sexta-feira, 5 de maio de 2017

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.112




Nota da Autora: Eu sei que estavam ansiosas... realmente não sei o que dizer, nem o que vocês irão pensar. Prometo que não foi difícil... o capitulo está enorme hahaha, super Gigi atacando e referencias, sempre existem. Capitulo dedicado a Pri, rainha dos surtos dos corações toda vez que tem uma referencia! E a Mada, porque é uma super leitora e fã. Enjoy! 


Cap.112

Por alguns segundos, eles apenas se olharam. Cada detalhe do semblante de ambos sendo reconhecido. Nathan podia ver claramente o efeito das horas mal dormidas que ela se referia. Ele daria a esposa a chance de começar a conversa, especialmente porque ele gostaria que as primeiras palavras de Stana fossem “sinto muito, Nathan”.  
— Então? Estou esperando… - ela suspira. Estava tomando coragem. 
— Nathan, e-eu acredito que devo começar dizendo que sinto muito. Eu agi de maneira errada, a forma como eu encarei o que me contou… foi uma reação de pânico. Foi mais forte que eu. Não posso dizer que simplesmente errei e achar que tudo vai ficar bem, da mesma forma que não posso ignorar o que se passou pela minha mente. Você me chamou de egoísta. Talvez tenha sido, mas não pelas razões que você imagina. 
— Em nenhum momento, eu fui egoísta porque não gosto da ideia de vê-lo fazendo sucesso, galgando novos horizontes. Claro que não. Porém, estaria mentindo para você se dissesse que estou bem com isso. Eu tive medo, ainda tenho. Um trabalho longe de mim, de Kate. Hoje são três meses, amanhã pode ser um ano. Se tomar gosto pelo cinema, a probabilidade de isso acontecer é grande. Não estou dizendo para não faze-lo. Eu me apavorei com a ideia de perde-lo, esses dias já demonstraram que não funciono sem você - ela tomou fôlego. 
— Temi pela nossa família. Será que nos tornaremos aquele tipo de pais que deixam os filhos em casa com babás porque são incapazes de trabalhar em horários decentes? Será que Katherine crescerá sem poder ver os pais por vários dias? E se ela acabar chamando a babá de mãe? Esse único pensamento me assombrou muito mais do os outros. Talvez isso justifique ter me chamado de egoísta. É uma ótima oportunidade para você, babe. Eu reconheço. Ficar longe de você vai ser muito difícil, mas você merece. Eu me ceguei a ponto de esquecer tudo o que já fez por mim, Nate. Fui extremamente injusta porque você várias vezes foi pai e mãe de Kate. 
— Sim, você foi. E doeu demais - nervosa ela passou a mão nos cabelos - depois de tudo, doeu não ver o apoio incondicional da pessoa mais importante da minha vida. 
— Desculpa, de verdade - ela mordiscou os lábios - Nate, eu tenho medo. 
— Do que você tem medo, Stana? 
— De que você goste da experiência, que queira outras iguais. Você vai contracenar com outras mulheres. 
— Eu já fiz isso antes, por que seria um problema agora? 
— Porque desde mim, você apenas contracenou por breves períodos de tempo. 
— Está dizendo que não confia em mim? Porque não sou eu que anda fazendo videos com os co-stars e postando em redes sociais - ele deixou escapar um riso sarcástico.
— Não! É claro que confio em você, Nate. Eu amo você e sei que o sentimento é reciproco e verdadeiro. Mas a ideia de imagina-lo convivendo com outra mulher por três meses. Droga! Eu sou humana e ridiculamente insegura. Pode me chamar de idiota - ele riu. 
— Você não é idiota, Stana. Contudo é extremamente difícil entender porque é tão insegura. Olha para você. Linda, sexy, com um sorriso de conquistar multidões. As mulheres invejam você, querem ser você. Não entendo porque age dessa maneira comigo. 
— Porque você é Nathan Fillion. Um cara charmoso, despojado, fácil de se relacionar, com esses olhos azuis penetrantes que são capazes de roubar meu fôlego. Você é divertido, cativa todos ao seu redor. Como posso esperar que alguém não se encante com você como eu me encantei. Se apaixone como eu me apaixonei? 
— Não tenho culpa se sou irresistível - ele riu fazendo-a sorrir também. Pela primeira vez, ela fez um carinho em seu rosto - não posso prometer ou proibir que outras mulheres se encantem ou se apaixonem. Há uma grande diferença entre se apaixonar e ser correspondido. E você sabe, Stana, meu coração é seu. Tem sido assim por nove anos. Esqueça esses pensamentos bobos.
— Você ficou chateado por causa dos videos? Não disse nada…
— Não fiquei chateado. Estou apenas provando meu ponto. Você tem razão em uma coisa. Por algum tempo eu me fechei, não disse a você como me sentia. Também errei. E-eu não queria preocupa-la, mas se estamos casados, essas conversas são necessárias. Eu me anulei. Relacionamentos são vias de mão dupla. Um mulher sábia me lembrou isso. Eu estava cansado de fazer pontas. Um pouco frustrado com tudo e não dividi isso com você. Seus videos apenas me lembravam que eu parei e não estava experimentando nada novo. Eu realmente estou empolgado com o novo trabalho, viver outro papel, construir um personagem. E podemos trabalhar com outras pessoas igualmente bonitas sem precisar dessa insegurança. Eu também falei demais, deixei me guiar pela raiva. Desculpe. 
— Agora vai me dizer que Caitriona Balfe não é linda também? 
— A Gigi lhe contou… - ele balançou a cabeça sorrindo - sim, ela é linda - ele tocou o rosto da esposa trazendo-a para próximo de si - mas ela não é você, Stana. Nenhuma delas. Não há ninguém além de você - os lábios encontraram os dela levemente, quase tímidos. Então ele a surpreendeu puxando-a e aprofundando o beijo. A língua devorando o interior da boca tão desejada. Sentiu as mãos dela em seu pescoço. Os corpos se tocando, se aproximando. Ele quebrou o beijo. 
— Vamos para o nosso quarto, Nate. 
Era impossível definir as sensações que dominavam seus corpos. Difícil evitar a urgência de cada gesto, cada toque. Ficar longe um do outro, brigar, sofrer era extremamente complicado quando se ama, quando se é capaz de dedicar sua vida ao outro. Muitas vezes diante do caos, era perceptível o quanto se era dependente. O quanto o amor guiava suas decisões. O mesmo amor protetor se transformava no ciumento, no rancoroso, no insano capaz de desfiar um rosário de atrocidades sobre o outro. 
No fim, era esse mesmo amor benevolente e urgente, puro em tantos momentos e feroz, louco e cheio de desejo em outros que os lembrava que pertenciam um ao outro. Sem qualquer sombra de dúvidas. 
Era inegável que após uma discussão, não havia coisa melhor que sexo de reconciliação. 
Eles rolaram pelo colchão, as roupas perdidas no chão do quarto demonstravam o nível de necessidade daquele momento. Abraços, amassos, caricias. O toque eletrizante na pele ansiosa e quente, o devorar dos seios, as mordidas, a pressa e a plenitude ao sentir-se completamente tomada por ele. 
