segunda-feira, 22 de maio de 2017

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.113


Nota da Autora: Já fazia um tempo que não postava KADT, aliás tenho que esclarecer algo que disse e provavelmente confundiu varias leitoras. Tem gente achando que a fic está no fim, bem tenho que reafirmar que não é verdade, por incrível que pareça ainda tem bastante historia então relaxem! Esse capitulo não é grande, mas traz algumas revelações interessantes (alguém disse Giff, Mada e Van?) e um ótimo momento entre irmãs. Esperem risos. Enjoy! 



Cap.113

À noite, Stana amamentou a filha no peito enquanto cantava para a menina. Ao terminar, ela tomou um banho e se juntou a Nathan na cama. Ele tinha o iPad nas mãos. 
— O que você está fazendo? 
— Respondendo alguns emails. Tenho uma reunião com Ryan na quinta-feira para acertar os últimos detalhes da pré-produção, datas, essas coisas. 
— Vai conhecer sua co-star? 
— Sim, Pope foi a escolhida. 
— Se precisar que alguém fique com Katherine, posso falar com a minha cunhada. 
— Pensei na mamãe - Stana sorriu. 
— Sua mãe não existe. Eu estou muito feliz por tê-la comigo nesse período. Acho que vai ser bom para todos nós. 
— Menos para Gigi. Vai ficar reclamando porque perdeu a mordomia - ela deu um soquinho no ombro do marido. 
— Quer apostar que ela vai acampar aqui muitas noites para jantar? 
— Claro que não, eu sei que vou perder. Pelo menos resolvemos o mais importante para nós antes de eu viajar. 
— Sim, vai ser difícil suportar a distância. Vou sentir muita falta de você, Nate. 
— Eu também. 
Naquela mesma noite ao se recolherem para dormir, Gigi matutava o que ouvira de Jeff mais cedo. Sua curiosidade não ia deixar essa história ser esquecida. Tudo bem que ela sabia que Jeff gosta de relacionamentos, era bem diferente dela nesse aspecto e sabia de suas decepções amorosas. Será que tinha a ver com isso? Será que esse era o motivo dele passar bons anos solteiro? Tinha que saber.   
Estavam deitados um ao lado do outro quando Jeff iniciou uma conversa. 
— Achei ótima a ideia da mamãe de ajudar Stana, assim o mano fica mais tranquilo e a paz reina entre os dois. Eles parecem bem, não? 
— Sim, eles se entenderam. 
— Fiquei impressionado com Anne. Como uma criança pode ser tão ligada? Quer dizer, eu sei que crianças são sensitivas, mas o jeito como ela confrontou o Nate. Essa intensidade do relacionamento dela com Stana. 
— Elas são muito ligadas. Anne é uma criança muito esperta. As vezes me pergunto se ela não é filha da minha irmã, até minha cunhada é um pouco enciumada com isso. Eu me senti mal pela confusão. Não queria fazer a pequena chorar. 
— Está tudo bem, Gi. Ela não chorou. 
— Mas quase, se não fosse Nathan… 
— Esquece isso, amor - ele beijou a testa dela - que tal descansarmos? Você tem uma semana pesada pela frente. 
— Jeff, e-eu não consigo. Não sai da minha cabeça. 
— O que? Você está nervosa com a apresentação? 
— Não… - ela se sentou na cama, respirou fundo olhando para o marido - não é sobre trabalho. Eu não consigo esquecer o que você falou. De casamento. Por que não me contou que já quase casou? 
— Ah, Gi… você não vai ficar paranóica com isso… não contei porque não é importante. 
— Como não? Houve alguém muito importante antes de mim que quase foi sua esposa. Não deu certo, mas e se eu cometer o mesmo erro dela? Se decepciona-lo? - de repente, ele percebeu que a mulher tão decisiva a sua frente estava com medo, nervosa. Ele se arrependeu de ter comentado. Conhecia bem a esposa para entender que ela não esqueceria a história. 
— Tudo bem, o que quer saber? 
— Quem era ela? Por quanto tempo namoraram e noivaram? Por que não deu certo? Como ela era e…
— Hey! Calma… se pensa que eu a comparo com você está enganada. Ninguém é igual a você, minha Gi. Eu a conheci na faculdade, porém acabamos trabalhando juntos muitos anos depois. Foi quando nos relacionamos. Seu nome é Julie. Ficamos juntos por três anos e um de noivado. 
— Nossa! É muito tempo. Nós sequer ficamos juntos metade disso… 
— Eu sei, mas ambos sabíamos o que queríamos, nos amamos. Não era o caso. 
— O que aconteceu? - Gigi olhava preocupada para ele. Jeff mantinha o sorriso no rosto. 
— O mais antigo método de se acabar um relacionamento: traição. Ela me traiu. 
— Como ousa? Por que? Olha eu sou louca, mas essa tal Julie deve ser perturbada ou burra. Trair você? 
— É exatamente por essa sua reação que sei que você é a mulher da minha vida - ele a puxou para os seus braços - tem ideia do que essa declaração significa para mim, Gigi? Eu a peguei na cama com um outro cara. Eu já tinha o visto circulando as mesmas rodas de amizade que nós. Advogado. Acho que ela estava preocupada com o status talvez. 
— E o amor? Se o traiu, ela não o amava. 
