sexta-feira, 3 de março de 2017

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.107


Nota da Autora: E eles estão de volta! Sei que já estavam com saudades dos 4 personagens mais louquinhos das fics. Nesse capitulo tem família, lua de mel, preparação para o futuro... sim, começo a falar de Absentia e como vocês já sabem, nessa fic, a serie não obedece a TL da Stana e também não se passa na Bulgaria por razoes obvias! Temos que pensar em Kate! Para os fãs de Giff, divirtam-se!  


Cap.107 

Dois dias depois, Nathan estava sentado no sofá com o iPad nas mãos. Checava umas informações sobre um voo. Iria para São Francisco participar de mais um evento na próxima semana. Stana sentada sobre os joelhos ao seu lado, estudava um script de Absentia enquanto dona Rada preparava um café para o lanche da tarde. Petar lia o jornal. Era um daqueles raros momentos em que Katherine dormia e ela podia dar atenção a outros assuntos. Isso se a mãe não a atrapalhasse. 
— Stana, sua irmã deu noticias? 
— Não, mãe. Ela mal chegou no Mexico, deve estar aproveitando a lua de mel. Deixe Gigi quieta. Quando ela achar que deve ligar, ela liga. 
— Isso, Rada. Deixe a minha filhota aproveitar, não que eu queira saber o que ela anda fazendo.  
— Se duvidar nem saíram do quarto - sussurrou Nathan no ouvido da esposa levando uma tapa de leve - o que? Acha que perderam tempo? Começaram aqui mesmo. Devem estar se esbaldando, o mano então! Serão dez dias de muita curtição para aquele safado.
— Nathan, por acaso você está com ciúmes do seu irmão? Está reclamando porque queria estar no lugar dele? - Stana olhava intrigada para o marido.
— Não, amor. Claro que não. É apenas modo de falar - a conversa entre eles foi interrompida por outro questionamento de Rada. 
— E seus pais, Nathan? Quando viajam? 
— Quarta-feira. 
— Estava pensando em fazer um jantar para os dois antes de irem. Teria que ser amanhã, para retribuir o almoço da outra vez. O que acha? 
— Tenho certeza que irão gostar, dona Rada - ele disse trocando um olhar impressionado com Stana - quer que ligue para eles? 
— Por que não? Se você não se incomodar de dominar sua cozinha…
— Fique à vontade. 
— Eu aprovo a ideia também. Assim posso conversar um pouco mais com o Bob. Seu pai é um cara muito bacana, divertido, brincalhão. Está sempre sorrindo. O jeito que ele fala de Gigi, nossa! Ele adora a minha filhota - Petar falou com orgulho - fez vários elogios a ela. 
— É verdade, não foi à toa que ele recebeu o apelido de fã #2 dela, Jeff sendo o #1 por razões óbvias. Mas quem resiste ao jeito doidinho de Gigi? Ela é uma caixinha de surpresa até para mim, as vezes acho que ela nem percebe o que fala. Não tem filtro algum, é engraçado. 
— Acho que a Gigi tem um fã #3… - disse Stana implicando com o marido - mas a minha irmã é muito especial. 
— É sim, minha filhota merece tudo de bom. Seu irmão que se cuide se fizer mal a ela. 
— Não se preocupe, conheço meu irmão. Não faz mal a ninguém, sempre apaziguador. Puxou a mamãe. Ele seria incapaz de magoar Gigi. Eu nunca vi o mano tão feliz, tão deslumbrado com alguém. 
— E você ao seu pai - disse Petar. 
— Acho que alguém acabou de ganhar um elogio, bolha - Stana sussurrou no ouvido do marido. 
— O fruto não cai muito longe da arvore - disse Nathan - quer que eu ligue, dona Rada? 
— Por favor - Nathan pegou o celular. Dois toques depois, a mãe atendeu.
— Oi, mãe. Como vão as coisas? Ha! Estranhando o silêncio. É Gigi é barulhenta. Fala que nem uma vitrola velha - ele ficou calado - eu não sou assim! - Stana ria - liguei porque dona Rada está convidando aos dois para um jantar amanhã aqui em casa. A senhora pode ficar babando na sua neta, se despedir e o pai aproveita para conversar conosco e com o Sr. Katic. Que tal? - ele ouviu a confirmação - ótimo! E podem vir mais cedo assim podem curtir sua neta, quer que vá busca-los? Passo ai às quatro. Beijo, mãe - desligou - tudo certo. Com ela aqui você pode ter mais tempo para trabalhar, amor. 
— Venham tomar o café antes que esfrie. 
À noite, quando estavam na cama, Stana esperou o marido vir se juntar a ela. Estava encucada com o comentário dele mais cedo. Bastou Nathan se deitar ao seu lado que ela deixou o texto de lado e o encarou. 
— Nathan, posso fazer uma pergunta? - apenas por tê-lo chamado desse jeito, ele sabia que algo a estava incomodando. Sentou-se na cama ficando de frente para a esposa. 
— Fale, amor. 
— Você está cansado de mim? Da nossa rotina? Eu sei que nós não podemos fazer muito com… - ele a interrompeu. 
— Claro que não! De onde você tirou isso? 
— Você estava falando de Jeff parecia com inveja e ciúmes, está entediado? É isso? 