Era necessidade básica. Sentir-lo dentro de si era o êxtase. O ato de transar, a urgência, o desejo se transformavam enfim na melhor demonstração de fazer amor. Juntos, eles moviam-se em ritmo acelerado, os lábios se degustavam em um nível de paixão vívido. Os braços, os dedos, tudo se completava até o momento da explosão toma-los relembrando porque estavam ali, porque se amavam e se entregavam. 
Stana não conseguia parar, seus lábios exerciam uma força involuntária e incomum sobre os deles. Mordiscava seu pescoço e sussurrava seu nome com palavras de carinho, declarações de amor. Em poucos minutos, ele já estava pronto outra vez. Puxando-a pela cintura, colocando-a por cima, contemplou seu rosto tão belo, tão iluminado pelo desejo presente em seus olhos. Entendendo o que ele queria, Stana se posicionou e deslizou no membro dele. Pela segunda vez, eles se enveredaram nos caminhos do prazer. As mãos entrelaçadas, beijos roubados, a pressão firme dos dedos dele em sua cintura. E a entrega, uma nova viagem. Sem saber onde um termina e o outro começa. Um só corpo, uma só vibração. 
Ela se deixou desabar sobre o peito dele após o orgasmo. 
O doar e o receber. Características do ato de fazer amor. Ainda respirando com dificuldade, sentiu a mão dele acariciando seus cabelos. Ela retribuiu o carinho beijando o peito dele. Sorrindo, ela o encarou. 
— Por que é sempre tão intenso após uma briga? Qual o mistério por trás disso? 
— Talvez seja porque ambos queremos reafirmar o quanto somos importantes para o outro, o quanto amamos o outro? Realmente não sei, Staninha. 
— Eu me sinto tão mal por saber que te magoei, te fiz sofrer. Ao perceber as bobagens que fiz quando penso no quanto eu te amo. A ideia de nos abandonarmos, ou de não querer te ver feliz é tão errada, tão infeliz. Nós funcionamos bem juntos, temos nossos defeitos, mas viver sem você é impossível. Lutamos tanto para estar aqui, tanto sofrimento, não podemos desistir. Criamos nossa historia, nossa familia. Somos felizes assim. 
— Eu sei. É por isso que estamos aqui, não? 
— Sim, você vai para Vancouver. Daremos um jeito nos nossos horários. Encontraremos uma solução para Katherine. Você precisa brilhar também, babe - ela suspirou - me perdoa por tê-lo magoado? 
— Vamos deixar isso para trás, amor. Esquecer. 
— O que eu fiz para merecer você, Nate? 
— Voce é a mulher que eu amo, que me faz feliz. Always - ele a beijou carinhosamente. Aconchegando a cabeça no ombro dele, ela acariciava o peito dele. A mão ia e vinha - eu preciso perguntar algo a você. 
— Pode perguntar. 
— Quando eu estava na casa do mano, eu pensei muito sobre várias coisas do nosso relacionamento. Gigi me atentou para um ponto muito importante que precisamos considerar já que vamos seguir adiante com os nossos planos. Você trabalhando em uma nova série, eu filmando em Vancouver e após essa declaração da sua insegurança… será que não é hora de revelarmos o nosso relacionamento? Expor o segredo? - ela torna a fita-lo. Ele realmente falava sério. Stana sentou-se segurava a mão dele na sua. 
— Nate, eu sei que essa última briga nos deixou balançados. Confesso que existem momentos que isso é o que mais desejo. Chega de se esconder. Então eu olho para a nossa filha, nossa menina tão pequena, tão indefesa. Você consegue imaginar a perseguição dos fotógrafos, o stress? Katherine ainda é um bebê. Meu coração não consegue imaginar a invasão a sua vida. Como mãe não posso deixar isso acontecer. Pelo menos por enquanto, minha resposta continua sendo não. Vivemos bem até aqui. Podemos conviver mais uns meses. Veremos como seu novo trabalho e o fim do meu direcionam nossas vidas. Então voltamos a conversar sobre esse assunto. Minha insegurança ou meu medo não são mais importantes que a nossa pequena. 
— Tudo bem. Eu precisava saber qual era sua opinião. Concordo com você, Staninha. Kate em primeiro lugar. 
— Promete para mim, Nate. Não iremos brigar como fizemos e quando você tiver um problema, irá me procurar para conversar. 
— Eu prometo - deitados lado a lado, acabaram por adormecer. 
Stana acordou com o choro da filha. Devia estar com fome. Levantou-se e seguiu para o quarto. Naquela manhã de sábado ela se sentia bem disposta. Dormira até onze horas e provavelmente Katherine teria que se contentar com o leite. Estava com a menina no colo quanto Nathan surgiu ao seu lado. 
— Dormimos demais, não? 
— Nem tanto, você me entende. De qualquer forma, estávamos precisando desse tempo. Prometo que ela irá almoçar corretamente - ele sorriu. 
— Não estou lhe cobrando nada, Staninha. Vou fazer o café. 
— Eu já desço.  
Ela o encontrou na cozinha fritando ovos. Sentou-se próximo a bancada. Colocou a filha no carrinho próximo a ela. Nathan colocou os ovos no prato a sua frente, serviu a caneca de café e seguiu para a torradeira tirando os pães que fizera especialmente para Stana. Ela adorava torradas francesas. 
— Você quer frutas? 
— Não. Está mais do que suficiente. Logo terei que cuidar do almoço. 
— É verdade que Anne percebeu que você não estava bem? - ela fitou o marido - Gigi comentou. 
— Ela disse que eu estava triste e queria falar com você. Eu menti para a minha sobrinha. Disse que você estava trabalhando e chegaria tarde. O que mais que a minha irmã lhe contou? Foi por isso que voltou para casa? Por que Gigi abriu a boca? 
— Sim e não. Se quer saber, sua irmã me deu muito apoio. Em momento algum, ela se colocou em uma posição de defesa. Foi bom conversar com Gigi. Ela me fez voltar não necessariamente para enfrenta-la ou discutir com você. Disse que deveria voltar por Katherine. Para cuidar dela, sabia que eu estava com saudades. 
— Então você não voltou para tentar fazer as pazes comigo? O que você dissera sobre estar aqui por causa de Kate era verdade? 
— Stana, eu… 
— Você queria que eu desse o primeiro passo. Sim, era justo - ela viu que Nathan ficou tenso de repente - hey… - ela se aproximou fazendo carinho no braço dele - não quero brigar. Mas acho que devo um agradecimento a minha irmã. 
— Nisso concordo plenamente. Mamãe e ela estavam planejando vir aqui amanhã visitar Katherine. 
— Ótima ocasião para um almoço e… você disse mamãe? Minha sogra está aqui? 
— Gigi não falou? Foi uma surpresa para mim quando cheguei na casa do mano. Ela veio com os dois de Edmonton. Aliás, ela está cheia de novidades que pelo que entendi você não sabe. 
— Ah! Ela mencionou algo sobre jantar com dona Cookie e me contar algo no fim de semana… acho que eu estava tão voltada à confusão envolvendo você que não registrei direito o que me disse - sentiu-se culpada por ignorar a irmã. Será que estava tão absorta em seu próprio mundo com o trabalho e os problemas que acabara por anular Gigi da sua vida? Não, fora algo involuntário. Podia reparar seu erro - Vou ligar para Gigi então. Acertar as coisas para amanhã. 