— Talvez, ou deixou de me amar. Não sei ao certo. Achei que estávamos bem. Eu queria marcar a data do casamento e ela colocava vários obstáculos, no inicio achei que era porque queria o casamento perfeito. Minha mãe sempre me disse para respeitar os desejos das mulheres nesse assunto, porém com o passar do tempo desconfiei que havia algo errado. Um mês depois, eu a flagrei. Um dos piores momentos da minha vida. Fiquei bem mal e evitei ao máximo relacionamentos desde então. Até conhecer você. 
Gigi olhava para o marido sem saber exatamente o que dizer. Na sua mente, era impossível cometer traição contra Jeff. 
— Você sempre foi ciumento? Possessivo? Será que foi isso que a afastou? Algumas mulheres não toleram esse comportamento. 
— Engraçado você dizer isso porque eu não me lembro de ser ciumento ou possessivo com ela. Definitivamente nem chega perto do que eu sou com você. São coisas difíceis de explicar prefiro deixar no quesito não era para ser. Do contrario, como poderia estar aqui com você? - ela sorriu. Beijou-lhe os lábios com carinho.  
— Desculpe faze-lo lembrar dessa historia, deve ser muito ruim. Somos casados e eu te amo, Jeff. Não precisa esconder seu passado de mim. 
— Não se trata de esconder, simplesmente não achei que fosse relevante. Não precisa se preocupar e nem se desculpar, amor. Você é tudo que quero. 
— Oh, Jeff… consegue entender porque eu não acredito que ela foi capaz de trair alguém tão maravilhoso como você? Se bem que foi sorte minha, porque fiquei com meu Jeff, todinho para mim, não é de mais ninguém - ela ria e dava vários beijinhos no marido. 
— Tudo acontece por uma razão. Está melhor agora que sabe a verdade? 
— Sim, obrigada. Podemos dormir, gostoso - eles se aconchegaram deitando de conchinha na cama. 
A semana fora bem estressante para os dois casais. De um lado, Stana gravando todos os dias, Nathan cuidando da filha e acertando detalhes de seu novo contrato com Michelle. Do outro, Gigi se dedicando horas a fio para fazer a melhor apresentação de sua vida, Jeff tentando lidar com pequenos ataques de nervosismo da esposa. Ainda bem que tinha a companhia de dona Cookie. 
Como quinta-feira era um dia decisivo para cada um dos membros dos casais Fillions, Stana resolveu agendar seu almoço com a irmã para a próxima semana. Pediu inclusive que a sogra ficasse com Katherine. Seria no meio da semana, assim não comprometeria muito seu cronograma de gravação. Antes, porém, havia outras novidades a considerar. Nathan saiu de casa animado na quinta. Estava ansioso para ver os detalhes de seu novo projeto. Claro que não era um super trabalho como de uma série como Castle, porém era cinema, uma chance de expandir seu nome. Tinha boas vibrações sobre essa oportunidade. 
Na quinta-feira, Gigi deixou sua casa nervosa, contudo recebeu um longo beijo de boa sorte do marido que também estava ansioso. 
Jeff saiu do trabalho mais cedo. Gigi não mandara noticias, sequer uma mensagem para que ele soubesse como foi a apresentação. Será que já terminara? Chegara em casa e estranhou a presença da mãe. 
— Já chegou? Pensei que ia demorar no mano. Gigi não mandou uma mensagem. 
— Ele veio me deixar a meia hora. Já está livre. Foi uma ótima tarde com a minha neta e seu irmão está bem feliz - Cookie percebeu o nervosismo dele. 
— Filho, fique calmo. Se ela não deu noticia é um bom sinal. Deve estar ocupada convencendo o cliente ou falando bastante para deixa-lo zonzo - ele riu - ela vai conseguir. Estou inclusive fazendo um jantar especial porque sei que ela merece. 
— A senhora também não perde a oportunidade de mima-la, não? Acredita que ela estava preocupada com uma besteira que eu disse no domingo? Eu mencionei sem querer que já fui noivo. 
— Ela não sabia de Julie? Achei que tinha contado. 
— Não era importante. Passado, mãe. Ou achei que não era. Gigi pensa diferente. 
— Com razão. Ela é sua esposa, você quase casou com outra. Isso não criou problemas para vocês, certo? Nem gostaria de pensar em ver Gigi cabisbaixa pelos cantos. Já chega de desentendimentos por um tempo. 
— Estamos bem. Ela não acreditou que eu tivesse sido traído. Mãe, eu não sei o que faria sem essa mulher. Ela é tão envolvente, tão única. Cada dia é uma surpresa com Gigi. 
— Isso é muito bom. Fortalece a relação, estimula. Vocês formam uma boa dupla, se completam e logo poderão ser uma família. Assim espero. 
— Talvez, não quero apressar as coisas. Deixa esse lance de sociedade passar. Ter um filho com Gigi seria muito bom, mas não é uma prioridade. Ela me basta, o que vier depois é lucro. Quem sabe? - Gigi chegou nessa hora. O sorriso em seu semblante significava que estava muito bem. Tinha uma garrafa de vinho nas mãos. 
