sexta-feira, 9 de setembro de 2011

[Bones Fic] Between Love & War - Cap.25

Cap.25



As lágrimas teimavam em cair.

A tensão no ar quase palpável.

Com sorriso maravilhoso a sua frente, ele estendeu os braços para ela que o abraçou demoradamente e bem apertado. Queria sentir que ele era real. Ao fitá-lo novamente, ela colou seus lábios nos dele envolvendo-o num beijo tão longamente ansiado.

Depois de alguns minutos, ela quebrou o beijo ainda sorrindo entre lágrimas. Booth virou-se para a porta, o soldado continuava lá. Ele o dispensou e agradeceu. Voltou sua atenção para ela abraçando-a uma vez mais.

- Você me assustou. Pensei o pior, seu louco.

Ela deu um tapa no peito dele.

- Ouch, quase dois meses e você me recebe com essa violência?

- Você merece. Eu não esperava sua volta para hoje e ao ver aquele rapaz fardado com um envelope... você não tem vergonha? Eu podia ter desmaiado, sua filha podia ter nascido antes do tempo!

Ele riu.

- Como eu estava com saudades desse seu jeito mandão... quis fazer uma surpresa.

- Você já sabia que ia voltar quando me escreveu?

- Já sim.

- Seu insensível!

E tascou um murro no braço dele.

- Eu também te amo, Tempe.

Ele voltou a atenção rindo para a filha.

- Oi, Kat...viu só como a sua mãe me trata? Passo dois meses fora e ela me recebe assim, com toda essa agresividade. Ai, filha estava com tanta saudade de você.

Ele acariciou a barriga e sentiu mexer.

- Ah, você se lembra da voz do papai? Oh, minha princesinha.

Ele beijou a barriga de Brennan e sentiu-a mexer novamente. Tinha lágrimas nos olhos ao encarar Brennan novamente. Sentia que ia explodir de felicidade por estar de volta ao lugar onde pertencia. Ao estar de volta para ela.

- Eu te amo demais...

Ele a beijou novamente, manteve os braços ao redor dela enquanto se dedicava em saborear cada pedacinho daqueles lábios. Ansiava por sentir aquela lingua explorando a sua boca. Brennan gemia ao sentir a lingua dele invadir aos poucos por entre os lábios o interior da sua boca. Ela sentira tanta falta daquele beijo. Nada se comparava a reação que o beijo de Booth era capaz de provocar nela. Dois meses sem beijá-lo era muito tempo. Ela precisava dele, sentir o calor dos braços dele, a pele. Tudo.

Quando finalmente sentiram falta do ar, Brennan recebeu um chute da pequena Katherine e quebraram o beijo para respirar. As testas apoiadas uma na outra.

- Que filha ciumenta você foi arrumar...

- Ciumenta até acredito mas acho que ela está mais para mandona, puxou à mãe com certeza.

- Sem graça! Se puxou a mãe tem muito bom gosto.

Sorrindo, ele ajeitou uma mecha do cabelo dela que teimava em cair sobre um dos olhos.

- Você deve estar com fome, e cansado também. Quer que eu prepare algo? Quer tomar um banho?

- Hey...calma amor. Estou cansado sim mas não tenho pressa. Quero muito curtir cada momento que puder com você. Já que você sugeriu, acho que um banho ia bem nesse momento.

- Quer companhia?

- Hum, pensando besteira Dr.Brennan?

- Um pouquinho...

- Vamos fazer assim, dessa vez eu vou sozinho. São quase 30 horas de viagem e estou mesmo um bagaço. Então, amanhã eu prometo que realizamos a besteira que você tem em mente, pode ser?

- Tudo que quiser, Booth. Você está qui agora e isso é tudo que importa.

- Tá bom.

- O que você quer comer?

- Adoraria comer um bom sanduiche de rosbife com bastante mostarda...

- Vou providenciar.

- Calma amor, não precisa ser pra já.

