domingo, 9 de abril de 2017

[Castle Fic] A (Im)Perfect Love Story - Cap.11



Nota da Autora: E mais um capitulo com um pouco de tudo. Diversão, provocação, cenas hot, trabalho e romance. Algumas referencias pelo caminho e claro, risadas. O capitulo está curto, mas é melhor que nada. Chegamos a Las Vegas e ao fim da viagem do nosso casal. Divirtam-se! 


Cap.11

— Las Vegas, baby!!! - sim, ele estava muito empolgado. 
— Castle, gostaria de lembra-lo que Vegas não tem o mesmo impacto quando se é casado… 
— Hum, Beckett! Está com medo que eu encontre alguma mulher que não resista ao meu charme? - adorava implicar com ela.  
— Continue com essa ideia e talvez você tenha que voltar para casa de ambulância. Posso não ter uma arma, mas você sabe muito bem que posso chutar seu traseiro com facilidade, e não significa de um jeito bom. 
— Adoro quando você tem essas crises de ciúmes… Beckett tem muito para se fazer em Vegas como casal. Podemos ver shows, beber e comer, jogarmos nos casinos. Eu e você? Desbancaremos uma mesa de pôquer somos bons nisso. 21, roleta… você é meu amuleto da sorte! Posso apostar! 
— E o que acontece se alguém oferecer um milhão de dólares para dormir com a sua mulher? - a cara de espanto superou a resposta que ele deu em seguida. Beckett teve que segurar o riso. 
— Eu não preciso de um milhão de dólares sou um escritor de best-seller e você nem pense em cogitar tal possibilidade ou…ou… 
— Ou o que, Castle? - ela envolveu os braços no pescoço dele, porém não deixou-o completar o pensamento sorvendo os lábios dele com vontade. 
— Essa foi..uma…excelente… resposta, Beckett - ela gargalhou. Entraram no hotel. 
Castle tinha razão. Havia muito para curtir em Vegas. Passaram o dia inteiro perambulando pela cidade. Na primeira noite, ela cedeu aos desejos do escritor e foram para o casino. Primeiro, ele achou que deviam tentar a sorte na roleta. 
— Castle, posso saber quanto dinheiro você pretende gastar aqui? 
— Relaxe, amor. Vamos nos divertir. Afinal já tenho uma cena maravilhosa para o próximo Nikki Heat - ele a fitou com um olhar safado - escolha um número, Beckett. 
— 47. 
— Ótimo! - ele colocou as fichas sobre o numero e esperou. Nada - é claro! Esqueci o principal. Beije as fichas, Kate - ela olhava para o marido surpresa. De onde ele tirava essas ideias? - Vamos, Beckett. Para dar sorte - ela fez o que ele pediu. Perderam outra vez - é como diz o ditado “azar no jogo, sorte no amor”. Vamos para o que realmente interessa. Nosso ponto forte. Texas Hold’em. Eles combinaram de se passarem por estranhos. Castle dividiu fichas com ela. 
Eles escolheram uma mesa. Sentaram-se um ao lado do outro. Olharam seus oponentes. Um casal, um coroa e um cara supostamente estrangeiro que parecia estar acostumado com o jogo. Era quem tinha mais fichas. Eles trocaram um olhar e entraram na brincadeira. Castle não media esforços e jogava pesado. Três rodadas depois, o casal ficou sem fichas deixando a mesa. Castle focou no estrangeiro, mas acabou perdendo umas fichas com isso. O coroa desistiu no meio da brincadeira e coube a Beckett desbancar o estrangeiro. Quando Castle fez a leitura do semblante dela logo após o cara aumentar a aposta, soube que devia se retirar da jogada. 
— Você pegou pesado agora. Tenho fichas, mas não vou cobrir. Talvez a dama possa fazer essa gentileza de terminar a jogada com você. Estou fora. 
— Alguém ficou com medo? - ela provocou sorrindo para o marido - pôquer é um jogo para corajosos - ela fitou o cara com um olhar provocante, mas puramente analítico como somente Kate Beckett sabia fazer, Castle encostou-se na cadeira para apreciar o show - eu cubro sua aposta. E aumento. Iria dobrar, mas eu realmente estou precisando de um drinque. All-in - o sorriso safado no rosto. Ele sabia, Beckett ia arrancar todas as fichas do sujeito - então? O que vai ser? 
