quinta-feira, 14 de abril de 2016

[Stanathan] Kiss an Don´t Tell - Cap.70


Nota da Autora: Outro capitulo para vocês. Tem um pouco de tudo, para rir e se divertir...novamente, 4 Katics no mesmo capítulo. E com um ingrediente a mais...ainda tem muita confusão por vir, não se iludam com esse final. 


NC17! Be aware....


Cap.70


Encontrou a mãe dormindo. Bom sinal. Queria esperar pela irmã, portanto escolheu ficar na sala assistindo tv. Acabou adormecendo. Quando Stana chegou, ela encontrou Gigi toda torta no sofá. Desligou a televisão e acordou a irmã de leve.

- Hey, sis... vai para sua cama – ela despertou assustada. Ao perceber que era Stana, relaxou.

- Estava esperando por você para conversar.

- Mamãe te perturbou muito?

- Até onde eu deixei. Ela está realmente inclinada a descobrir o que escondemos e quem é seu namorado ou fazer Nathan se tornar o cara, aliás precisava ver como ela contou a história de atender seu celular.

- Com tanta coisa acontecendo, tenho medo de deixar escapar mais alguma coisa. Foi um lapso, ainda não sei se ela acreditou.

- Na mentira, sim. Mas está se baseando na conversa com Nathan para dar uma de cupido. Sis, não sei se essa história vai acabar bem. Mamãe é esperta. Ela já disse claramente que vai descobrir o que nós duas estamos escondendo. E no meio de tudo isso, ainda tem o Jeff...

- Eu sei, Gigi. Eu sinto muito, mas eu preciso de você – ela sorriu. Levantou-se do sofá – vamos dormir, a nossa aventura está apenas começando.

No dia seguinte, Stana levantou cedo. Precisava estar no set as sete da manhã. Surpreendeu-se ao encontrar a mãe na cozinha. Achava que ia se livrar de encontrá-la tão cedo e do interrogatório. Não adiantou.

- Mãe, o que está fazendo acordada a essa hora?

- Não posso querer fazer o café da manhã para as minhas meninas? Você levantou cedo, nem a vi chegar ontem.

- Depois de uma da manhã. E tenho que estar de volta as sete.

- Pensei que tinha reservado um tempo para mim...

- E reservei, só preciso terminar esses dois ou três dias de filmagens e ficarei com mais tempo. Tive que mudar o cronograma de quase todos no set por minha causa. Isso é o mínimo que posso fazer – a mãe colocou as frutas cortadas e o iogurte na frente da filha, também a caneca de café. Sentou-se de frente para ela admirando sua menina. Stana era linda, inteligente, talentosa, seu orgulho. Por que não era capaz de arrumar alguém para dividir seus sonhos? Por que sempre que tocava no assunto, ela se esquivava ou ficava chateada? Para dona Rada havia apenas uma explicação. Conhecendo o quão reservada era, Stana escondia um relacionamento a sete chaves. Deveria ter seus motivos, mas como mãe, ela tinha o direito de saber, não tinha? Sua vítima, contudo, seria Gigi. Ela confiava que a filha mais nova acabaria dedando a irmã, mesmo que sem querer.

Stana terminou o café. Achou bem estranho a mãe não lhe ter feito uma pergunta sequer. Deu de ombros. Melhor assim.

- Tenho que ir – ela se levantou e beijou a bochecha da mãe – não me espere para jantar, vou chegar tarde.

Quando Gigi acordou, a rotina foi a mesma, exceto pelas perguntas.

- Sua irmã saiu cedo. E não tem hora para voltar. Trabalhar dezesseis, vinte horas por dia. Você tem que gostar muito do que faz.

- Stana ama o que faz, dona Rada. Estar naquele estúdio é um prazer para ela.

- E como não seria? Não é sacrifício algum contracenar com aquele parceiro dela, beija-lo, passar horas ao seu lado – Gigi revirou os olhos, ia começar tudo de novo – ah, qual é? Pensa que não vi o seu gesto? Vai dizer para mim que você não acha o Nathan lindo e charmoso?

- Acho. Ele é bonito, mas eles são profissionais. Aquilo tudo é trabalho.

- Sei que é, Gigi. Não sou burra, porém também não sou cega. Ele gosta da sua irmã. Aposto que já tentou alguma coisa, cortejou-a, ou melhor, aqueles beijos, quem lhe garante que não são de verdade? Podem muito bem estar se aproveitando um do outro. Eu não me importaria...

- Mamãe, olha como a senhora fala de sua filha. Pensa isso mesmo de nós? A Stana não tem namorado, não agarra o Nathan e gosta de estar sozinha. Aceite isso de uma vez.

- Gigi, eu não nasci ontem. E você não me parece uma fonte confiável. Está escondendo algo porém também não sabia do caso do celular.

- Ótimo! Então da próxima vez que quiser saber sobre a vida de Stana, pergunte diretamente a ela.

- Não precisa ficar nervosinha. Desculpe, eu já entendi. Você está com ciúmes da sua irmã. Tudo bem, chega de falar dela. O que você gostaria de comer hoje? Vou fazer um jantar especial para nós duas.

- Pode escolher. Qualquer coisa que a senhora faz é bom.

