você se tornar a senhora Castle. Olha onde chegamos. Parece que meu lado irritante e minha insistência finalmente serviram para algo importante.

– Estou feliz que não tenha desistido de mim no meio do caminho. Outros fizeram por muito menos. Você não, ficou, esperou, quase morreu. Obrigada por acreditar em mim todos esses anos.

– Os outros não a amavam, Kate. Eu amo, por isso fiquei. Essa é a diferença.

Ele afastou–se um pouco dela apenas para conseguir espaço suficiente para, com a mão na nuca dela, beija-la com todo o amor que sentia. De carinhoso, o beijo começara a evoluir para algo mais caliente. Kate deixou suas mãos começarem a viagem pelas costas dele, pelo peito. Os dedos procuravam a ponta da camisa que ele usava puxando-a sobre sua cabeça. Castle fez o mesmo com a blusa que ela usava. Puxou-a mais próximo de seu corpo. A pele fria de ambos encontrou o calor vindo da fogueira que acabou por incentivar o próximo passo.

Castle se levantou do tronco onde estavam sentados puxando-a pela mão. De pé, ele acariciava seus ombros deixando os lábios explorarem o pescoço e o colo dela, ali expostos para seu deleite. As mãos desceram para encontrar o cos da calça jeans, após desabotoa-la puxou a peça para baixo. Kate o ajudou a tira-la completamente do caminho. A próxima peça perdida foi o sutiã. Satisfeito por hora, ele mesmo despiu sua calça ficando com de boxer. Tornou a beija-la. Kate se deixava levar pelos gestos dele, pelo gosto e movimentos da língua explorando sua boca, fazendo-a sentir coisinhas por todo o corpo. Era praticamente impossível não reagir aos toques dele com gemidos e risinhos. Podia sentir a excitação se formando em seu centro enquanto a ereção dele já se formava sob o tecido do boxer.

Porém, como Kate pedira, não havia pressa. Ele a deitou cuidadosamente sobre o coberto estendido nos colchões. Da posição que estava, ela podia admirar o céu estrelado. Ele se debruçou sobre o corpo dela primeiramente somente a observando. Gravando aquela imagem em sua mente. Sorriu. Inclinou-se beijando-lhe os lábios outra vez. Kate segurava em seus bíceps acariciando-os enquanto correspondia ao beijo intenso dele. Devagar, Castle recordou o pedido e desacelerou. Agora os lábios iniciavam outro tipo de caricia, uma viagem pelo corpo de Beckett. Sem pressa, ele beijava cada pedacinho de pele que encontrava. Beijou-lhe a cicatriz perto do coração, um gesto que era extremamente importante para ele, sempre olhava para a sua amada ao fazer isso. Era um símbolo de luta, de perseverança.

Continuou descendo explorando o estomago, o umbigo. Ao roçar seus lábios no elástico da calcinha que usava, ele parou. Ainda não era a hora. Tornou a subir sentindo o doce aroma de cerejas e vanilla que estava presente na pele macia e clara. Encontrou os seios. Tomou um deles em seus lábios enquanto brincava com o outro mamilo entre seu polegar e o indicador, instigando. Sentiu Kate arquear o corpo em resposta. Sabia que ela estava excitada. Continuou sugando, largou o outro mamilo para sorve-lo em seus lábios, usou os dentes para excita-la ainda mais. Retornou para o colo enquanto as mãos apertavam ambos os seios.

Kate tinha as pernas espaçadas exatamente para que ele estivesse entre elas. Castle tornou a beijar-lhe o pescoço. As mãos encontraram as dela entrelaçando os dedos para finalmente os olhos azuis a fitarem. Podia ver o desejo estampado no olhar de Kate, pupilas dilatadas, estavam amendoados deixando um fino círculo verde ao redor da íris. Novamente a beijou apaixonadamente. Ao quebrar o beijo, ela sorriu.

– Eu te amo, Castle...

– Eu também te amo, minha musa...

– Faça amor comigo, agora... por favor...

– Acho que está faltando algo muito importante para concluirmos o que você está me pedindo...

– O que? – a voz saiu como um suspiro porque ele já retornava com outro beijo roubando–lhe o ar por uns segundos. Percebeu que ele largara uma das mãos e no segundo seguinte, ela ouviu acordes de uma canção. Moonlight Serenade. Ele quebrou o beijo e ficou olhando para a sua futura esposa, o amor da sua vida.

