segunda-feira, 12 de setembro de 2016

[Stanathan] Kiss and Don´t Tell - Cap.84



Nota da Autora: Esse capitulo não é tão grande, mas tem sentimentos suficientes para todos. Hora de Gigi colocar ordem na casa além de uma participação especial... deixa eu esclarecer algo sobre a fic a partir de agora. Cada vez menos vocês irão ver rumores ou noticias que SN postam na net. Haverá algo, mas não se trata mais de criar a storyline com base nisso, KADT criou vida própria, principalmente com a possibilidade de avanço no tempo... o angst está dizendo adeus, mas a seca ainda permanece (ao menos no descritivo), mas existe um motivo, fiquem ligadas...anyways... enjoy! 



Cap.84


Gigi chega na residência dos Fillions em tempo recorde. Assim que a porta se abre, ela se assusta com o cunhado. Nathan está abatido, visivelmente cansado e preocupado. Os olhos azuis sempre tão alegres e brilhantes estavam opacos.

- Oi, Nathan. Vim o mais rápido que pude. Não vou perguntar como você está porque sua cara não nega. Mas, e seu braço? Está sentindo dores? Sei que Stana deveria estar lhe ajudando, sua mobilidade está...

- Tudo bem, Gigi. Eu me viro. Temos problemas maiores. Ela está assim há três dias. Não quer fazer absolutamente nada. Desde o episódio, eu sou muito idiota. Como não lembrei que reviver aquelas cenas poderia afeta-la?

- Hey... Você sabia que podia acontecer somente pela data. Tudo está muito recente. Não é sua culpa e não pode agir assim. Não estará ajudando assim. Como ela está?

- Não se alimenta, não faz nada. Apenas dorme. Eu tentei de tudo. Quando vi o remédio sobre a cabeceira da cama, me desesperei, meu coração quase parou. Gigi... eu não sei como trazer minha esposa de volta. Somente a quero de volta. E-eu... - ele não conseguiu completar a frase antes de tomar folego para controlar as emoções, sentiu a mão da cunhada tocando seu ombro em sinal de apoio e compreensão - eu a amo. Tentei falar sobre a nossa viagem, nosso tempo juntos, nada. Deus! Ela precisa sair desse transe, virar a página - ele passou a mão nos cabelos - precisa de algo novo. A gravidez seria excelente, mas não ouso falar disso agora, não está bem psicologicamente. Eu preciso vê-la bem então poderemos iniciar o novo capitulo de nossas vidas, nosso tempo, nossa família. Eu... Gigi, ela é minha vida...

Comovida, Gigi abraçou o homem à sua frente. Entendia sua dor, também não imaginava sua vida sem a irmã.

- Onde ela está?

- Onde mais? No quarto, na cama.

- Você já comeu? Tomou os remédios?

- Eu me viro, nossa prioridade é outra.

- Tudo bem, fique aqui. Quero conversar a sós com ela. Você tem chá? - ela seguiu para a cozinha, colocou a chaleira no fogo. Nathan mostrou a caixinha onde Stana mantinha os saquinhos de chá. Após colocar a agua quente numa caneca, Gigi pegou um sachê de camomila. Subiu as escadas. Antes de abrir a porta do quarto do casal, ela respirou fundo. Tinha ideia da Stana que encontraria, sua aparência. A ideia era bastante diferente da realidade.

Entrou no quarto. Apesar da janela estar aberta deixando a claridade do sol evidente, as cortinas estavam fechadas criando uma penumbra no ambiente. Ela observou a cama. Apesar de ter os olhos fechados, Gigi sabia que a irmã não dormia, pressentira sua presença no quarto. Ótimo, pelo menos não teria que acorda-la. Sua primeira providência foi abrir as cortinas. Os raios do sol invadiram o lugar espalhando-se especialmente sobre a cama. Gigi se sentou sobre o colchão com o copo de chá nas mãos. Mesmo sabendo que Stana tinha ciência de sua presença ali, ela tocou gentilmente o ombro da irmã.

- Sis? Olhe para mim. Sei que esta acordada... Stana? - viu o corpo se mexer virando-se de lado, evitando o olhar de Gigi. Ainda de olhos fechados, ela falou.

- Me deixe quieta, Gigi... eu só quero voltar a dormir.

- Mas não pode e não vai. Olhe para mim, Stana. Sente-se na cama - Gigi esperou, ela não se mexeu - Stana, eu não irei falar outra vez - como não se mexeu, Gigi jogou as cobertas longe ouvindo o gemido de reclamação da irmã. Relutante, Stana virou-se.

- Por que você fez isso? Quero ficar sozinha.

- Adivinha? Querer não é poder. Não comigo - Gigi puxou o travesseiro que Stana colocava no rosto com uma mão e com a outra a fez sentar na cama.

- Que droga, Kristina! Me deixa! - o uso de seu nome real era uma demonstração de quanto a irmã estava afetada – não é como se eu tivesse um trabalho, um compromisso ou algo para fazer!