- Faço questão vou ali na Dean e Delucca.

Ele inclinou a cabeça e deu mais um selinho nela.

- Hey, Bren! Cheguei! Nossa, hoje as coisas estavam enroladas no mercado e...Booth?!

- Hey, Angela!

- OMG! Booth! Você voltou...

- É, são e salvo.

Ela se aproximou dele e o abraçou.

- Dá pra ver na carinha da minha amiga que agora tudo está excelente.

Brennan riu.

- Você por acaso trouxe algum rosbife aí nessas compras?

- Não, você não come isso...porque?

- Booth está com vontade. Sendo assim, vou comprar.

- Deixe de besteira, Tempe. Eu faço isso sem sair de casa.

- Ok, vou tomar meu banho e depois quero saber tudo que aconteceu na minha ausência. Principalmente sobre a senhorita teimosia.

Angela riu.

- Ha, essa vai ser boa!

Booth se recolheu para o quarto e Angela se concentrou em conseguir o sanduíche. Vendo que a amiga não cabia em si de felicidade, ela começou a pensar que sobraria naquela casa.

- Tempe, parece que você estava adivinhando quando pediu para fazer uma outra faxina no apartamento de vocês, hein?

- Angela não prevejo o futuro, eu nem sabia que ele voltaria hoje. Foi tão inesperado e irracional. De repente abro a porta e um soldado com um envelope me pergunta se sou a Dr.Brennan...como você acha que eu me senti?

- Nossa, ele aprontou essa com você?

- Hum,hum.

- Ah, mas valeu pela sua cara de felicidade. E olha hoje podem dormir aqui sem problemas. Amanhã vocês voltam ao canto de vocês.

- É, iremos fazer isso mesmo. Booth está cansado. Precisa dormir.

- Prontinho tudo resolvido, em quinze minutos o sanduba está aqui.

- Obrigada, Angie. Vou ver como ele está...

- Amiga, manere na indecência pelo menos hoje...

- Angie!

As duas caíram na gargalhada.

Quando Brennan voltou ao quarto, encontrou Booth saindo do banheiro enrolado na toalha. Era a visão do paraíso. Ela suspirou. Devagar, foi até ele e deslizou sua mão sobre o peito nu. Como sentira falta de fazer isso. Beijou o ombro dele. e mordiscou a pele.

- Hey...o que você está fazendo?

- Vendo o quanto você é real.

Booth meteu a mão sob o suéter dela e buscou um dos seios. Os lábios mordiscaram o lóbulo da orelha dela e deslizavam beijando o pescoço enquanto ele apertava os mamilos arrancando gemidos dela.

- Isso responde a sua pergunta?

Ela abriu um sorriso para ele. Lindo. Ele sentira muita falta daquele sorriso.

- Deixa eu vestir pelo menos uma calça de moleton e uma camiseta.

Booth vestiu-se sob o olhar dela e juntos de mãos dadas voltaram a sala. Angela ainda estava na cozinha. O sanduiche já sobre a mesa. Ele sentou-se e Brennan ficou ao lado dele.

- Quer refrigerante ou cerveja, Booth?

- Ah, prefiro uma coca-cola. Esse jetlag está difícil de aguentar e não quero dormir a tarde porque se não o meu organismo vai demorar demais a se adaptar.

Ele deu a primeira mordida no sanduiche e fechou os olhos.

- Que delícia...

Brennan ficou observando ele comer e apenas quando já estava na metade do sanduba, ele voltou a conversar com elas.

- Então, Tempe. Quanto tempo falta para eu ver minha princesa?

- Estou com 33 semanas. Oitavo mês mas não posso prever quando realmente a Katherine vai nascer. Em algum momento de dezembro.

- Se ela não resolver se apressar novamente...

- Se apressar novamente? Como assim?

- A Temperance não te contou?

- Angela....- Brennan olhou de cara feia para ela.

- Não! O que aconteceu? A Kathy está bem?

- Tá tudo bem, foi só um desconforto...