— Oh, amor… - ele a puxou envolvendo seus braços na cintura dela, os rostos quase colados - como pode pensar algo assim? Eu te amo, Stana. Sim, estou feliz por eles, não é inveja. Você não pode duvidar do quanto significa para mim, não use a nossa filha porque Katherine não atrapalha em nada a nossa relação. Esqueceu o que eu te disse há alguns dias? Quero renovar meus votos com você. Faria isso se estivesse cansado ou entediado com o que temos? 
— E-eu acho que…
— Não ache. Nossa relação é diferente dos nossos irmãos, para eles tudo é novidade, estão um pouco deslumbrados. São nove anos de convivência, amor. Acha que estaria aqui se não a amasse? 
— Não. Desculpe, e-eu não sei o que deu em mim - ele a beijou. 
— Já que estamos falando de relacionamento, confidências. Também tenho uma pergunta. Seu pai claramente é louco por Gigi, a caçula é sua preferida. Esse é um dos motivos por dona Rada implicar com ela? E se ele adora a filha por que não a defendia quando sua mãe a atacava? 
— É um pouco mais complicado, babe. Ele é louco pela Gigi, mas o pai passou a maior parte do tempo no mar enquanto crescíamos. Não presenciou metade das confusões e quando estava em terra, ele queria curtir os filhos e Gigi não desgrudava dele, o que ajudava porque mamãe não implicava ou brigava com ela. O pai, sempre que pode, defendeu a sis da mamãe. 
— Entendo. Posso te pedir um favor? 
— Claro! 
— Eu sei que parece bobagem e você acha engraçado, mas poderia não me chamar de bolha? É que somente meu pai me chama assim, é uma espécie de código secreto entre nós. Essa simples palavra significa muito mais do que parece para nós dois, Staninha. 
— Não é bobagem. É uma forma de vocês dizerem que se amam e que se orgulham um do outro não? 
— É, você nunca me decepciona. 
Stana tinha razão. Desde que colocaram os pés no Mexico Jeff e Gigi não perderam tempo. Na segunda pela manhã já se mandaram para a praia. Após um passeio de mãos dadas pela orla, eles curtiram o primeiro banho de mar. Claro que comeram petiscos, beberam drinques maravilhosos à base de tequila e namoraram muito. Como todo o casal recém-casados acabavam atraindo cuidados das pessoas no hotel querendo agrada-los. Gigi estava adorando a mordomia. Eles haviam combinado de ficar na praia até umas três da tarde e depois iriam conhecer a cidade. Gigi se levantou da cadeira de sol dizendo que ia dar um ultimo mergulho antes de ir. Jeff observava a sua esposa caminhar na areia em direção ao mar. Linda. 
Gigi usava um biquini azul, a pele alva começava a ficar vermelha do sol. Jeff sorria. Ela abriu os braços tombando a cabeça para trás como quem quer receber toda a energia do sol. A imagem mexeu com ele que não resistiu indo ao encontro dela. Ele a agarrou por trás fazendo-a gritar para depois gargalhar quando ele a ergueu do chão carregando-a nos braços e jogando-a no mar. Gigi se recuperou e avançou nele sorvendo seus lábios. Jeff a envolveu colando seu corpo ao dela. Usava uma daquelas bermudas de surfistas o que na opinião da esposa não beneficiava o traseiro dele. 
— Você fica muito sexy com esse biquini, sabia? Difícil de resistir. 
— Vai ter que resistir, essas aguas do Mexico são muito claras, não dá para a gente aprontar nelas sem as pessoas saberem o que estamos fazendo. 
— Meu Deus! Nem pense nisso, sua louca. 
— Jeff, tem alguma praia deserta no nosso roteiro do cruzeiro? Talvez uma ilha? 
— Não que eu saiba… 
— Hum, terei que pensar em outra coisa então - ele olhou para a esposa intrigado. 
— Devo ficar com medo, minha esposa? 
— Não, deve ficar curioso e comparecer quando requisitado, meu marido. Vamos explorar o Mexico como bons turistas? Acho que podemos aproveitar depois do jantar para ir a um barzinho, tomar uns shots de tequila. A noite é uma criança, meu Jeff. 
— A ideia é tentadora, mas amanhã vamos mergulhar. Nada de tequila. Prometo que quando pegarmos o navio faremos algo assim. 
— Tudo bem. Quantos dias vamos passar nesse navio? 
— Saímos sexta e retornamos na terça. Teremos três paradas, uma delas Cozumel onde pretendo mergulhar de novo. A primeira noite no navio temos o jantar com o comandante. Temos muito para fazer a bordo. Prometo que não vai ficar entediada de estar no mar, Gi. 
— Como ficaria entediada com você do meu lado? Vamos aproveitar cada canto daquele navio, Jeff. Pode anotar. 
No dia seguinte, eles mergulharam e curtiram um ótimo dia na piscina. Gigi sentia o corpo moído pelas aventuras no mar, na agua e principalmente na cama. Antes de irem jantar, ela comentou que deviam ligar para os irmãos. Jeff concordou assim que eles estivessem prontos. 