O cara olhava para o centro da mesa com a pilha de fichas. Era muito dinheiro. Checou novamente suas cartas, suas próprias fichas. 
— Você é ambiciosa… e tem audácia. 
— Que tal para de enrolar e jogar? Com medo de perder para uma mulher? - o cara entortou a boca. Jogou as cartas na mesa. 
— Estou fora! 
— Wow! - foi a resposta de Castle - você amarelou! - ela já começava a juntar as fichas que ganhara. Pediu para o rapaz coloca-las em uma bolsa para carrega-las - posso te pagar um drinque, querida dama? Qual o seu nome? 
— Kate - ela esticou a mão para ele - e definitivamente adoraria um drinque. Vodca pura. 
— Será um prazer, Kate. A propósito, sou Rick Castle - ele ofereceu a mão para a esposa. Beckett o cumprimentou e foi surpreendida por um gesto de cavalheirismo quando ele beijou sua mão. Envolvendo seu braço no dele, segurou a sacola com as fichas com a outra mão e se distanciaram da mesa. Trocaram o dinheiro e foram para o bar. Somente ali se deram ao luxo de rir de tudo. 
— Você foi perfeita! Viu a cara dele? - ele ria, Beckett gargalhava - agora me conta, o que você tinha? 
— Nada. Eu estava blefando. 
— Blefando? Quer dizer que se ele topasse você perderia tudo? 
— Ele não ia topar. Fiz com que lesse todos os meus sinais de que tinha uma mão realmente boa. Se duvidar, ele não tinha um par de 3 - ela virou a dose de vodca. 
— Devo confessar que assistir a cena foi estimulante… - ela se aproximou dele sussurrando ao seu ouvido. 
— Não quer dizer excitante, Castle? Acho que podemos ir para o quarto agora, não? 
— Nem precisa falar duas vezes - ele pagou as bebidas e saiu puxando-a para os elevadores. Assim que estavam no quarto, ele a agarrou. Como dois adolescentes cheios de hormônios, caminhavam pelo quarto em direção a cama sem se largarem. As mãos tocavam o corpo um do outro em movimentos rápidos, urgentes. Ele a deitou na cama - como você pode ser tão sexy? 
— Vem cá, Castle… - foi tudo o que ela disse ao puxa-lo pelo cós da calça. A noite em Vegas iria ser muito excitante. 
No último dia antes de deixar a cidade, eles fizeram um passeio de helicóptero sobrevoando o Grand Canyon. Ao voltarem para o hotel, Beckett propõe algo diferente. 
— Estamos a praticamente dois meses na estrada. Cinquenta dias para ser mais exata. Acho que precisamos voltar para Nova York. 
— Saudades da sua vida de crime, não? Vegas sempre foi nossa ultima parada, amor. Pronta para voltar a investigar casos com o seu melhor parceiro? 
— Você não esqueceu que eu sou Capitã, certo? Tenho outras obrigações além de visitar cenas de crime. 
— Sim, o lado chato da papelada, reuniões intermináveis na 1PP. Não esqueci, Beckett. Mas agora não tenho mais o escritório de PI, o que significa que estou ao seu inteiro dispor. Usarei o 12th distrito para escrever meu próximo livro. E você sabe que Ryan e Esposito precisando da minha mente brilhante para manter o nível de crimes solucionados em alto nível agora que você não pode fazer isso. Não deixarei sua marca ser questionada. 
— Você está planejando em escrever no meu distrito? 
— Tudo para ficar perto de você. Afinal, o escritor precisa de sua musa para se inspirar - sorriu - O que acha de nós voltarmos de avião?  
— Desistindo da moto tão cedo? Que pena! Logo agora que eu tinha uma ideia interessante em mente. 
— Não estou desistindo. Achei que queria ir para casa mais cedo. Posso enviar as motos para Nova York. 
— Tudo bem, vamos de avião. Mas antes podemos dar mais uma volta com elas? 
— Isso tem alguma coisa a ver com a ideia que está na sua mente, Beckett? Porque por mim, podemos fazer muitos passeios ainda - rindo, ela se levantou da cama e foi ao banheiro. Ao reaparecer na frente dele, estava com a calça de couro, uma blusa de alcinhas e a jaqueta também de couro por cima. Os cabelos soltos. 
— Não vai se arrumar? Sugiro vestir aquela calça que realça seu traseiro. E fecha a boca, Castle. 