Na luz do sol, Gigi pode perceber as marcas no rosto da irmã pela primeira vez, a pele negra abaixo dos olhos, o semblante cansado, pálido. Estava mais magra, com cara de doente. Ela não se importava se seria dura demais, não podia se calar e deixar essa situação continuar.

- Não tem compromisso? Não tem o que fazer? Você tem uma vida inteira para viver, um mundo lá fora cheio de possibilidades, um futuro ao lado de um homem incrível. O mesmo homem que está sofrendo por ver você se trancar em um quarto, definhar numa cama como uma doente! Exceto que você não está doente. Está triste por uma injustiça e por uma fase da sua vida que acabou só tem um problema: não é a única. Ou você acha que Nathan não está chateado também?

- Aliás, você tinha um compromisso ou será que esqueceu que deveria ajuda-lo na recuperação da cirurgia? Ele está lá embaixo morrendo de medo que você faça uma loucura porque você simplesmente não o escuta. Prefere se esconder nesse quarto no momento que ele precisa de você. Nunca pensei que fosse dizer isso, mas sabe aquela cena que ele fez no último episódio? Chorando pela Kate? Eu acabei de presenciar uma mil vezes pior por sua causa.

Finalmente uma reação. Stana arregalou os olhos. O que Gigi estava falando? Nate... Deus! Ela passou a mão no rosto, percebeu que suas mãos tremiam. Fraqueza.

- Beba o chá.

- Eu não quero...

- Não perguntei se queria, mandei beber - relutante por conhecer a fúria da irmã, ela bebeu. Gigi decidiu que era hora de mudar o ritmo e faze-la sair da cama.

- Sis, o que você está fazendo? Tem um marido maravilhoso querendo sua companhia, um futuro. Pode viajar com ele, criar novas memórias, mudar o ritmo da sua vida. O passado, o que criaram e viveram juntos por oito anos será sempre visto com saudade, mas não pode ditar a sua vida, anula-la. Vocês precisam superar, ajudar um ao outro. Você o negligenciou e insistiu em se fechar, se sabotar. Fazendo isso está dando a vitória aqueles que querem te ver cair.

Stana terminou o chá. As palavras da irmã eram verdades que a estapeavam na cara provando o quanto estava errada. Por outro lado, não conseguia se livrar da dor imediatamente. E havia Nathan... ele precisava dela. Falhara como esposa depois de tudo o que ele fizera por ela nesse último mês. Fracasso. Parece que essa palavra estava presente em todas as áreas de sua vida. Era como se sentia.

- Nathan... eu fracassei outra vez...

- Fracassou? Essa vai ser sua desculpa para se afastar e ficar reclusa? Acho que vai precisar de algo melhor que isso porque apenas você se acha fracassada. Se é assim, por que a mídia, os fãs, as redes sociais todas celebram Kate Beckett?

- Eu falhei como esposa devia... Gigi, eu preciso estar bem para ajudar Nate, mas eu não estou pronta. Não é fácil levantar dessa cama e fingir.

- Então vai se esconder nesse quarto, dormir e quando resolver sair? E se ele não tiver mais lá fora esperando? E se ele desistir?

- Gigi não fala assim... - as lágrimas começavam a cair - eu o amo, ele não pode me deixar, não posso ser abandonada por Nathan também... - havia desespero em seu olhar. Gigi suspirou, era mais grave do que pensara.

- Hey, sis... Tudo bem - ela a abraçou, Stana chorava copiosamente – ninguém vai lhe abandonar, estamos aqui, por você. Quando você ficou tão insegura? Não ouviu nada do que disse? Nathan está esperando por você, quer viajar, ter uma família com você. Para isso acontecer, você precisar querer, lutar e principalmente sair dessa cama.

Stana ergueu a cabeça do ombro da irmã fitando-a. O rosto marcado por lágrimas. Então, Gigi perguntou.

- Você quer o mesmo que ele?

- Claro que sim! Eu amo Nate, demais.

- Então reaja, por ele e principalmente pelo que o futuro reserva a vocês.

- Por que parece tão difícil?

- Porque você deixa que seja. Vamos lhe ajudar. Pequenas ações, a primeira é sair dessa cama e tomar um banho. Você não vai dormir mais, somente quando Nathan for. Vá para o banheiro, eu vou descer para preparar algo para comer. Não demore.

Gigi permaneceu no quarto até o momento que a viu entrar debaixo do chuveiro. Em seguida, desceu as escadas. Encontrou Nathan sentado no sofá, a cabeça apoiada na almofada, os olhos fechados. Ela o tocou com cuidado. Ele deu um pulo, assustado.

- O que aconteceu?

- Tudo bem...

- Cadê? Stana, ela...

- A conversa foi difícil, ela está machucada com um sentimento de abandono. Mas acho que progredimos. Ela está no banho. Eu a proibi de voltar para cama e agora preciso faze-la comer.

- Desculpe, não estou em condições de cozinhar. Eu... esses remédios me deixam sonolento. Ela não deve comer nada pesado, são três dias sem comer.

- Eu sei, o ideal seria uma sopa.