- Desconforto uma ova! Foi um baita susto, Booth. A Brennan teve um princípio de hemorragia por conta do stress e a Kat quase vem ao mundo antes da hora. Sorte que o Dr.Bray estava com ela e agiu rápido.


- Amor...porque você me escondeu isso? E se a minha filha tivesse nascido?

- A Angela está exagerando...

- Não, mesmo tanto que o Dr.Bray mandou-a ficar em repouso absoluto e impediu-a de trabalhar uma semana.

- Oh, Tempe....eu não disse para você não abusar?

- Já passou, Booth não vamos mais falar disso.

- Você ainda está trabalhando?

- Voltei essa semana mas o Wendell restringiu meu horário e já deu entrada no processo de licença. Trabalho apenas a próxima semana, não porque eu quis.

- Excelente! Ainda bem que o Wendell fez isso. A propósito, quando será sua próxima consulta? Estou ansioso para ver minha filha naquele monitor...

- Agora que você está de volta vou falar para fazermos na próxima semana.

Eles ainda conversaram por mais uma meia-hora quando finalmente Booth arregou e disse que ia esticar o corpo. As costas estavam acabadas. Brennan aproveitou para arrumar algumas coisas suas para levar de volta ao apartamento e depois resolveu tomar um banho.

Quando saiu do banheiro, reparou que Booth caíra no sono mesmo que ele tivesse lutado contra isso por um tempo. Ela deitou-se ao lado dele e ficou ali sentindo o calor do corpo dele junto ao seu.

Booth virou a noite e quando acordou no domingo, sentia-se um pouco melhor apesar de não totalmente recuperado do jetlag. Ela ainda dormia tranquila. Levantou-se e foi até a cozinha em busca de café. Após tomar uma xícara, sentiu-se revigorado. Ligou a tv e esperou ela despertar.

Ainda pela manhã, partiram de volta para o apartamento no SoHo. Era muito bom estar em casa, finalmente. O apartamento estava muito bem arrumado, limpo e cheiroso. A cama queen size dava vontade de se jogar e esquecer da vida.

Sem ânimo para cozinhar, Brennan sugeriu que eles almoçassem fora e a escolha de Booth foi muito simples. Comida italiana. Após o almoço, eles ainda caminharam um pouco pelas ruas de New York mas o frio já começava a dar sinais mais rígidos e no estado de Brennan não havia espaço para exageros.

Voltaram para casa e namoraram boa parte da tarde. Não se desgrudavam um único minuto.

Depois de um pequeno cochilo e uma boa conversa com a filha acariciando a barriga da mãe, ele virou-se para ela e resolveu sugerir o que declinara ontem.

- Amor, que tal aquele banho gostoso? Tá a fim?

- Sempre...

Ele se levantou e estendeu a mão guiando-a até o banheiro. Devagar, despiu a roupa dela, peça a peça até deixa-la nua a sua frente. Ela continuava linda como ele se lembrava. A barriga da gravidez agora bem maior dava a ela o ar maternal. Foi a vez dela despi-lo. Assim que Booth estava sem qualquer peça de roupa, eles sentiram um vento frio percorrer o ambiente. Booth a abraçou por trás envolvendo-a em seus braços. O contato da pele quente era um bálsamo para ela. O cheiro masculino da pele dele mexia com todos os sentidos mais alerta de Brennan.

Entraram no chuveiro e a água morna começou a escorrer pelos seus corpos. Tudo que ela queria naquele momento era tocá-lo. Sem pudor, sem reservas. Quando Brennan sugeriu o banho, não pensava em fazer amor com ele, queria apenas a proximidade de seus corpos, o tato em ação, queria carinho e atenção masculina. E foi exatamente o que Booth lhe deu naquele momento.

Ele deixou as mãos percorrerem cada centímetro possível da pele dela. Com os dedos, brincou com os mamilos dela, usou os lábios para provar o gosto daquela pele alva. Perderam-se várias vezes em beijos apaixonados e quase infindáveis. Por vezes, sussurrava palavras melosas e vários ILY ao ouvido dela.