— Deixa que eu fico com a Katherine. Estou com saudades da minha fofinha - ele se levantou e seguiu pegando a filha no colo - hey, Katie…vamos passear com o daddy? - a menina abriu o sorriso ao olhar para Nathan. Foi para o quintal. Stana pegou o celular e ligou para a irmã - hey, Gigi… 
— Sis! Achei que não ia me ligar nunca! Você está bem? Se acertou com Nathan? Diga que pediu desculpa por favor! - Stana teve que sorrir diante da colocação da irmã. 
— Alguém está ansiosa por noticias, não? 
— É fácil para você falar. Não teve que ficar dando uma de mediadora da situação. Caramba! Não é fácil lidar com dois cabeça duras. Teimosos. E que fique registrado que eu não joguei um contra o outro, mas eu não a defendi. Pronto, não gosto de rodeios. Vamos ao que interessa. Se entenderam? 
— Sim, Gigi. Nós conversamos. Eu pedi desculpas. 
— Você falou como se sentiu? O lance da insegurança? 
— Sim. Ele não entende, quer dizer, não sabe porque eu me sinto insegura. 
— Nem eu! Mais importante vocês transaram até cairem mortos de cansaço? 
— Gigi… 
— Essa é a melhor parte de tudo. Nem adianta querer dar uma de certinha para cima de mim. Você aproveitou, não? Nenhum dos dois conseguia dormir. Eu sei que fizeram loucuras - Stana apenas ria - tudo bem, não quer compartilhar? Eu não vou força-la. 
— Sis, eu preciso agradecer. Sei que não foi fácil tomar partido nessa situação. E você ainda tem que levar em consideração o que o seu marido pensa, a sua sogra. E não ficarei chateada se você me disser que todos estavam contra miim, eu mereci. Foi minha culpa. 
— Por incrível que pareça, eles não ficaram contra você. Sim, à princípio Nathan com o sangue quente retrucou e quis brigar comigo. O que eu entendi completamente. Eu era o inimigo ali. Eu representava você. Vi meu Jeff ficar balançando entre mim e seu irmão. Estava no olhar, mesmo assim ele me defendeu. Eu pretendo evitar situações como essa no futuro. Para o nosso próprio bem, Stana. A verdade era que ninguém procurava culpados, todos queriam vê-los juntos. Queríamos que se acertassem. 
— Mais um motivo para eu agradecê-la, sis. Sei que ficar no meio do tiroteio não foi um passeio no parque. Significa muito para mim. 
— Eu sei. Você é minha irma, Nathan é irmão do meu marido. Não é uma situação comum. Somos família duplamente. Sabe, em toda essa história o que mais me impressionou foi a forma como Nathan se magoou. Desculpe estar dizendo isso para você, Stana. Talvez seu modo de lidar com problemas devido ao meio que vivem seja diferente, mas eu apenas vi seu marido arrasado daquela maneira quando você estava em crise de depressão. Acho que o que estou tentando dizer é bem simples. Da próxima vez que você resolver discutir com seu marido, quiser dizer palavras para machuca-lo, qualquer briga que passe em sua mente, lembre-se desse episódio. Lembre-se do que estou dizendo. Você não afeta somente Nathan. Atinge Kate, a mim, Jeff. Por favor, sis. 
— E-eu entendi. Nossa… acho que devo muito mais que um almoço para você. Está chateada comigo por causa dessa situação, Gigi? 
— Não! Olha, você teve um problema. Relacionamentos são assim, eu fiquei no meio do fogo cruzado, mas isso não me importa. De verdade. A consequência sim, essa me afeta. Espero não ser colocada em uma situação onde nos obrigue a escolher entre você e meu marido. Isso foi difícil demais. Não foi você quem teve que olhar para a cara de Jeff completamente indeciso e culpado. Estamos bem, Stana. Se ficou tão comovida com as minhas palavras você podia me oferecer um pouquinho mais de detalhe sobre a sua reconciliação, não? 
— Ah! Agora sim é a Gigi que eu conheço e a resposta é não. 
— Droga! Tudo bem, ainda amo você. Só que acredito que merecemos um tempo sozinhas, entre irmãs, para fofocar. Portanto, trate de arranjar uma vaga nessa sua agenda. 
— Prometo que arranjarei. Na próxima semana. 
— Ótimo! Agora posso te perdoar parcialmente. A totalidade vai depender do quanto vou arrancar de você nessa conversa. 
— Gigi eu não vou contar nada para você sobre minha intimidade com meu marido! 
— Você nem sabe se é isso que vou pedir… vamos falar de coisas mais urgentes. Amanhã, eu e a sogrinha iremos fazer uma visita para a nossa gatinha. Ela está louca para ver a Katherine. 
— Esse era o segundo motivo da minha ligação, apesar de que ainda tenho uma curiosidade. Como dona Cookie acabou vindo para Los Angeles? 
— Bob está muito envolvido com a caça e a pesca essa época e ia deixar minha sogrinha sozinha por um tempo. Não era justo. Meu Jeff convenceu-a a vir passar um tempo conosco. Pode ter nossa companhia, ver a neta. E o pai não se importou afinal sabe que a esposa está segura e em boa companhia. Ele diz que vai ficar longe por duas semanas, mas Jeff me contou que com a vinda dela para cá, certamente vai arranjar outras viagens e aventuras com os amigos. Típico canadense. Adora caçar e pescar. Ainda bem que nossos maridos não puxaram  ao pai nisso. 
— É, os vícios deles são mais acessíveis a nós. Eu não me importo com o videogame nem com os mergulhos. 
— Você esqueceu do sexo. 
— Meu Deus, Gigi! Vira e mexe você traz o assunto. Qual é o seu problema? 
— Meu? Nenhum! Assim como também não é o seu. Não adianta se fingir de puritana. 
— Melhor parar essa conversa por aqui. Eu ia falar de almoço, decidi não me estender no assunto. Espero vocês amanhã. Onze horas está bom? - somente para implicar, Gigi comentou. 
— Onze… é acho que tenho tempo suficiente para acordar, fazer amor bem gostoso, satisfazer meu marido e me aprontar para ir para a sua casa. 
— Gigi estou desligando… - ouviu a gargalhada da irmã - implicante! 
— Boba! 
Stana deixou o celular de lado e se concentrou em preparar o almoço da filha e do marido. Mais tarde quando estavam todos devidamente alimentamos e Nathan tinha colocado Katherine para dormir no berço, eles sentaram juntos na sala de video. Ele checava alguns emails no iPad enquanto Stana deitada com a cabeça no colo dele lia um livro de viagens. Por um momento, ela viu que o marido deixara o equipamento de lado e acariciava seus cabelos. Ela fechou o livro apoiando-o sobre o peito. Fechou os olhos e se entregou a curtir o momento. 
Seus pensamentos voltaram-se para as palavras de Gigi. Brigas, mágoas. Detestava a ideia de feri-lo. Então lhe ocorreu que desde de o momento que fizeram as pazes, ela não o questionara sobre o filme. Não se mostrara disponível para ouvir sobre a oportunidade que surgira para o marido. Era sua vez de ser compreensiva, de apoia-lo a exemplo de como ele fizera com Absentia. 
Abriu os olhos. Sorriu. Brincando com uma das mãos dele, Stana perguntou. 
— Será que pode me contar em detalhes sobre seu novo projeto com Ryan? Eu gostaria de saber mais - viu o sorriso alargar-se no rosto do marido. Havia também um brilho em seu olhar. Ela imaginou que Nathan estava esperando por sua manifestação quanto ao assunto. 
— É uma espécie de policial futurista. Serei um agente parecido com os caras do FBI. A diferença é que patrulhamos o espaço e pilotamos naves espaciais ao invés de carros. Claro que tem as cidades modernas também… 