- Na segunda gaveta da cozinha, ao lado da geladeira tem vários cardápios de delivery, tem um de sopas de um bistrô, Le petit Paris. Ligue e peça. Está no nome dela.

- Ótimo, e quanto a você? Não quer nada? Se os dois tiverem fracos, isso não vai dar certo. Vou pedir para todos - assim que terminou, Gigi veio sentar-se ao lado do cunhado - Nathan, preciso que entenda que o processo de melhora não será imediato. Ela está insegura, precisa de apoio, carinho, mas sem pressão. Você já passou por isso uma vez, sabe o que fazer. Mantenha-a ocupada, talvez roube Anne para vir visita-la. A menina fará bem a ela, a fará recordar o que poderá ter em seu futuro.

- Sim, a pequena será muito bem-vinda.  Pode distrai-la. Eu sei o que devo fazer, só espero que ela melhore.

- Ela vai e vocês irão viajar e seguir com suas vidas.

Nesse instante, Stana aparece descendo as escadas. Vestia uma calça de moleton e uma camiseta de alcinhas, os cabelos estavam presos em um rabo de cavalo. Nathan sentiu uma dor no coração ao ver o estado da esposa, magra, pálida, os olhos fundos e amendoados. Não havia brilho. Ele precisava mudar isso. Gigi se levantou para dar uma certa privacidade para os dois.

- Hey... vem aqui, gorgeous. Quero te dar um beijo - ela tentou abrir um sorriso, conseguiu formar um pequeno no canto dos lábios, notou que ele tinha a aparência cansada. Sentou ao seu lado. Nathan envolveu-a com seu braço esquerdo. Beijou-lhe a testa e depois os lábios rapidamente - está com fome?

- Um pouco... Como está seu braço?

- Dolorido, mas melhorando - ela suspirou. Passou a mão no rosto dele, os olhos já iam encher-se de lágrimas então Nathan a beijou com vontade esperando que o ato impedisse o choro. Funcionou.

- Certo, a comida vai estar aqui em quinze minutos. Quer mais um chá, sis?

- Um café seria melhor...

- Não, nada de café pelo menos até você comer algo substancial.

- Você parece a mamãe...

- Espero que seja um elogio. Eu vou mexer no meu horário de trabalho, quando você precisara gravar, Nathan?

- Eu liguei para Alan, deveria começar na segunda, mas eu pedi para gravar sexta e sábado pela manhã para adiantar.

- Ou seja, amanhã. Tudo bem, vou ligar para o escritório e falar com Marko. Posso trazer a pequena para dormir aqui desde sexta.

- Hey... estou aqui, vocês não precisam ficar discutindo sobre como cuidar de mim, acham que preciso de babá?

- Não se trata disso. Gigi quer lhe fazer companhia e por que não trazer Anne? Não a vemos desde antes do aniversário. Ela vai gostar de estar aqui e posso jogar com ela no sábado.

- Você tem certeza que pode jogar? Acho melhor não.

- Parece que minha enfermeira está de volta.

- É, não quero que nada de ruim aconteça com você.

- Penso o mesmo de você por isso precisa comer - a campainha soou - bem na hora.

Eles sentaram à mesa para comer. Além da sopa, Gigi pedira baguetes com queijo, rosbife, verduras e molho delicioso. Comeram sem conversar muito. Stana tomou toda a sopa e comeu metade do sanduiche, o que fora um avanço considerando os últimos dias. Gigi decidiu ir embora.

- Certo, acho que vocês irão ficar bem. Amanhã estarei aqui por volta das nove.  E a noite já avisei o Marko que vamos raptar a pequena para o fim de semana. Nós iremos busca-la juntas. Agora preciso voltar para dar atenção ao meu namorado. Aliás, você podia ligar para o seu irmão, ele quer notícias. Eu não deixei ligar antes.

- Vou ligar - Gigi dá um beijo em cada um e vai embora. Assim que ela saiu, Stana pediu.

- Posso tomar café? Você vai prepara-lo para mim?

- Acho que você mereceu depois de se alimentar - ele levantou-se e foi até a cafeteira. Cinco minutos depois, entregara uma caneca com o latte preferido dela e um coração torto - desculpe, não tenho a mesma habilidade com a esquerda.

- Está lindo - ela sorriu - obrigada, Nate.

- Não tem nada que agradecer.

- Muitos não aguentariam uma drama queen...

- Você não é uma drama queen, tão longe disso... você está apenas passando por uma fase difícil, sofreu uma decepção.

- Você é muito bom para mim. Eu estou fazendo tudo errado, deveria estar cuidando de você, não o contrário.

- Nós nos ajudamos, passamos por tudo juntos, os bons e os maus momentos. É isso que é casamento.
Stana tinha a cabeça baixa olhando para o liquido na caneca, Nathan sabia que ela maquinava alguma coisa naquela mente. Viu-a suspirar, então ergueu o rosto para fita-lo. As lágrimas estavam outra vez presentes.