— Oi, amor! Sogrinha! - ela se aproximou do marido beijando-o rapidamente nos lábios - adivinha quem agradou o cliente e ganhou até presente? A espetacular Gigi! Foi um sucesso. Tenho uns pequenos ajustes para fazer, porém o cara ficou impressionado. Vou abrir esse vinho para comemorarmos. 
— Eu sabia que conseguiria, minha filha. Disse para o Jeff. Você ia arrasar. 
— E arrasei mesmo. O homem está caidinho por mim, profissionalmente, quero dizer - já se antecipando ao possível comentário de Jeff ao ver o jeito que a olhou - nossa! Tenho tanto trabalho para fazer! Vou ficar maluca. Não hoje. Quero apenas comemorar. 
— Mamãe fez um jantar somente para isso, amor - ele a abraçou beijando-a com vontade - parabéns, minha Gi. Estou orgulhoso. 
— Obrigada, gostoso. Vamos brindar! - ela serviu a bebida em três taças e ergueu a sua - ao futuro! Ao sucesso e ao amor… - brindaram e beberam - o que tem para jantar? Estou faminta! - sentou-se no colo do marido e ouviu a sogra comentar sobre o que iriam comer. 
O que dona Cookie falara era verdade. Nathan também chegou em casa em clima de festa aguardava ansioso pela volta da esposa. Stana o encontrou no quarto brincando com a filha na cama. 
— Oi, amor…
— Hey… bom ver meus dois amores assim juntinhos. Tudo bem? - ela deu um selinho rápido nele e soprou a barriguinha da filha fazendo Kate sorrir - como foi com Ryan? 
— Tudo ótimo. Assinei o contrato, discutimos o cronograma de filmagens, passamos algumas cenas para testar a interação do grupo. E devo confessar, quando fiz a participação em Modern Family eu não senti muito esse lance de personagem. Hoje ao passar o texto com a Carly foi diferente, estranho. Acho que entendi o que você quis dizer. Mudanças, recomeços, nossa nova vida agora, não? - ele sentiu a mão dela em seu rosto. 
— Sim, recomeçamos. Diferente, separados e completamente unidos. Talvez ainda mais que antes. Quando você precisa viajar?  
— Dia 4 de novembro. Volto no dia 20 de dezembro para passar o natal com vocês e retorno dia 3 de janeiro, dai vou direto até 31 talvez tenha que esticar espero que não. 
— Você diz entrar por fevereiro? 
— Sim, mas acho que não faremos. Iremos trabalhar para não acontecer. 
— Tudo bem. Está com fome? Porque eu estou. Você levou sua mãe para casa? 
— Sim, deve estar paparicando Gigi. Hoje era o grande dia dela. Ia mostrar o projeto para o cliente. Precisava ver a mamãe falando toda orgulhosa, até parecia que a Gigi é a filha dela. 
— Mas ela é, Nate. Sua mãe adotou a sis. Eu acho muito lindo. Deve estar comemorando. Vou esperar nosso almoço para cumprimenta-la. Vem, vamos descer. Traz a Katie. 
Uma semana depois… 
Gigi chega na casa da irmã com a sogra. Elas haviam combinado que iam sair da casa de Stana juntas porque ficava mais fácil para trazer dona Cookie. Nathan aproveitou para resolver algumas coisas com Alan já que a filha ficaria com a vó. 
Finalmente sentadas uma de frente para outra no restaurante grego que Jeff a levara uma vez, podiam conversar. 
— Esse lugar é ótimo, você vai gostar. Meu Jeff me trouxe aqui em uma daquelas noites especiais que saímos juntos. Vamos fazer o pedido e então podemos colocar as fofocas em dia. Quer beber? 
— Vinho branco, talvez? 
— Ótimo - fizeram os pedidos, escolheram o vinho e quando saboreavam uma entrada com húmus e falafel, Stana iniciou a conversa. 
— Primeiro quero que me diga como foi a apresentação do seu projeto? Seu cliente gostou? 
— Gostou? Ele amou, sis. O Sr. Mackenzie está empolgado. Acho que vou ganhar a conta nacional. Claro que ainda tem muito trabalho pela frente, vou ter que me desdobrar. Ah, sis, você precisava ver a carinha do Jeff, todo orgulhoso. 
— Eu percebi quando ele falava no domingo. O sacrifício vai valer a pena. 
— E você? Está preparada psicologicamente para ficar sem o seu marido por três meses? Como foi a conversa de vocês, afinal? 
— Foi tudo bem, quer dizer, quando ele voltou para casa me disse de cara que fizera por Katherine e que iria dormir no quarto de Anne. E-eu não aguentei, no meio da noite eu fui dormir com ele, me espremi toda para caber no pedaço vazio da cama. É, nem adianta me olhar assim, sei que fui patética. Quando ele acordou quis me expulsar, então eu disse que deveríamos conversar. Falei tudo, pedi desculpas, a insegurança. Tive que ouvi também. No fim… você sabe o que aconteceu. 
— É, tenho uma boa ideia. Ele estava muito arrasado. Acho que ver Jeff empolgado por minha causa também não ajudou. Você não vai mesmo falar o que ele fez com você? Foi selvagem? E depois apaixonante? Um pouco dos dois? 
— Ai, Gigi! 
— O que? Custa você falar algo? Por exemplo, como o que fiz com o Jeff na minha lua de mel? 
— Já disse que qualquer dia vocês se matam. 
— Só se for de muito amor. Porque naquele dia ele me pegou de um jeito que…nossa! Deixei o homem com um fogo, claro que me dei bem - ela mordiscava a ponta da língua. Stana balançou a cabeça rindo.   