— Então é uma mistura de todos os seus trabalhos. Firefly, Castle… e a figura feminina? Onde ela se encaixa? 
— Também é uma agente, temos um envolvimento amoroso. Não sei a fundo sobre o relacionamento, não sei dizer se haverá cenas intimas ou sexo. 
— Eu não disse nada…
— É, eu sei que não falou embora sua cabecinha estivesse pensando na possibilidade. Vai insistir na insegurança? 
— Não, babe. É só que… Caitriona é mestra nessa área. 
— Apesar de ser a preferida do diretor, ela é a menos cotada. Por razões óbvias. Está completamente envolvida em Outlander. Tudo indica que é Carly Pope que ficará com o papel.  Não quero que fique pensando sobre esse assunto, amor. Somos profissionais. Vocês, Katics, tem algum problema com a Caitriona? 
— Não, por que? 
— Sei lá, o comportamento das duas. Seu e de Gigi. E notei que o mano não gosta muito do assunto. 
— Não sei nada sobre a relação de Gigi e Jeff nesse sentido. Estou começando a achar que estou por fora das fofocas e dos acontecimentos da vida da minha irmã mais do que imaginava. Definitivamente tenho que arranjar um tempo para o almoço que ela me pediu. Posso pedir para a minha cunhada ficar com Katherine. 
— Almoço? Somente entre as duas? Devo ficar preocupado? - ela riu acariciando o rosto dele. Inclinou a cabeça tentando alcançar os lábios de Nathan. Ele a encontrou no meio do caminho. Por alguns longos segundos eles permaneceram trocando caricias. Ao quebrar o beijo mediante um suspiro dela, acrescentou - você está tentando desviar minha atenção, Staninha? Pois saiba que não funcionou. Conte logo o que estão planejando. 
— Deixa de ser bobo, Nate. Eu venho negligenciando minha irmã. Apenas percebi quando estávamos falando ao telefone. Acho que estou sendo egoísta com Gigi também. 
— Em partes, mas tem andado ocupada. Ela também. Aliás, boa sorte em achar um tempo para esse almoço. Do jeito que ela anda trabalhando será uma tarefa difícil. 
— Mesmo? Em que? 
— Eu não sou louco de contar a novidade de Gigi. Tenho amor a minha vida - eles riram - ela vai contar para você amanhã - um choro surge na sala. A babá eletrônica avisando que Katherine estava acordada - deixa que eu vou. Deve ser a fralda. 
— São quatro da tarde. Ela pode estar com fome. 
— Se for isso, trago nossa filha comigo e você pode preparar umas frutinhas. 
Ele voltou com a filha no colo. Katherine estava bem esperta. Stana cortou várias frutas diferentes e amassou-as com um pouco de suco de laranja. Preparou também um suco bem ralinho de morango. Nathan brincava com a menina enquanto a esposa a fazia comer. Era um típico momento em familia. 
Ao terminar, ela se concentrou em dar a mamadeira de suco. Nathan pegou um pote de sorvete na geladeira. Em poucos minutos, preparou um smoothie para a esposa. Também provou e acabou tomando um copo. Teve que reconhecer que ficara muito bom. Stana deixou a filha no berço móvel que mantinham na sala enquanto saboreava a sua bebida. 
— O que você pretende fazer para o almoço de amanhã? Quer a minha ajuda? 
— Não, pensei em algo bem simples. Sua mãe gosta de comida com influência japonesa? Ia aproveitar que a yoki do Jeff ainda está aqui para fazer um yakisoba ou um chope suey. Também uns tempuras ou você poderia comprar uns rolinhos primavera para nós. O que acha? Agradarei sua mãe? 
— Claro que sim. Mamãe é muito fácil de agradar. E ela gosta de qualquer coisa. Eu compro os rolinhos assim você evita de fritar. 
— Ainda farei o tempura. Se bem que é mais fácil que os rolinhos. O yakisoba é melhor? 
— Sim, o completo. Tem todos os ingredientes ou preciso ir às compras? 
— Acho que tenho tudo, vou checar. Vou ligar para o Markus, quero Anne aqui amanhã. Você pode busca-la quando for pegar os rolinhos. 
— Sem problema. 
À noite, após a filha dormir, eles tiveram outro tempo para si. Fizeram amor outra vez. Stana estava deitada ainda sobre o corpo dele. Roçava o nariz na pele de Nathan várias vezes. Gostava de sentir o cheiro dele. 
— O que você está fazendo? 
— O que parece? Estou cheirando você. 
— Por que? 
— Eu gosto. Senti falta - ela respondia agora não apenas cheirando, mas também beijando e provando a pele do peito dele com os lábios e a língua. 
— Nós ficamos só um dia afastados. 
— Imagina como vou me sentir quando você for para Vancouver. Tudo bem que no caso anterior o principal problema foi a briga. Além de não tê-lo ao meu lado, sabia que você estava chateado. Então fazia eu me sentir pior. Como aguentaremos? - ele acariciou as costas dela. Ergueu o corpo um pouco da cama para beija-la. 
— Conseguiremos, amor. E vou poder vir de vez em quando. São menos de três horas de voo - Stana virou-se para deitar ao lado dele. Nathan segurou o rosto dela, o polegar roçando os lábios. 
— Quando você precisa viajar? 
— No inicio de novembro. Ainda preciso ver a data com Ryan. Por que? 
— Preciso saber. Tenho que começar a pensar em alternativas para Katherine. Talvez eu consiga que minha cunhada me ajude ou mude um pouco meu horário de trabalho. 
— Hey… vamos pensar sobre isso depois. Temos um certo tempo. Estou com outra coisa em mente… - ele a beijou de novo. 
— Hum…o que seria? - sentiu a mão dele apertando o interior de sua coxa. Não era necessário dizer mais nada. Outra vez, deixaram seus corpos aproveitarem o melhor do prazer. 
Após falar com a irmã, Gigi se sentiu um pouco melhor por saber que ela estava bem e também por tirar um peso de suas costas. Como já havia terminado o que queria com relação ao seu trabalho, ela pegou o livro que guardara na gaveta da cabeceira, escorou-se na cama e começou a ler. 
Jeff a encontrou uma hora depois devorando o livro. Olhou desconfiado porque jurava que ela estava trabalhando. Ao ver o titulo, suspirou. 
— Eu pensei que estivesse trabalhando, por isso te deixei sozinha. Vejo que já achou outra diversão, não Gigi? - ela não o escutou - Gigi? Hey, Kristina! - ela deu um pulo ao ouvir a voz elevada do marido - onde você estava que nem me ouvia? 
— Em 1743? - ela respondeu inocente. 
— Não acredito nisso. Outlander, de novo? Quer dizer que você me disse que ia trabalhar e está lendo sobre esse…esse… - ela largou o livro. Aproximou-se dele. 
— Hey, eu estava trabalhando. Acabei, posso mostrar minha apresentação se quiser. A sis ligou. 
— Não mude de assunto. Se terminou de trabalhar podia ter ido atrás de mim. 
— A sis me distraiu e… ah, Jeff! A culpa é do seu irmão. Ele quem trouxe o assunto falando de Outlander e Caitriona, me deu vontade de ler. Não fique emburrado. Você deveria largar esse implicância e experimentar. Aposto que ia gostar, tem batalhas, mortes, muitas espadas e… - ela apertou o rosto do marido - desfaça esse bico. Vem cá - ela o beijou com vontade. 
— Não devia ceder a você, devia deixa-la sem sexo, com a droga do seu livro! 