- Por que parece tão difícil? As lembranças, os cenários, eles voltam sempre a minha mente. Eu não quero mais pensar nisso, eu quero seguir em frente, curtir minhas férias ao seu lado. Você merece cada segundo da minha atenção, mas ver aquelas imagens, lembrar que aquele foi o ponto final. Eu não sei explicar - as lágrimas caiam - mas dói. Sinto muito, babe... eu sinto tanto por ser tão fraca.

Ele foi ao seu encontro para abraça-la, Stana enterrou o rosto no peito dele. Nathan sentiu as lágrimas molharem sua camisa.

- Eu vou melhorar... e-eu prometo. Eu te amo, Nate.

- Eu sei, vai passar - ela ficou um tempo agarrada nele para finalmente erguer a cabeça e perguntar.

- Você quer tomar um banho? Quer que eu o ajude?

- Eu vou aceitar. Depois podemos assistir um filme ou ouvir música, o que você quiser.

- Podemos ouvir aquela seleção do meu aniversário?

- Claro, Staninha.

Eles subiram para o quarto. Stana ajudou Nathan a despir-se e acabou entrando com ele usando apenas calcinha e o sutiã debaixo do chuveiro. Esfregou as costas, o peito e após ajuda-lo a enxugar-se, teve que fazer o mesmo. Devidamente vestidos, eles foram para a sala de vídeo. Nathan colocou seu telefone na dock e selecionou a playlist que ela queria. Stana se aconchegou do lado esquerdo repousando sua cabeça no ombro dele. Ela não queria conversar, porém apenas estando ao seu lado sentia que a dor diminuía. Após escutar as músicas, ele colocou um filme antigo para assistirem. 12 Angry man. A versão original. Isso os distraiu novamente. Quando Stana de mexeu para ir ao banheiro notou que ele estava quase dormindo. Devia ser pelos remédios. Gentilmente, ela tocou o ombro dele e a face.

- Hey... você não quer ir se deitar? Está dormindo aí, babe. Tudo bem, eu posso ficar aqui ou ler um livro. Prometo que não vou me fechar outra vez.

- Eu estou bem...

- Não, está cansado. Você está se recuperando. Pode ir para o quarto, vou ficar bem.

- Apenas por meia hora, prometo.

- Tudo bem, vou ler.

Nathan levantou-se e seguiu para o quarto, ela pegou o livro que estava na sala e foi para o jardim. Tentou ler, porém não passou do primeiro parágrafo. A mente não conseguia se concentrar nas palavras, vagava em pensamentos, nas lembranças que deveria evitar. Foi assim que Nathan a encontrou uma hora depois sentada na grama, o livro aberto entre as pernas e o olhar perdido no nada. Ele já sabia que outra vez entrara no mundo de transe, na reclusa que beirava a depressão.

- Hey... tudo bem? - ele se colocou na frente dela, estava tão absorta que não percebeu a presença dele - Stana? Amor... fale comigo. Está me ouvindo? - ele tocou o rosto dela se agachando. Os olhos perdidos finalmente deram sinal de vida.

- Já acordou?

- Você estava com aquele olhar perdido e triste, amor... - ela se levantou e ajudou-o. A verdade era que não estava tão pronta para deixar tudo para trás. Ela tentava, porém, era mais forte que ela. Seu coração gostava de sentir dor, era a única explicação.

- Esquece isso, amor. Vem, você deve estar com fome. Vou preparar o jantar, se incomoda de eu fazer sanduiche? Todos dizem que não devemos cozinhar com raiva ou tristeza, por isso eu prefiro arriscar no sanduiche. Não se preocupe, colocarei todo o meu amor nele.

- Stana, tem certeza que está bem? Posso pedir algo. Não quer conversar?

- Nate, eu não estou bem ainda. Nem vou tentar fingir ou mentir, ver aquelas cenas novamente, ver a sua cena, mexeu com meus sentimentos outra vez. Prometo que vou trabalhar nisso. Eu quero deixar isso para trás, mas conversar? Eu tenho medo que eu perca o controle e apenas chore.

- Tudo bem, saiba que eu estarei aqui quando quiser falar.

- Obrigada, posso fazer seu jantar?

- Claro que sim.

Eles seguiram para a cozinha. Stana focou sua mente em agrada-lo e o sanduiche ficou uma delícia. Ambos tomaram suco pois com os antibióticos, tinham que evitar o álcool.

Por volta de dez da noite estavam na cama. Ela tentou ler um pouco enquanto Nathan repassava suas falas para a gravação da sexta, porém logo dormiram.

Gigi chegou na casa deles as nove da manhã. Nathan já tinha tomado café e forçado Stana a comer algumas frutas e iogurte. Assim que ele saiu, Gigi começou sua missão de manter a irmã ocupada. Ela arrastou-a para a piscina, uns bons mergulhos, um banho de sol. Ela fez a irmã falar da viagem, o que planejavam, se tinha algo especial em mente para mostrar a Nathan... aos poucos, ela teve sucesso em fazer Stana falar mais palavras que simples "sim" e "não". Juntas prepararam uma salada completa que devoraram rapidamente.