Eles saíram com a moto pelas ruas de Las Vegas. Castle não tinha ideia de onde estava indo, seguia sua capitã. Beckett se afastara ao máximo da cidade pegando uma estrada em direção a Fresno. Ao certificar-se de que podiam para em uma área de descanso, ela saiu da estrada. A curiosidade estava consumindo os pensamentos de Castle. O lugar estava deserto. Propositalmente, ela escolheu os fundos para não serem incomodados ou vistos. Desceu da moto, tirou o capacete. Sorrindo, usou os dedos para ajeitar os cabelos. Olhando para o homem hipnotizado a sua frente, Beckett fez sinal para ele se aproximar. Castle desceu da moto e ficou cara a cara com ela. Brincando com a gola da jaqueta que ele vestia, ela provocou. 
— Sabe, eu sempre brinquei com a sua imaginação quanto a ideia de me ver usando essa roupa de couro, mas confesso que você fica muito bem com essa calça apertada - ela deslizou a mão apertando o bumbum dele, em seguida repetiu o gesto no meio das calças, o que fez Castle pular e gemer - não podemos fazer muita coisa com uma moto ao ar livre, ser presa por atentado ao pudor não é minha ideia de terminar essa viagem - ela mordiscava o lóbulo da orelha dele, as mãos abriram o botão e o zíper da calça dele, jogou sua jaqueta no chão, fez o mesmo com a dele - você se importa que eu suba na sua garupa para uns amassos, escritor? 
— Meu Deus! Você sabe que não precisa pedir, Beckett.    
Antes de fazer o que dizia, porém, ela virou-se de costas e empinou o traseiro na direção dele. Castle gemeu. 
— Gosta do que vê, Castle? - ela passa por ele, sentou-se na garupa - o que acha? Quer tentar uns amassos? - ele subiu na moto ficando de frente para Beckett. Puxando-a pela nuca beijou-lhe intensamente. Ela passava as mãos nas costas dele, no peito. Os lábios perdiam-se no pescoço do marido. Sentia o membro ereto contra sua coxa. Castle deslizava as mãos pela lateral dela, os lábios no colo, em meio aos seios. Ele afastou uma alça da blusa para sorver o seio dela com a boca. Não usara sutiã de propósito. Planejara isso desde o começo. Ela gemia empurrando a cabeça dele, incentivando. Ele parou o que fazia para fita-la. 
— Por que você faz isso? Eu não consigo suportar tanta provocação. Nós não podemos… 
— Cala a boca e me beija, Castle - ela o puxou pela camiseta para um beijo sedutor. Mordiscava os lábios dele. Queria mais, porém sabia que não podiam. Não imaginava que fosse ficar tão excitada quando planejara aquela brincadeira. Castle a ergueu pela cintura colocando-a em seu colo. Beckett atracou as pernas nele e fazia movimentos totalmente comprometedores. Ao quebrar o beijo, ele estava a ponto de explodir. 
— Por favor… pare… - ele quase implorava - e-eu não vou… 
— Não segure… - ela pediu - não pare… 
Ele quis se levantar da moto. A tentativa acabou os desequilibrando e caíram os dois no chão. A gargalhada de Beckett ecoou enquanto ela deixava a cabeça tombar sobre o peito dele. 
— Ouch! - vendo a careta que ele fazia, ela perguntou. 
— Você está bem, babe? - a resposta veio em forma de beijo. Ele mudou de posição e Beckett pode sentir o calor do cimento. Devorava-lhe os seios fazendo-a arquear o corpo. Com cuidado e ofegante, ele se levantou. Precisava urgente se recompor. Estendeu a mão para ela ajudando-a a se levantar. 
— Nunca mais me provoque desse jeito… - ela sorriu bancando a inocente então entendeu. 
— Você fez isso de propósito? Nos derrubou no chão? 
— Eu estava tentando me levantar e acabei errando os cálculos. Como você acha que conseguiria fazer você parar, sua maluca? 
— E falou o homem que andou nu pelo Central Park… 
— Beckett… - ele acariciou o rosto dela, ajeitou a blusa que ainda tinha um dos seios a amostra - acredite, é com muito sacrifício que eu preciso parar. E-eu preciso me recuperar… 
— Castle, estamos no meio do nada! 