- Ótimo! E você, está namorando? – Gigi revirou os olhos, essa ladainha estava longe de terminar – vamos, filha, conte para mim. Sei que você adora estar com alguém, namorar, fazer sexo. E você sempre foi mais resolvida que sua irmã. Quem é ele?

- Zé Ninguém. Não estou namorando.

- Não sabe nem disfarçar, você estava falando ao telefone com alguém e não era trabalho. Cochichava. Por que não conta para sua mãe?

- Tudo bem, mãe. Estou namorando, mas é segredo para não causar problemas – ela se levantou da mesa para trabalhar - o nome dele é Nathan Fillion.

- Gigi! Não é engraçado!

- É sim, você fez cara de espanto. Por que? Só a Stana pode namorar com ele ou a senhora vive essa fantasia, mas não quer a realidade de ter uma das filhas enroladas com um bonitão daqueles?

- Não... você entendeu errado. Na verdade, qualquer uma das duas poderia namora-lo. Não me importaria, mas ele... ele combina com a sua irmã – a confissão da mãe fez Gigi sorrir.

- Relaxa, dona Rada. Não namoro o Nathan – meu caso é outro Fillion, pensou.

Naquela noite quando chegou em casa, Gigi encontrou um jantar delicioso a sua espera. Stana apareceu depois da meia-noite. No dia seguinte, ela tinha uma folga e resolveu sair com a mãe para fazer compras. Dessa vez, ela não precisou ouvir sobre namorados e não houve interrogatório. Foi um tempo gostoso entre mãe e filha.

No fundo, Rada suspeitou que estava fazendo as coisas erradas. Quanto mais pressionasse as filhas, elas iam se chatear e acabaria transformando sua viagem em algo detestável para suas meninas. Escolheu deixar as perguntas para Nathan quando visitasse o estúdio ou se algo realmente saltasse a seus olhos.

Diante dessa mudança de estratégia da mãe, Stana ficou surpresa de perceber que a pressão se fora. Tanto que os dias pareciam um passeio no parque até algo acabar com a paz de Rada. Um nome e um telefonema.

Era sábado e as três acabavam de chegar em casa de um almoço delicioso em um restaurante de comida grega em Venice Beach. Gigi estirou-se no sofá enquanto a mãe foi providenciar um café. Ela estava pensando em sumir por algumas horas para ficar com Jeff. Estava com saudades. Não o via a cinco dias. Stana fora trocar de roupa quando recebeu um telefonema de um amigo. Ela conversava alegremente com Kris Polaha, amigo e ator que já trabalhara com ela em Castle.

Quando Rada entrou no quarto para fazer uma pergunta para a filha ouviu um pedaço da conversa.

- Ah, Kris! Será sempre um prazer. Você sabe como valorizo esses momentos. Nunca diria não a você – Stana ria ao telefone – sim, posso fazer isso e vou pessoalmente levar. Duvido muito, Kris. Tudo bem, segunda sem falta. Mal posso esperar! Já estou animada com isso. Um beijo e me liga...

Rada saiu correndo do quarto de olhos arregalados. Encontrou Gigi no sofá, ao perceber a aproximação da mãe, ela perguntou.

- E aí, esse café sai ou não? Quero comer um pedaço daquele bolo que a senhora... – ela só sentiu a tapa nas costas, nos ombros – ai! Que isso, mãe! – ao encara-la viu a mãe com cara de pânico e pálida.

- Por isso você não falou nada! Está acobertando sua irmã para ela ficar com aquele Kris de novo! Vocês não aprendem nada?

- Do que a senhora está falando? Pare de me bater!

- Sua irmã está de novo com aquele ogro? Por isso o mistério todo. Ela sabia que eu não gostaria. E você, ao invés de dar conselhos, apoia. Meu deus! De novo aquele homem na vida da minha filha, não pode ser... – ela sentou-se no sofá. Gigi se aproximou um pouco receosa, sentou-se ao seu lado tocando-lhe a perna devagar – não adianta mentir para mim, eu ouvi sua irmã falando com ele no celular, toda melosa.

- Mãe, a Stana não fala mais com o Kris faz anos. Por que isso agora?

- Pare com o teatro, eu ouvi. Ela vai encontrar com ele na segunda – aquelas revelações da mãe mais pareciam conversa de bêbado para Gigi. O que será que estava acontecendo e mais importante com quem Stana falava que fez a mãe deduzir ser Kris?

- Acho que está acontecendo um grande equívoco aqui, mãe. Stana não ama o Kris. Está muito longe disso. Ela mesma nem o menciona. O que quer que a senhora ouviu, não está certo. Encontrar-se com ele então? Ela não faria isso com... – ela parou antes de dizer uma besteira – consigo mesma.

- Eu pensei que não, filha. Mas sua irmã, ela sempre tem esse problema de insegurança e dependência emocional – nem me fale nisso, Gigi pensou, se a mãe soubesse a última – tenho medo que ela fique com aquele homem por imposição.

- Isso não vai acontecer. A Stana pode ser complicada e insegura as vezes, burra ela não é. Ela deve estar chegando, disse que ia tomar um banho e trocar de roupa. Vamos cuidar do café e depois do jantar, sei que quer se reunir com suas filhas e amanhã, podemos sair para passear todas juntas com Anne. Que tal?