— Quem falou em sexo? Eu só quero agradar meu marido - empurrou-o na cama subindo no corpo dele - e para sua informação eu não faço sexo, eu faço amor… já esqueceu, Jeff? - ela não o deixou falar tomando seus lábios. Era inútil tentar resistir a Gigi… 
O domingo começou agitado. Katherine berrou logo às seis da manhã ansiando por leite. Dessa vez, foi Nathan que se levantou para preparar o leite e alimentar a pequena. Sentado na cadeira com a filha nos braços, ele observava o quanto a menina tinha os traços de Stana. Tirando os olhos azuis e o nariz, todo o resto era da esposa. A expressão do olhar, a boca, as sobrancelhas, até o formato do rosto era dela. 
Stana se aproximou abraçando seu pescoço por trás. 
— Curtindo a sua princesa, babe? 
— É. Ela parece com a minha rainha. Demais. 
— Eu não tenho olhos azuis. E você já reparou que ela tem um bumbum arrebitado e bem formado igual o pai? - ele olhou para a esposa com uma sobrancelha erguida - sério? Nunca percebeu quando trocou fraldas? Ela puxou para você. Mal posso esperar para ver nossa patinha andando. 
— Calma, Staninha. Primeiro ela tem que engatinhar. Não apresse as coisas. Quando menos esperarmos, ela estará na escola e depois será uma mocinha e vai namorar e…. - ela riu da cara de pânico de Nathan. 
— Quem está apressando as coisas mesmo? Relaxa, Nate. Teremos muito tempo para curtir nossa princesa. 
Mais tarde, Nathan saiu para pegar os rolinhos primavera do almoço, comprar alguns ingredientes simples e buscar Anne. A menina estava louca para ver a tia. Primeiro encheu Nathan de beijos dizendo que estava com saudades. Tagarelou o caminho todo quando o tio perguntou como estava a escola. 
Ao ver a tia na cozinha, ela correu feito um foguete e se jogou nos braços de Stana. Katherine estava no berço próximo ao balcão onde a mãe trabalhava. 
— Calma, docinho. Assim vou suja-la com essas carnes. Deixa eu lavar a mão - foi até a pia da cozinha e após enxugar as mãos, ela abraçou a sobrinha. Depois de receber vários beijos de Anne, a menina fez a tia se abaixar para que pudesse tocar seu rosto. Stana reparou que a menina examinava seu rosto com bastante atenção. Curiosa, perguntou - o que foi, Anne? Algum problema? - Nathan que acabara de colocar as sacolas sobre o balcão também olhava intrigado. 
— É, parece que a tia não está mais cansada - tocava o rosto com carinho - e não está triste. Disso Anne tem certeza - a menina virou-se para o tio - ainda está trabalhando até tarde, tio Nathan? Porque a tia não gostou e ficou triste. Anne não gosta de ver a tia Stana triste. Ela tentou enganar a Anne, mas eu sou esperta e sabia - ela beijou outra vez o rosto da tia - agora ela está feliz. 
— Não estou trabalhando até tarde. 
— A tia disse que estava. Será que a tia mentiu? - ela olhou para a sobrinha. Nathan tratou de consertar o que disse. 
— Sua tia não mentiu, eu me expressei mal. Não estou mais trabalhando até tarde. 
— Ah… então é por isso que ela está feliz - satisfeita, a menina foi até o berço mexer com a prima. Nathan trocou um olhar com a esposa. Stana deu de ombros, queria evitar falar do quanto a sobrinha parecia entende-la. Ele se aproximou dela. Acariciou-lhe o braço com as pontas dos dedos. 
— O que acabou de acontecer aqui? Essa menina me assusta às vezes - Stana sorriu - sério. Como ela consegue perceber tudo isso em você? 
— Segundo minha mãe - Stana disse baixinho - ela é mais minha filha que do Markus. É bem parecida comigo e tem um pouco da Gigi. Não puxou o lado Katic do meu irmão. Temos uma ligação especial. 
— Disso não tenho dúvidas! Quer ajuda? 
— Não, o almoço está sob controle. Mas se você quiser adiantar a sopa da Katherine ia me ajudar e muito. Estou pensando na sobremesa. Talvez possa fazer um bolo de chocolate com Anne, ela ia gostar. O yakisoba eu somente posso fazer praticamente na hora mesmo. 
— Ela vai adorar. Quer chama-la agora? 
— Não, deixa eu terminar de cortar tudo que preciso, ela está distraída com Kate. 
Vinte minutos depois, a sopa de Katherine já estava no fogo, Stana tinha tudo preparado para o almoço e Nathan pegara a filha no colo para fazê-la dormir. 
— Por que a Kate tem que dormir agora, tio? 
— Está na hora do cochilo da manhã, Anne, ela é um bebê precisa dormir mais que nós. E você vai estar ocupada. 
— Anne! - era Stana que chamava - vem cá. 
— Sua tia tem um trabalhinho para você. Aposto que vai achar divertido. Vai lá, não deixe-a esperando - a menina saiu correndo. 
— Que foi, tia? 
— Quer me ajudar a fazer um bolo de chocolate para o nosso almoço? Teremos que fazer duas caldas. 
— A da Anne e a da tia Gigi? 
— Isso mesmo. 
— Oba! - já foi subindo no banquinho ao lado da tia ansiosa por começar. 
Quando Gigi chegou meia hora depois com o marido e a sogra, encontrou Stana e Anne na beira do fogão. O bolo estava no forno e as duas providenciavam as caldas. 
— O que vocês estão aprontando? - ao ver a tia, Anne largou tudo e correu para abraça-la. 
— Tia Gigi! Anne estava com saudades. Cadê o tio Jeff? 
— Se estava com saudades tem que me dar beijo - ela encheu a tia de beijos fazendo Gigi gargalhar - e que confiança é essa? O que você quer com o seu tio? 
— Abraçar, que nem a tia. Calma, Anne está com saudades. Não precisa ficar com ciúmes. 
— Podia ter ficado sem essa, sis - disse Stana - já que está aqui, que tal provar para ver se essa calda ficou boa? Estamos fazendo bolo de chocolate. 
— Ah! O bolo do Jeff gostoso? - a irmã riu - ninguém resiste ao meu Jeff. 
— Não, boba. Estou fazendo um bolo de chocolate normal e duas caldas para agradar todo mundo, certo docinho? 
— Certo! - Gigi se aproxima da irmã, prova um pouco do doce da colher. 
— Está bom, mas ainda doce. Coloca mais chocolate amargo, sis. E você, pequena, vai logo atrás do seu tio. Daqui a pouco vai declarar que é o seu preferido e deixar Nathan emburrado  eu adoraria ver a cena - Stana ria e a menina desapareceu da cozinha - vejo que você está bem melhor. Sorrindo, sem olheiras, o que um bom sexo de reconciliação não faz, hein? 
— Ah, Gigi - ela abraçou a irmã - não era só a Anne que estava com saudades - encheu a irmã de beijos - eu também. 
— Para sua louca! - caiu na risada também - agora você me deixou mais curiosa sobre o que meu cunhado fez. 
— Quer parar, Gigi? Cadê minha sogra? 
— Ainda pergunta? Quer apostar quanto que está de chamego com Katherine nos braços? 
— Minha filha está dormindo… 
— Então está com o seu outro bebê, o Nathan. Tudo bem, ela está há uma semana paparicando meu Jeff. 
— O que inclui você também. Aposto que nenhum dos dois chegou perto da cozinha. 
— Não é verdade! Certo, tudo bem. Mas a levamos para jantar e seu marido estava junto. 
— Ai está voce! Oh, Stana não precisava ter todo esse trabalho por minha causa. 
— Trabalho nenhum, minha sogra - elas se abraçaram - quer dizer que está fugindo de Edmonton? 