— Você não tem jeito! Hey, tem algo que quero te perguntar. Nathan perguntou porque tínhamos reações diferentes ao ouvir o nome de Caitriona. Também notou que o irmão não gosta muito do assunto. Há alguma razão para isso? - o sorriso malicioso no rosto da irmã indicava que sim. 
— Digamos que eu seja uma apaixonada pela série, um pouco demais por causa das cenas entre as personagens de Caitriona e Sam. Adoro a Claire e você tem que concordar comigo que quando eles fazem cenas de sexo, mama mia! 
— E por que Jeff não gosta? Você por acaso elogiou o cara? 
— Quando ele estava viajando, eu aproveitei que estava sozinha para assistir a série. Ele me pegou assistindo quando chegou. Não gostou. Como é possível ter ciúmes de um personagem fictício? Eu fiz minha parte, disse que ele estava exagerando e que Jamie nem se comparava a ele. Fui bem especifica. 
— Prefiro não ouvir detalhes. 
— Enfim, o lance se repetiu e chegamos a brigar em Edmonton porque ele viu a minha foto com o Neil. Só então eu entendi. Não se trata de personagens de ficção. São atores, são reais. Acho que ele associa ao irmão, sabe? Ficou tudo bem, mas agora só posso assistir Outlander escondida.  
— Vocês são realmente o cúmulo da possessão. Brigam até por personagens em séries. 
— É, confesso que parecia estranho, contudo a ideia por trás disso é compreensível. No fim, acabamos aproveitando a viagem. Um piquenique no lago bem caliente. 
— Tudo se torna mais intenso após uma briga, como se quiséssemos provar um ponto. É urgente demonstrar ao outro o que sentimos. O que queremos. Tudo é rápido, louco. Amplificamos sentimentos, toques, o desejo, eu não sei explicar. Aquela noite mostrou isso a nós dois. 
— Hum, isso está ficando interessante. 
— E acabou. 
— Estraga-prazer. Eu sei que é intenso. Fica muito bom. Como se fosse para compensar mesmo. Você já está se preparando psicologicamente para o tempo que vão passar separados?  Uma dica: outlander ajuda - Stana riu - o que? Não acredita? Vai se divertir e bem, pensar no assunto só que por uma outra perspectiva. Oh, você está pensando em sexo por FaceTime não? Conheço você. 
— Gigi, quer parar? Vai ser muito ruim ficar longe dele. Pare de dar ideia que não vai me ajudar. 
— Como não? Eu sei que não é a mesma coisa. 
— Não se trata disso. Droga! Quando ficamos tão dependentes um do outro? Temos problemas para dormir separados! 
— É, não duvido de alguma magia negra. Eles devem ter magnetismo para nos fazer querer aqueles corpos tanto assim - de repente, Stana notou que a irmã ficara com o olhar perdido e murmurava um ritmo de uma canção. Sim, Gigi pensava em Starving. 
— Hey! Terra para Gigi…
— Ahn? Oi….desculpe, me perdi. 
— Sei que perdido foi esse… tarada! - Gigi mordiscou o lábio inferior.
— Se me acusar disso, vou ter que deixa-la sozinha, sis. 
— Não vem com esse papo furado para o meu lado, sei muito bem o que está se passando na sua mente poluída. Quer me descartar para correr para os braços de Jeff, não? Nada de querer me trocar, Ainda vamos comer a sobremesa - Gigi revirou os olhos. 
Elas comiam a sobremesa. Gigi olhou para a irmã por um momento. 
— Sis? Acha que um dia vou estar preparada para ser mãe? 
— De onde surgiu essa ideia? Gigi, você vai se encontrar. Eu vejo seu jeito com Katherine, se não soubesse como cuidar de um bebê acha que conseguiria faze-la dormir? Ou alimenta-la? Você pode ser mãe, basta querer. Foque no seu projeto profissional primeiro e depois que se tornar sócia, quem sabe você não se anima para me dar um sobrinho? 
— É, talvez depois que o projeto acabar. Vamos mudar de assunto. Como está a série? O Nathan não tem ciúmes de você com o Neil ou os outros? 
— Gigi, somos profissionais. Jeff teve ciúmes porque descobriu a foto, não porque você a tirou. Estou certa? Você não contou a ele. 
— Ah, tudo bem. Você está certa. Mesmo assim… 
— Está andando muito bem. É cansativo, as cenas são pesadas, mas também é divertido. Ele inclusive usou isso para falar da minha insegurança. Ele me fez sentir uma idiota. 
— Esses Fillions são muito cheios de si. Acham que nunca vão nos perder, ou serem traídos. Nossa! Isso foi muito ruim de dizer, e-eu esqueci de contar. Você sabia que Jeff já foi noivo e quase casou, meu Jeff? 
— Não. Nathan nunca falou sobre isso. 
— Ele foi. Acredita que a tal zinha o traiu? Como alguém pode trair o meu Jeff? Aquele homem é maravilhoso… não consigo acreditar. 
— É, nem todas conseguem enxergar como você. Melhor pensar que foi melhor assim, afinal hoje ele é seu marido, não? - Gigi sorriu - e acredite em mim, nem todas aguentam os Fillions. 
— Não, temos que estar bem de saúde e em forma! Quanta disposição! 
