domingo, 14 de maio de 2017

[Castle Fic] A (Im)Perfect Love Story - Cap.16


Nota da Autora: E como hoje é um dia especial, um capitulo especial. Tem nosso jantar, nossos casais e até um momento relacionado com o domingo e mamãe. Alias, a saga dos hormônios continua e tem comemoração. Esse é dedicado a Mada e a Lee, por causa de uma cena bem importante...Enjoy! Será que devo recomendar agua gelada? 


Cap.16 

O apartamento de Paul ficava em um dos modestos prédios de Tribeca. Quarto andar, Johanna informara. Do lado de fora, não se podia dizer muita coisa. Era uma construção como tantas outras na região. 
Ele abriu a porta assim que ouviu a campainha. Vestindo um jeans casual e uma camisa de botões e manga comprida azul. Beckett podia entender claramente porque Johanna acabara se apaixonando. Paul era um homem extremamente charmoso com a pele morena e o contraste dos olhos verdes, embora sua personalidade realmente não a atraísse, era possível ver que ele poderia ser um bom partido para muitas mulheres. Felizmente, Johanna roubara o coração do médico. 
— Sejam bem-vindos - apertou a mão de Castle e cumprimentou Beckett com um beijo no rosto - por favor, entrem e fiquem à vontade. Joh está na cozinha dando os últimos toques no jantar - a sala do apartamento enchia os olhos. Com uma decoração bastante moderna e minimalista, ela se pegou admirando as paredes claras, os quadros no estilo surrealista de pintura e os moveis espalhados de uma maneira despojada e clean. Sim, gritava solteiro, contudo havia um certo conforto e elegância em pequenos toques que claramente poderiam ser classificados como o lar de um jovem casal. As prateleiras e alguns nichos acompanhavam a tela enorme de tv na outra sala, além de um dock station e caixas de som escondidas compunham o local. 
— Nossa! Gostei do seu apartamento. Muito bem decorado. 
— Obrigado, Kate. Eu sou o tipo de pessoa que gosta das coisas práticas e ainda assim com um certo requinte. Quer conhecer o resto? Não é tão grande, você sabe muito bem o custo do metro quadrado em Nova York. Dois quartos, o meu sendo a suite, um pequeno escritório e a cozinha - ele fez um rápido tour com os convidados terminando na cozinha onde Johanna acabara de tampar uma panela. 
— Hey! Tudo bem? Castle, bom te ver! - ela abraçou o escritor numa alegria contagiante, depois foi a vez de Kate - Paul, sirva uma bebida para os nossos convidados. Coloquei o vinho para resfriar, mas talvez Castle queira uma dose de whisky. Preparei um suco com frutas vermelhas para Kate. 
— Eu aceito o whisky deixemos o vinho para o momento do jantar. 
— Ótimo - Paul seguiu até uma pequena adega que mantinha em um canto da sala. Serviu whisky para ambos. Johanna se encarregou de servir Kate que não pode deixar de ter sua curiosidade aguçada pelo o cheiro maravilhoso que vinha da cozinha. 
— O que cheira tanto? 
— Você já sabe qual é o jantar, Kate. É toda a mistura de temperos da paella. Espero que você possa comer e não enjoe nada. Vou servir uma entrada para nós, pequenas tapas. Vão para a sala que já me junto a vocês. 
— Posso ajuda-la se quiser… 
— Nada disso. Você é minha convidada. Vamos já conversar - Castle e Beckett acomodam-se no sofá. Ele puxa conversa com o médico querendo saber há quanto tempo ele mora ali. Paul conta que cerca de dez anos. Fez algumas mudanças ao longo dos anos. Gostava da região, dos vizinhos e também era relativamente próximo do hospital. Podia escolher entre ir de carro ou de metro. Johanna aparece na sala com uma bandeja bem arrumada. 
— Trouxe tapas para vocês. Tenho aspargos enrolados com prosciutto, crisps de chorizo, camarões ao alho e óleo em espetinhos, vegetais no espeto e claro um mix de azeitonas, chorizo, cebola e azeite para comer com as lascas de pães. 
— Você caprichou, pelo que vejo é uma expert em cozinha espanhola - disse Beckett. 
— Nem tanto, mas eu me viro. 
— E falou a mulher da paella… nem todo mundo sabe fazer esse prato. 
— Isso é verdade. Eu passei oito semanas na Espanha, em Madrid. Fui fazer um curso de especialização em trauma e pedi para a minha host me ensinar a fazer. Ela tinha uma mão excelente para a cozinha. Carregada no tempero. Acho que a paella dela foi uma das melhores que comi por lá. Também me ensinou algumas receitas de tapas. 
— Isso está muito gostoso - disse Castle - você apenas está me deixando mais curioso para provar a sua paella. 
— Vocês não podem criar muitas expectativas! 
— Agora é tarde, você foi falar que aprendeu com uma legítima espanhola… - comentou Kate fazendo todos rirem - e como vão as coisas no hospital, Paul? Aposto que não teve mais nenhum paciente no nível de Castle - o médico sorriu. Entendera a brincadeira. 
— Definitivamente, não. Castle foi o único paciente até hoje que praticamente implorou para ficar no hospital depois de curado. De resto, está tudo na mesma. As vezes somos surpreendidos por casos difíceis, ganhamos algumas batalhas, perdemos outras. Acredito que o mesmo deva acontecer com você na policia. 