Voltaram para dentro da casa e após um ótimo banho sentaram-se na sala para fazer manicure e pedicure uma da outra. No meio disso tudo, Gigi achou sorvete no freezer e encheu uma tigela. Tudo dera certo e a tarde passara voando. Conforme combinado, as duas foram até a casa de Marko buscar a sobrinha para o fim de semana.

Ao ver a madrinha, Anne pulou em seu colo e encheu-a de beijos. Não largava do pescoço da tia.

- Eu estava com tanta saudade da tia. Muita, muita. Anne ficou muito feliz quando o papai disse que ia dormir com a tia Stana...

- E eu, mocinha? Vai me ignorar? - perguntou Gigi fingindo ciúmes – a ideia foi minha, viu?

- Nãoooo... - e beijou a tia com vontade.

- Certo, podemos ir? - Gigi perguntou não esperando resposta e já ligando o carro. Quando todos estavam a bordo, elas seguiram para a casa dos Fillions.

Nathan já estava em casa esperando por elas. Anne voou para cima do tio, mas o grito de Stana a impediu de fazer uma besteira.

- Docinho, cuidado. Seu tio está com o braço machucado, não pode aguentar você se pendurando nele.

- O que aconteceu? O tio caiu?

- Não, princesa. Fiz uma cirurgia para consertar o braço, por isso está na tipoia.

- Ah... Nellie tinha uma dessas, mas ela caiu do escorregador. Dói, tio?

- Um pouco.

- Isso quer dizer que o tio não pode jogar videogame - ela levou as mãos na boca surpresa com a revelação, os olhinhos arregalados.

- Não é que não possa jogar, mas não serei tão ágil.

- Nada disso, Nate. Não vou deixar você se machucar por causa de jogo, não está em condições.

- A tia podia ajudar... jogar com o tio contra Anne.

- Essa é uma ótima ideia!

- Amor, por favor, não de ideia...

- Tudo bem podemos discutir isso depois, por que vocês duas não decidem qual as pizzas que iremos comer enquanto levo Gigi até a porta?

- Oba, pizza! - e arrastou Stana para a cozinha. Nathan seguiu com a cunhada até a garagem, a sós ele perguntou.

- Como ela se comportou hoje?

- Bem, não deixei que ficasse sem ter o que fazer. Apesar de não comentar sobre o assunto, não teve nenhuma recaída. Já é um avanço.

- Sim, ela não se sente pronta para conversar, ontem me disse que não está bem, mas que irá chegar lá. Eu espero que sim. Não quero vê-la se deprimir por causa disso.

- Mantenha-a ocupada. Vai ser fácil com Anne, venho por aqui na hora do almoço já falei com Jeff, ele virá fazer um churrasco. Assim, você não se esforça e com a casa cheia, Stana não tem tempo de pensar besteiras.

- Tem razão, Gigi. Obrigado pela ajuda.

- Ela é minha irmã, faço tudo por ela.

Naquela noite durante a rodada de pizza, eles conversaram sobre o aniversário da pequena. Anne contava sobre as amiguinhas, o bolo e os presentes. Por volta das dez, Stana decidiu que já estava na hora da menina dormir. Anne com seu jeito perspicaz mesmo para uma criança, sabia que a tia não estava bem, precisava de distração e carinho. Então, pediu para a tia a colocar para dormir e contar uma história. Queria que Stana lesse Frozen.

Elas se aconchegaram na cama, deitadas lado a lado, Anne apoiou-se no peito da tia. Stana começou a ler. De vez em quando a menina beijava seu rosto, comentava algo da história e fazia um carinho na madrinha. Não pretendia dormir antes da história terminar. O livro chegou ao fim, sorrindo Anne se sentou na cama.

- Era para você já estar dormindo, docinho.

- Tinha que ouvi a história toda. A Ana e a Elsa parecem a tia Gigi e você - colocando as duas mãos no rosto de Stana a exemplo de como a madrinha sempre fazia com ela ou Nathan. Beijou o rosto dela três vezes, esfregou o narizinho no da tia sorrindo - Anne ama muito a tia, mas quer saber quando a tia vai ter um neném, Anne quer muito ajudar. Você ainda vai ter um bebê, né tia? Não desistiu?

- Vou sim, docinho. Seu tio quer muito, eu também.

- Anne também, prometo que não terei ciúmes, mamãe diz que uma criança faz tudo ficar mais feliz, leve. Acho que tem razão, bebês pesam pouco, né? - Stana riu.

- Sua mãe tem razão.

- E tia? Anne sabe que a tia me ama muito. Eu também amo muito minha tia linda.

- Amo demais, minha Anne. Vamos, hora de dormir. Amanhã você vai querer farrear e ir para a piscina outra vez que sei - ela beijou a testa da menina, a cobriu e quando saia do quarto, a garota a chamou novamente.

- Tia? Não fique triste, a policial foi feliz e a tia também será... - a colocação da menina a pegou de surpresa. Seu coração acelerou, mas acalmou logo em seguida. Sentiu uma sensação pura, de paz por alguns segundos.