- Obrigada por querer me animar, mas não vou ficar bem até ter certeza que sua irmã não fez uma burrada com a vida dela. E você, Gigi, deveria como irmã tentar colocar algum juízo na cabeça dela. Podia dizer que ela estava atrasando a vida dela. Você convive mais que eu e como são unidas podia dar uns toques. Mas não...fica calada, não se envolve...

- Hey! A senhora acabou de me agradecer e agora taca pedra? Mãe, eu não tenho nada a ver com a vida da Stana. Ela namora quem ela quiser. Até onde eu saiba, não mandamos no coração. Não foi isso que a senhora disse da sua história com o papai?

- Kristina! Não ouse falar da minha vida, nem usa-la como exemplo. Você sempre foi assim, respondona.

- Que ótimo! Tudo sou eu, quer saber, eu vou dar uma volta porque ninguém me dá uma folga nessa casa. O próximo ataque terrorista é por minha conta, pode avisar o presidente. Eu, hein!

- O que está acontecendo aqui? Vocês estão brigando? – perguntou Stana ao chegar na sala.

- Pronto, pergunte direto da fonte se não acredita em mim. Stana, mamãe cismou que você está com o Kris, seu ex. Quer fazer o favor de desmentir? Eu até já apanhei por causa disso.

- Não adianta disfarçar ou fazer joguinho. Eu ouvi você falando com ele no celular. Oh, filha, você não merece esse homem. Com tantos outros, seu co-star, você quer ficar com um ...um... eu não sei nem como defini-lo.

- A senhora disse ogro antes... – Gigi apimentou a discussão. Estava cansada de ser o saco de pancada da vez.

- Mãe, acalme-se. Sente aqui antes que tenha um treco. Por que você está tão chateada? Gigi, está falando a verdade. Eu não estou com Kris. Nossa! Nem sei quando foi a última vez que falei sobre isso. Estava falando com um ator, meu amigo, que também se chama Kris. Ele me pediu para ajudá-lo em um leilão que está fazendo para a fundação da água. Vou lhe mostrar a foto dele – ela remexeu em seu twitter para mostrar a foto que tirara com Polaha.

Rada analisou o homem ao lado da filha. Começou a ficar mais calma. Então não estava tudo perdido.

- Ele é bonito, simpático. Ah, eu lembro dele no episódio do tribunal. Parece bem à vontade com você – então apareceu a foto onde Kris e Nathan além dos demais atores estão, ela percebe que a filha está com a cabeça no ombro do rapaz. Será que era ele o namorado misterioso? – tem jeito de ser uma pessoa bacana. Você também parece bem relaxada perto dele...

- Mãe...

- Ah, não posso fazer um comentário? É o que vejo na foto. Tudo bem que ele não é como seu co-star, mas... pelo menos não é seu ex. Chegou a me dar dor no coração.

- Ele não é meu namorado. Somos amigos e pediu minha ajuda para fazer uma pintura, só isso.

- Eu não falei nada... – se fazendo de inocente.

- Mas pensou e insinuou. Agora que tal acabarmos com essa birra e comer aquele bolo? Pulei a sobremesa no restaurante somente por causa dele. E você, Gigi, nada de fugir. Vai ficar conosco. Vá para a cozinha, mãe. Eu vou pegar meu material de pintura lá no escritório e já vou ajuda-la – ela viu a mãe deixar o cômodo – e você, espertinha, vai ficar comigo. Se eu não posso ver meu marido, você não verá seu namorado.

- A mamãe quase pira com esse lance do Kris. Não sabia que ela tinha tanta raiva dele assim.

- Não é raiva, ela não gosta dele, diz que é coisa de mãe. Pressentimento. Pelo menos não tem essas ideias malucas a respeito do Nathan.

- Não mesmo. Se bem que agora ela pode dar uma trégua. Ficou bem interessada no outro.

- Ah, sis, a última coisa que preciso é de confusão na minha vida.

- Com Dona Rada por perto? Sem chance. Agora aqui entre nós, você não vai me deixar escapar um pouquinho para ver Jeff? Você pode ver o Nathan no trabalho! Por favor, sis...

- Gigi, você pode arranjar tempo nos dias de semana quando tiver trabalhando. Você fala como se eu passasse o dia me agarrando com Nathan no set. Ultimamente temos poucas cenas juntos. Estou na seca, você também. Se chama solidariedade. Vamos voltar a encarar a fera. Definitivamente vou pegar a Anne amanhã, preciso de alguém que tire o foco ou vamos acabar loucas.

- Apoio a ideia 100%.

No dia seguinte, Stana fez exatamente o que comentara com a irmã. Pediu para Marko trazer a filha até a casa delas para passar o resto do fim de semana com a mãe. Fez questão de conversar com Anne antes para que a menina mantivesse a vó ocupada de qualquer maneira. Não deu outra. Depois de uma sessão de carinhos e conversas, Anne quase implorou para fazer um bolo de chocolate com a vó. Queria ajuda-la e aprender. Stana ria aliviada. Isso as deixaria ocupadas por toda a tarde.

Vendo que estava livre, ela avisou que estaria no escritório trabalhando em seu desenho. Também ia aproveitar a escapada dos olhos da mãe para ligar para o marido. Certificando-se de que ninguém a espiava ao ouvir as risadas da mãe e da sobrinha ao longe. Apertou a foto no celular.

- Hey, babe.

- Staninha... como está difícil esse domingo sem você. Está ocupada ou sente minha falta?