— Nem tanto se considerar que as minhas vitimas já perderam a batalha quando chegam ao meu conhecimento, porém depois disso tenho o dever de lhes dar justiça. Infelizmente, alguns culpados escapam pelas nuances da lei. Coisas de advogados - Castle que até aquele ponto ouvira a conversa calado e mantivera-se imparcial, resolvera implicar com o médico mesmo tendo prometido a esposa que se comportaria. Era mais forte que ele. 
— Falando em hospitais, eu estava trabalhando no novo plot do meu próximo livro de Nikki e pensei em usar crimes nesse local. Pensei em criar uma série de assassinatos ocorridos misteriosamente nas madrugadas com pacientes que aparentemente não são de riscos. Heat irá investiga-los pessoalmente. Há rumores de uma toxina ou bacteria geneticamente adulterada e claro que o assassino nesse caso será um médico. O que você acha de ser a minha consultora para desenvolver essa história, Johanna? Também pretendo criar uma personagem para ajudar Nikki a encontrar os culpados. 
— Essa é uma ideia maravilhosa. Claro que posso ajuda-lo na parte técnica. Pode dar meu nome à personagem, não me importo - Beckett notou que Paul não estava gostando do rumo da conversa. Tentou intervir. 
— Usar seu nome deliberadamente pode ser perigoso, especialmente atrelado ao seu sobrenome. 
— Não tem como saber se a pessoa é real, Beckett. A menos que leia a parte de agradecimento e sejamos sinceros, a maioria nem perde tempo. 
— Não é verdade. Eu leio. 
— Beckett, você é a minha fã número um. Hardcore. 
— Eu também leio. 
— As duas são exceções. De qualquer maneira, eu preciso não somente da sua autorização para usar seu nome. Quem irá me dizer se eu posso fazer isso é a Beckett por causa da importância e do significado do nome Johanna. Se ela não quiser, eu posso usar o nome da mãe de Nikki. Cintia Marshall. Pode funcionar - ele olha para a esposa - não farei nada que você não aprove, amor. 
— Você realmente está pensando em fazer isso? Escrever thriller médico? - perguntou Beckett.  
— Sim. Na verdade, tenho duas ideias. Essa e quem sabe criar uma serie de thrillers médicos inspirados em você, Johanna. Tenho certeza que serei melhor que o tal Robin Cook. Igual ou melhor que Gerritsen.
— Isso é demais. Falando como médico é perigoso e irá expor sua imagem e sua carreira. Eu não posso concordar com isso - disse Paul. 
— Espera, então em outras palavras você está dizendo que está cansado de escrever sobre Nikki. Não sirvo mais de inspiração para você, Castle? Cansou da sua musa? 
— Eu não disse isso. Não vou parar com os livros da Nikki. Apenas achei que poderia começar uma nova série.  
— Você ainda precisa de detetives, médicos não investigam homicídios. 
— Hey, tudo bem. Não precisa ficar com ciúmes. Não vou deixar de escrever sobre minha musa. Ao contrário do que fiz com Storm. Nikki Heat não desaparecerá, nem “morrerá”. Existem muitas historias para contar com a policial mais sexy da NYPD - ele acariciava o joelho de Beckett, a forma como a olhava acabou trazendo o sorriso de volta ao rosto dela.  Incomodado com a conversa, Paul tenta uma outra abordagem. Precisava desesperadamente mudar de assunto.  
— Castle, você gosta de tequila? - mal sabia ele onde estava se metendo. 
— Eu adoro! Eu a considero quente e sensual como Nikki. Aliás, não foi à toa que eu escolhi e usei a tequila como inspiração e palco para a primeira noite de Nikki e Rook - ao mencionar a história, Castle provocou uma reação inesperada no outro casal. Paul olhava surpreso para Johanna que estava vermelha como pimenta quase da cor de seu próprio batom - perdi alguma coisa? - Beckett tenta contornar a situação antes que a mesma ficasse pior, desconversando e pedindo para Castle passar mais uma tapa para ela. Não adiantara muito. Paul já entendera que a cena descrita por Castle servira de inspiração para a namorada. Johanna quase podia ler no olhar que Paul dirigira para ela “outra vez?” Não que ele fosse reclamar. Inspirada ou não nos livros do escritor ele adorou o que ela fizera, o problema maior residia no fato dela não ter comentado. Isso somente aumentava suas desconfianças quanto ao verdadeiro fascínio que Castle exercia sobre sua namorada. 
Johanna estava receosa. Precisava falar com Paul. 
— Acho que está na hora de servir o jantar. Você pode vir na cozinha me ajudar, Paul? 
— Claro - ambos se levantaram e deixaram a sala. Beckett aproveitou o momento para ralhar com Castle. 
— O que foi que disse para você? Tinha que falar demais e implicar com Paul, não Castle? 
— Hey! Foi ele que me perguntou se eu gostava de tequila. Por que eu tenho a sensação de que perdi alguma coisa? 
— Sim, perdeu. A oportunidade de ficar calado. Thriller médico? Sério? Você sabe muito bem que Johanna não esconde a admiração que tem por você, da mesma forma que o assunto deixa Paul constrangido. Eu disse para não implicar. 
— Estávamos conversando! - ela olha séria para o marido. 
— Conheço você muito bem. Mais uma dessa e sua noite estará comprometida. Não pode constranger o anfitrião em sua própria casa. 
— Eu tenho culpa se ele além de travado é ciumento? - ela revirou os olhos. 