O sabonete líquido virou instrumento de prazer. Brennan fez questão de ensaboá-lo apenas para sentir o membro dele pulsar em suas mãos novamente. Não se tratava de prazer ou erotismo. O propósito maior era a intimidade construída por eles nesse relacionamento, o sentimento de precisar e repartir, dar e receber, a dependência emocional e sentimental criada entre eles.

Ao terminarem o banho, Booth enxugou cada parte do corpo dela e ela fez o mesmo com ele. Apenas de calcinha e com uma camisa dele, ela voltou ao quarto. Booth colocara apenas um boxer. Deitaram-se na cama e aconchecados nos braços um do outro, adormeceram.

Na terça, Brennan voltou ao trabalho para o primeiro plantão da semana conforme a escala de Wendell. Era outra pessoa. Sua alegria não escapara aos que trabalhavam diretamente com ela.


Ao encontrar Wendell naquela manhã, a primeira coisa que lhe disse até o surpreendeu.

- Bom dia, Dr.Bray. gostaria de agendar minha consulta do oitavo mês para amanhã. E devo lembra-lo para aproveitar bem a minha presença essa semana pois quando entrar de licença, você tomará conta de todos os meus pacientes.

- Nossa! Bom dia, Dr. Brennan. Posso saber o motivo da pressa? Podemos fazer a consulta na sexta, seu último plantão.

- Não, Booth está de volta e quer muito saber notícias da filha. Portanto, faremos amanhã.

- O Capitão voltou?

Ela abriu o sorriso.

- Voltou.

- Que boa notícia! É claro que sendo assim, faremos a consulta amanhã. Às três da tarde está bom para vocês?

- Ótimo. Agora, o que temos para hoje?

E assim, ela passou por mais um dia de trabalho.



Hospital Presbiteriano de NY
3pm


Booth e Brennan chegaram ao hospital de mãos dadas. Foram direto ao quinto andar e dirigiram-se ao consultório de Brennan. Wendell estava sentado na cadeira preenchendo alguns prontuários. Ao ve-los, levantou-se, sorriu e fez festa para Booth.

- Capitão! É bom te-lo de volta e inteiro.

- É muito bom estar de volta, Wendell.

Eles apertaram as mãos e trocaram um abraço entre amigos.

- Sentiram muito sua falta, Capitão.

Wendell olhava para Brennan e sorria.

- Bem, mas vamos ao que interessa? Aposto que você está ansioso para ver a sua filha novamente.

- Estou sim.

- Ok, por favor me sigam.

Wendell realizou a primeira parte da consulta e anotou todos os dados para compará-los com a última referência. Em seguida, ajudou Brennan a se preparar para o ultrasom. Ligou o monitor e a imagem da pequena surgiu diante deles.

- Então papai, vamos ver como está a filhota. Estou vendo que ela está acordada e engordou um pouco mais desde o último exame. Muito bom. O coraçãozinho continua firme e forte.

- Olha que mãozinha linda... é isso mesmo que estou vendo? Ela está chupando dedo?

- Isso mesmo.

Ele olhou para Brennan. Beijou-lhe o rosto.

- Ela é linda não?

- Bem, vou imprimir a foto e já sentamos para conversar.

Eles ainda ficaram admirando a imagem por alguns instantes e então Booth ajudou-a a descer da maca e voltaram a ante-sala para ouvir Wendell.

- Vamos lá. A doutora engordou um pouco mas dentro do nível aceitável, Katherine também se desenvolveu. Todos os sinais vitais estão muito bons. Vocês tem alguma pergunta?

- Na verdade tenho sim. Você consegue me dizer quando ela vai nascer?