XXXXXXXX

Na casa de Nathan e Stana, a pequena reunião de família acontecia de maneira civilizada. Cookie aproveitou para chamegar com a neta. Andava pela área externa com a pequena nos braços. Petar, Bob e Nathan estavam numa conversa animada a base de cerveja. Stana ajudava a mãe nos últimos detalhes do jantar. Checou o relógio. Estava na hora de Katherine mamar novamente. Ela começava a pensar em diminuir a freqüência das mamadas no peito a partir de julho porque não poderia estar disponível para alimenta-la quando as filmagens de Absentia começassem. Tinha reuniões de pré-produção com o elenco logo na primeira semana de julho, assim que Nathan voltasse de Sao Francisco. 
Encontrou a sogra cantando para a neta enquanto andava pela grama verde. 
— Hey, Katie… curtindo a vovó? - ela beijou a cabecinha da filha - ela gosta do seu colo. 
— Vou ficar com saudades. Eu estou morrendo de saudades da sua irmã! Aquela casa não é a mesma sem eles e amanhã estaremos de volta ao nosso canto. Bob provavelmente vai se enfiar no mato e me resta os afazeres domésticos e a leitura. 
— Nada a impede de voltar. Tenho certeza que Nate não pensaria duas vezes em tirar uma passagem para a senhora. Que a mamãe não me ouça, mas podia vir passar um tempo conosco. Com Katherine e quem sabe não convence a sis a lhe dar outro neto. 
— Você está confiante que aqueles dois vão ter um bebê. 
— Alguém tem que estar - elas riram. 
— Eles deram sinal de vida? Aposto que não. Estão muito ocupados. Deixem os dois aproveitarem essa farra. Fiquei muito feliz de ver que seu pai gostou do meu marido, eles se entendem. Parecem amigos de longa data. 
— É verdade. O pai ficou empolgado com a possibilidade de encontra-lo hoje. 
— Acho que cabe a mim melhorar a relação com sua mãe, não? 
— Oh, minha sogra. Não se preocupe com isso. É totalmente aceitável do jeito que está. 
— Que mãe e sogra eu seria se não tentasse? Segure sua pequena, ela está com fome. Já está fazendo biquinho. Vou me juntar aos demais - Stana ficou observando a sogra caminhar até entrar em casa. Sentou-se numa cadeira da varanda e ofereceu o peito para sua menina. Um pensamento lhe ocorreu. Dona Cookie era uma mulher de fibra, doce, muito especial, capaz de ajudar a todos. Um exemplo de pessoa. Ela se perguntava se a mãe era a razão que Nathan muitas vezes declarara que não era um homem para casar. Ao faze-lo, será que enxergara nela parte da força e do jeito da própria mãe? Suspirou. 
Quando estava de volta a casa, Katherine estava alimentada e acordada. Viu a sogra conversando com o pai enquanto ajudava a colocar a comida na mesa. Ouviu sua mãe fazendo um comentário e a sogra rindo. Era real? Cookie conseguira criar a harmonia entre as duas? Se aproximou de Nathan. Ele beijou o rosto dela e cheirou a cabecinha da filha. 
— O que aconteceu aqui, Nate? Mamãe está rindo e conversando com a minha sogra. 
— Dona Cookie aconteceu, amor. Lembra o que falei de Jeff? Ela tem seu jeitinho de arrumar as coisas. 
— Incrível! 
— Não é? - o celular de Nathan tocou. Jeff. Atendeu via FaceTime - pensei que tinha sido tragado pelas ondas do Mexico ou você sequer está saindo do quarto, bro? 
— Deixa de ser chato, Nathan! - era Gigi - nós estamos curtindo o Mexico, não é só sexo. Fomos à praia, mergulhamos em um lugar incrível e daqui a pouco vamos jantar e aproveitar um luau na praia. Muita salsa. 
— Bem feito, agora ela fez inveja para você, bolha! - Bob deu um safanão no filho. 
— Sogrinho! Vocês estão por ai, visitando minha fofinha? Cadê a sis com a Katherine, quero vê-las - Nathan virou o celular para Stana e a filha - hey, sis. Saudades dessa pequena. O que vocês estão fazendo? 
— Mamãe ofereceu um jantar para nossos sogros. Estávamos prestes a sentar na mesa quando vocês ligaram. Nossa! Você já está vermelha! 
— O sol é maravilhoso aqui. Tenho que estar passando protetor em mim e no meu Jeff todo o tempo. Mexe esse telefone para a gente falar com todo mundo - a medida que Stana virava o celular, Jeff e Gigi conversavam um pouco com todos. Ele comunicou que ficariam sem dar noticias a partir de sexta porque não tinham como saber como funcionava o lance de sinal no navio, mas não deviam ficar incomunicáveis. 
— Relaxe, filho. Tem mais é que aproveitar sua lua de mel ao lado dessa mulher incrível. 
— Ah, sogrinho… está sendo uma maravilha. 
— Ela já aprontou muito, marujo? - era o pai. 
— Não, ela está ótima. 
— Baba, deixa que com o meu Jeff eu me entendo - piscou para o pai. 
— Isso, filha. Aproveite todos os instantes com seu marido - Cookie nem percebera que chamara Gigi de filha - você merece. 
— Mereço mesmo, sogrinha. Vamos andando, não Jeff? Quero curtir esse luau com muita tequila… 
— Ai meu Deus, sis! Jeff, cuida dela. 
— Pode deixar, Stana. Ela tem se comportado até aqui - após um adeus coletivo e desejo de boa viagem aos pais, eles desligaram. 
— Eles realmente estão se divertindo. Que tal a gente comer? - sugeriu Nathan. 