Na cozinha, antes de cuidar do jantar propriamente dito, Johanna vira-se para fitar o namorado. 
— Paul, você sabe que não o chamei aqui para me ajudar. Eu vi o jeito como ficou quando Castle começou a falar dos livros e da tequila, não gostou. Está se sentindo traído? Eu não fiz de propósito, amor. Achei que não era relevante dizer onde me inspirei e no fundo eu apenas queria agrada-lo com algo diferente. Não queria vê-lo chateado. Realmente, me desculpe… eu só… 
— Está tudo bem, Joh. Já passou. Eu fiquei surpreso, só isso. Vamos cuidar do jantar - Paul sorriu querendo demonstrar que estava tudo bem, Johanna não estava totalmente convencida. Eles retornaram a sala trazendo uma travessa simplesmente linda com a paella. As cores vibrantes, os aromas e o gosto estavam incríveis. Eles saboreavam com vontade tecendo vários elogios à anfitriã. 
— Johanna, você é um talento escondido. Isso está digno de restaurante. Que truques mais você anda escondendo de nós? - perguntou Beckett impressionada. 
— Nada demais. Eu já tinha comentado com Castle que sou amante da boa gastronomia. O ato de comer, seja em casa ou em um restaurante para mim é bem mais que uma refeição. É uma experiência. Gosto de provar e testar novos aromas, texturas. De vez em quando me arrisco na cozinha. Funciona como uma espécie de terapia para mim. Especialmente após um dia estressante. Talvez eu tenha adquirido esse hobby em virtude da minha vida profissional. Médicos muitas vezes não se alimentam corretamente quando estão trabalhando em emergência ou sob grande stress. 
— O mesmo vale para policiais. Tenho que ficar atento e lembrar a Beckett que precisa se alimentar. 
— Independente disso, estou muito surpresa. Se soubesse que ia ser tão bom tinha insistido que fizéssemos isso antes. Estou tentada a convida-los para um fim de semana nos Hamptons somente para que você apresente alguns dos seus truques e segredos culinários para nós. 
— Eu ia adorar, Katie. Eu sinto prazer em cozinhar. 
— Vou me lembrar disso. 
Eles terminaram de jantar. Johanna recolheu o que sobrou da paella, armazenou e guardou enquanto brigava com Kate por recolher os pratos. Paul chamou Castle para conhecer suas coleção de carros em miniatura. Ficando sozinhas, Johanna demonstra um pouco de aflição para a amiga. 
— Estou preocupada. Paul parece não ter gostado de saber sobre a tequila. Ele disse que está tudo bem, mas eu estou com a impressão que falou por falar. Da boca para fora. Acho que ele está chateado. 
— E a culpa é do meu marido. Castle e sua boca. Eu juro que não falei nada sobre a nossa conversa, Johanna. 
— Eu sei que não. E foi Paul quem trouxe o assunto da tequila. Não foi culpa de Castle. 
— Mas o lance do livro foi. Eu pedi para que não implicasse com Paul. Ele me ouviu? Claro que não. Nesse ponto, ele adora me contrariar. 
— Não achei que tenha sido implicância, Kate. 
— Ah, Johanna… você não conhece o Castle. E eu vi o jeito de Paul, se pudesse voava no pescoço do meu marido. Acredite em mim, durante anos eu fui sua maior vítima. Ainda sou em alguns casos. Não quero que as coisas fiquem estranhas entre vocês. 
— Eu vou conversar com ele, não acredito que esse seja o caso. Ele morre de ciúmes de Castle, desde o hospital. O que é bobagem! Castle ama você. Está muito bem casado. Por que essa cisma? 
— Ciúme é algo complicado. E Castle não ajuda, essa droga desse charme que ele joga involuntariamente. Apenas falando com as pessoas, andando, sorrindo. Eu já passei por muitas situações que queria muito correr até ele e bater com vontade. Eu entendo o Paul, de verdade. 
— Você é muito ciumenta, Kate? 
— Não diria muito. Já fui pior. Engraçado, meus piores momentos foram antes de estarmos juntos. Provavelmente porque lutava contra meus sentimentos e a ideia de vê-lo com outra mulher era revoltante. Hoje posso afirmar que ele não me dá motivos. Quando o faz, é algo espontâneo. Nem sei se percebe, mas eu deixo bem claro. Como no bar em Nashville. 
— O que aconteceu? - Beckett contou a historia. Mais tarde, quando os marmanjos tornaram a aparecer na sala, Johanna serviu a sobremesa. Dessa vez, não era nada espanhol. Uma cheesecake que Kate comeu e repetiu com gosto. Durante o momento descontraído, ela acaba comentando sobre a data especial. 
— Amanhã é um dia e tanto para mim e Castle. Nosso aniversario de casamento. O segundo. 
— Wow! Parabéns aos dois. Já vi que será uma comemoração e tanto - disse Johanna. 
— Assim esperamos. Queremos compensar pelo final repentino que acabamos dando no primeiro. 
— Um caso apareceu? 
— Não necessariamente. Nós estávamos lidando com alguns problemas na época - ela olha para o marido que aperta a sua mão em sinal de concordância - foi um período complicado. Estava envolvida com Loksat e… quer saber? Deixa para lá. A noite foi muito boa, mas o momento não era o melhor. Para nós dois. 
— Pelo menos agora não há nada para atrapalha-los. Vão curtir a noite, o domingo, tudo o que tem direito, não? - disse Johanna sorrindo. 
— Esse é o plano - afirmou Castle. 