— Eu não falei nesse sentido, sis! - Gigi deu uma olhada certeira para a irmã - ok, admito. Eles são quase insaciáveis, porém não ficamos muito atrás. É algo difícil de explicar. Existe o desejo intenso, aquele inicio de loucura, ao mesmo tempo é tao apaixonante, carinhoso. E que boca eles tem, não? Parece mágica - Stana deixou escapar um gemido. 
— Quem é a tarada agora? - elas desataram a rir, Stana ficou vermelha - sabe, sis, devíamos fazer isso mais vezes. Somente nós duas, eu digo. Sem nossos maridos. Uma vez por mês pelo menos. O que acha? 
— Um ótima ideia, Gigi! Pelo menos uma vez, está agendado. 
Ao terminarem a refeição, elas passearam pela rua observando o movimento no centro de LA. Acabaram decidindo por jantar na casa de Stana. Gigi ligou para o marido a fim de se juntar a eles. A noite acabou em vinho e pizza. 
Duas semanas depois, Jeff percebe o quanto sua esposa está enrolada com o trabalho. Não mentira para ele quando dissera que iria trabalhar muito. Alguns dias chega bem tarde em casa, outros ficam até altas horas no computador ou ao telefone falando com fornecedores do outro lado do mundo. Claro que ela sabe que esse ritmo vem atrapalhando a rotina deles. As vezes, Gigi está tão cansada que apenas toma banho e se joga na cama. 
Uma noite, Cookie foi à cozinha pegar um copo com agua por volta de uma da manhã e se deparou com Gigi sentada no chão da sala dormindo sobre o notebook na mesinha de centro. Ao invés de acordar a nora, ela vai até o quarto do filho. Jeff dormia com a tv ligada provavelmente tentando esperar por ela. 
— Jeff - ela tocou-lhe o ombro gentilmente - filho, acorda… - ele abriu os olhos e sentou-se na cama de supetão assustado. 
— O que foi? Aconteceu alguma coisa? - olhou para o lado - Gigi, ela…
— Ela está dormindo na sala, sobre o computador. É melhor você acorda-la e traze-la para a cama. 
— Eu vou…. - Jeff se levantou. Ao descer as escadas a encontrou deitada sobre a mesinha toda torta - Gi… - tocou gentilmente as costas dela - vem para a cama - por hábito, ela se encostou no corpo dele não tinha realmente noção de onde estava. Jeff a ergueu nos braços, ela se deixou envolver por ele. 
— O material… o navio está atrasado, o prazo…eu…
— Shhh, tudo bem, amanhã você vê isso - ele não se deu ao trabalho de tirar as roupas da esposa, apenas deitou-a na cama jogando o edredom sobre o corpo dela. Deitou-se ao seu lado e finalmente dormiu. 
No dia seguinte, após a esposa sair logo cedo, ele comenta com a mãe durante o cafe. 
— Não estou gostando dessa rotina da Gigi, está trabalhando demais. Esse cliente parece estar exigindo muito dela. Vai acabar doente. Nem conheço esse cara - a mãe que conhece sua cria mais do que ninguém entendeu o dilema do filho. 
— Filho, vá com calma. Sei que está preocupado com o bem estar de sua esposa, mas não é apenas isso. Você concordou em apoia-la, sabe o quanto é importante o projeto para Gigi. Não deixe o ciúme interferir no seu julgamento. Ambos são possessivos. Não a questione sem motivo.     
Naquela noite enquanto estava ao telefone, ela reparou no jeito do marido a olhando. Entendia que era difícil para ele vê-la trabalhando tanto. Jeff não exigia nada, porém Gigi notara a insatisfação do marido. Desligou o telefone e embora tivesse ainda uns dois emails e um desenho para ajustar, fechou o computador para se juntar a ele na cama. 
Trocou de roupa, vestindo uma camiseta dele e a calcinha. Sentou-se na cama e passou hidratante em suas pernas. Jeff sentou ao seu lado. Por mais que quisessem a cama king size deixava um bom espaço entre os dois se quisessem. Gigi largou o pote sobre a cabeceira. Aproximou-se do marido, beijou-lhe o pescoço. O nariz tocava a pele cheirando e deslizando até o peito dele. Sentiu a mão de Jeff em suas costas acariciando-a. Ergue-se para fita-lo. 
— Desculpa, amor. Eu não estou sendo justa com você. Sei que estou trabalhando muito nessas duas semanas, mas eu preciso. O meu projeto tem três fases. Não posso falhar se eu não obedecer o cronograma, terei problemas. Estou tendo atrasos com material. Não quero que pense que esqueci você. 
— Eu sei, amor. O projeto é importante, porém você também precisa de descanso. Não faz outra coisa senão trabalhar até uma da madrugada, muitas vezes, vai acabar tendo uma estafa. Seu corpo precisa descansar, Gi. 
— Tudo bem - ela checou o relógio - são quase meia-noite. Que tal você me fazer relaxar um pouco para eu dormir bem? - ele sorriu. Deitou-a no colchão e deslizou a mão tocando o corpo dela por baixo da camiseta. Gigi gemeu em antecipação. Os lábios sorveram os seus com vontade. Jeff queria faze-la esquecer o trabalho por uma hora ao menos. E conseguiu. No instante que sua língua invadiu o interior da boca de Gigi, ela não pensava em outra coisa além de tê-lo dentro de si.    