- Boa noite, docinho - foi tudo que conseguiu dizer.

Ao chegar no quarto, ela encontrou Nathan deitado com um script de ConMan nas mãos, estava revisando o que Alan escrevera para filmarem na segunda. Ela sentou-se ao lado dele, não satisfeita, ela sentou-se nas pernas dele e fez igual a Anne, segurou o rosto dele com as duas mãos e beijou-o apaixonadamente. Sorrindo, ela falou.

- Eu te amo, Nate.

Ele não precisava saber qual o motivo daquele gesto, pela primeira vez em quase uma semana, ele vira o reflexo de sua verdadeira esposa, de sua Stana. Sorrindo, voltou a atenção para os papeis. Ela aconchegou-se ao lado dele e adormeceu.

Como prometera, Anne e Gigi tornaram o fim de semana agitado. Elas ficaram na piscina, comeram, beberam, Anne acabou arrastando Stana para a sala de vídeo colocando-a para jogar videogame com o marido contra ela e Jeff. Apesar de não ter muito conhecimento do jogo, ela tinha habilidade com o controle e ótima coordenação. Claro que fez Nathan perder pontos, poderes e vidas. Ele ficava louco por não poder tirar o controle das mãos dela e jogar, resmungava e gritava assustando-a. No fim, perderam por pouco, porém fora muito divertido. Comemoraram a vitória e a derrota com muito sorvete. Havia risadas na casa dos Fillions outra vez. No domingo receberam a visita surpresa de Dara e Chad, ou assim Stana pensava. No fundo, fora ideia de Nathan para manter a casa cheia. Funcionara. Ela adorou poder conversar com a amiga e isso deu um descanso para Gigi curtir seu namorado também.

Aos poucos as coisas iam entrando nos eixos novamente. Nathan estava mais aliviado e não via a hora de terminar as filmagens de ConMan e desaparecer no mundo com a sua esposa.

Era uma quarta-feira após o fim de semana movimentado que tiveram. Nathan chegara do trabalho trazendo o jantar. Se arrependeu porque teria que deixar para outra hora. Stana tinha cozinhado. Ele abriu o sorriso ao vê-la vestindo um avental que era dele e dizia “hot stuff coming through”. Era um pouco grande para ela, mas continuava linda. Tinha os cabelos presos em um rabo de cavalo.

- Hey, gorgeous... por que não avisou que iria cozinhar? Eu passei no chinês e trouxe comida.

- Queria cozinhar para você hoje. Estou cuidando de sua recuperação, não?

- Assim espero. O que você fez?

- Estou terminando. Poutine – ela sorriu.

- Ah, amor... você é maravilhosa.

- Não tenho sido ultimamente. Estava precisando agrada-lo um pouquinho. Tenho meus motivos. Quer tomar um banho primeiro? Ajudo com a roupa – ela o puxou pela mão subindo as escadas. Meia hora depois, eles voltavam a cozinha. Stana finalizou o jantar e sentaram-se a mesa. Saborearam o jantar em um clima alegre, Nathan comentava sobre as filmagens da série e que já finalizaria sua participação na próxima semana. Iria marcar um novo médico para ver se não havia chance de anteciparem a viagem. Nathan não esquecera que ela dissera ter seus motivos para estar cozinhando, então ao terminarem o jantar e Stana surgir com duas tigelas de sorvete, ele perguntou.

- Qual o motivo desse jantar. Staninha? – ela sentou-se na frente dele. Sorrindo, pegou sua mão.

- Sei que na última semana eu não fui a melhor companhia nem a melhor das pessoas. Não pense que não reconheço tudo o que você fez por mim, especialmente nesse fim de semana. A vinda de Anne, o esforço de Gigi, Dara, tudo isso foi você. Sei reconhecer tudo o que fez. Nate, eu disse que ia falar quando estivesse pronta, ainda não estou. Só que preciso conversar, preciso faze-lo entender que estou tentando, todos os dias. Não sei explicar porque meu coração dispara e sente uma dor tão pungente repentinamente. As cenas passam em minha mente, especialmente aquelas duas últimas que gravamos. Apenas peço que continue tendo paciência, não vai demorar. Chegará o dia em que tudo se resumirá a boas lembranças.

- Eu sei, amor. Nunca duvidei disso.

- Você não sente falta?

- Eu acho que ainda não tive a chance de sentir. Para mim, é como se estivesse de férias, nosso hiatus como acontecia a cada temporada. É como se nada tivesse mudado porque eu estou fazendo o que havia programado para essa época. Talvez em julho, agosto, quando finalmente a poeira baixar e o ritmo diminuir, eu comece a perceber que não temos mais aquele ritmo frenético de gravações, textos para decorar, cenas filmadas nas madrugadas. Então, será minha vez de sentir saudade. De perceber que aqueles momentos que nos cercaram por oito anos não existem mais.

- Difícil e estranho, não?

- É, sim. Teremos tempo para curar as feridas. Nesse momento, o que mais anseio é entrar em um avião em sua companhia e nos perdermos no mundo. Sozinhos, como sempre quisemos – ela sorriu e inclinou-se para beija-lo.