- Claro que sinto. Fico procurando o que fazer para despistar todo mundo para falar com você. Anne está me ajudando para entreter a mamãe. Não está sendo fácil. Ontem ela teve uma espécie de piti com Gigi por minha causa. Acredita que ela pensou que estava namorando o Kris?

- Nem quero ouvir falar nesse assunto.

- É sério. Tudo porque ela me ouviu falando com Kris Polaha no telefone. Ele me pediu para ajudá-lo no leilão desenhando algo para ser oferecido. Quando ouviu o nome, surtou e sobrou para a Gigi. Tive que explicar, mostrar a foto com ele. Nem sei se foi melhor, porque ela começou a insinuar que ele era bonito e isso e aquilo, coisas de dona Rada. As vezes não sei se ela quer me jogar para qualquer um apenas para que eu esteja com alguém ou se faz isso para testar e descobrir quem é realmente meu namorado.

- Por que não disse que o Polaha é casado?

- Porque ela não insinuou realmente que ele seria meu namorado. Deixe ela teorizar um pouco, quando perguntar eu uso a carta do casamento, deixemos como um trunfo. Se serve de consolo, durante os elogios, afirmou que você ainda era melhor.

- Ah, todo mundo sabe disso, Staninha. Então, minha cunhada está sofrendo...

- Nós duas. Ela queria sair para ver o Jeff, não deixei. Seu eu não posso. Ela também não. Direitos iguais. Você tem ideia do quanto eu estou com vontade de estar com você, queria deitar ao menos duas horas ao seu lado. Será que é pedir muito?

- Só deitar, Staninha? – ele perguntou com a voz de moleque. Ela riu.

- Você sabe que não. Tenho que dar um jeito de expulsa-la para a casa de Marko por uns dois dias para dar uma folga para Gigi e eu. Você estará no set na segunda, não? Estou sem o seu cronograma dessa vez.

- Sim, gravo todos os dias pelo menos uma cena com você. Tem dias que terão mais. Nos vemos amanhã, amor. E aguente firme, mande um abraço para Gigi e Jeff manda beijo para as duas. Ele está curtindo a fossa comigo.

- Tá – ela riu – um beijo para ele também. Falo para Gigi. Te amo, Nate.

- Eu também.

Ao desligar, ela se concentrou em fazer o desenho para o leilão. Ficou umas quatro horas perdida entre papel, pinceis, tintas. Até descobrir o que queria pintar, ela demorou. Depois se perdeu na arte. Sabia que não tinha jeito para isso, o que importava era a causa. Foi Anne quem veio tira-la do seu isolamento.

- Tia, o bolo está pronto. Não vai querer um pedaço? A vó está chamando. O que está fazendo? Oh! Um desenho! Que lindo! O que é?

- Uma gota de agua. É para ser leiloado para arrecadar dinheiro para ajudar as pessoas que não tem agua potável em casa.

- Ah... legal. Você falou com o tio? – Stana sorriu – escondida, né? Anne sabe. Por isso a tia pediu para eu ajudar a vovó. Tudo bem, eu gostei de fazer o bolo e o tio merece. Estou com saudades. O aniversário dele é esse mês. Vai ter festa?

- Mesmo que não tenha, iremos fazer uma para nós e agora que aprendeu a fazer o bolo, pode preparar um para seu tio. Ele gosta de chocolate, você sabe, é praticamente um viciado – a menina riu abraçando a tia.

- Vou adorar fazer um bolo para o tio – juntas, elas seguiram para a cozinha.

Na segunda, antes de ir para o estúdio, Stana passou na fundação e entregou seu desenho. Primeira parte do dever cumprido. No trabalho, as coisas andavam agitadas. Ela viu Nathan combinando um novo live tweeting em sua casa para essa noite. Molly, Seamus, Jon e Toks. Ela entortou os lábios ao saber que novamente iria estar ausente e outras mulheres frequentariam sua casa. Ficou meio emburrada, o gesto não passou desapercebido para Nathan. Tentando quebrar o clima estranho entre eles, se aproximou dela elogiando o seu último feito.

- Parabéns pela sua obra de arte. Polaha postou no twitter agradecendo você.

- Ainda não vi. Vou ter que agradecê-lo e colocar a notícia do leilão para os fãs. Sei que eles irão contribuir.

- Está tudo bem? Você não está preocupada com a Toks – era evidente que sim – mas por que? Não tem nada de mais.

- Ah, realmente, nada de mais. Só uma mulher perambulando pela minha casa na minha ausência. Perfeitamente normal.

- Stana, olha o que você está sugerindo. Não faz nem um mês que tivemos uma briga feia sobre ciúmes bobos, vai querer começar outra?

- Não, desculpe. Detesto essa situação. Eu sinto falta da minha casa. Da minha cama. De você. Preciso de um tempo para nós.

- Falou com o Marko?

- Vou falar hoje. Precisamos voltar para o set.

Nos dias que se seguiram, ela e Gigi se viraram como podiam. Conseguira falar com Marko e organizar para a mãe ir passar uns dois dias com o filho e a neta., infelizmente no fim de semana. Polaha fazia muitos agradecimentos a Stana e referências ao leilão. Como sempre os fãs dela e de Castle estavam prontos para apoiar a causa. Isso atraiu os olhares curiosos de dona Rada e os olhares insatisfeitos de Nathan. Todo o dia tinha pelo menos dois tweets dele falando de Stana. Quando a mãe se inteirou do que acontecia através de Gigi, a conversa sobre namorados começou a surgir outra vez.