- Bem, essa semana é a 34ª, eu consideraria que vocês devem ficar espertos a partir do dia 14 de dezembro. Não dá para prever se o bebê irá nascer antes, a menos que vocês queiram marcar uma cesariana. De repente, podemos nos surpreender e Katherine chegar antes do tempo considerando que ela já ensaiou isso...

- Nada de cesariana, quero parto normal.

- Quais as chances dela se apressar?

- Varia a cada caso. Claro que isso dependerá muito da situação física e emocional da mãe portanto o mais correto é acompanharmos a nossa mamãe teimosa de perto, nada de exageros, stress, certo Dr.Brennan?

- Acredito que você já se encarregou disso quando entrou com o meu pedido de licença-maternidade não?

Ele riu.

- Diz aí, Wendell. Ela não é fácil.

- Pode ser teimosa mas ela sabe exatamente as consequencias de alguns atos e por isso mesmo obedecerá o seu médico.

- Não adianta argumentar mesmo...

- Se não tiverem mais nenhuma pergunta, podemos agendar a próxima consulta e estão dispensados. Daqui a um mês, tudo bem?

- Ok.

- E qualquer problema, podem me ligar.

Brennan se levantou e agradeceu rumando para a saída. Booth levantou-se e estendeu a mão para o médico.

- Wendell, ainda não tive a chance de agradecer pelo que você fez pela Temperance e pela minha filha. Nem consigo imaginar o que poderia ter acontecido se... ainda mais estando tão longe. Obrigado por salvar minha família.

- Não precisa agradecer Capitão. Apenas fiz meu trabalho. E pra que servem os amigos se não protegerem-se? O senhor já fez isso uma vez por mim, nada mais justo que retribuir.

- Me faz um favor, Wendell?

- Claro!

- Nada de senhor ou capitão. Me chame de Booth.

- Desculpe, é a força do hábito. Vejo a doutora amanhã certo?

- Com certeza, Dr. Bray. Ainda tem dois dias para aprender tudo que não aprendeu nesse ano até eu sair de licença.

- Cuidado para essa modéstia toda não contaminar você, Wendell.

Eles saíram rindo do consultório.

Na semana seguinte, Booth voltara ao trabalho. Nada de stress com bombas, treinos rígidos de ataque ou pontaria. Apenas um curso simples de formação de oficiais do exército. Desde que fora para guerra, Booth ponderou muito a mudança que acontecera na sua vida. Quando pensava em tudo que já passara nesse trabalho, ele se perguntava se estava disposto a continuar.

As coisas mudaram radicalmente para ele. Agora tinha uma família com que se preocupar. Voltar ao campo de batalha não estava em seus planos futuros. Precisava de um plano B. Ele lembrou de um colega que servira com ele e Wendell. Falara algumas semanas antes da sua ida ao Afeganistão com ele e recordou que ele comentara sobre uma posição interessante de emprego para Booth. Resolveu ligar para ele. Por enquanto, tinha que pensar em alternativas.

Era um final de semana e Booth sugeriu um passeio no Central Park. Brennan topou na hora, sentia falta dos passeios que costumavam fazer a dois. Depois de uma boa caminhada, eles sentaram-se em um dos bancos na sombra. Brennan esticou as pernas no banco e apoiou o resto do corpo em Booth.

- Sabe estava pensando nas dívidas que você tem comigo...

- Dívidas? Não devo nada a você, muito pelo contrário. O devedor aqui é você que abandonou a mim e a sua filha por dois meses.

- Foi menos de dois meses e por favor não use essa palavra – abandonou, você sabe que não é verdade.

- Ok, desculpe.

- Tudo bem, vamos ao que interessa. Sua dívida.

Ela revirou os olhos.

- Alguém me prometeu que quando eu voltasse iria cantar uma certa canção para mim...

- Ah, isso....

- Desistiu?

- Não. Prometi e irei cumprir porém acredito que não estou na minha melhor forma agora. Podemos esperar a Kathy nascer?

- Não pense que vou esquecer...

- Tudo bem com uma condição.

- Lá vai, nada é simples com você...