XXXXXX

Jeff e Gigi embarcaram no cruzeiro. A cabine deles tinha vista para o mar. Era delicioso ficar observando aquela imensidão azul pela manhã pelo amplo vidro de frente para a cama. Na primeira noite, eles se divertiram no jantar do comandante. Gigi vestia um longo vermelho que deixara o marido babando. Eles comeram, brindaram, riram. Depois do jantar, seguiram para uma das boates do navio e se esbaldaram dançando e bebendo. O fim de noite foi entre lençóis. 
Na manhã ainda com destino a Cozumel, eles aproveitaram a piscina no ultimo andar do navio. A visão de oceano, o sol, dava uma sensação de paz, de infinito. Gigi estava sentada na beira da piscina com as pernas dentro d’agua. Jeff mergulhava. Ela admirava o marido se aproximar segurando em suas pernas. Dessa vez, ela podia apreciar a vista como gostava. Ele usava um calção de banho que realçava o bumbum. 
— Hey… você não vem para a agua? 
— A vista daqui de cima é privilegiada.
— Mas na agua você pode desfrutar, não apenas olhar - ela riu. 
— Não dá ideia, gostoso… - mas Gigi já pulara na agua ao encontro dele. Agarrou-o pela cintura e não perdeu a oportunidade de beliscar o traseiro do marido - estava com saudades? Ficou solitário na agua? - ela o beijou. 
— Gosto da sua companhia. Amanhã chegaremos a Cozumel. Quero mergulhar. Depois passeamos pela cidade, comemos. Vai querer fazer compras? 
— Não sei, talvez. Nesse instante eu só quero um beijo e um daqueles drinques maravilhosos que aquele cara traz naquela bandeja. 
— Só um beijo? 
— Multiplique por dez? - ele gargalhou sorvendo os lábios da esposa. 
O passeio por Cozumel foi muito interessante. Aproveitaram a praia. Gigi adorou poder ver cada detalhe do fundo do mar devido à agua transparente. Mergulhou mais uma vez com o marido embora não fosse seu passatempo preferido fazia para agrada-lo. Provaram novos coquetéis, a culinária da cidade e andaram de mãos dadas pelas ruas, namorando, implicando um com o outro. Amassos mais quentes rolaram nos becos que encontravam. Acabou comprando uns vestidos e bebida para levar para o cunhado. De volta ao navio, ela escolheu um dos vestidos de verão que comprara naquela tarde para usar durante o programa da noite. Havia uma peça de teatro rolando e uma festa com uma banda segundo as informações do pessoal a bordo. 
A mente de Gigi maquinava algo diferente para aquela noite quando saíram de sua cabine. Jeff nem tinha ideia de como sua noite terminaria. 
Abraçados, eles deixaram o teatro em direção a um dos bares para começar a curtir a noite. O vestido de Gigi era de um tom laranja, as alças se uniam no pescoço deixando um decote perigoso nos seios. Da cintura, uma saia leve e ligeiramente solta descia até os joelhos. Usava uma sandália alta ficando na mesma altura de Jeff. 
Eles bebiam alguns drinques a base de tequila, porém Jeff controlava as doses. Ela acariciava a coxa do marido e roubava beijinhos apenas para atiça-lo. Ele perguntou se ela realmente queria ir a tal festa porque ele já estava animado para outro tipo de festa. 
— Está animado é, amor? Isso é bom, mas guarde para mais tarde. Garanto que vai precisar. Vamos, quero dançar coladinho com você. 
— E como isso pode me ajudar a afastar os pensamentos que estou tendo, Gi? 
— Pode ajuda-lo a melhora-los, gostoso. Confie em mim… 
Ambos ficaram pasmos ao ver qual a banda que estava tocando. Era Ryan. Uma total surpresa. Eles dançaram as primeiras músicas e seguiram no pequeno intervalo para cumprimentar o amigo. 
— Quais as chances, não? Aproveitando a lua de mel, Gigi? 
— Demais, Ryan. Cada dia é uma aventura. Vou ficar desacostumada quando voltar para casa. 
— Posso ver que o meu amigo está muito bem. Aproveitem o show. 
Eles voltaram para a pista. Dançaram mais uma musica quando Ryan anunciou ao microfone. 
— Essa é um pouco fora do nosso repertório, mas é especialmente para um casal maravilhoso que está curtindo a lua de mel nesse navio. Vamos lá - os acordes de “Nobody but me” encheram o salão. Gigi gargalhou, porém ela não deixaria de dançar com o seu maridinho a musica deles. Jeff a conduzia pelo salão, rindo e cantando em seu ouvido. Gigi começava a ficar louca para realmente levar a festa para um outro nível quando o marido começou a devorar seu pescoço durante a dança. Ao terminar a canção, ela disse que ia ao toalete. Jeff tinha uma ideia do motivo, ela estava excitada. Contudo, o que ele não imaginara era o que se passava na mente da esposa. 
Cinco minutos depois, ela volta puxando-o pela mão e jogando-o contra a parede para um beijo sedutor. Deixou a mão deslizar tocando o meio das pernas fazendo-o gemer. Afastou-se mantendo distância com uma das mãos no peito dele. A outra estava fechada segurando algo. Sorrateiramente, ela desliza os dedos pelo bolso da calça de Jeff colocando algo dentro e sussurra ao ouvido dele que precisa de ar. Sai puxando o marido pelos corredores até o elevador. Apertou o botão do penúltimo andar. Jeff sabia que era um dos locais para observação mais reservados por possuir o restaurante onde o café da manhã era servido e os salões da academia. Às onze da noite ele duvidava que alguém estivesse usando as instalações. 
Saíram do elevador. O vento era refrescante. Gigi se apoiou na grade e respirou fundo. Os cabelos e a saia do vestido esvoaçados com a brisa. Ela olhou para o homem ao seu lado sorrindo. Ele ainda não se dera conta do que tinha no bolso. 
— Agora sim. Bem melhor. A noite está linda, não? 
— Está mesmo. O que foi aquele beijo, Gi? Conheço você. Correu para o banheiro porque não se aguentava - ele a enlaçou pela cintura pressionando-a contra a grade. 
— A culpa é toda sua de ficar cantando e devorando meu pescoço… 
— Assim… - ele tornou a beijar o pescoço dela, roçava os dentes na curva da mandíbula. Uma das mãos tocava seu seio sobre o vestido. Ela gemeu. Virou o rosto dele para tomar-lhe a boca. Suas línguas faziam uma dança sensual. Ela podia sentir a umidade crescendo em seu centro assim como o membro de Jeff contra sua coxa. Ele se afastou, era perigoso continuar a brincadeira ali. Fingindo-se frustrada, ela fez bico para reclamar. 
— Por que parou, gostoso? 
— Não podemos, minha Gi. É perigoso. Aqui é aberto. Podemos não nos conter… você mexe demais comigo. Vamos para o quarto, eu não aguento mais. 
— Você me quer, Jeff? - ela olhava-o com malícia. Mordiscava os lábios e passava a mão pelo meio dos seios. 
— Deus! Não faz isso, mulher! Você vai me matar… 