Eles continuaram conversando alegremente. Beckett fala das ansiedades com a gravidez, as mudanças e principalmente da dificuldade de controlar Castle. O homem só pensa em comprar coisas de bebê. O relógio já passava da meia-noite quando foi surpreendida por um beijo apaixonado de Castle. 
— Feliz Aniversário, amor - vermelha pelo súbito ato do marido, ela agradeceu abraçando-o. Johanna e Paul os cumprimentaram também. Johanna implica com a carinha envergonhada de Beckett. 
— Você fica tão bonitinha envergonhada! Não sei porque! Ele é seu marido e nós somos amigos. Não temos nenhum problema com demonstrações de carinho - ao dizer isso, ela mesma entrelaça os dedos nos de Paul e tasca um beijo no pescoço dele. Sente o braço dele ao redor de sua cintura mesmo que um pouco tímido diante do outro casal, então ela percebeu como ele apertara o corpo dela trazendo-a mais para perto, um gesto que sugeria possessão. Sorriu. Conversaram um pouco mais até o momento que Beckett finalmente sussurrara no ouvido do marido que deveriam ir. 
— Acho que está na hora de iniciar nossa comemoração, babe… - mordisca o lóbulo da orelha dele. A resposta de Castle é imediata. 
— Bem, a noite está muito agradável porém temos que ir andando. Outro compromisso nos espera. 
— Alguém está ansioso para chegar em casa, não? - brincou Johanna rindo em seguida da cara deslavada de Castle - tudo bem, sumam daqui seus pervertidos! - eles se despediram e agradeceram pela companhia e o jantar. Prometeram fazer isso mais vezes principalmente agora que descobriram o talento culinário da médica. 
Assim que saíram, Johanna tratou de arrumar o resto das louças e guardar a sobremesa. Queria retomar a conversa com Paul. Ao chegar no quarto, encontrou-o tirando a roupa. O médico estava apenas de jeans. Ela ficou admirando-o por uns instantes. O peito bem definido, a pele morena… despertaram prontamente o desejo nela. Não ainda, pensou. Precisava se certificar de que as coisas estavam bem entre eles. 
— Paul… 
— A noite foi muito boa, não? Você me surpreendeu cozinhando, Joh… 
— Eu preciso saber. Você ainda está chateado com o lance da tequila? Quer conversar sobre isso? Não quero que nada fique estranho ou mal explicado entre a gente. Apesar de dizer que estava tudo bem, sei que quis evitar uma discussão. Não quero que esconda de mim o que o chateou, o que sente, Paul. Isso é um relacionamento. Voce precisa falar comigo - ele senta-se na cama. Por alguns segundos permanece fitando o chão. Então, por fim, ergue o olhar para encontrar o dela. Tinha um tom verde escuro. Ele suspirou pegando a mão dela.  
— Tudo bem. E-eu me sinto inseguro em alguns momentos porque quando o assunto são os livros de Castle, você entra em um mundo só seu. Diferente. Eu não sei como me conectar a isso. Ele exerce um certo fascínio sobre você, Joh. Esse universo dos livros, vendo-a se inspirar e ler. As vezes, fico me perguntando se você não se imagina com ele. Nas cenas com o escritor. Eu tenho ciúmes porque isso é algo somente seu. Sou um intruso. Você fica toda boba com a possibilidade de fazer parte desse mundo de ficção. Sinto que estou excluido quando o assunto são os livros de Castle - ele respirou fundo, tomou fôlego. Ainda não terminara.  
— Eu tenho ciúme de você. Eu sei o quanto voce é linda, sexy e ele, o escritor é galante. Eu não gosto de me sentir assim. Ameaçado. Você e eu estamos juntos. Não quero um terceiro elemento entre nós, Johanna. Estou nessa relação porque é importante para mim, significa muito. É algo muito sério. Não quero brincar ou ter algo passageiro. Eu te amo, quero ser parte da sua vida. Consegue entender, Joh? 
Ela sorriu. O coração ficava leve sempre que ele dizia as palavras para ela. Se aproximou um pouco mais. Com as mãos em seus ombros, ela fitava-o. Admirava cada detalhe daquele rosto. Uma das mãos, deslizou pelo pescoço e parou na bochecha. O polegar roçou os lábios. 
— Paul, não há motivo algum para ficar inseguro ou ter ciúmes dos livros ou de Castle. Eu não quero ver você se questionando com relação a mim. O escritor tem sua musa. Ele é louco por Kate. Não há qualquer competição entre vocês. Se quer saber a verdade, desde que meu interesse mudou em relação a você, antes mesmo de ficarmos juntos, quando lia eu te imaginava nas cenas comigo. Está completamente errado. Quero que seja parte do meu mundo, que esteja sempre ao meu lado. Tem ideia do quanto me faz feliz, amor? - ela beijou seus lábios suavemente. 
— Eu me apaixonei pelo Paul. Pelo homem carinhoso, sexy, competente. Capaz de me deixar zonza ao me beijar, me fazer arrepiar apenas com o jeito de olhar. Esses olhos verdes. Não precisa se preocupar. Você já me conquistou - ela segurou o rosto dele com as duas mãos - será que ainda não entendeu que eu te amo, Paul? - ele sorriu. Johanna retribuiu o gesto rindo um pouco nervosa pela declaração que acabara de fazer. 
— Sim, eu te amo. 
— Joh… ah, Joh… eu amo você e vou provar - ele a puxou contra si e dessa vez, o beijo foi mais do que uma simples carícia. Foi apaixonado, intenso e cheio de sentimento. Deitando-a na cama, Paul estava pronto para retribuir e demonstrar o amor que sentia por aquela bela mulher.    