— Estamos? - ele apontou para dois carros estacionados adiante. Algumas crianças corriam em direção a um deles - você mesma disse que era apenas um amasso - ela gemeu frustrada o que fez ele rir - arrependida da sua brincadeira? Acho que ambos precisamos acalmar os ânimos, você me entende. Vamos entrar. Encontro você assim que conseguir sair decentemente do banheiro. E Beckett? Mais tarde prometo que você me paga. Não vou ser gentil.  
Ela suspirou. Pegou a jaqueta do chão. Ajeitou os cabelos em um coque e passou a mão no rosto. Castle já tinha entrado no local. Por favor não seja, pensou. 
Ela se deixou aproveitar um pouco mais o momento contemplando a marca que ele deixara próximo ao seu seio. Esse era um típico caso quando o feitiço virava contra o feiticeiro. Rindo, finalmente atravessou a porta. 
Minutos depois, ela se juntava ao marido que estava a sua espera com um copo de café gelado. 
— Imaginei que o seu vanilla latte preferido não ia ter muito efeito depois de tudo - ela pegou o copo bebendo um pouco do liquido. Castle tomava uma coca-cola gelada. Olhando para ele, viu exatamente o que esperava. Aquele sorrisinho de satisfação e a cara safada. 
— Você gostou, não? 
— Como não poderia? - ela mordiscou os lábios - mas não tente nenhuma gracinha antes de chegarmos ao hotel. Estou falando sério, Beckett. 
— Sabe você deixou uma marquinha no meu seio - ela afastou a jaqueta junto com a camiseta para mostrar a pele vermelha. 
— Posso fazer outras se continuar reclamando… a culpa é toda sua. 
— Quem disse que estou reclamando? - ela se aproximou dele. Acariciou os ombros, deu vários selinhos antes de realmente terminar em um beijo - pronto para voltar ao hotel?
— Ah, sim. Ao hotel e ao meu dever de marido. Depois, iremos para casa. 
Castle não estava mentindo. Ao chegarem no hotel, eles se amaram. Primeiro de maneira louca e selvagem como ele prometera ao informar que não seria gentil. Dessa vez, foi ela quem deixou uma marca nele, em seu lugar favorito. Da segunda vez, fizeram amor lentamente. Beckett estava deitada no peito dele. 
— Vai ser bom voltar para casa - ela acariciava o peito dele, Castle fazia o mesmo com os cabelos dela - eu adorei a nossa viagem, babe. Nossa pequena escapada. 
— Podemos chamar de segunda lua de mel? 
— Desde que você prometa que teremos outras - ela ergueu a cabeça para fita-lo. Ele sorria - eu te amo… 
— Always. 
Na manhã seguinte, eles sentaram na classe executiva do avião rumo a Nova York. 

12th Distrito

— Olha quem resolveu aparecer! Está descansada. Aproveitou bem suas ferias? Ou Castle começou a te irritar e você decidiu que precisava ajudar os amigos a pegar criminosos, por fim? 
— É bom ver você, Espo - ela riu. 
— Hey, bro! 
— Zito! - ele abraçou o amigo - pronto para devolver o comando da delegada a sua capitã? Por onde anda seu parceiro? 
— Terminando um interrogatório. Você quer voltar agora? 
— Amanhã. Resolvemos passar para ver vocês. Gates está satisfeita com como as coisas estão por aqui? 
— Sim, está tudo sobre controle. 
— Ótimo! Então sua última ação como capitão interino será avisa-la que estou de volta amanhã e gostaria de saber se ela pode fazer uma reunião comigo. Você sabe, para um resumo de como as coisas estão e quais os próximos passos. 
— Certo. 
— Hey! Os motoqueiros estão de volta - Ryan deu um abraço em Castle e cumprimentou Beckett com um beijo - se divertiram muito? Conta ai, Castle como foi aproveitar Vegas casado? 
— Ryan, meu amigo… a melhor viagem que já fiz aquela cidade. Sem dúvidas - ele trocou um olhar com a esposa. 
— Deve ter sido boa mesmo, estamos quase em setembro. 
— Não exagera, meados de agosto - disse Beckett.
— Vocês cumpriram a palavra de se afastar, o que me lembra que você me deve 50 dólares, bro. Ele apostou comigo que iam voltar em uma semana. Não podem culpa-lo. Ele não está acostumado com as nuances do casamento - Ryan piscou para Beckett diante da cara de poucos amigos de Esposito. 
— Quem sabe um dia… - disse Castle - vamos? 
— Vamos. Vejo vocês amanhã - de braços dados seguiram para o elevador.   