Primeira semana de Novembro

Era a véspera da viagem de Nathan para Vancouver. Ele já estava de malas prontas. À noite ao deitar ao lado do marido depois de colocar a pequena para dormir, ela foi logo se sentando nas pernas dele. As mãos acariciavam o peito, inclinou-se sobre ele para beijar-lhe os lábios. 
— Não acredito que você ja vai amanhã… numa sexta-feira? Vou morrer de saudades. 
— Vai passar rápido, Staninha. Você estará ocupada com o trabalho, com Katherine. Quando perceber será natal e eu estarei de novo ao seu lado. 
— Você falando parece fácil, mas como sobreviverei a essa cama vazia? 
— Terá que encontrar uma maneira de não sentir tanto a minha falta. 
— Você está se achando o poderoso, não? 
— É você que está dizendo, não eu - ele sorria. Puxou-a para si - melhor aproveitarmos os momentos que temos, não? - ele tirou a camiseta que Stana usava jogando-a para o lado. As maos foram direto para os seios dela. Acariciando-os, apertando-os com os lábios sorveu-os vagarosamente ouvindo os gemidos da esposa. Beijava o meio dos seios fazendo uma trilha de beijinhos pelo colo, pescoço chegando até os lábios de Stana, O contato das bocas fez o corpo dela se arrepiar, ela aprofundou expressando todo o seu amor em um beijo. As mãos perdiam-se nos cabelos dele. Ao quebrar o contato, ela fitou os olhos azuis. Sorriu. 
Empurrou-o de volta ao colchão e começou sua viagem pelo corpo de Nathan. Provava a pele, sentia o cheiro, mordiscava o peito dele provocando. As mãos trabalhavam para tirar as pecas de roupas restantes do caminho. Em seguida, acariciou o membro dele, brincou com ele. Sabia que estava mais do que pronto, porém a arte de seduzir e provocar sempre foi algo característico de sua relação. O sorriso malicioso se formou no rosto de Stana ao inclinar-se outra vez sobre o corpo dele para mordiscar-lhe os lábios e roubar um beijo. 
No instante que se seguiu, ela já deslizava sobre o membro dele. Recebendo-o completamente dentro de si. Ao sentir que estava tomada por ele, sorriu e começou a se movimentar. Ele segurava sua cintura. Movimentavam-se juntos e não demorou para que seus corpos vibrassem com o prazer os atingindo. 
Nathan mudou de posição comprimindo-a sobre o colchão sufocando seus gemidos com um beijo apaixonado. Para ele ainda não acabara. Continuava estocando ritmadamente dentro dela, a boca se perdia entre o pescoço, voltava para os lábios. As mãos apertaram-lhe os seios antes de se juntarem as dela para com mais força e determinação mover-se e leva-la a um novo orgasmo. A explosão aconteceu e ela gritou seu nome. 
Eles trocaram um novo beijo antes de deitarem-se um ao lado do outro extasiados. Demorou alguns minutos para que Nathan voltasse a deitar de lado admirando-a. Stana acariciou seus lábios com o polegar, depois o rosto. Ajeitou os cabelos teimosos que caiam na testa. Ela adorava fazer isso. Nathan inclinou-se para beija-la. Dessa vez, com calma, carinho. Ela o empurrou contra o colchão e aconchegou-se em seu peito ainda beijando seus lábios. 
— Vai ser bem difícil esperar mais de um mês, babe. 
— Eu sei… 
Na manhã seguinte, ele estava pronto para seguir para o aeroporto. Nathan brincava com a filha erguendo-a sobre sua cabeça, mordiscando e soprando o estômago fazendo a menina gargalhar. Repetia o gesto varias vezes. Era gostoso demais ouvir aquele som maravilhoso das risadas de bebê. 
— Voce vai sentir saudades do daddy, Katie? Vai? Pode dizer daddy? Da-ddy… - Stana observava o jeito do pai babão com a filha. Sorria sem perceber. A menina olhava intensamente para o homem que a carregava. Sabia que sua filha teria o mesmo olhar expressivo dela, o que ficava ainda mais irresistível com as duas butucas azuis iguais ao pai. 
— Dada….dada… 
— Você ouviu isso, Stana? Ela está tentando dizer daddy. Isso filha, de novo. Da-ddy. 
— Dada….dada…- Stana se aproximou e abraçou-o pela cintura. Apoiou o nariz no ombro dele. 
— Você ama o daddy? Eu também, Katie… eu amo o daddy - pegou a filha dos braços dele, Nathan beijou a cabecinha da filha. Stana colocou a menina no berço móvel que ficava na sala, voltou sua atenção para o marido - vamos ficar com muitas saudades - ela ajeitou os cabelos sobre a testa novamente. O olhar de admiração e amor deixava o coração de Nathan leve. Os lábios tornaram a se encontrar. Um beijo cheio de paixão e desejo. As mãos dele vagavam pelas suas costas enquanto as dela perdiam-se nos cabelos e seguravam a nuca aprofundado o contato, colando seus corpos. Ela tinha que larga-lo, ao mesmo tempo, não queria. 
As bocas finalmente se separaram. Por segundos. Encontraram-se outra vez para um último beijo que findou com vários selinhos. 
— Boa viagem, babe. 
— Eu ligo quando chegar. Eu te amo, Staninha. 
— Eu também - ela ficou observando Nathan sair de casa. Suspirou. 