XXXXXXX

Castle e Beckett chegaram ao loft quase uma da manhã. De mãos dadas, foram direto para o quarto. Ele começou a desfazer os botões da camisa. Beckett tirou os sapatos, soltou os cabelos. Viu Castle jogar a camisa sobre a cama. Se aproximou dela enroscando seus braços na cintura de Beckett. O nariz roçando no pescoço dela. 
— Feliz Aniversário de casamento, amor. 
— É, quem diria… nós chegamos ao segundo ano. Você já parou para pensar quanta coisa aconteceu nesse um ano que passou? Nós investigamos separados e juntos. Tivemos nossas vidas por um fio. A justiça foi feita e pelas mãos de duas pessoas incríveis ganhamos o direito de viver e ser feliz outra vez. Agora estamos aqui, no nosso segundo ano de casamento e prontos para iniciar nossa familia - ela colocou as mãos sobre as dele já no ventre dela - viver nosso felizes para sempre exatamente como eu disse que faríamos quando eu cometi a besteira de sair da nossa casa naquela noite. Eu ainda me culpo por fazê-lo sofrer, babe… 
— Shhh, esquece isso. Estamos juntos, tudo está bem. Hoje é dia de comemorar - ele desfez o zíper do vestido. Automaticamente, o tecido deslizou pelo corpo dela com a ajuda das mãos de Castle veio ao chão - está pronta para comemorar, Kate? - ele segurou os seios dela com as duas mãos, ainda beijava seu pescoço. Ela virou o rosto para encontrar os lábios dele. O beijo começou carinhoso. Kate estava de frente para o marido, as mãos ao redor do pescoço. As bocas se provavam, sentiam, deixavam os sentimentos falarem por meio de ações. A lingua de Beckett se perdeu com a dele. A intensidade do beijo aumentou e ela sentiu quando seus pés deixaram o chão. Castle a colocara presa a cintura dele. Virou-se em direção à cama deitando-a com cuidado. Quebrou o beijo e iniciou a exploração do corpo da esposa. 
Castle não tinha qualquer pressa. Ele deslizava os lábios e as línguas pela pele macia. Inspirava o cheiro do hidratante e do perfume que ela usava. A ponta de sua lingua brincava com os mamilos dela. Os pequenos gestos faziam os bicos despertarem apontando para ele. Castle provou um a um os seios da esposa enquanto suas mãos acariciavam a lateral de seu corpo. Beckett podia sentir a umidade crescer em seu centro a cada novo toque de Castle. Eram pequenas faíscas percorrendo seu corpo, instigando-a, provocando-a e fazendo-a se contorcer e gemer. O contato dos lábios de Castle deslizando até o seu ventre criava a sensação de ansiedade. Queria senti-lo, ser preenchida por ele. A calcinha se perdeu entre as pernas dela até deixa-la completamente livre. Instintivamente, ela abriu as pernas demonstrando o quanto desejava-o dentro de si. Castle sorriu. Ele estava muito excitado, porém queria brincar um pouco mais. Apesar de afastar as pernas dela, ele se contentou em beijar o interior da coxa, a pele quente. Beijou o seu centro, o gesto a fez contorcer. Agarrou os cabelos de Castle e puxou-o contra o meio das suas pernas. Ele resistiu. 
Colocou todo o peso do seu corpo sobre o dela. Os rostos alinhados. Podia ver o desejo nos olhos amendoados. As pupilas dilatadas. Ele roubou um novo beijo dela. Constatou a urgência com que ela o tomou os lábios. Ao quebrar o beijo, ela sussurrou quase implorando. 
— Quero você, dentro de mim… agora… Cas, por favor… 
Ele tornou a beijar sua boca com vontade, mordiscando seu lábio inferior com o objetivo de distrai-la. Penetrou-a de uma vez arrancando um grito dela. Os movimentos começaram proporcionando a ambos o momento que vinham ansiando desde o inicio da noite. Em sincronia, eles moviam-se juntos. Trocavam beijos, sentiam o corpo do outro os provocar, o calor os envolver. O desejo aflorar pelos poros, crescendo, surgindo, envolvendo-os em um momento de prazer intenso. Os tremores no corpo de Kate a dominaram anunciando a chegada do orgasmo. Com um beijo urgente, ela gemeu e deixou-se envolver pelas sensações provocadas pelo orgasmo. Castle continuava aprofundando-se dentro dela, desbravando cada centímetro. Ele continuava estocando, preparando-se para receber sua própria onda de prazer. Ao afundar-se dentro dela mais uma vez, ele gritou e se rendeu aos sentidos do prazer. 
O corpo tombando sobre o dela. As respirações difíceis e aceleradas. Ao pressionar o corpo dela com o seu, Castle sentiu as unhas de Beckett arranhar-lhe as costas. Deslizou para o colchão, contudo foi surpreendido com Kate deitada sobre ele. Sorria sentando-se em seu estômago. Após roubar-lhe um beijo, ela iniciou uma viagem exploratória beijando-lhe a pele, mordiscando o peito de Castle, usando a língua para sentir o misto de suor e perfume no corpo do marido. Ao ficar diante do seu objeto de desejo, Beckett o segurou com as duas mãos. O simples toque fez Castle suspirar e gemer baixinho. Não sabia ao certo o que ela pretendia, apenas estimula-lo para fazer amor ou ela iria... a ideia do que estava por vir causou uma pontada na virilha. 
Claro que ela percebeu. 
Sem deixar de acaricia-lo, Beckett se debruçou em busca de um novo beijo. Usava a língua de uma forma que mexia com todos os sentidos de Castle. Em resposta, pode sentir seu membro crescendo em sua mão. Satisfeita pela forma que aos poucos o levava a loucura, ela voltou sua atenção para o que tinha nas mãos. Então, ela o provou. No instante que seus lábios entraram em contato com o membro dele, Castle deixou escapar um grito de excitação e prazer pelo que viria a seguir. Ele não sabia explicar o que ela fazia com a boca a ponto de elevar o prazer a um nível impressionante. Era intenso, quase insano. Não conseguiria aguentar por muito tempo e Beckett sabia disso tanto que o tirou da boca e sentou-se sobre o membro rijo. Os movimentos que executava apenas servia para aumentar ainda mais a vontade de Castle de devorar-lhe por completo. Ele ergueu o corpo da cama encontrando sua boca. Segurava-a pela nuca, puxava-lhe os cabelos em um beijo urgente. Colocando as mãos na cintura dela, ele se impulsionava dentro de Beckett tomado pela onda de desejo que o atingia. Ela o abraçou ao senti-lo aprofundar-se Ainda mais soltando um grito. O corpo tremia. O orgasmo os dominou tão fortemente que ela teve a necessidade de agarrar-se a ele como se sua vida dependesse disso. Ele a abraçou descansando a própria cabeça entre os seios da esposa, respirando pesadamente.  