No dia seguinte, Beckett se arrumou cedo. Diante do espelho contemplava a sua imagem. Era bom vestir suas roupas de trabalho, segurar seu distintivo. Voltar a rotina. Pegou a bolsa e inclinou-se na cama para beijar os lábios do marido que ainda dormia. 
— Você já vai… que horas são? 
— Hora de sair. Não quero chegar atrasada no 1PP. Pode dormir mais um pouquinho, babe. 
— Fica só mais um pouco. Um beijo de bom dia… - ele segurava o braço dela - por favor. 
— Eu já te dei um beijo, Castle - ele a puxou para a cama. Beckett caiu sobre o peito dele. Os lábios se encontraram em um beijo demorado. 
— Agora sim, esse é um beijo de bom dia, do jeito Rick Castle - rindo, ela deu mais um selinho nele levantando-se - vejo você mais tarde e não se preocupe, capitã. Levarei seu café.   
A reunião na 1PP foi bastante produtiva. Gates lhe deu um sumário do que acontecera nos dois últimos meses, mostrou relatórios e a performance de seus detetives durante sua ausência. Também discutiram os próximos assuntos de gerência das delegacias, alguns treinamentos. Como o próprio Castle costuma dizer, burocracia e papelada. Podia ouvi-lo falando em seu ouvido “chatooo”. Terminada a reunião, ela se despediu dos demais integrantes. Gates levantou-se e esperou todos deixarem a sala. 
— Beckett, posso dar uma palavrinha com você? 
— Claro! 
— É sobre um dos seus detetives. 
— O que tem eles, senhora? 
— Eu observei bastante a maneira como trabalharam, interagiram durante esse período que você estava ausente. Sei que Esposito é sargento agora. Ele é um policial competente, focado. Tem suas qualidades e seus pontos de melhoria. Ryan continua com a patente de detetive. Eles são ótimos juntos, como parceiros. Porém, ambas sabemos que o detetive é mais completo, segue bem regras, tem jogo de cintura. Sei que ele acaba sendo o ponto de equilíbrio ali. Imagino que vá continuar deixando-o como detetive-líder. 
— É meu plano. Qual o seu ponto, Gates? 
— Eu recebi uma informação essa semana do seu interesse. Daqui a três meses haverá duas vagas para Lieutenant. Sabemos que a oportunidade existe para todos os detetives da NYPD, se eu fosse você conversava com Ryan logo. Eles devem anunciar nas próximas duas semanas. É o primeiro passo para a caminhada do seu sucessor, Beckett. Por favor, não entenda que estou expulsando-a do seu comando. Talvez ele não fique no mesmo distrito. Apenas acredito que as coisas vão mudando bem depressa nas nossas vidas. Podem mudar na sua também. 
— Eu vou conversar com ele. Gosto de saber que compartilhamos da mesma opinião, Gates. Tenho uma pergunta: por que acha que minha vida vai mudar? 
— Tudo muda, Beckett. Quando a conheci, você vivia para o trabalho. Hoje é casada. Pode querer constituir família. Nós duas também sabemos que você é muito competente e não vai chefiar aquele distrito para sempre. Prevejo grandes feitos no seu futuro, Kate. Qualquer pessoa ou superior que trabalhe com você seria muito cego se não percebesse. 
Beckett sorriu. Cumprimentou a capitã mais uma vez e retornou ao seu distrito. 
Quando sentou-se na sua cadeira novamente, Beckett suspirou. Era bom estar de volta. Após arrumar suas anotações e registra-las em seu computador, ela assinou alguns documentos e separou as pastas dos casos que precisava se inteirar. Ler os relatórios. Em seguida, chamou Esposito para a passagem do bastão. Ficou por meia hora conversando com ele. Antes de sair, o amigo confessou. 
— É bom ter você de volta. Foi divertido experimentar, mas ainda prefiro as ruas e as cenas dos crimes. Não sente falta? 
— Claro que sinto. Investigar, montar quebra-cabeças com evidências. Eu gosto disso, mas tenho outras responsabilidades agora. Diferentes prioridades - ela sorriu, nesse momento não estava se referindo a trabalho - pode chamar o Ryan para mim? Tenho umas perguntas para ele sobre os casos em andamento. 
— Tudo bem - Ryan apareceu em menos de dois minutos na frente de Beckett. Ela pediu para que ele sentasse. Fechou a porta da sala para que ninguém atrapalhasse a conversa entre eles. 