- Você também deve me prometer que assim que pudermos vai usar aquele uniforme para mim, pra gente, você sabe....

- Tava demorando você apelar para chantagem sexual....tudo bem, aceito.

- Ótimo!

Ela ficou pensativa por um momento e sorriu.

- Boothieee...

- Pede amor...

- Compra um hot-dog pra mim?

Ele riu e se levantou para satisfazer a vontade dela.




Continua.....

6 comentários:

Estefane disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Estefane disse...

E A PAZ VOLTA A REINAR PARA MEUS AMADOS B&B.Graças a Karen. kkkkkkkkkk
Booth querendo que a Brennan tenha um ataque pelo jeito. Bonita a surpresa mas é de infarta. Pobre mulher grávida. hahahah
Brennan toda fogosa não deixou nem o Booth colocar o pé dentro do ap. kkkkkkkkkkkk
Muito lindo a troca de carinhos deles, isso que torna um casal fofo e perfeito.
Ri horrores quando li Dar e Receber, lembrei na hora do Joey(Friends)escrevendo para o casamento da Monica e Chandler ele só sabia dizer isso. kkkkkkkkkkk
AMEI A VOLTA DO BOOTH.
HARMONIA ESTÁ DE VOLTA COM B&B.
Agora é esperar o próximo cao.kkkkkkkkkkkk

mika disse...

Cap. Simplesmente perfeito!! a fic ta perfeita Karen parabéns amoo tdas as suas fics!!
Esperando anciosa pelo proximo cap.

Eliane Lucelia disse...

Aiii, que lindo, enquanto todos estavam imaginando uma coisa vc descreveu outra, eu adorei, as carícias, o toque. o cheiro, apenas sentir um ao outro ficou tão bonito, o prazer além do sexo, somente pessoas apaixonadas de verdade conseguem isso. É tão bom ver a Brenn sorrir novamente, tudo bem que o Booth não precisaria quase matá-la do coração antes, mas a recompensa foi ótima, já estou imaginando a o Booth na hora do parto kkkkkkk, mas amiga, estou com pena do Wendell, tadinho, ele precisa arranjar alguém, ele merece, por ser uma ótima pessoa e ser teimoso com a Brennan, adoro quando ele teima com ela, enfim, amei e estou na espera pelo próximo. bjossss

Marlene Brandão disse...

oi flor!!!!!!!
vc quer mesmo que eu dê um treco aqui amei o capitulo graças a Deus o Booth esta bem se eu fosse a Brenn daria umas porradas neles mesmo com o barrigão tá bom parei! a Angi sempre linda isso que é amizade verdadeira eu apoio ela ter contado a ele sobre o quase parto da Brennan e a mente dela sempre 666 igual a minha kkkk ta bom sem comentarios o Booth é assim sempre renasce das cinzas e salvando o pobre coraçãozinho da Brennan e as cobranças:canções e ele fardado só pra ela sim! meu amor numca que nega fogo a ele kkkk no fim um completa o outro no meu ver ele gosta dessa ideias loucas .....
Tá bom to escrevendo por demais e eu vou sim lembrar minha mãe de te mandar os morangos e o leite condesado kkkk
bjones te adollo serei sempre tua fã!

Julia Blaustein disse...

Amore desculpe a demora... As coisas têm estado corridas por aqui... Mas vamos ao que interessa! Amei! No último cap. Quando o soldado chegou com o envelope já tive um ataque! Aí o Booth aparece KKKKKKKKKKKK amei a surpresa, mas a parte mais engraçada foi a Angie "- Amiga, manere na indecência pelo menos hoje..." KKKKKKKKKKKKKKKKK É bem capaz que se ela não tivesse falado isso, o iPod do Max seria solicitado... KKKKKKKKKKKKKKK Fico com pena da Bren e essas emoções, a mulher poderia ter entrado em trabalho de parto! Enfim, EXCELENTE MAIS UMA VEZ!!! Parabéns!