Com cuidado, ele a abraçou e trouxe-a consigo para deitar na cama. Podia sentir o coração de Kate batendo rapidamente contra seu peito. Ele sorria. Beckett encostou o nariz em seu pescoço inalando o cheiro dele. Uma das mãos acariciando o peito dele, tinha os olhos fechados quando falou baixinho.  
— Eu disse que guardaria uns truques para o segundo ano... - ambos riram. Castle acariciava as costas dela - eu te amo, babe.  
— Always... - ele ergueu o queixo dela para beijar-lhe os lábios. Dessa vez, o carinho lento estava presente. Nada de loucura ou urgência, era uma troca de sentimentos. Ao quebrar o contato, Beckett deitou-se na cama. Sentiu as mãos do marido sobre o seu ventre, a ponta dos dedos parecia desenhar em sua pele.  
Ele estava debruçado apoiando-se na lateral do seu próprio corpo enquanto a admirava. Inclinou-se e beijou o ventre de Kate.  
— Hey, baby... tudo bem aí dentro? É o daddy que está falando. Hoje é um dia especial para mim, na verdade todos os dias são simplesmente porque tenho uma mulher incrível ao meu lado. Sim, ela é sua mãe. O nome dela é Kate. Sua mamãe é uma pessoa maravilhosa, ela vai te amar, te proteger com a própria vida como fez comigo tantas vezes. Porque ela simplesmente não desiste de lutar por quem ama. Um dia quando você for maior e entender bem o que eu digo, vou te contar o que ela fez e o quanto ela se dedicou pela sua vó Johanna.  
Castle finalmente fitou a esposa. Beckett tinha lágrimas nos olhos, não conseguia segurar a emoção. O rosto foi marcado pelas pequenas gotas.  
— Como você faz isso? Provoca todas essas emoções, me deixa perplexa com suas palavras. Isso deveria ser proibido.  
— Acho que é um dos benefícios de se casar com um escritor. Não falei nenhuma mentira. É você, Kate. Você me inspira a querer viver cada momento intensamente e estamos começando uma nova etapa, cada minuto, cada descoberta conta. Quero vivê-las com você - ele enxugou as lágrimas dela - não precisa chorar, amor.  
— A culpa não é minha... droga de hormônios... - ela riu enquanto mais lágrimas caiam. Beckett beijou-o outra vez.  
— Meu bebê vai ter o pai mais babão e orgulhoso do mundo. Ops, nosso bebê. Meu e seu, Cas... está finalmente acontecendo - o sorriso dela era genuíno.  
— Eu te amo tanto, Kate.  
— Eu também, mesmo quando você me desobedece e irrita outras pessoas. Sabia que você escapou de levar uma surra hoje? Tem sorte que Paul respeita Johanna e é um cavalheiro caso contrário você estaria em maus lençóis.  
— Beckett, eu não podia deixar de mexer com ele um pouco. Paul precisa relaxar, de verdade.  
— Então a história do livro era apenas para provoca-lo? Johanna ficou empolgada. Quando souber que era mentira ficará decepcionada.  
— Eu não pretendia escrever sobre isso, mas aposto que posso bolar uma história bem interessante e convincente com a ajuda dela. Você não se importa, certo?  
— Claro que não. Você vai fazer uma fã extremamente feliz e Nikki vai gostar de ter uma parceira como Johanna desde que ela não fique de graça com o meu marido, ou melhor, o marido de Nikki.  
— Com ciúmes, Beckett? - ela deu um tapinha no peito dele, Castle riu - e quanto ao nome? Alguma objeção? Eu sei que mesmo casada com um escritor famoso e sendo uma capitã conhecida da NYPD você prefere evitar qualquer envolvimento de sua vida pessoal em meus livros. Farei o que você quiser.  
— Tem razão, por mais que adore Johanna, eu não poderia deixar o nome da minha mãe aparecer em um dos seus best-sellers. É pessoal demais. Consegue entender, babe?  
— Sim, eu consigo. E Johanna também. Tenho certeza. Posso tornar a participação da médica significativa para Nikki. Que tal usar apenas o sobrenome dela e o nome da mãe de Nikki então? Cinthia Marshall.  
— Eu gosto, mas você terá que checar com ela e Paul terá algo a dizer - Castle fez careta - sim, e você vai ouvir se não quiser apanhar.  
— Até parece que ele vai mesmo me bater, Johanna não deixaria. E por que você acha que eu apanharia? Não acredita que posso lutar? Eu posso!  
— Eu não sei... Paul é muito forte, malhado, sei que ele se exercita regularmente... acho que você estaria em desvantagem.  
— Hey! Desde quando você sabe disso? Você anda reparando em outro homem? - a cara dele era impagável, Beckett gargalhou - estou falando sério!  O que você acha de Paul?  
— Ele é um moreno muito charmoso. Tem um corpo definido e não sei porque Johanna demorou tanto tempo para ficar com ele.  
— Você não pode ficar reparando em outro homem! Você é casada! Vai ser mãe! - ela gargalhou outra vez. Sentou-se na cama, segurou o rosto dele com as duas mãos beijou uma, duas, três vezes antes de sorver completamente os lábios dele em um beijo apaixonado.  
— Eu só me importo com você, não quero Paul, quero meu escritor favorito. O mestre das palavras, o homem capaz de me deixar de pernas bambas algumas vezes com apenas seu toque - Beckett sorria ao ver a cara de convencido de Castle - hey, tire esse sorriso presunçoso da sua cara, não fique se achando...  
— O que você quer que eu pense? Acabou de dizer que eu sou irresistível. O que eu concordo plenamente.  
— Como você é bobo!  
— Bobo funciona para mim, afinal você acabou de me elogiar e dizer que sou o homem mais charmoso da face da terra - ela revirou os olhos sorrindo.  
— Sei, sei. Não disse nada disso... 
— Você não disse em voz alta. Está implícito.  
— Mesmo? Então que tal provar o que seu beijo pode fazer.  
— Será um prazer... - e os lábios se encontraram. 