— Espo disse que você queria discutir uns casos comigo. Temos três, um está sendo finalizado nesse instante pelo detetive Rodriguez e…
— Ryan, eu pedi para chamar você por outro motivo. Sei que os casos estão caminhando bem e você irá fecha-los. Não preciso checar. Na verdade, o que tenho para falar está ligado ao seu desempenho com os casos e durante minha ausência - o sorriso no rosto do detetive desapareceu, ela pode notar o medo em seus olhos. Sorriu esticando a mão para toca-lo - Sim, vamos falar de você e não é nada ruim. Não fique nervoso. 
— Beckett, se você vai falar de resultados eu realmente…
— Ryan, relaxe. Eu vou falar de futuro. E essa conversa é confidencial até segunda ordem, entendido? 
— Claro, Beckett. 
— Não é de hoje que eu observo sua maneira de trabalhar. Antes mesmo de me sentar nessa cadeira eu fazia isso. Como capitã, uma das minhas atribuições é avaliar meus subordinados e verificar se precisam de mais treinamento, mais recursos para fazer seu trabalho. Também é minha função perceber aqueles que merecem destaque e oportunidades. Você é um detetive inteligente, esforçado, segue as regras. Tem o componente emocional, sensibiliza-se com a vitima. Se parece comigo embora tenha o componente emocional mais equilibrado. Seu modo de trabalhar chamou a atenção de outra pessoa além de mim. 
— Está falando de Gates?
— Sim, estou. Gates e eu conversamos a seu respeito. Confesso que fiquei surpresa ao ver que ela percebera o mesmo que eu. Nós não concordamos em muitas coisas. 
— Mas ambas são ótimas policiais que passaram por vários degraus. Dividem um pouco do instinto, da observação e são mulheres. Tendem a enxergar além do óbvio e ler nas entrelinhas - Beckett sorriu. 
— E seu comentário é uma das razões de você estar aqui tendo essa conversa comigo. Eu sei o quanto você queria a promoção para sargento. Pensa nas crianças, em Jenny. Mas nesses anos todos que estou na polícia e especialmente durante os últimos nove anos, eu aprendi que tudo acontece ao seu tempo, faz parte da cadeia de eventos. 
— Você realmente se contaminou com Castle - eles riram - desculpe, você estava falando de algo importante. 
— Sim, estava. Kevin, todo capitão tem que preparar alguém para ser seu substituto. Montgomery fazia isso comigo, Gates continuou o trabalho mesmo que não parecesse. Ela me apoiou com o FBI, ajudou com a minha volta ao 12th como detetive, voltou atrás quando me demiti e me deu o seu lugar. Não espero sentar nessa cadeira para sempre. Portanto, preciso de alguém que seja meu plano B, meu backup, alguém na minha linha de sucessão. Esse alguém é você. 
Ryan estava surpreso. A expressão em seu rosto dizia tudo. Ele estava confuso. 
— Beckett, mas e quanto a Espo? Foi ele quem sentou em sua cadeira quando estava longe. 
— Ele pode ter sentado, Ryan. Não quer dizer que queria isso para o resto de sua carreira. Ele gosta do campo, do confronto. Jogo de cintura não é o forte dele. Ambos sabemos que ele apenas sentou-se aqui porque tinha você para cobri-lo, na retaguarda. Aceite o que você conquistou, Kevin. Você merece - um sorriso despontou no rosto do detetive. 
— Obrigado, Beckett. Eu fico lisonjeado de ser seu substituto. Confesso que não esperava. 
— O mesmo aconteceu comigo ao me oferecerem a vaga no FBI. Por isso não podemos fechar os olhos às oportunidades o que me leva ao próximo tópico da nossa conversa. O próximo passo em sua carreira. Haverá um exame para Lieutenant daqui a três meses. Ainda não foi divulgado. Gates me informou para que eu pudesse conversar com você. Nós duas queremos que faça a prova. Estude, se dedique. Sei que pode ser aprovado, Ryan. Estou lhe dando essa informação em primeira mão. O anúncio deve sair daqui a duas semanas. Duas vagas e uma delas tem que ser sua. 
— Beckett, isso é ótimo! É claro que vou estudar, e-eu só não sei… duas vagas é muito pouco. Não quero decepciona-la. 
— Então sabe o que tem que fazer. Quero ser a primeira a cumprimenta-lo quando isso acontecer. Quero entregar seu novo distintivo, Ryan. 