— Hum… mulher. Sou sua mulher, Jeff e se for mata-lo, que seja de amor. Você quer ir para o quarto? - ela pegou a mão dele, saiu puxando-o para perto das salas de ginástica. Havia um pequeno corredor dando acesso as escadas de emergencia. 
— Não vamos pelo elevador? 
— Tenho uma ideia melhor - ela parou na frente dele, o vento levantara sua saia revelando parte da coxa - cheque seu bolso, Jeff - totalmente perdido e deslumbrado com a provocação que ela decidira fazer, ele enviou a mão. Boquiaberto, segurava a peça em suas mãos. A única coisa que conseguiu dizer foi o nome dela - Gi… 
— Sim, eu estou sem calcinha desde que sai do banheiro. Desfilando por ai, com o vento desafiando minha saia. Quem pode garantir que algum espertinho não aproveitaria para passar a mão no que você diz ser seu? O que você vai fazer, Jeff? Porque eu tenho uma ideia bem melhor do que ir para o quarto agora. Na verdade, não aguento mais esperar. 
— O que você está fazendo, sua louca? - ele não teve tempo de pensar. Gigi o empurrou contra a parede. A calcinha se perdeu pelo chão quando ela agarrou-o e sorveu seus lábios com vontade. As mãos abriram o zíper da calça dele trazendo o membro rijo para fora. Então Jeff não conseguiu mais se conter. Segurando-a pela cintura ergueu-a do chão colocado-a de costas para a parede. Gigi enroscou as pernas nele, mordiscava a orelha. 
— Por favor, Jeff. Seja meu… agora - ele a penetrou de uma vez. Ela se agarrava nas costas, os lábios dele em seu pescoço. A respiração quente enquanto movimentava-se dentro dela. Gigi gemia chamando por ele. Segurou o rosto dele com as mãos trazendo os lábios para prova-los. Um beijo intenso, sensual e apaixonado. Os braços envolta do pescoço dele. Completamente pressionada na parede, sentiu a mão de Jeff apertando os seios dela. 
— Jeff! Oh, Jeff…meu… - ele continuava afundando-se nela. Gigi sentia que não resistiria por muito tempo. Seu corpo tremia entre o dele e a estrutura de alumínio gelada. Jeff sabia que ela estava próxima de se render. Tornou a beija-la. 
— Vem…Gi.. - ele fez um último movimento afundando-se nela e sufocou o grito com seus lábios. Ambos entregaram-se ao prazer. Jeff deixou as pernas delas deslizarem tocando o chão. Fraca, ela se segurava nele. Zonza pelo orgasmo. A cabeça dele no meio de seus seios. Quando finalmente conseguiu fita-la, passou o polegar nos lábios onde o batom vermelho estava borrado. Sorriu. 
— Louca… minha louca. Você vai me matar… eu te amo, minha Gi - ela gargalhou.  
— Não morra ainda, gostoso… quero fazer amor com você. Vem… - ela o puxou pela mão em direção ao elevador. Ele ajeitava as calças. Percebendo que estavam sozinhos quando entraram, ela tornou a beija-lo. Sentiu as mãos dele nas coxas dela indo em direção ao seu centro. De repente, a porta se abre. Ela se põe na frente dele obrigando-o a parar o que fazia. Não restando outra alternativa, ele colocou uma das mãos na cintura dela sorrindo para o casal que entrara no elevador. Gigi se movia de um lado a outro atiçando o membro dele. Vermelho, ele olhava para o teto tentando manter um pouco da sanidade. Finalmente, a porta abriu no andar deles. Saíram com pressa, quase correndo pelo corredor. Jeff pegou o cartão abrindo o quarto numa urgência sem tamanho. Bateu a porta atrás de si, puxando-a não para a cama e sim para a parede próxima ao vidro da varanda. Gigi desfazia os botões da camisa do marido, mas foi obrigada a parar quando ele a pegou de surpresa. 
— Onde eu parei mesmo? - enfiou a mão por baixo do vestido apertando a coxa dela para finalmente fazer contato com o centro úmido que ansiava pelo toque dele - pode sentir, Gi? 
— Jeff… - foi tudo que ela conseguiu dizer. Ele abaixou-se para prova-la. Gigi espalmava a mão no vidro procurando algo para se segurar. A outra apertava o ombro dele. Gritou quando sentiu o corpo começar a experimentar a urgência do desejo que a consumia, então Jeff jogou-a na cama. Livrou-se das calças. Nu, deitou-se sobre o corpo dela erguendo o vestido. Beijou-a apaixonadamente. 
Gigi atracou as pernas nele sendo mais rápida. Trocou de posição ficando por cima. Segurando a saia do vestido, ela tirou-o com facilidade pela cabeça. Não podia perder mais nenhum segundo, queria senti-lo dentro de si novamente. Deslizou sobre o membro sentindo as mãos de Jeff em sua cintura ajudando-a. Sorriu. Ele ergueu-se do colchão para provar os seios. Gigi movia-se devagar deixando o momento a envolve-la. Jeff sorveu seus lábios devorando-a com a língua. Ela o empurrou de volta à cama e aumentou os movimentos. Nenhum dos dois aguentou segurar o desejo que os arrebatou. Chegaram ao clímax muito rápido. Gigi jogou-se sobre o corpo do marido. Buscando forças, ela beijou o peito dele. 
— Meu… todo meu… - suspirou - eu te amo, meu gostoso. 
— Também amo você… muito! Minha louca… 
Pelos três últimos dias de lua de mel, eles se esbaldaram. Gigi trocou shots de tequila por beijos colocando Jeff com as pernas bambas. Felizmente, nenhum dos dois ficaram de ressaca. Aproveitaram a praia no último dia. Gigi passava protetor nas costas do seu marido aproveitando para trocar carinhos. Ambos estavam bastante bronzeados. Ele achava incrível que não importava a roupa ou onde estivesse, ela não tirava o pingente do pescoço. 
Na última noite antes do navio atracar no porto do Miami, eles estavam nus na cama após outra rodada de prazer. Gigi estava deitada sobre os travesseiros. A gota no meio dos seus seios. Jeff inclinou-se e beijou o local antes de se levantar para pegar mais um pouco de vinho para os dois. Entregou a taça dela, brindou. 
— À nós! 
— A melhor lua de mel. 
— Vamos nos divertir muito ainda, Gi. isso aqui foi só o começo - ela terminou a bebida, deu o copo para que ele colocasse no balde na cabeceira. Jeff fez o mesmo com o dele. 
— Promete que vamos ter noites quentes como essas? Faremos loucuras de vez em quando? 
— Já fazíamos antes de casar, não? - ela riu - Prometo, amor - ela pegou a mão dele brincava com a aliança, beijou a palma. Então, colocou sua mão também com a aliança sobre a dele. 
— Estou tão feliz… tudo por causa de você. Continue tirando meu chão, Jeff… 
— Será sempre um prazer… - ele beijou os lábios dela, Gigi entrelaçou seus dedos nos dele. As alianças se tocando. Com a outra mão acariciou o rosto dele. 
— Deus! - ela suspirou - eu amo você, Jeff Fillion, meu marido. 
— Eu também te amo, Kristina - o coração pulou no peito ao ouvir a sinceridade das palavras.   
— Não me chame de Kristina - e beijou-o apaixonada. 