- Sabe o que Anne me disse naquela noite que lia para ela? – ele balançou a cabeça negativamente incentivando-a a falar – ela me cobrou um bebê. Acho que todos parecem querer apressar as coisas para nós. 

- Não se preocupe, Staninha. Quem decide a hora certa somos nós – ela se levantou e envolveu seus braços no pescoço de Nathan esfregou o nariz no dele e tornou a falar.

- Obrigada, Nate. Por fazer o que faz, por cuidar de mim e ser tão maravilhoso. Com tudo que vem acontecendo com você, ainda me colocou como sua prioridade. Esqueceu suas próprias necessidades mesmo estando operado para me ajudar. Não posso esquecer isso, e só me faz ama-lo muito mais.

- Stana, você será sempre minha prioridade. Entenda isso, não posso estar bem se você não estiver. O que fiz por você, tenho certeza que se fosse o inverso, você faria por mim. Porque é o que parceiros, amantes, marido e mulher fazem. Quantas vezes for preciso, eu farei.

- E isso só me faz ama-lo ainda mais... não me esquecerei disso e não me importo em ser redundante – ela beijou-o apaixonadamente – vem, vamos para cama. Meu agradecimento ainda não terminou – eles subiram para o quarto e com todo o cuidado, ela se deitou com ele, cobriu-o de caricias, o excitou e finalmente eles se amaram.

As semanas seguintes passaram rápido. Nathan terminou seu compromisso com Alan, esteve presente em mais duas comic cons e confirmou sua participação na SDCC. Também retornou ao médico e após um exame minucioso, ele ficou contente ao ver a evolução da recuperação de Nathan, tanto que quando questionado sobre a possibilidade de viajar, o médico o liberou desde que continuasse a fazer os exercícios recomendados pelo fisioterapeuta e usasse a tipoia para dormir de modo a não forçar tanto o ligamento a noite. Feliz, ele não via a hora de dar a notícia a esposa.

Estavam na primeira semana de junho e com as boas novas certamente podiam antecipar sua viagem em pelo menos uma semana ou mais. Ao chegar em casa, encontrou-a fazendo exercícios de ioga no jardim. Surpreendeu-a agarrando-a por trás, estava sem a tipoia. Stana deu um grito.

- Nathan! Você é doido? Olhe o seu braço, não pode ficar fazendo esforço.

- Tenho excelentes notícias, Staninha. Meu braço está se curando maravilhosamente. Apenas preciso usar a tipoia a noite e o médico me liberou para viajar, o que significa que se quisermos sumir amanhã, podemos. O que você acha?

- Oh, meu Deus! Você está bem! – ela o abraçou feliz – não sei se conseguimos viajar amanhã, mas podemos tentar no fim de semana, terei que rever as reservas na pousada em Dalmatia e as passagens de avião, mas... definitivamente podemos fugir antes, babe.

- Eu disse que era uma notícia excelente. Que tal começarmos a nos preparar agora?

- Por que não? – ele sorria ao ver a alegria dela. E pensar que há semanas atrás quase pirou ao vê-la sucumbir a uma crise de depressão. Queria vê-la sempre assim, com um sorriso no rosto e o brilho maravilhoso nos olhos amendoados. Essa era sua Stana, ela estava de volta e se dependesse dele, não iria a lugar algum.

Na noite seguinte, já estava tudo acertado. Eles embarcariam no fim de semana. Feliz por ter conseguido reorganizar tudo, Stana ligou para a irmã e pediu para que eles viessem jantar naquela noite com eles. Não via a hora de contar a notícia.

Gigi chegou toda animada de mãos dadas com Jeff. Eles se cumprimentaram e foram logo servidos de vinhos e um prato de queijos preparado pela própria Stana. Conversavam, riam, sentaram-se a mesa para saborear uma bela pasta, sim, ela fizera lasanha, terminando com um belo sorvete de tiramisu. Enquanto Stana servia a sobremesa, Gigi se aproximou do cunhado e comentou.

- Quem diria... nem parece aquela mulher apática que quase nos matou de susto. É um alivio ver minha irmã assim, sorrindo, tagarelando, acredito que aquela fase ruim já se foi não?

- Sim, pela primeira vez posso dizer que minha esposa está de volta. 100% - ela se juntou a eles na sala e começou a dizer o que pretendia desde o momento que decidira fazer esse jantar.

- Queremos comunicar para vocês que na próxima sexta, eu e Nate estamos saindo oficialmente de férias. Ele foi ao médico, está tudo ótimo com a recuperação do ombro e nos autorizou a viajar.

- Que notícia maravilhosa! – disse Jeff – para onde estão indo?

- Primeiro irei levar o Nate para a Dalmatia, ele terá que passar uns dias na Alemanha devido a um evento e de lá ainda não decidimos se iremos a Londres ou Barcelona, pensamos na Itália também, mas Nate me convenceu que não era uma boa ideia.