Elas estavam sentadas a mesa jantando. Graças a mexidas no cronograma que Stana conseguira com Alexi, ela se dava ao luxo de sair do estúdio as seis horas todos esses dias. Claro que a dona Rada não sabia disso, pois Stana precisava de uma carta na manga para ter seu momento escapada que infelizmente não contava com Nathan, pois ele permanecia trabalhando até mais tarde.

- Filha, como está o lance do seu desenho, já foi a leilão?

- Mãe, eu mostrei hoje que sim no twitter... pergunte logo o que quer da Stana.

- Quem disse que quero perguntar algo? Você tem cada ideia, Gigi – Stana segurava o riso, também imaginava o que a mãe queria insinuar, logicamente não se conteve – só acho que ele parece fazer muitos elogios para você, repetiu várias vezes agradecimentos a você é... qual foi a palavra mesmo, Gigi? Ah! Você colocou seu coração. Bonito isso, não?

- É por uma boa causa, mãe. Se posso ajudar, vou.

- Ele também falou que você tem fãs maravilhosos.

- Disse? Não vi. Tenho que concordar.

- Só estou dizendo... ele gosta de você.

- Óbvio, né. Somos amigos – Gigi observava a conversa das duas sem dar opinião. Parece que a irmã estava curtindo enrolar a mãe. Isso era bom, pelo menos esquecia um pouco de Nathan. Falando nisso, ela precisava cobrar a promessa que fizera para darem uma fugidinha com seus respectivos.

- Stana, eu preciso ir ao cabelereiro. Quero dar um corte no meu cabelo. Estava pensando em sábado. Podíamos ir juntas. Não gosto de ir naquele lugar sozinha e não vou chamar a mamãe porque não é justo com ela passar horas no salão.

- Horas? Mas você não vai somente cortar o cabelo, Gigi? – Rada perguntou.

- Mãe, no salão é assim: nós vamos cortar o cabelo, fazer hidratação, escova, manicure... nunca é só uma coisa. Leva a tarde e entra pela noite dependendo do movimento no local. Acredite em mim, é muito cansativo.

- Não sei como vocês aguentam. Eu faço tudo em casa. Podia fazer para vocês – a cara de Gigi respondeu por ela – eu sei, você quer os produtos, a técnica. Pelo menos é um bom dia. Sua irmã deve estar de folga e eu estarei com minha neta. Marko me ligou hoje para ficar o fim de semana com eles. Só estou preocupada quando irei ao set. Você já verificou a data, Stana?

- Vou fazer isso hoje. E Gigi, vai ser bom ir ao salão com você no sábado. Preciso mesmo de um tratamento VIP.

- E eu, sis. Você não imagina quanto – claro que as duas não estavam se referindo a hidratação capilar. Estavam contando os dias, na verdade - Ainda bem que amanhã é sexta.

Na sexta-feira, Stana acabara de gravar uma cena com Nathan e estranhou o fato de que ele saiu rapidamente do set. Normalmente perambulava por lá conversando com os rapazes da técnica ou com ela. Será que estava com algum problema? Resolveu ir atrás dele, ainda não contara a boa notícia sobre sábado. Encontrou-o tomando café. Estava sério. Ela não resistiu e tocou o seu ombro, fazendo-o virar para fita-la.

- Hey... está tudo bem? – ela tombou a cabeça de lado para admira-lo, um pequeno sorriso nos lábios.

- Por que não estaria? Normal – ela ergueu a sobrancelha. A resposta fora seca – se você acha natural o fato da minha esposa conversar mais com um amigo pelo twitter do que comigo, está tudo ótimo.

- Nathan...

- O que? Já não basta eu estar longe de você ainda tenho que ver isso? – ela estava rindo – não é engraçado. Não estou aguentando essa situação. Pare de rir, Stana.

- Desculpe. É que não posso evitar. Se mamãe o visse falando assim com ciúmes de Kris, ia me azucrinar o resto da vida. Ela continua perguntando sobre o possível namorado. Quer uma notícia boa? Sábado. Vou fazer uma visita a Studio City... – a expressão do rosto mudou completamente – ah... meu Nate estava aí em algum lugar. Finalmente! Para sua informação, eu gostei da cara marrenta de ciúmes.

- Acho que vou ter que agradecer a Marko. Eu disse que posso sentir ciúmes, mas não gosto.

- Não precisa, quanto a Marko talvez só precisemos fazer algo pela pequena. Ela já comentou sobre seu aniversário.   

- Não vou esquecer. A que horas posso espera-la amanhã? Cedo?

- É o que espero. E não se preocupe, Gigi já deve ter dado a boa notícia a Jeff também. Não quero ninguém para nos atrapalhar em casa.

- Seu desejo é uma ordem. Deus! Queria tanto poder beija-la agora...quem diria a nossa vida realmente imita a nossa arte. Estamos aqui, loucos por um beijo igual Castle e Beckett – ele fez o sinal do nariz, ela sorriu.