XXXXX

Um mês depois…

Era uma bela manhã de domingo. Beckett estava ainda se espreguiçando na cama. Não tinha noção de que horas seriam. Ao virar-se de olhos fechados a procura do marido, ela encontrou o vazio. Apenas o travesseiro estava ali, frio. Sentou-se na cama pegando o celular na cabeceira. Dez e quinze da manhã. Dormira demais. Vagarosamente, levantou-se da cama para ir ao banheiro. A gravidez estava lhe tratando bem. Não tinha enjoos matinais e aparentemente, não teve nenhum problema além da loção pós-barba de Castle. Saiu do banheiro querendo descobrir o paradeiro do marido. 
Nem bem chegara na cozinha, encontrou-o bebericando uma xícara de café. Sorriu ao vê-la. Beckett se aproximou dele. 
— Resolveu madrugar hoje? Senti sua falta ao meu lado - ele a abraçou pela cintura. 
— Acordei faz meia hora. Estava esperando a bela adormecida se cansar de dormir. Não quis acorda-la. Mulheres grávidas precisam de boas horas de sono. 
— Elas também precisam de ótimos beijos de bom dia. 
— Ah, minha especialidade - ele sorveu os lábios dela - bom dia, amor. Vou preparar seu café da manhã. O que deseja? Torradas francesas, ovo pouche, omelete? Pode escolher - Kate fitava o balcão da cozinha. De repente, sentiu vontade de comer algo inusitado. Um pouco surpresa, ela tentou ignorar o que desejava escolhendo uma das opções que Castle oferecera. 
— Quero um omelete. 
— É para já - Castle se colocou na frente do fogão completamente à vontade para preparar o desjejum da esposa. Enquanto batia os ovos, os temperava e recheava, Beckett separava algumas frutas para comer. Não podia errar no omelete dela. O cheiro começava a invadir as narinas de Kate que outra vez foi traída pelo próprio desejo. Ela queria algo a mais. Castle colocou o prato com um belo omelete a sua frente. Ela segurou o garfo e tirou o primeiro pedaço. Ele notou apenas pela cara que fizera que não a agradara. 
— O que foi? Falta tempero? Sal? Hum, aposto que você quer mais queijo. 
— Não, babe. Está gostoso eu… eu acho que não é bem isso que eu queria comer. 
— E o que você quer, Beckett? - ela afastou o prato e baixou a cabeça um pouco envergonhada pelo que estava prestes a dizer. 
— Castle, e-eu estou desejando um chomelete. 
— Um chomelete? Você detesta aquilo! 
— Eu sei, mas estou com desejo! Eu quero um chomelete com bastante marshmellow e chocolate. 
— Quem é você e o que fez com a minha mulher? 
— É sério, Castle. A-acho que é a gravidez. Eu quero um chomelete, não! Quero dois, meu Deus estou desejando aquela gororoba - um pouco receoso, ele se pos a preparar o que ela pedira. Não acreditou ao ver Beckett simplesmente devorando com vontade os seus chomeletes. Ela raspou o prato, lambeu os dedos - nossa! Isso estava uma delicia. 
— Wow! Eu pensei que não ia viver para ver esse dia chegar. Kate Beckett devorando chomeletes. Querido diário, hoje Beckett me pediu para comer meus chomeletes. Merece registro. 
— Deve ser algo genético. Nosso bebê queria isso. A culpa dele está em seus genes. É a única explicação. Agora me sinto bem melhor. 
— Ótimo. Que bom que ajudei. Ontem eu mandei uma série de perguntas para Johanna. Pedi para ela me ajudar na ideia que tive para o próximo crime que Nikki irá investigar. 
— Você vai levar adiante o crime médico. Castle, eu já o alertei para esclarecer o uso dos conhecimentos e do nome de Johanna nos livros com os dois. Você fez isso antes de mandar suas teorias malucas para ela? 
— Não. Eu apenas pedi uma consulta. Se ela me der uma boa resposta e eu consegui formular uma ideia que caiba em um dos mistérios de Nikki, ai sim, eu terei a conversa com ela e Paul. 
— Acho bom mesmo. Não quero ver Paul chateado ou alguém de olho roxo por não seguir meus conselhos.  

— Prometo que não farei nada sem o consentimento dos dois. Posso até ver Johanna vibrando - ela balançou a cabeça. Seu marido não tinha jeito mesmo. 