– Acredito que agora não falta mais nada. As estrelas, a canção e você. Só falta você, Rick.

Ele tornou a beija-la. Os corpos uniram-se ao som da bela música. O vento sacodia as arvores e sob o céu estrelado como testemunha, eles se entregavam. Castle tornou a viajar pelo corpo dela. Calmamente tirou a calcinha deslizando-a pelas longas pernas. Assim que percebeu ter perdido a última peça, ela afastou as pernas para que ele tivesse acesso ao que buscava. Castle beijava as longas pernas, as coxas para finalmente introduzir os dedos no centro úmido e ela gemeu arqueando o corpo em resposta. Queria vê-la sucumbir ao prazer. Já podia ver as reações em seu rosto, seu corpo. Inclinando-se sobre ela, Castle a provou fazendo-a gemer mais alto, chamando por ele, querendo mais.

Ele se deixou perde–se provando–a. levou uma das mãos até os seios apertando-o. Kate reagia ficando cada vez mais excitada e próxima ao primeiro orgasmo. Ele não parou de prova-la, de excita-la e não podia deixar de admirar a bela mulher desabrochando bem a sua frente, sem reservas entregando-se com o corpo tremulo ao prazer que crescia dentro de si. Ela gemeu sentindo a chegada do orgasmo. Castle a observava de joelhos. Amava todas as nuances e os pequenos movimentos que via em sua face.

Linda. Sexy. E sua. Completamente sua.

Castle ergueu-se livrando-se da última peça que já o incomodava. Kate chamava por ele.

– Castle...por favor...

Ele sorriu. A urgência começava a dominar seu corpo, a calmaria parecia ter sido esquecida. Não por ele. Tornou a se debruçar sobre ela, sorveu seus lábios mais uma vez e por fim preencheu-a. O grito em resposta o fez sorrir. Permaneceria agindo como antes. Devagar. Estando totalmente dentro dela, Castle parou para admirar seu rosto. Acariciava os cabelos, roçava seu nariz ao dela.

– Abra os olhos, amor... – ela obedeceu – pronta para fazer amor, bem devagar, sem pressa...gostoso...

– Cala a boca e me beija, Castle.... – ele riu.

– Ah, Kate... não precisa querer mandar. Esse é o seu desejo, aprecie.

Com essas últimas palavras, ele começou a se movimentar lentamente dentro dela. Mesmo assim, era preciso, mordiscou seus lábios, colocou seu peso sobre o corpo dela e aumentou os movimentos. Kate o abraçava imprimindo mais movimento do seu lado, as vezes beijava-lhe o pescoço. Os corpos experimentavam a transformação do desejo em prazer e amor, juntos sentiam o calor domina-los, inspira-los mesmo com a brisa leve e fria que corria ao redor deles. Kate tornou a sentir seu corpo tremer, seria outra vez presenteada com ondas de prazer. Ele também estava em seu limite. Os olhares encontraram-se e em meio a sorrisos, eles se entregaram.

Castle roubou-lhe mais um beijo antes de deixar a cabeça pender sobre o colo de Kate. Ainda sob o efeito do orgasmo, ele a puxou para si virando de lado deixando-a por cima. Nenhum dos dois queria parar o que faziam, os corpos continuavam movimentando-se, querendo mais. Ela espalmou as mãos no peito dele inclinando-se para beija-lo com paixão. Agora, ela ditava os movimentos. Frenética, rápida. Beliscava a pele dele, arranhava-o com as unhas. O reflexo da lua e da luz das estrelas em seus cabelos tornavam a imagem ainda mais bela. Não demorou muito para que fossem tomados por outra explosão de luxuria e desejo.

Kate se deixou escorregar em meio aos seus braços. Os corações batendo apressados. Ela virou-se para fitar o céu. Castle entrelaçou os dedos nos dela.

– Noite estrelada... você e a lua – havia uma lágrima perdida deslizando pelo canto dos olhos esverdeados enquanto ela sorria.

– Uma serenata perfeita ao luar, Kate. 

– Eu não posso esperar para viver todos os dias ao seu lado como sua esposa, Castle. Outra vez você me rouba o chão, tira meu folego. O que eu fiz para merecer você?