— Fugindo da solidão, minha filha. Bob se embrenha pelo mato e esquece da vida. Ainda bem que Jeff insistiu para eu vir para Los Angeles. Estou há uma semana aqui e sequer me lembrei do meu marido ou da minha casa. Tem sempre algo novo acontecendo por aqui, claro que nem tudo é bom - Stana sabia que ela se referia a briga dela e de Nathan - felizmente, tudo acabou bem. Hum… está cheirando a chocolate. 
— A sis está fazendo bolo. Com a minha calda. Acabei virando uma expert no assunto. 
— Eu sempre disse que você levava jeito, Gigi. Só precisa de um incentivo - disse Cookie. 
— Por incentivo, entenda-se Jeff, minha sogra. Ele é o único capaz de fazer minha irmã enfrentar a cozinha - elas riram. 
— Quer ajuda, Stana? 
— De jeito nenhum. A senhora é minha convidada. Gigi, sirva um bebida para a dona Cookie. Nem para isso o Nathan serve. Aposto que está bebendo com o irmão. 
— Que nada! Eles estão na sala de video. Foram jogar com Anne. 
— Mas que danada! Enganou a gente direitinho com aquele papo de saudade do tio Jeff… estava sedenta para jogar. Era só o que faltava. Três viciados em games. Vou ter que dar um jeito nisso - ela já se arrumava para ir atrás deles quando Stana falou. 
— Deixa, sis. Assim sobra tempo para nós, mulheres, conversarmos. 
— Tudo bem, mas nem pense que vou contar os tópicos da nossa conversa ao telefone, ainda quero meu almoço particular. Se vira! 
— Não estava falando disso, boba. Temos um tempinho com a sogra. Que tal me contar como esses dois estão lhe explorando, dona Cookie? - sorrindo, a sogra sentou-se em um dos bancos do balcão da cozinha americana e iniciou uma animada conversa com as noras. Enquanto conversavam, Stana preparava o yakisoba. O macarrão cozinhando e ela fritando os tempuras. Em meia hora, estava tudo na mesa. Elas chamaram as supostas crianças para almoçar. Sem resposta, Gigi foi obrigada a traze-los à força ou algo semelhante. Sempre podia rolar umas ameaças. 
— Hey, Stana! Nem falei com você - Jeff se aproxima beijando a cunhada. 
— Também, foi logo se animando com o videogame. Fez papel de mal educado. E você deixa a coisa muito solta nessa casa, sis. Nathan foi logo entrando na da Anne. Na minha casa isso não acontece. Mesmo porque a punição logo surge. 
— Ah, Gigi! Todo mundo sabe qual é a sua forma de ameaçar o mano. O problema é que depois nem você resiste - disse Nathan. 
— Não é nada disso que você está pensando, Nathan, errou feio - ela olhou para Jeff enquanto sentava-se à mesa. Ele a compreendera de imediato - seu irmão sabe do que estou falando. 
— Do que ela está falando, Jeff? Violência doméstica? 
— Não é nada disso. Isso é entre mim e meu Jeff. Chega dessa conversa. Nós viemos aqui almoçar com a sogrinha, portanto vamos sentar e saborear esse treco que a sis fez, parece uma gororoba, mas cheira bem. Vem, sogrinha, sente-se ao meu lado. 
Stana sentou-se ao lado do marido que estava na cabeceira. Anne ao lado dela. Gigi, Jeff do outro lado e dona Cookie na outra cabeceira. Ela havia colocado os rolinhos primavera em um prato grande, o molho ao lado. Seguindo o mesmo conceito com os tempuras. O yakisoba ficou no meio da mesa. Ela serviu Anne e todos fizeram o mesmo em seguida. Ao provar o prato, Jeff gemeu. 
— Hum… isso está delicioso, Stana. Você caprichou no óleo de gergelim, não? Incrível! E a gororoba que você chamou tem nome, Gi. Yakisoba. 
— Ah, eu só sei que está gostoso. Eu sei o que é um yakisoba, Jeff, mas esse tem tanta coisa! 
— É o super completo. Tem carne, porco, frango, camarão e lula além dos vegetais. Foi feito na sua yoki, cunhado, que aliás prometo que você levará hoje para casa. 
— Relaxa, Stana. 
— Sim, está muito saboroso - disse dona Cookie - você realmente tem jeito para a cozinha, Stana. Tem um tempero muito bom e apurado. 
— Sim, ela fez esse prato outro dia para mim. Nossa! Tão bom quanto esse. 
— Eu bem sei porque estava bom - disse Gigi - deveria agradecer a mim por aquilo e eu estava chupando o dedo. 
— Obrigada pelos elogios, Jeff, minha sogra. Será que podemos mudar de assunto por um instante? Parece que tudo que se fala nos leva ao mesmo lugar comum. 
— Por que sera, não? - Gigi implicou - o que você acha, Nathan? 
— Acho que está na hora de realmente mudar o foco - disse ele olhando para a esposa - por que você não conta as suas novidades para a sua irmã, Gigi? Você disse que não passaria de hoje. 
— Ah, tudo bem. Ela é a única que não sabe mesmo. Quer dizer, Nathan sabe por alto. Ouviu uma conversa minha e de Jeff. Minha firma ganhou a conta de um dos maiores empresários do ramo de decoração. Eu fui designada para remodelar a loja de Los Angeles. É um projeto de três meses tem que estar pronto antes do natal. Caso o cliente goste muito do trabalho, ganhamos a conta nacional, teremos que trabalhar em todas as lojas dele e eu serei sócia no escritório. 
— Nossa, sis! Isso é incrível. 
— A Gi não contou a historia direito. Ela ganhou a concorrência com outras três empresas de arquitetura de Los Angeles. Convenceu o cara na apresentação. 
— Alguém está orgulhoso… - disse Stana, 
— Sim, cunhada. Estou mesmo. Ela merece. Sei o quanto ela trabalha - disse Jeff olhando a esposa apaixonado. 
— Isso é verdade. Desde que eu cheguei vejo Gigi chegando tarde, debruçada no computador, aproveitando cada minuto que tem. Ela vai conseguir - disse dona Cookie. 
— Isso quer dizer que a tia terá mais dinheiro? - perguntou Anne interessada. 
— Sim, Anne. Além de outras coisas. Vai colocar o nome dela na porta de entrada da firma que trabalha, em todo o cartão, publicidade - disse Jeff. 
— Ah! Isso é bom. Papai sempre diz que precisa de bastante dinheiro para criar um filho. Talvez depois que a tia Gigi ganhar a placa, ela pode ter filho. Ter um bebê - Anne falou na maior inocência já fazendo planos para o futuro de Jeff e Gigi. Ao ver a cara de pânico da irmã, Stana desatou a rir. 
— Anne! Isso não é engraçado, você sabia?  - retrucou Gigi visivelmente chateada.   
— O que foi que eu fiz, tia? Não é verdade? Com mais dinheiro pode ter filho e a tia Gigi vai ter que ser mãe porque o tio Jeff quer um bebê.  
— Hey! Não é assim que a coisa acontece. Quem decide sou eu, é o meu corpo que vai mudar e minha vida. Onde já se viu! Deixe de ser puxa saco de seu tio por causa de um vídeogame.  
— Na verdade, a decisão tem que ser dos dois - disse Nathan - porque envolve sacrifício e dedicação dos dois lados.  
— Vamos mudar de assunto? Estávamos falando da minha carreira!  
— Gigi tem razão, tudo a seu tempo - disse a sogra - ela está em um momento muito importante da sua vida profissional.  
— Obrigada, sogrinha.  
— Minha Gi está trabalhando bastante para agradar esse cliente. Eu sei que irei vê-la como sócia porque tudo que ela se dedica a fazer sai incrível - disse Jeff recebendo em seguida um beijo da amada.  