XXXXXX

Após as horas de voo de Miami a Los Angeles, eles finalmente chegaram em casa. Jeff retirava as malas do carro encarregando-se de abrir a porta de casa enquanto Gigi pegava as sacolas de mão com as bebidas que compraram na duty free e sua bolsa. Ficou impressionada ao ver o quanto ele fora rápido com as malas. Esperava-a na porta de casa. 
— O que foi? 
— Me dê as sacolas primeiro - ele tirou-as da mão da esposa. Colocou na parede do lado de dentro - enfim em casa. Nossa casa, Gigi - ele a suspendeu nos braços entrando com sua mulher pela primeira vez após casarem até o meio da sala - queria fazer isso direito - colocou-a no chão outra vez. Gigi sorria. Envolveu os braços no pescoço dele. 
— Você é cheio de surpresas, não? 
— É um momento especial. A primeira noite em nossa casa oficialmente como marido e mulher. Você não concorda? 
— Sim, especialmente se a primeira noite incluir fazer amor na nossa cama king size, Afinal, já descansamos demais naquele avião. O que me diz, gostoso? Pronto para iniciar oficialmente suas obrigações conjugais para com sua esposa? 
— Não poderia pensar em melhor maneira de celebrar nossa volta para casa, Sra. Fillion - beijou-lhe os lábios e saiu puxando-a subindo as escadas para mais uma doce loucura.  