- Eu também – respondeu, olhando para os lados certificando-se de que não tinha ninguém por perto, ela beliscou o traseiro dele antes de deixar a sala. Nathan suspirou. Algumas horas mais. Continuaram as filmagens até umas seis e meia naquela sexta. Ele sabia que Stana filmara sua última cena com Seamus há uns cinco minutos. O estúdio já estava quase vazio. Sinal de sexta. Ele dirigiu-se para o seu trailer quando um impulso o fez mudar de ideia.

Caminhando na direção oposta, encontrou Lisbeth.

- Hey, Lisa... pronta para curtir o fim de semana?

- E como! Pensei que eu e Stana éramos as últimas aqui.

- Stana ainda está aqui? Ótimo! Tenho um recado para ela, no trailer?

- Sim, estava se arrumando para sair. Aproveite seu final de semana, Nathan.

- Oh, eu irei! – ele seguiu andando em direção ao trailer dela. Não podia resistir a isso, era mais forte que ele. Tentou abrir a porta sem bater. Sucesso. Ao entrar, ouviu um barulho no fundo. Ela estava agachada pegando algo no chão. Quando se ergueu, levou um susto ao ver a imagem dele refletida no espelho.

- Nathan... o que faz aqui?

- Não aguento mais. Preciso de um beijo – ele a puxou pela cintura contra seu corpo sorvendo-lhe os lábios com urgência. Ela agarrou-se nos ombros dele retribuindo o gesto. Como sentira falta daqueles lábios. Ele a empurrava contra a pequena bancada de maquiagem. Ao ergue-la para coloca-la sentada ali, derrubou um vidro de base que se partiu sujando o chão. Não se importou. O beijo continuou dando espaço para toques e carícias. As mãos começaram a abrir a camisa dele, queria mais. Stana já estava com metade dos botões da camisa de Nathan desfeitos, deslizou as mãos para tocar a pele, quebrou o beijo para beijar-lhe o peito. Ele sorria. Ela mordeu o mamilo dele fazendo-o gemer. Nathan ergueu seu rosto para que o fitasse.

Desejo era tudo o que ela conseguia ver.   

Não queria parar, contudo sabia que era arriscado. Eles não tinham controle depois de um certo momento.

- Nate... sei o quanto queremos isso... mas precisamos parar. Aqui não.

- Por que? – ele mordiscava o lóbulo da orelha dela, roçava os dentes no pescoço.

- Porque... estúdio... pare...não, por favor...

- Quer que eu pare? – ele sussurrava no ouvido dela – ou quer sentir minha mão em sua blusa? – ele apertou um dos seios, Stana gemeu. Era mais forte que ela, ainda assim, estava dividida. Ele não tornava a escolha fácil. O celular de Stana começou a tocar. Uma, duas, três vezes, ela fez menção de pegar – não atenda... – ela olhou o visor. Gigi – não... – ela atendeu.

- Espero que esteja... me ligando por um bom motivo – ao perceber a voz ofegante da irmã, ela juntou dois mais dois.

- Sua traidora! Cadê você? Mamãe está te esperando para jantar. E você aí...comendo... – Nathan se afastou rindo para dar espaço a esposa, mas falou.

- Minha culpa, Gigi. Eu invadi o trailer dela. E não estamos comendo...

- Quer fazer o favor de vir para casa? E você pare com isso! Sei que vocês dois são impossíveis. 

- Já estou indo, sis. Quarenta minutos.

- Sei que leva vinte daí para cá. Não me enrole. Estou contado – desligou. Ambos caíram na gargalhada. Nathan ajeitava a camisa semi-aberta. Stana arrumava os cabelos, limpava o batom borrado. Pegou o vidro de base quebrado jogando-o no lixo. Juntou o excesso do chão jogando no lixo. Com a bolsa no ombro, ela estava pronta para sair.

- Ela vai falar um monte por causa disso.

- Logo esquece – ele se aproximou dela ajeitando uma mecha de cabelo para trás da orelha. Acariciando a bochecha dela, beijou-a outra vez – te vejo amanhã.

- Mal posso esperar... – ela o viu deixar seu trailer. Esperou uns cinco minutos e saiu também.
Ao chegar em casa, Gigi estava de cara amarrada. Stana sorrindo.

- O que temos para jantar? Estou faminta.

- Hum... chegou de bom humor. Ainda bem, sua irmã estava ótima, foi falar ao telefone, fechou a cara. Estava com o seu amigo?

- Que amigo, mãe? – antes que dona Rada pudesse responder o que Stana já imaginava ser sobre Kris, Gigi atrapalhou.

 - Não, mãe. Ela estava trabalhando... – o tom irônico na voz de Gigi fez a irmã sorri, foi ao seu encontro, abraçou e beijou-a sussurrando “I love you” no ouvido dela. Gigi queria empurra-la, mas Stana começou a fazer cocegas nela e a risada apareceu.

- Pronto, mãe. Ela está de volta – Rada observava as duas. Ficava feliz de ver como as irmãs se davam bem. Para ela, um orgulho de sua criação – e não estava com o meu “amigo” que a senhora insiste em dizer que ele é meu namorado. Kris é casado, então pare de imaginar coisas.

- Casado? Poxa... está vendo, Stana? Todos os bons já foram pegos. Logo, logo seu costar também vai, isso se já não aconteceu. Descobrirei em breve – Stana apenas revirou os olhos. Não tinha o que discutir.

Sábado

O dia em Los Angeles estava lindo. O sol brilhava e o céu azul estavam convidativos para uma corrida na praia, um passeio de bicicleta, um banho de mar ou mesmo saborear uma ótima taça de sorvete curtindo a atmosfera.