— Concordo, cunhado. Não vê o bolo de chocolate? Ganhou fama e fãs. Falando nisso, está na hora da sobremesa. Vem me ajudar, docinho? - Anne levantou rapidamente da cadeira seguindo a tia até a cozinha.  
Enquanto eles saboreavam o bolo, alguém começou a reclamar. Kate chorava bastante. Nathan foi até o quarto, trocou a fralda da filha e a trouxe para a sala. Stana já amassava os legumes da sopa para dar a menina. Sabia que o choro era fome. Nathan entregou a filha para dona Cookie voltando para o seu bolo. Stana pergunta se a sogra quer dar a sopa para Katherine. Claro que Cookie aceita. Elas se distraíram com a criança e logo Anne se juntou às duas. Gigi, Jeff e Nathan conversavam até que Jeff olhando a cena da mãe com a Stana falou baixinho para Gigi. 
— Sabe, o mano disse mais de uma vez para mim que nunca se casaria. Quando vejo essa cena da mamãe com a sua irmã entendo porque mudou de ideia.  
— Como assim?  
— Acho que o Nate acreditava que nunca ia encontrar alguém como a mamãe. Estava errado. Stana tem esse jeito maternal, carinhoso, protetor claro que ela tem outras qualidades diferentes, mas a essência lembra em muito a mamãe.  
— E você? Chegou a pensar como Nathan?  
— Não, eu sempre pensei em casar para ter uma família porque adorava a vida que levamos durante a infância. Eu demorei mais do que devia. Pelas contas da mamãe eu já podia ter uns 3 filhos se tivesse me casado quando achei ser o momento.  
— Você já quase casou? Nunca me contou isso...  
— É, quase. Outra hora eu te conto. Na verdade estava esperando você.  
— Você está dizendo isso para me convencer a não te perguntar sobre essa história do passado, gostoso? - ela já mordiscava o lóbulo da orelha dele, sussurrou - não vai funcionar.  
— Hey, vocês dois querem parar com essa demonstração explícita - disse Nathan.  
— Com ciúmes porque sua mulher está ocupada e não pode fazer o mesmo? - implicou Gigi. Nathan fez uma careta para a cunhada.  
— As duas crianças já vão começar? - retrucou Stana - são piores que Kate e Anne juntas.  
— Não falo nada, deixa a Kate crescer - Gigi ria - vai pagar sua língua. Lembre-se que ela é Katic e Fillion! Dose dupla - eles riram.  
— Que bom que tudo está caminhando. Minha Gi será sócia do escritório, Stana numa nova série, o mano com um filme bacana - Gigi o belisca - o que foi, Gi?  
— Está tudo bem. Jeff tem razão - disse Stana - Nate vai para Vancouver no início de novembro e daremos um jeito de conviver com isso, conciliar vida pessoal e trabalho. Já enfrentamos obstáculos maiores - ela sorriu para o marido.  
— Falando nisso, Stana. Vocês já pensaram com quem vão deixar Katherine quando tiver trabalhando? - perguntou Cookie.  
— Ainda não decidimos tudo, talvez minha cunhada possa me ajudar, a mãe da Anne.  
— Anne pode ajudar também, sei cuidar de Kate, tia - disse a menina com um ar orgulhoso. 
— Estava pensando, se quiser minha ajuda eu ficaria feliz em cuidar de Katherine para você esses meses, Stana - disse Cookie.  
— Mas e quanto ao meu sogro? Ele não vai reclamar de ficar esse tempo todo sozinho?  
— Bob? Reclamar? Nada! Ele vai adorar, isso significa mais tempo para a caçada, sem obrigação de voltar para casa por minha causa. Vai incentivar.  
— São três meses, minha sogra.  
— Relaxe, Stana. A mãe está certa. E qualquer coisa, ele culpa o mano - Nathan olhou para Jeff como quem diz: você deveria me defender - estou brincando, em último caso se ele morrer de saudades trazemos o pai para LA.  
— Acho excelente, Jeff.  
— Nossa! Acho que só posso dizer muito obrigada! - Stana sorriu e beijou a sogra. 
— Eu que agradeço. Será um prazer cuidar e mimar minha princesa. Que vó não gostaria? Acho que resolvemos um problema não, Katie? - Cookie disse mexendo com a neta e cheirando a cabecinha da menina.  
— Quem diria, nós acabamos resolvendo todos os problemas desses dois, não Jeff? Primeiro fazendo esses teimosos se entenderem depois compartilhando a sogrinha. Prestou atenção na palavra "compartilhando", Nathan?  
— Gigi, só tem um detalhe: ela é minha mãe. 
— Minha também! Você não tem exclusividade sobre ela, aliás você nem estará aqui - Stana revirou os olhos, mas foi dona Cookie que acabou com a discussão.  
— Não se preocupem, cuidarei de todos. E faço com muito amor. Todos são meus filhos - Nathan se aproximou da mãe, abraçou-a mesmo com a Katherine nos braços e beijou-a.  
— A senhora não existe, sabia? Amo você por tudo e ainda mais por fazer isso.  
— É acho que jogaram a forma fora quando a fizeram - disse Gigi para testar.  
— Não, acho que não jogaram fizeram algumas alterações - Nathan olhava para a esposa e depois para o irmão. Gigi sorriu sussurrando para o marido.  
— Eu entendi o que disse, concordo com Nathan, você também veio da mesma forma - Jeff sorriu e beijou-a.  
Mais tarde, Gigi arrastou Anne do videogame para que pudessem ir para casa. 
— Poxa, tia! Só mais uma partida. Eu e o tio Jeff estávamos detonando o tio Nathan, por favorzinho?! - o olhar de súplica fez Gigi gargalhar.  
— Está bem, só mais uma partida estou contando o tempo no relógio, mocinha. Se passar de meia hora eu vejo desligar esse treco da tomada - ela olhou para o marido - o mesmo recado vale para você, Jeff.  
— Xiii... alguém pode ficar sem outra brincadeira - provocou Nathan.  
— Você está muito saidinho para alguém que há dois dias estava emburrado pelos cantos, com raiva do mundo.  
— Gigi... - ele fez sinal apontando a cabeça na direção da menina.  
— Por que estava emburrado, tio? O trabalho estava difícil? Era por isso que a tia também estava triste? Vocês brigaram?  
— Não, princesa. Eu estava chateado com o trabalho, mas já passou - a menina largou o controle e virou-se para Nathan quase colocando o indicador em seu rosto.  
— Tio, presta atenção, Anne não é burra. Não briga com a tia que eu não gosto. Se mentir vou ficar de mal com você e só vou jogar com o tio Jeff. O tio brigou com a dinda, não?  
— Não brigamos, Anne. Nós não concordamos com algumas coisas, mas está tudo bem. Eu amo sua tia, Anne. Não se preocupe, ok? - ele se agachou para olhar nos olhos da menina. Ela deu um abraço apertado nele quase chorando disse. 
— Anne não gosta quando o tio briga com a tia Stana, ela fica triste e eu também. 
— Prometo que não brigarei, mas adultos são complicados às vezes discutem só que isso não quer dizer que não gostamos um do outro. Tudo bem? - ela balança a cabeça afirmando - ótimo então dá um beijo no tio - ela obedeceu. Gigi olhava com carinho para a menina. Ela acabara criando aquela confusão. 
— Eu não quero mais jogar. Eu cansei. Podemos ir para a casa, tia Gigi?  
— Claro, Anne. Vamos nos despedir da Katherine e da tia Stana - de mãos dadas elas desceram as escadas. Gigi olhou para Nathan e sussurrou - desculpe! 
Após muito mimo e beijos em Kate e na tia, Anne se deu por satisfeita. Gigi também brincou com a sobrinha e fez questão de lembrar a irmã do compromisso. 