XXXXXXX

Nathan embarcara para São Francisco há dois dias. Voltava essa noite. Stana estava morrendo de saudades. Também atribuía seu comportamento a toda a carga de ansiedade que experimentara nos últimos dias com a proximidade da sua primeira reunião de Absentia. Ela não se dera conta do quanto sentira falta de ter a chance de fazer algo significativo outra vez. 
A verdade era que adorava atuar e todos os roteiros que lera até o momento, apenas reafirmavam que fizera a escolha certa ao aceitar o papel de Emily. Era a primeira vez que ela sentia-se realmente empolgada desde Castle. Claro que não tinha o mesmo significado também. Ela estava começando um novo trabalho na tv sem o marido. Sem Nathan Fillion. Era estranho porque se acostumara a tê-lo no estúdio por longos oito anos. 
Era diferente. Precisava ser. Um novo capitulo em sua vida profissional. Esperava sinceramente que não afetasse sua vida pessoal. 
Ao vê-lo aparecer na porta do quarto, ela sorriu. 
— Nem ouvi você chegar - tinha a filha nos braços - saudades de você…- beijou-o. 
— Foram só dois dias, amor - ele sorriu beijando a cabeça da filha - como está nossa Katie? 
— Linda e maravilhosa como sempre. Acho que ela está engordando bem. Vê as preguinhas na coxa. Eu comecei a dar a mamadeira hoje. Ela estranhou um pouco o bico, mas comeu. Espero que se acostume. A ultima coisa que preciso agora é vê-la rejeitando comida porque só quer meu leite. 
— Ela vai se adaptar, Stana. Não se preocupe. 
— Como foi a viagem? Tudo bem na convenção? 
— Sim, tudo ótimo. Encontrei um amigo meu e de Ryan da época da faculdade. Ele é diretor. Estava me comentando sobre seus projetos futuros. Trocamos telefone, quem sabe não peça para fazer o filme de Con Man? Eu ainda não descartei a ideia. E o podcast que gravei? Acho incrível que as pessoas realmente ganhem dinheiro com isso. Todos me perguntam qual os planos futuros, se vou voltar para a televisão, fazer filmes. 
— Planos para o futuro, não? 
— Sim, eu entendo. Não querem me ver longe da mídia. O que eles não sabem é que estou adorando esse período, viajando pouco, fazendo Con Man, me divertindo com vocês. 
— Eles não sabem que você tem mulher e filha, babe - ele acariciou a cabeça da filha - vai ter que voltar em algum momento, não? 
— Eu sei. Alguns meses talvez, vamos ver o que a vida nos traz.  
— Vou colocar a Katie no berço. Sugiro você se livrar dessas roupas - ela piscou para o marido. Cinco minutos depois, ela retornou ao quarto encontrando Nathan apenas de boxer sentado na cama zapeando os canais de tv. Ao vê-la, perguntou. 
— O mano deu noticias? Não falei com ele desde que voltaram da lua de mel. Gigi ligou para você? Aposto que está curiosa para saber sobre a viagem. 
— Não, devem estar cansados e se adaptando a rotina. Voltaram a dois dias - ela ficou de joelhos na cama, colocou as mãos sobre os ombros dele - no momento não estou interessada nas peripécias da minha irmã, quero saber se meu marido está disposto a fazer amor comigo… - de frente para ele tirou a blusa que usava - porque eu estou morrendo de vontade de beijar sua boca e senti-lo dentro de mim, babe… 
— Adoro esse tipo de recepção, Staninha - ele a jogou no colchão arrancando uma gargalhada dela.     
Na manhã da sexta-feira, ela acordara ansiosa. Cuidou da alimentação da filha e seguiu para a cozinha a fim de preparar o café qualquer coisa que a mantivesse ocupada até a hora de sua reunião às duas da tarde. Nathan descera em seguida. Mexera com a filha no bebê conforto e observara a esposa fritando ovos na frente do fogão. Era um dia importante para Stana, por esse motivo, ele dissera a Alan que não iria gravar. Revisou seu cronograma. Ficaria com a filha e estaria ali caso precisasse de apoio. 
— Hum, está cheirando. Tem bacon também? 
— Sim. Você precisa sair hoje? 
— Não, amor. Vou ficar com a Katherine. Disse que não precisava se preocupar. Vamos nos divertir, não princesa? Vou ligar para o mano. Podemos fazer um almoço domingo. Ele está fugindo de mim, aquele safado - ela riu. 
— Parece estar muito curioso com a viagem deles… 
— E você não? Ele também ficou de trazer umas bebidas para mim. 
— Não disfarça, Nate - ela colocou o prato sobre a mesa sentando-se do seu lado para comer. Com um pedaço de brioche nas mãos, ela se distraiu comendo os ovos. Nathan observava a pequena ruga formada na testa, claramente indicando preocupação. 
— Stana, vai dar tudo certo - ela ergueu os olhos para fita-lo - sua reunião, sua nova série. Vai ficar tudo bem. Não se preocupe. 
— Sou tão transparente assim? 
— Para mim? É sim. 
— É uma sensação estranha. Estou empolgada, ao mesmo tempo, começar tudo outra vez. Pisar em um estúdio de tv. 
— Você é uma atriz, é o que você faz. Vai brilhar, Staninha. Não há outra maneira de você fazer isso do que brilhando. E sobre pisar em um estúdio, talvez isso ainda não aconteça hoje, é pré-produção, conhecer o elenco, os criadores - ele tinha que anima-la. Faze-la entender que essa era a sua virada de pagina literalmente. Compreendia o sentimento que a tomava. Ele mesmo se perguntava se passaria por isso outra vez. 
— Você tem muita confiança em mim. 
— Eu a vi brilhar por oito anos, não é suficiente? - ela sorriu. Terminaram o café.    
Antes dela deixar a casa, ganhou um beijo do marido. 