– Você é você, Kate, a pessoa que me fez despertar para a vida quando eu estava perdido – eles trocaram um novo beijo. Castle senta-se sobre o cobertor – vem comigo... – ele a puxa pelas mãos ajudando-a a se levantar. Caminha em direção ao lago. Ao sentir a temperatura da agua percebe que está morna. Entrou devagar trazendo-a consigo.

– Não deveríamos dormir um pouco?

– Nah... são quatro da manhã, Kate. Logo o sol estará aparecendo. Vamos curtir o resto do luar aqui e depois ver o sol nascer abraçados sob a agua. Está com frio?

– Não... mas não recusarei seu abraço – ela se deixou envolver pelo fortes braços de Castle colocando suas mãos em seu pescoço. Beijou-o outra vez. Ficaram longos minutos curtindo um ao outro. Perdiam a noção do tempo quando estavam juntos. Kate deslizou as mãos pelas costas dele a procura do bumbum. Apertou-o sorrindo. Então, foi tomada pelo súbito desejo de tê-lo mais uma vez dentro de si. Atracando as pernas na cintura dele, ela se movimentou para conseguir a posição perfeita.

– Hum... estou pensando o mesmo que você?

– Ver estrelas? – ela gargalhou jogando a cabeça para trás, o movimento perfeito para que ele a mordesse bem ali, instigando outra vez o desejo de se amarem. Repetiram a dose agora dentro do lago. Kate se aconchegou no peito de Castle após o ato. Suspirava feliz.

Há cerca de dois anos quando estava naquela cabana, ela sonhara, porém sempre se policiava quanto aos pensamentos porque não acreditava que um dia realmente aconteceria. E agora, ali estava ela. No meio do nada, sob os últimos raios do luar e os primeiros movimentos do sol. Recuperada de seu trauma, feliz, prestes a casar com o amor de sua vida.  

Castle pegou uma de suas mãos percebendo a pele completamente enrugada pelo tempo que estavam na agua, beijou–lhe as juntas dos dedos.

– Acho que já estamos tempo demais dentro d´agua... pareço uma velhinha – ela riu.

– Uma linda velhinha, Kate. Não me importo porque vou envelhecer ao seu lado e para mim você será sempre bela, sempre a minha inspiração.

– Sua musa...

– Minha eterna musa.

Ela se encostou no peito dele e juntos apreciaram o nascer do sol. Vinte minutos depois, saíram da agua. Secaram-se e vestiram roupas limpas. Kate o ajudou a colocar tudo de volta no carro. Estavam prontos para seguir viagem.

– Acho que essa é uma boa hora para um café.

– Pensei que não ia pedir – ele pegou as canecas, abriu a garrafa térmica que deixara propositalmente perto da fogueira que ardera a noite toda e serviu–a do liquido quente. Ergueu a caneca – bom dia, Kate – ela encostou sua caneca na dele.

– Bom dia, Blue Eyes... – terminaram de beber o café, entraram no carro e seguiram viagem para a casa nos Hamptons. Ambos com um sorriso iluminado no rosto e um brilho diferente no olhar.


THE END

   


6 comentários:

Camila Lorrane disse...

Awn que lindo amei Ka ❤️😢😭

Madalena Cavalcante. disse...

QUE COISA MAIS LINDA MEU CHESSUS! 😍😍😍

rita disse...

Muito, muito lindo! Qual mulher não gostaria de ter um homem como Castle que está sempre ligado no que ela fala e muitas vezes imagina coisas que as deixam perplexas, disposto a fazer loucuras para realizar seus desejos. Parabéns!! Beijos.

cleotavares disse...

♫ Fazer amor, fazer amor
No paraíso
Fazer a luz com teu sorriso é natural
Correr atrás do teu amor
Tão sem juízo ♫ ♪


Tão lindo, tão zen, tao amorico. Amei.

Géssica Nascimento disse...

Lindo, romântico, fofo!!!
Sorte da Kate ter esse homem MARAVILHOSO ao seu lado!
Quem não gostaria de ter?

marta cristina oliveira disse...

Estou lendo agora ,duas semanas após o término da série.Nunca chorei lendo uma fic;estou desaguando agora!!!