XXXXXX

A semana de Gigi fora intensa. Mesmo dizendo a esposa que entendia os sacrifícios que vinha fazendo, ele percebeu durante essa semana que outra vez chegava tarde ou ficava ao telefone com o seu cliente por bastante tempo. Começou a ficar intrigado com os longos telefonemas por volta de onze da noite. Alem disso, notou que ela estava chamando seu cliente pelo primeiro nome. Não era mais Mr. Mackenzie. Era Steve. 
O lado ciumento de Jeff começava a aflorar. Ele se lembrava que Gigi mostrara o site da empresa logo que iniciara as tratativas da conta, contudo ele nunca vira esse tal de Steve Mackenzie. Não sabia como o homem era. Se era casado ou se era um bachelor. A curiosidade falou mais alto. Jeff pesquisou o nome na internet. Ainda receoso tocou na barra de imagens. Varias fotos de homens surgiram, duas delas chamaram a atenção pela legenda. Solteiro e dono de uma das empresas de decoração mais famosas do pais. 
Jeff chegou a prender a respiração. O cara era charmoso. Um coroa. 55 anos e muito bem cuidado. Podia ser muito bem o tipo de Gigi. Afinal, ela parecia gostar de homens mais velhos. De repente, ele ficou com raiva de si mesmo. Por que estava pensando nisso? Por que estava criando um cenário em sua cabeça que podia não existir? Não podia. Ele confiava em Gigi. Ela o ama e não o trairia. 
— Acalme-se, Jeff - dizia para si mesmo - está pensando demais. 
Ele guardou os pensamentos errados e dirigidos por ciúmes em seu subconsciente. Não comentou com a esposa nem com a mãe. Dona Cookie deixara a casa deles indo ficar com Stana a partir daquela tarde. Jeff pensou que talvez fosse uma boa noite para ambos relaxarem. Fazer planos com o projeto de Gigi acontecendo era algo bem difícil. 
Porem, na sexta-feira daquela semana, quando Gigi chegou em casa extremamente cansada, Jeff a esperava preocupado com o jantar, era quase onze da noite e ela deveria estar com fome. 
— Hey… - ela falou jogando a bolsa sobre o sofá enquanto tirava os saltos. 
— Oi, amor. Guardei um pouco de carne e legumes para você, deve estar faminta.  
— Estou cansada e suja, isso sim. Eu comi. Steve mandou buscar comida chinesa. Obrigada mesmo assim. Vou tomar um banho. Os rapazes estavam cortando prateleiras tem pó de MDF até no meio dos meus cabelos - Gigi seguiu para o banheiro, Jeff foi atras. 
— Gigi, você disse que o Steve, o seu cliente estava na loja? Pediu comida? Sao quase onze da noite! 
— O que tem? Ele está sempre na loja. Gosta de acompanhar o progresso de tudo. Achei muito bacana da parte dele, estar interessado no que está acontecendo em sua propriedade. 
— Interessado, sei… - ele retrucou. 
— O que? - ela olhava para o marido tentando entender o que estava havendo ou se passando na mente dele. 
— Nada, Gigi - mas ela sabia que ele estava encucado. 
— Jeff… fala logo. 
— Voce não acha estranho um cara rico e poderoso ficar lá até tarde só para saber como está a reforma de sua loja? 
— Estranho, não. Comprometido, workaholic, ele não construiu tudo o que tinha do dia para a noite. Vive para trabalhar - então ela percebeu - você está sugerindo que ele está lá por minha causa? Que ele tem algum interesse em mim? - ele não precisava responder - Jeff, que bobagem! Não é nada disso. É uma relação profissional. 
— Da sua parte. Não posso afirmar o mesmo sobre ele - Gigi se aproximou, passou a mão no peito dele levando-a até o pescoço. Sorria. 
— Eu fico muito feliz ao vê-lo com ciúmes, meu Jeff. Posso garantir que é bobo, sem fundamento, Não fica assim, gostoso. Eu só quero você - ela o beijou carinhosamente - espere uns minutos eu só preciso tirar essa sujeira do corpo - ela entrou no chuveiro. Jeff voltou para o quarto. A cabeça ainda maquinava seus pensamentos envoltos em ciúmes. Para ele era fácil ver o verdadeiro interesse do tal Steve. Não podia ser apenas profissional ou podia? Será que ele estava imaginando coisas? Andava de um lado a outro do quarto. Quinze minutos depois, Gigi saia do banheiro. Usava apenas o roupão. Os cabelos parcialmente molhados caídos nos ombros. Encontrou-o de pé, a testa enrugada, continuava com a ideia do ciúme o perturbando. Era fácil notar. 
— Hey… - ela foi colocando as mãos por baixo da camisa que ele usava agarrando o tecido e puxando-a pela cabeça. 
— Gi, eu… não sei… estou com ciúme desse cara. Ele passa mais tempo com você do que eu! Você é minha - ela sorriu. Abriu o roupão mostrando o corpo completamente nu. A peça caiu no chão. 
— Gostoso, chega de falar. Que tal me puxar pela cintura, colar seu corpo no meu e fazer amor? Venha, me siga, Jeff… - as mãos dela estavam no peito dele, mas rapidamente apenas o olhar de Gigi fez o desejo o dominar. Ele a puxou contra si, segurou seus cabelos com vontade e sorveu os lábios dela em um beijo urgente - bem melhor assim, me segue gostoso… -  aproximou os lábios do ouvido dele, mordiscou o lóbulo da orelha — já estou excitada e louca para você me ter… - ele a jogou na cama e devorou-lhe a pele, o corpo, os sentidos. Penetrou-a de uma vez. Movimentando-se rapidamente, ouvia os gemidos de Gigi incentivando e querendo mais. O orgasmo a atingiu como uma bomba. Ele calou seus gritos com os lábios. Ela não se deu por satisfeita. Trocaram de posição e foi sua vez de saborear a pele, o corpo, os lábios do seu marido. Não precisaram de muito esforço para se deixarem leve pelo prazer outra vez. 
Deitados na cama enorme, ela se aproximou dele esfregando seu corpo propositalmente no de Jeff. Aconchegando-se no peito dele, Gigi beijou o pescoço do marido e suspirou. 
— Bem melhor agora, gostoso - ele acariciava o braço dela. Gigi levantou o rosto para fita-lo - será que eu consegui tirar essa ideia boba da sua cabeça? Jeff, está tudo bem? 
— Está, amor. Acho que eu estava com saudades…. é só - ele a beijou mais uma vez. 

— Que bom - ela sorriu - acho que vou dormir agora - ela praticamente apagou. Jeff ainda fazia caricias na esposa pensando que sua mente estava bem longe de esquecer as suposições que se formaram ali. Não por ela, mas o lado possessivo não conseguira desligar. Entendia que precisava dividir isso com alguém ou investigar por si mesmo. Podia não ser nada como Gigi o garantira, mas preferia tirar suas próprias conclusões.   


Continua....

7 comentários:

Madalena Cavalcante. disse...

Não aguento esses pensamentos pervertidos da Gigi, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MELHOR PESSOA!
Tô com peninha dos meus nenéns tendo que passar esse tempo todo separados :/ como que eles vão conseguir dormir em paz???????! >< mas pelo menos a melhor sogra de todas vai estar com as garotas Fillions, inclusive já espero uns diálogos maravilhosos entre ela e a Stana, rsrs
E por último mas não menos importante, tô com receios absurdos desse ciúmes louco do casal Giff :x aguardando ansiosamente o próximo capítulo!

Ps. Que babado foi esse do noivado do Jeff???????! PASSADA!