— Boa sorte, amor. Mostre quem é a badass do pedaço - rindo, ela entrou no carro. Estava empolgada novamente. Graças a ele.   


Continua...

6 comentários:

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Amei a lua de Mel da Gigi e fo Jeff simplesmente perfeito gostei da atitude da dona Rasa em fazer um jantar para os sogros das filhas, também gostei do apoio dó Nathan para esposa.
Sentir falta da Anne mas com certeza ela vai está nas próximas postagens e não vejo a hora de te a renovação fo casamento do nosso casal preferido

Camila Lorrane disse...

OMG OMG que saudades de KADT o que fala sobre esse cap maravilhoso e Cheio de Hot ein kkkkkkk. Lua de Mel perfeita com nosso Casal Gigi e suas mentes criativas hahahaha nao to acreditando que ela conseguiu fazer aquilo vindo de gigi esperamos tudo doidinha de mais meu Giff em sua lua de mel aproveitando bastante e tomando sua bebida preferida Tequila. o que sera que deu em DR pra fazer um jantarzinho pros Fillions hahahaha Dona Cookie uma figura seu Bob nem se fala Daddy da Stana tbm um fofo. o que fala do nosso casal Stanathan lindo de mais Kate crescendo rapido e ao mesmo tempo sendo uma fofa Stana um pouco nervosa seu maridinho dando uma força. Parabens Kah ficou tudo lindo ja tava com saudades dessa Fic Parabens to sentindo Falta da Pequena. 😍😍👏👏👶🏼👣

cleotavares disse...

Gigi e Jeff aproveitando bem a lua de mel, não duvido nada de em um futuro muito próximo, termos mais um Fillion/Katic no pedaço.
D. Rada e D. Cookie se dando bem, muito legal.
Staninha vai voltar aos trabalhos, obaaa! pena que não é com o Nathan, vai ser estranho. Porém, será uma nova experiência.

Amo muito essa fic.

Rebeca Nascimento disse...

Fico mega feliz quando você posta novo capitulo é incrível como apaixonei por essa historia a ponto de ficar contando os dias para ler o próximo.
Sentindo falta das crises de ciumes e tbm me perguntando será que esse romance será revelado,perguntas que só se encontra nessa mente incrível
Continue assim Karen trazendo alegria a nos com sua criatividade e historias.

Priscila Barros disse...

Como eu amo esses casais lindos ❤❤❤
Primeiramente, queria falar o quanto fiquei impressionada com dona Rada e a mudança, e como dona Cookie é um amorzinho de pessoa indo fazer contato ❤❤❤ amei muito, gosto demais dessa família linda ❤❤
Agora tópico especial para a lua de mel do ship lindo, Giff. Como eu amo esses dois, ainda bem que eles se controlaram na tequila, o que deu margem para eles aproveitarem muuuuuito eim hauahauahuhauahauahu ❤❤❤❤❤❤ e finalmente eles puderam testar a cama kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Esses dois são maravilhosos! ❤❤❤
Agora o casal amorzinho Stanathan, que tá cada vez mais fofura com a Katie. A Staninha toda nervosa com a série nova, tenho certeza que ela vai arrasar! Ela é um sucesso em tudo o que faz ❤❤❤❤❤
Obrigada por esse capítulo maravilhoso, Kah ❤❤❤❤

Vanessa Belarmino disse...

Finalmente consegui aparecer para comentar, não foi por falta de vontade, vc sabe...
Sim Nate, o safado do seu irmão vai se divertir muito hahaha
Adorei que o Capitão gostou de Bob, melhores amigos já... hahaha
E amei ainda mais saber que Gigi é a caçulinha do papai... ♥
Achei ate fofinho Stana encucada com o que o Nathan falou... Não é nada disso Staninha, ele te ama...
Vamos para o México!!!
Acho difícil uma bermuda que não beneficie a abundancia Fillion hahaha
Gigi toda mal intencionada. Adoro!
Gostei bastante da reunião de família. Dona Rada foi muito gentil em querer retribuir o jantar e dessa vez sem querer mostrar nada... Ja ta bom de falar dela kkkk
Dona Cookie rouba a cena, adoro ela com as noras... ♥♥♥ Ja quero dona Cookie na casa SN.
E para reunião ficar perfeita, tem a participação de Giff ♥♥
Gigi tem todo direito de beliscar aquele traseiro, afinal é "dela" hahaha
Eu amei a lua de mel, a exploração dos lugares, paisagens foi muito especial... Além de aproveitarem muitoooooo para amar... Adorei Ryan estar no navio e ainda rolar até dancinha com a musica deles... Gigi arrasou na surpresa, e a autora na NC... Adoro quando Gigi rouba a sanidade de Jeff... ahaha
E depois teve ate "Kristina" ♥♥♥
De volta a Los Angeles, temos um Jeff todo romântico e Gigi querendo testar a cama nova... ♥ A lua de mel nunca vai ter fim... ♥
Nate voltando de viagem e sendo recebido pela esposa saudosa e fogosa. Amei a inserção do novo capitulo na vida deles... Absentia está chegando e vai mudar toda a rotina deles... Normal Staninha estar apreensiva, foram oito anos vivendo a mesma personagem... Nate sendo fofo como sempre, e tentando tirar esse peso da esposa... Ela vai arrasar, com toda certeza do mundo.