- Sim, Stana tem uma base muito sólida de fãs na Itália, já fez filmes por lá. Podíamos ficar muito visados.

- Ótimo! Eu também estava pensando em tirar uma semana para descansar. Aproveitar o verão, perto do feriado de 4 de julho seria o ideal. Que tal irmos todos juntos para a República Dominicana curtir uma praia, mergulhar? Clima tropical. Tudo que precisamos, topam?

- Não seria uma má ideia – disse Nathan – você sabe como eu adoro mergulhar e o Caribe é o melhor lugar para isso. Tenho que estar de volta em Los Angeles antes do dia vinte, devo ir a San Diego no fim de semana.

- Podemos passar a semana do 4 de julho.

- Não seria melhor evitar a semana do feriado? Os aeroportos estarão lotados amor – lembrou Gigi – vamos lá pelo dia seis e voltamos antes do dia quinze, atende todos nós.

- Acho que Gigi tem razão – disse Stana – ainda podemos passar em Nova York na volta.

- Hum... apoiando sua irmã por causa de segundas intenções, Staninha?

- Ah, você sabe que há sempre tempo para curtir Nova York – ela sorria safada.

- Então, temos um compromisso – disse Jeff – podem deixar o planejamento por minha conta. Vou marcar as passagens de vocês saindo de Nova York, tudo bem?


- Melhor impossível! Agora vamos comer esse sorvete – disse Stana.   


Continua....

8 comentários:

Camila Lorrane disse...

Wow Gigi botando ordem na casa Stana melhorando Annie como sempre sendo fofa Nathan sendo forte pelos dois amei o cap Ka parabéns 💖👏👏

Gabriela Mendonça disse...

Gigi, é doida, metódica mas sabe colocar a irmã no rumo certo viu. Tão fofinha preocupada com o Nate, e o que foi ela colocando a Stana no eixo? "E se ele não tiver mais lá fora esperando? E se ele desistir?" eu ri kkk. Ela abrindo o coração para ele foi muito intenso, foi claramente dizendo que está tentando superar e voltar a ser a Staninha dele.
Acho que quando a ficha do Nate cair e ele entender que não tem mais Castle, teremos dois quase depressivos... a gente n superou e nunca vai superar o fim de Castle, muito pela forma como tudo se deu. Mas pelo menos eles estarão curtindo suas férias maravilhosas.
Será que Con Man o jogo vai entrar na história? queria ver a reação da Stana, com aquele bonequinho fofo do Nate. muito lindo e muito ele.

cleotavares disse...

Ai como sofre a Staninha. A Gigi é tão fofa, do jeito dela. Já estou louca pra lê sobre essa viagem, muitos passeios, muito amor.

Silma disse...

Com o coração dolorido de vê ou melhor imaginar o que a Stana passou com essa covardia toda que fizeram com ela! 😓 Se pros fãs é difícil,imagina pra ela que sofreu na pele toda a injustiça 😢...!
Amei a Gigi colocando ordem na casa,nada de bagunça.Amo esse amor e esse cuidado de irmãs.A pequena Anne é uma coisa muito fofa 😍 Suas colocações são sempre as melhores 😂😌👌🏽
Eu quero que essa viagem seja maravilhosA pra eles e que tenha MUITOS amaços,carinhos,cuidado,beijos e MUITOS ORGASMOS MÚLTIPLOS 😏

Madalena Cavalcante. disse...

AAAAAAAH, até que enfim nossa Staninha voltou! *----* Cap maravilhoso Kah, adorei a Gigi ajudando ela, a cumplicidade delas duas é almo muito lindo, e ficou incrível ela tirando a Stana da bad. Parabéns Kah, vc sempre consegue acabar comigo com esses capítulos maravilhosos ❤

Priscila Barros disse...

Kaaah, que capítulo mara! A Gigi enfim chegou pra ajudar a Staninha! Ela é uma fofa, sempre apoiando e cuidando dela. A Anne é uma fofura a parte <3 chegou espalhando o amor pra ajudar a Stana também. Essa família é um amor <3
Tadinho do Nate, ainda bem que ele se recuperou do ombro!

To tão ansiosa por essa viagem e por esse baby, por mais capítulos... <3
Obrigada por mais um capítulo, Kah! <3

Vanessa Belarmino disse...

Aiii. Me emocionei demais nesse capítulo. Gigi e Nate são dois lindos... Aquele abraço foi tudo!
Sabia que minha bichinha Gigi viria com tudo. E foi ótimo! A gente sofre com todos... Anne é um Amorzinho! Que bom ver Staninha, lutando, voltando a ser ela. Já to amando as férias. Com direito a Giff tb! 😍😍 Vc sabe fazer uma leitora feliz ❤❤❤
P.S. Entendi o lance da seca (descritiva), não era necessário. Uma frase, casou bem melhor para momento... Amo essa sua sensibilidade e fidelidade com o contexto todo.
But nas férias ne... 😉😉

Larissa Maia disse...

Se Castle fosse inspirada na sua fanfction, o desfecho seria outro, veríamos ainda muitas temporadas, parabéns adoro suas fics!