— E-eu não sei o que dizer… 
— Não diga nada agora, apenas aja - ela se levantou. Já reparara que o marido bisbilhotara sua sala. Castle não era nada sutil. Estendeu a mão para o detetive - boa sorte. E nenhuma palavra para ninguém, isso inclui Esposito. 
— Tudo bem. Mas posso falar para a Jenny? 
— Claro! Ela precisa ajuda-lo nesse período. 
— Você vai falar para Castle? - ela sorriu apontando para a aliança. 
— Acho que ambos sabemos o valor disso que temos no dedo, não? Vou tentar adiar um pouco. Não se preocupe, ele manterá segredo. 
— Posso fazer uma pergunta? - ela anuiu - você está pensando em deixar a NYPD? É por isso que está me indicando como substituto? 
— Não é o que tenho em mente agora, porém como disse, a vida muda. As prioridades mudam. Por mais que eu adore investigações, estar no campo, esse é meu lugar nesse momento. Ser capitã veio em boa hora. 
— Obrigado mais uma vez, Beckett. 
— Não me agradeça ainda. Corra atrás. Agora, volte ao trabalho antes que meu marido arrombe a porta ou tenha uma sincope - eles riram. Ryan abriu a porta assustando Castle.
— Hey, Castle! Não te ensinaram que é feio ouvir atrás das portas? E sem um copo nas mãos para captar o som? Você já foi melhor. 
— Eu não estava ouvindo a conversa. Estou fazendo o que prometi a ela. Trazendo café que deve estar frio de tanto que vocês demoraram. Afinal, o que tanto conversavam? 
— Trabalho, caso não tenha percebido as pessoas aqui estão trabalhando. 
— Eu sei. Foi o que vim fazer - Ryan balançou a cabeça rindo. 
— Castle, deixe meu detetive trabalhar. Traga logo esse café, já esperei demais.  
— Demore mais um pouco e vai sobrar para você - disse Ryan caminhando para sua mesa. Castle entrou na sala da capitã. 
— Oi, amor. Sentiu minha falta? - ele disse fechando a porta atrás de si. Beckett pegou o café da bandeja que ele trazia e tomou um longo gole - ah, do café, claro - ela sorriu - essa sua conversa com Ryan demorou! Esperei dez minutos e Esposito me disse que fazia tempo que estavam de portas fechadas. Aconteceu alguma coisa? 
— Não, Castle. Trabalho. Estava me atualizando nos assuntos do meu distrito. 
— Algum caso picante? Posso ajudar? Quer investigar comigo? 
— Vai ter que falar com Ryan, ele tem os detalhes se quiser ajudar. Sabe que não posso investigar. Tenho outras responsabilidades. 
— É, pilhas de papelada. Não deve ter nada extraordinário para você não estar envolvida nas investigações. 
— Castle, você sabe que agora eu apenas me envolvo se for algo extremo ou se os rapazes precisarem da minha ajuda, se o FBI for chamado, essas coisas. 
— É, sinto falta de investigarmos juntos. Nossas teorias. 
— Pode me ajudar com os relatórios. Usar seus conhecimentos da língua inglesa… 
— Sinto muito, Beckett. Prefiro os casos óbvios à papelada - ela riu beijando o rosto do marido. 
— E por isso você não é o parceiro perfeito. Fique a vontade com os meninos.
— Você também não é perfeita - ela ergueu as sobrancelhas - agressão e beliscões pesam contra você, Beckett. 
— Vou me lembrar disso da próxima vez que quiser deixar uma marca no seu corpo. 
— Ouch! Eu retiro o que disse, você é perfeita. 
— Castle, quer me deixar trabalhar? Obrigada pelo café. Se não aguentar até o fim do horário, te vejo em casa - ele sorriu. 
— Vou espera-la, capitã. 
À noite no loft após o jantar, eles estavam sentados no sofá. Beckett escorada no peito do marido segurava uma taça de vinho. Castle acariciava seu braço, cheirava seu cabelo. 
— Então, vai me contar como foi seu primeiro dia de volta ao trabalho? 
— Você estava lá - ela deu uma risadinha - e não quer me ouvir comentar de reuniões e papeladas. 
— Talvez você possa me contar alguma fofoca, uma bomba ou algo sobre Gates? Deve ter um assunto divertido. 