Eram pequenas coisas que Stana Katic curtia fazer naquela cidade. Não hoje.

Hoje Stana queria quatro paredes. Apenas ela e o homem que amava. Era tudo o que importava.  

Ela entrou na casa em Studio City na ponta dos pés. Torcia para que ele ainda estivesse dormindo. Subiu as escadas segurando dois cafés quentes que comprara na Starbucks mais próxima. A porta do quarto estava escancarada. Nathan dormia de bruços somente de boxer. O traseiro empinado era um show à parte. Era difícil não esquecer tudo e apenas morder aquele pedaço de mal caminho bem a sua frente. Sorriu.

Stana reparou que ele segurava algo nas mãos, olhando mais de perto, percebeu que era uma camisa sua, estava bem perto do nariz. Deixou os cafés sobre a cabeceira do seu lado da cama. Tirou a calça, ficando somente de camiseta. Deitou-se ao lado dele com cuidado.

Não resistindo a mão deslizou até o bumbum. Deixou-a ali. Ficou admirando-o por um tempo, com pena de acorda-lo. Era mais forte que ela. Aproximou-se dele cheirando o pescoço. Nathan abriu os olhos.

- Bom dia...

- Eu sabia que era você... vanilla... – disse sem abrir os olhos, sentiu o beliscão no bumbum, ela se afastou um pouco já ia se levantar quando ele a impediu segurando o braço – não vá, fique deitada comigo.

- Eu só vou pegar o café que trouxe. Não podemos deixar esfriar... – ela sentou-se na cama, pegou os copos e entregou um ao marido – estava dormindo com minha blusa? – ele tomou um gole da bebida. Não respondeu. Ela se concentrou em tomar o café enquanto olhava para o homem a sua frente. Com o copo pela metade, deixou-o sobre a cabeceira novamente. Fez o mesmo com o dele. De joelhos na cama, ajeitou os cabelos emaranhados com a mão. Ela segurou o rosto dele com as duas mãos beijando-o apaixonadamente. Sentiu as mãos dele em sua cintura.

Nathan a puxou para si, sentindo o calor do corpo. Queria mais. Quebrou o beijo sorrindo.

- Bom dia, Staninha. Acho que foi um ótimo início de manhã. Mas, pode ser melhorado. Eu preciso de um incentivo. O que você acha? – ela tirou a blusa que usava ficando apenas de calcinha e sutiã.

- Não é o que estou vendo – ela olhava para o membro despontando contra o tecido fino do boxer – o que posso dizer? É engraçado como homens podem acordar mais rápido com a cabeça de baixo...

- Hum...é algo instintivo e natural – ele abriu o sutiã jogando-o longe - acho que já é bom o suficiente, Staninha – Nathan colocou-a deitada na cama. Com o peso do seu corpo, ele acariciava o rosto dela – é bom tê-la de volta nessa cama, amor – bastou um beijo para acender a chama da paixão que ansiava por uma dose de prazer.

Eles se entregaram e como Stana mesmo previra, não houve necessidade de sair do quarto por umas boas horas. Se amaram, dormiram. Quem se importava com o sol lá fora quando se pode dormir nos braços de quem se ama?

Abrindo os olhos devagar, tentava se ambientar. Perdera noção do tempo que dirá de quantas vezes fizeram amor. Estava deitada sobre o peito dele, uma das coisas que mais sentira falta naqueles dias. Pequenas coisas. Pequenos gestos. Cheiros e sentidos. Tudo isso. E amor. O que mais podia querer? Hum... talvez uma coisinha.

Ela beijou o peito dele apoiando a cabeça para fita-lo.

- Nate... está dormindo?

- Hum... o que foi?

- Preciso de um banho.

- Esqueceu o caminho do banheiro? – ele olhou em sua direção. Stana abre o sorriso – oh, você precisa de um banho... entendi. Por que você não levanta e esquenta a agua, vou me encontrar com você em um minuto – Stana levantou-se não sem apalpar o membro dele antes. Abriu a torneira, Nathan devia estar pensando que ela queria um banho de banheira. Não, a ação seria no chuveiro. A agua em temperatura morna, nada de escaldante.

- Nate... vem!

Quando ele chegou no banheiro, encontrou-a nua debaixo do chuveiro.

- Eu pensei...

- Eu sei o que pensou... vem cá – ele nem bem entrou debaixo d´água já foi atacado pela ávida esposa, mas não por muito tempo. Ele rapidamente se recuperou. As costas de Stana contra a parede de azulejos molhada. A boca deslizava pela pele, sugava-lhe os seios, sentia as mãos dela em seus cabelos guiando para onde queria ser tocada. Afastou as pernas dela, tomando-lhe com a língua e os lábios arrancando um grito de prazer. Ele a provou e degustou apreciando o momento até vê-la fechar os olhos e receber o orgasmo. Ele ergueu-se fitando-a. A reação de puro prazer presente naqueles olhos amendoados era suficiente para leva-lo a loucura.