Continua....

6 comentários:

Madalena Cavalcante. disse...

Queria dizer que morro de pena do Paul!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk coitado gente, sofre demais nas mãos do Castelinho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
KAH QUE CENA MARAVILHOSA DO MEU CASAL FOI AQUELA???!!!! Sofri lendo essa parte! Que casal mais maravilhoso 😍💖 o Paul é muito neném com a Joh! Fico besta com tanto carinho e amor que ele sente por ela! Parecia uma criança com ciúmes, achei fofo demais haksndndndnskmabahwiamzbchdjans 😍😍😍
E gzuiz melhor comemoração de 2 anos de casados 🌚🙈
Amei a Kate ter começado a ter desejos!! Quero ela com muitos desejos pro Castelinho ter que se virar pra satisfazer tudo 🙈🙈🙈
Amei Kah! Obrigada por mais uma dedicatória ❤

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Vou começar lhe parabenizando que
Capítulo foi esse Kah ficou sensacional, Paul tendo ciúmes de Joh foi foi hilário 😄😄😄😄.
Castle provocando ele foi divino; ele querendo mudar de assunto e tocando no assunto tequila foi formidável uma sacada e tanta para o capítulo.
Kate tendo desejos foi incrível; nada mas que justo depois de enjoar da loção pós barba dele o desejo de comer #Chomelete foi uma jogada espetacular sua 👏👏👏👏👏👏.
Ele falando que viveu para vê isso foi formidável 😂😂😂😂😂.
Agora falar daquela comemoração de 2anos de casamento; oque e isso Brasil Kate realmente tinha uma carta na manga ,tinha razão em falar que a comemoração do segundo ano séria melhor, essa mulher com certeza sabe das coisas, deixou nosso escritor sem palavras foi simplesmente eletrizante, merecendo milhares de ❤❤❤❤❤💕💕💕💕❤❤❤❤❤❤💞💞💞💞💞💞💞💞esse capítulo foi de tirá o folego parabéns 😉😉😉😉😉😉.
Ps.não me canso de falar você e uma verdadeira artista da escrita, a cada fins minha admiração aumenta pois a cada capítulo que postar eu me apaixono mas pelas histórias contadas por você continua fazendo esse trabalho tão especial para todos nós CASKETT e todos nós Stanathans❤❤❤❤❤❤

Géssica Nascimento disse...

Admirável capítulo novo!!!
Louca para ver mais e mais desejos loucos da Kate, isso pra compensar o seu humor oscilante!!! kkkkkk

cleotavares disse...

O casal Grey´s está cada dia mais fofo, com direito a "ciuminho" e tudo. O Castle é muito "treteiro" tirando uma onda com o Paul. Amei o desejo do chomelette, essa o Castle guardará no seu arquivo mental, para zoar a Kate, futuramente. E a comemoração? valeu por 02 anos, não?
Acho que essa gravidez vai nos render muitas cenas hilárias e emocionante.

Aguardando o próximo desejo. Digo! o próximo capítulo

Priscila Barros disse...

Que capítulo lindo ❤❤❤❤❤
Primeiramente queria falar que amei esse jantar, em especial a provocação do Castle com o Paul hauahauahuhauahauahu, o Castle gosta de provocar hauahauahuhauahauahu, amo! E a história da tequila???!!! Eu fiquei paralisada hauahauahuhauahauahu, ainda bem que no final deu tudo certo e ainda saiu um eu te amo lindo e apaixonado ❤❤❤ Grayshall é muito amorzinho ❤
Essa comemoração foi maravilhosa eim! Amo demais meus lindinhos ❤❤❤
E esse desejo da Kate??! hauahauahuhauahauahu!! ❤❤❤
Ai, amei amei amei tudo Kah, obrigada por esse capítulo lindo. ❤❤❤❤

Vanessa Belarmino disse...

Vamos ao jantar...
Achei interessante Beckett ficar reparando em Paul, mas tipo não por ele atrair ela. Lembrei do Ying e Yang hahaha
Castle não perde uma oportunidade de provocar Paul, se continuar assim vai perder toda a comemoração pós jantar.
Joh ficou toda empolgada com o possível livro hahaha
Será que Paul vai encanar com o lance da tequila?
Opa final de semana nos Hamptons, ja gostei...
Que bonitinha Joh compartilhar sua preocupação sobre o lance da tequila com Kate.
Adoro ver Kate com ciumes, e hoje ela fala mesmo hahahah
Kate vermelha com o beijo entusiasmado de Castle... haha
Joh definitivamente é um versão feminina de Castle hahaha
Adorei a sinceridade de Paul e wow rolou o primeiro "eu te amo" dos dois.
Que comecem as comemorações.
Acho que Kate sempre vai se culpar por ter saído, mas Castle tem razão, é passado e agora eles devem comemorar.
Adorei a comemoração, amei o segredinho da Kate. Foi incrível! (to meio sem palavras aqui)
Castle todo babão conversando com o baby sobre a mãe. Foi lindo demais.
Fofinho eles conversando sobre o livro e tal. Beckett ja mandando o recado sobre a personagem ficar de graça com o marido da Nikki haha
Kate provocando Castle dizendo que Paul é forte. hahaha. Esses dois me matam.
Rindo junto com Kate, da reação de Castle. Mas a declaração dela foi linda.
Mulheres gravidas precisam ótimos beijos de bom dia, super concordo hahaha
Desejos estranhos e ainda culpa os genes de Castle. haha
Será que Paul vai curtir esse lance do livro,sei não hein haha