— Pronta, sogrinha? Prometo que vou arranjar um tempo para trazê-la aqui antes de se mudar de vez para ver sua neta - dando um beijo na irmã, eles finalmente deixaram a casa. 

Continua....

7 comentários:

Priscila Barros disse...

Ahhhhhhhh, nem todos os corações do mundo serão suficientes para demonstrar meu amor por esse capítulo ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤ (imagina aquele coração gigante que aparece no whatsapp hauahauahu ❤❤❤❤)
Primeiramente queria dizer que eu já comecei surtando com a nota hauahauahuhauahauahu ❤❤❤❤
Ahhh, que conversa foi essa?! ❤❤ Que lindo ver os meus dois amores se resolvendo, colocando tudo o que tava incomodando pra fora, se desculpando e fazendo as pazes lindamente com tanto amor ❤❤❤❤
A descrição do amor que eles fizeram foi tão pura, tão forte, tão repleta de sentimentos. Eu fiquei toda boba ❤❤❤❤❤
Tão lindo a Stana se inteirando sobre o filme e tudo mais.

Pausa para a referência 1:
**— Não, babe. É só que… Caitriona é mestra nessa área.**
(A bicha realmente manja dos paranauês, miga hauahauahuhauahauahu)

Sobre Gigi ser a melhor pessoa do mundo?! Sempre!!! ❤❤❤❤ O que me lembra da segunda referência hauahauahu! Gigi lendo Outlander ❤ Jeff amigo, tenho que concordar com a Gi, você deveria ver ou ler a série, é maravida! ❤❤
Esse almoço foi lindo, amo muito ver essa família unida ❤❤ fiquei mega feliz da dona Cookie ficar com a Stana e a Katie quando o Nate viajar ❤ no final tudo ficou resolvido e feliz e cheio de amor.

Amei muito muito muito mesmo cada parte desse capítulo. Eu amo tanto essa fic. Obrigada por esse capítulo lindo, Kah ❤❤❤❤❤

Madalena Cavalcante. disse...

Aaaaaaaaaaah obrigada por me citar mais uma vez *--------*
QUE CONVERSA DE RECONCILIAÇÃO MAIS LINDA!!!!! NÃO TENHO ESTRUTURA PRA ESSES DOIS! Kah, que tiro foi esse cap?? Reconciliação + NC alá Outlander 🌚 + Anne, só podia ter dado nesse resultado maravilhoso!!!
E a Gigi, tenho que dizer mais uma vez que ela é A MELHOR PERSONAGEM da vida! *--------*
E a resolução para o problema foi GENIAL!! Melhor pessoa pra cuidar da pequena Kate não existe!

Foi tudo lindo Kah, obrigada mais uma vez ❤❤❤

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Hoje vou começa lhe parabenizando, pois esse capítulo foi tudo de bom💖💖💖💖💖nossos dois amores tendo uma conversa franca e sincera foi lindo de ser ver.
Deu para ver a emoção nas palavras ditas por ambos e isso torná tudo mas perfeito, depois de tudo teve o nas perfeito sexo de reconciliação💝💝💝💝💝💝💝.
E como não ama a Gigi ela é perfeita, sempre colocado aquele toque a mas em tudo,Jeff como sempre um lindo, nossa ele realmente é o Fillion certo para a nossa maluquinha mas linda do mundo amo eles milhões de carinho em forma de corações 💞💞💞💞💞💞💞.
Anne essa menina e fora do sério fico imaginando ,quando ela estiver adulta, ninguém vai conseguir enganar ela espertar por demais 💟💟💟💟.
Dona Cookie foi espetacular ser propondo a ficar com a Kate e de quebra com a Stana, vai ser incrível ❤❤❤❤❤❤
Para você Kah meus agradecimentos pois a cada postagem Nova sua é uma forma de aliviar os problemas do dia a dia ,você talvez não faz idéia como essas fic está me ajudando nesses momentos difíceis que venho passando💜💜💜💜.
Obrigada e para você só meus mas sinceros 👏👏👏👏👏👏 e carinho 💕💕💕💕💕💕💕💕💕💕💕

cleotavares disse...

Que bom que nossos queridos se entenderam, e muito bem, por final. uhuuuuu!
A Annie como sempre, um amorzinho e a Gigi, uma pérola. Que bom que a D. Cookie vai tomar conta da netinha.

O amor não é lindo?

rita disse...

Excelente o capítulo!! Todos foram ótimos, mais o reencontro do Nathan e Stana foi de ter que tomar um banho de água fria para acalmar. Abraços.

Vanessa Belarmino disse...

Tão bom quando eles conversam e tudo se resolve. Isso que estava faltando. Stana estava focada demais no trabalho e negligenciando o resto, apesar de ter se esforçado em algum ponto. E Nate tb não estava falando o que estava sentindo. Conversaram, se entenderam e rolou o sexo de reconciliação. Se é que pode-se chamar assim. A autora estava inspiradíssima, poetizando e tudo... Wow!
O segredo permanece ao menos por uns meses.
Acho bonitinho o respeito que Nathan tem pela Gigi. Eu disse que Staninha estava negligenciando ate a sis. Tem que agradecer e muito... ahhaha
Adorei a conversa delas por telefone e estou ansiosíssima pelo almoço delas. Gigi curiosa e implicando com Stana hahaha
Eu gostei de ver Stana demostrando interesse ao projeto do marido, ele ficou tão feliz.
Catriona ta toda famosa no meio Katic e Fillion hahaha Será que Gigi vai contar para Stana o lance do Jeff com a série? hahaha
Staninha toda preocupada em agradar a sogra. Fofo!
Ela cheirando e beijando ele, parece que faz seculos que eles não estavam juntos haahha
3 meses não vai ser fácil.
Adoro Jeff bravinho "— Não devia ceder a você, devia deixa-la sem sexo, com a droga do seu livro!" Torcendo para ele fazer isso qualquer dia desses hahahaha
Que lindo Nate admirando Kate e vendo traços da Stana nela. Morri de rir da Stana falando que ela era bunduda igual ele.
Anne é um show a parte né, teve que se certificar que a tia estava realmente bem. Esse bolo que chocolate já virou ritual Katic, independente do tipo de recheio.
Stana dando vários beijos em Gigi tipo Anne haahha Essas duas são lindas.
Finalmente Gigi conseguiu contar a novidade profissional. Jeff ainda ressalta os detalhes todo orgulhos. E dona Cookie ajudando.
E a pequena Anne soltando essa pérola épica. Quase caí da cadeira hahahaha
Nate falando que a decisão de ter filho deve ser dos dois ♥♥
Tb to curiosa com essa história do quase casamento de Jeff.
Voltamos a normalidade com as crianças da casa. hahaha
Stana e Nathan mostrando que aprenderam a lição. Acho lindo isso. Reconhecer os erros, aprender com eles e seguir em frente. hahaha Cantei a bola de dona Cookie ficar com Kate. Vai ser otimo. Vovó vai poder mimar todos. ♥♥
Anne dando uma de Gigi pra cima do Nathan, ele não foi o único culpado, mas foi engraçado.
Ansiosa para os próximos.
Vc disse que o capitulo estava grande? Nem percebi. Amei! ♥


Géssica Nascimento disse...

PERFEITO!!
Essa família é tudo de bom!!! E estando juntos!!! Perfeito!!!!
Adorei saber que a Kate tem a bundinha do papai, é uma patinha!!!! KKK
Acho super fofo, quando o Nathan fala pra Gigi que a mãe é dele, tão fofo e possessivo com a mamãe!!!
Ps.: o capítulo está grande?? também não percebi!!!
Karen, Parabéns, novamente e novamente!!!!