- Olhe para mim, Stana... – ela abriu os olhos devagar. A agua do chuveiro escorregando pelo peito dele já a deixava quase sem respirar, a imagem era de tirar o folego, aqueles olhos azuis comendo-a de cima a baixo, então ela sentiu. Ele a penetrava devagar, achando o caminho, trazendo-a para junto do corpo. Ela sentiu a pele dele gelada. Nathan havia mexido na temperatura. Não importava, ela estava queimando. Ele começou a se movimentar dentro dela, Stana agarrou-se em suas costas cravando as unhas em busca de apoio. Ele erguera apenas uma perna enroscando-a em sua cintura. Estocava. Os lábios quentes devoravam-lhe o pescoço, sugando, as vezes mordendo, tudo dependia da excitação e do ritmo impresso durante o ato de prazer.

Segurava-lhe os dois pulsos contra a parede, usava-os de apoio para afundar-se dentro dela, mais e mais, os sons que escapavam dos lábios dela, misturavam-se aos seus próprios gemidos enquanto imprimia a tensão e força sobre ela. Era uma viagem sem volta, ela percebeu. Estava entregue, vítima dele.  

Perder-se era fácil. E foi o que fez, perdeu-se com ele, unicamente.


Essencialmente, por amor e prazer.

Continua... 

9 comentários:

Pâmela Bueno disse...

aiiiiiii queria tanto que não demorasse o próximo capítulo, fico aguada pelo próximo :( Ahh queria saber se a Stana ainda está tomando as injeções de hormônio ou se já acabaram? essa era minha pergunta pq não foi mais mencionado! Agora sobre o achomêtro do dia kkkkk acho que Dona Rada vai pegar no flagra e vai descobrir tuudo hehehe das duas filhas

rita disse...

EXCELENTE!! De tirar o fôlego de qualquer um. Abraços.

Marlene Brandão disse...

OOOOOW QUE ISSO MINHA GENTE???!!!!
Fácil demais... muito fácil,dona Rada tá preparando a munição eu sinto isso,meu estômago tbm e ele nunca se engana.
Gigi sou eu na vida,pressão e mais pressão. Coitada,não é fácil:Ficar sem o namorado e ser alvo de perguntas não só sobre a própria vida como da irmã. Miga sua loka,não deixe a peteca cair.
A coisa tá tão tensa que pediram até reforço da Little Annie,como sempre ajudando a tia. Tem como não amar esse ser? O que dizer do mini ataque de ciúmes do Nate?! Isso senhor,mostre que aqui não é bagunça não!
Quero logo a continuação desse tiro!

cleotavares disse...

Deixa uma marquinha nela, vai Nathan. Somente, para D. Rada implicar com ela.

Silma disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Silma disse...

Ai meu coração!!!!
Dona Rada não perde tempo em saber da situação amorosa da filha!!!
Anne me abraça!!!!Quem têm uma Anne tá preparado pra guerra,Kkkkkk!
Nate com ciúmes(q lindo,mostrando quem manda na casa)!!!Se têm um coisa que q esse povo têm bastante,essa coisa é ciúmes(AMO).Não esquecendo do Fogo!
E minhas meninas precisando de um tratamento Vip,o que falar disso?Meninos mostrem o porque de sua vinda ao mundo!
Que visitinha mara sr.Fillion...!Querendo se pegarem daquele jeito que nois sabe e ama,mas não foi permitido,pq vocês 2 não conseguem se comportar,sabe como é,quando o fogo começa não têm bombeiros no MUNDO q apague.
Staninha querendo!
Karen cê ama mermo acabar com meu psicológico??Têm nada não eu espero!
Próximo tiro não demore muito!

Mônica Ellias disse...

Karen depois de todo o acontecimento vc não vai abandonar a fic né?
Espero de coração que vc continue a escrever nos trazendo alegrias, mesmo que Casckett esteja prestes a acabar tudo o que mais queria e que vc desse continuidade nesse trabalho tão lindo escrevendo o que nós fãs sempre sonhamos em ver e infelizmente agora não vai acontecer...
Mas como a fic é sua e tenho certeza que vc sonha com momentos maravilhosos vc irá saber expressar e imaginar novas aventuras...contamos com a sua disposição para continuar nesse show de fantasia tão maravilhoso. Bj

Mônica Ellias disse...

Karen depois de todo o acontecimento vc não vai abandonar a fic né?
Espero de coração que vc continue a escrever nos trazendo alegrias, mesmo que Casckett esteja prestes a acabar tudo o que mais queria e que vc desse continuidade nesse trabalho tão lindo escrevendo o que nós fãs sempre sonhamos em ver e infelizmente agora não vai acontecer...
Mas como a fic é sua e tenho certeza que vc sonha com momentos maravilhosos vc irá saber expressar e imaginar novas aventuras...contamos com a sua disposição para continuar nesse show de fantasia tão maravilhoso. Bj

Silma disse...

Karen você não vai abandonar a fic certo?Por favor não faz isso!
Eu sei que a realidade não está das mais favoráveis,mas é através da sua fic que nós(fãs) nos desligamos do mundo "real"!
Por favor pensa e com carinho sobre isso!Não importa qual édecisão vc vai tomar eu vou acatar,até porque a fic é sua!!E caso você não continue mais(o que vai cortar meu coração),eu te agradeço por todos os capítulos,sorrisos arrancados,cenas picantes,ciúmes bobos,demonstrações de afeto e amor,alegria só por saber que um tinha o outro e por nos fazer mega feliz com essa fic foda!
Beijos!
E muito obrigada(Espero que não seja um adeus!)