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Nossa essa fins foi excepcional, muito boa mesmo,Essa história fo Jeff já te sindo noivo que a tal noiva o traiu foi interessante ,mas isso também me parece que só vai servir para deixa-lo com a pulga atrás da orelha né .
Agora vamos falar do nosso casal lindo Nate e Staninha como será que eles vão superar essa distância, espero que tanto ela como ele possa escapar para pôde matar a saudade um do outro já que o tempo de viagem e três horas de vôo.
Estou ansiosa para vê como dona Cookie e Staninha vão ficar, querendo vê uma conversa entre elas tipo só aquelas pessoas que são realmente iguais sabe ter e entender uma a outra 💞💞💞💞💞
Voltando a falam do nosso outro casal top espero que esse ciúmes do Jeff não tenha um sentido, odiariam ve-los brigando.
Esperando outra fins bem ansiosa pois não vejo a hora de vê como tudo vai ficar 💝💝💝💝💝💝.
Ps. Fico feliz em saber que você não vai acabar com essa fins, quê ainda tem muito a contar ,isso me deixa muito feliz e já agradeço dês de já Obrigada ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤.

cleotavares disse...

Só a Gigi, pra deixar a Stana vermelhinha de vergonha, com as conversas. E essa história do Jeff noivo? Será que não resgatou o fantasma da traição, e por isso essa cena toda de ciúmes, no final.
Uma perguntinha sobre a Michele, ela sabe sobre a Kate?
Ai gente! E esses dois distante um do outro, quase chorei na despedida.

Vanessa Belarmino disse...

Vi meu nomezinho! ♥

Dona Cookie é um amorzinho mesmo! Vai ser otimo ela ficar em LA.
Gigi toda encucada com o fato de Jeff ter quase casado. Quantas perguntas haha
Traição não. Gigi tem razão, Jeff não merecia algo assim.
Quinta agitada para nosso casais.
Acho tão fofinho dona Cookie conversando com Jeff sobre Gigi. E ele priorizando ela,dizendo que ter filho com ela seria ótimo, mas ela ja basta. (onde clica para imprimir esse homem? Ajuda produção! haha). Minha bichinha conseguiu! Ela merece! Muita comemoração.
Nate empolgadinho com o trabalho e Staninha apoiando ele, agora sim. Devo dizer que acho lindo como Stana encara de boa o a adoção de Gigi, sem ciumes ou encanar. Ela super aprova.
Adorei esse almoço entre irmãs. Amo a relação delas! Gigi conseguindo arrancar algumas coisinhas da irmã hahaha. Amei essa reunião uma vez por mês.♥
E a rotina de trabalho da minha bichinha ta mexendo com Jeff. Dona Cookie sempre sábia em seus conselhos... Adorei que Gigi percebeu que estava deixando ele de lado. To tão orgulhosa dela, ela está se saindo super bem com essa coisa de casamento.
WOW! Tivemos uma "despedida" SN e tanto hein. Daddy Nate é muito bobo e fofo. Own Kate ensaiando falar Daddy... ♥
Vamos para o universo Giff... Adoro Jeff com ciumes! Não nego!hahaha
Gigi tentando provar seu ponto, nós agradecemos...
Jeff ainda encucado, espero que ele não faça nada estupido. Curiosa com quem ele vai dividir isso...

Priscila Barros disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Priscila Barros disse...

Ahhh, meus amorzinhos lindos ❤ e ainda com espaço pra referência maravida ❤
Eu tô com o coração na mão de ver o Nate viajar e ficar tanto tempo longe da Staninha, mas entendo que é por um motivo muito bom ❤❤
E que história da mulher que traiu o Jeff, tô com a Gigi nessa, como pode alguém trair um homem tão maravilhoso??!! Essa só pode ser louca. Bem, a melhor parte de tudo é que ele ficou com Gi ❤❤❤❤
Por falar na própria, Giii e Outlander é aquele amor eterno em forma de referência ❤❤❤ Staninha bem que podia ver também! ❤❤❤

Obrigada por esse capítulo cheio de amor, Kah ❤❤❤❤

Marta Santos disse...

I'm back 🙈🙈🙈

Que capítulo!!!
Sobre Jeff ???? Como assim ele foi traído ? , como assim ele foi noivo?,... Como tiveram corragem e trair esse homem ? #essapassoudeloucura kkk , but ainda bem , pq GIFF NASCEU PRA SER GIFF 💙💙💙. Vamos falar desses 3 meses que Nate vai ficar sem Stana vai ficar sem Nate , so tenho algo a declarar , muitas noites em claro , muitas facetime , muitas loucuras , isso vai ser divertido kkkkkk 😈. Sobre o momentos das duas 😍😍😍😍😍😍😍 muito amor envolvido , conversas interressantes , perversidade de Gigi , nada passa e Staninha Vermelha (até parece Santa ) quem não conhece que a compre kkkkkkkk , eu amo esses momentos 💙💙💙💙💙. Dona Cookie melhor pessoinha do muito ever, amorzinho da vida , amo quando ela está em LA. E vamos ao momento ... ALERTA VERMELHO ⚠⚠⚠⚠ Jeff cheio das ideias , procurando coisas , isso vai dar treta , Gigi trabalhando muito , chamando o cara pelo nome ( Jeff não deixa passar nada ) , Qual é a desse Steve ? ( essa pergunta é minha k) , medo do desenrolar , Gigi sei que a intenção dela é apenas profissional , but esse cara , i dom,t Know !

Como estava com saudades de ler suas fics 😍😍😍😍😍😍 , capítulo M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O

THX KAH💙💙💙💙💙💙💙💙