— Meu trabalho já não parece mais tão interessante para você, Castle? Devia começar a seguir o Ryan para novas historias. 
— Beckett, você sabe que não é isso. Tudo bem, eu vou falar - ele se ajeitou no sofá fazendo-a encara-lo - por que você passou tanto tempo conversando com Ryan? E não me diga que foi sobre os casos porque você não seria capaz de desafiar a minha inteligência com isso. Algo estava diferente nele hoje. 
— Você está com ciúmes do Ryan? 
— Beckett, quer parar de enrolar? Você está escondendo algo. Eu percebo, sou observador. Conheço você muito bem. 
— É assunto de policia. 
— E eu sou o seu parceiro. Embora eu acredite que o Esposito também não saiba - não adiantava, ele iria insistir até que ela falasse. 
— Tudo bem, mas você tem que prometer que não contará para ninguém. Manterá segredo. 
— Beckett, sou eu! - ela revirou os olhos, mas contou sobre a conversa com Ryan e seus planos futuros. Castle ouviu tudo calado. Ao terminar, ela esperava pelos comentários - quando você comentou com Gates a possibilidade dele um dia sentar na sua cadeira de capitã, confesso que me surpreendi. Achava que Esposito seria a sua escolha natural. Depois de ouvir o que disse, percebo que você está certa. Mais do que isso. Vejo o quanto você está preparara e merece estar ali. Você é líder, Beckett. Já enxergava isso quando era detetive, mas no comando posso ver o quanto isso é nato - ela estava vermelha - não precisa ficar envergonhada, é a verdade. Quem você é. 
— Acho que sim. 
— Posso fazer outra pergunta? 
— Como se dizer não o impedisse… 
— Essa sua decisão, sobre a sucessão, está relacionada com a possibilidade de gravidez? 
— Talvez… - ele sabia que era uma maneira dela afirmar que sim - podemos mudar de assunto?  Chega de falar de trabalho. 
— Tudo bem. Quer ouvir sobre o novo plot do próximo Nikki Heat? Estava pensando na lua de mel deles… aquela cena não combina bem com o que estava imaginando, porém pode ser usada no meio do livro. 
— Isso é sua maneira de pedir para ajuda-lo a escrever sobre a lua de mel de Nikki e Rook? 
— Talvez… - ela sorriu empurrando-o de volta para o sofá deitando-se sobre ele - isso definitivamente me dá ideias. 

Duas semanas depois… 

Beckett estava tão ocupada com reuniões, orçamentos e relatórios que mal tivera tempo de respirar nas últimas duas semanas. Finalmente o anúncio para o exame de Lieutenant saiu e ela viu Castle na mini copa comentando com Ryan que ele deveria se inscrever. As palavras exatas dele foram “seria perfeito para sua visão de futuro”. Ela teve que sorrir. Era o jeito sutil do seu marido dizer que sabia do segredo. Aliás, Castle cumpriu com sua palavra quando disse que ficaria todos os dias no distrito. Quando não estava ajudando os meninos nas investigações, passava as tardes debruçado no seu notebook escrevendo.  
Ela estava debruçada sobre um relatório quando Castle entrou trazendo uma sacola consigo. 
— Pare tudo o que você está fazendo. São duas horas da tarde e você não comeu nada além das frutas de manhã e sei que bebeu uns dois litros de café. É a única razão porque você sai dessa sala. 
— Preciso terminar esse relatório, Castle. Quero ir para casa cedo. A semana toda sai daqui depois das sete da noite. 
— Eu também quero que vá para casa cedo, mas vai parar porque precisa comer. Trouxe seu preferido - ela viu a sacola do Remy’s - vamos, Kate - ela fechou a pasta colocando de lado - bem melhor. Coma seu cheeseburguer e beba seu shake de morango. 
— Se está preocupado com a minha saúde, devia ter trazido uma salada. 
— Estou preocupado em te alimentar. Sua semana já está chata demais para comer salada. Não tente me enganar, você adora esse sanduíche. 
— Você esqueceu as batatas. Ou… você comeu? - ela parecia decepcionada - poxa, Castle… logo as batatas e… - ele ergueu um outro saco. 
— Claro que não esqueci. Queria provar meu ponto. Vai me dizer que queria a salada? - ela riu. Ele roubou umas batatas dela. 
— Estava pensando que assim que eu me livrar desse caso e do orçamento, podíamos agendar um jantar com Johanna e Paul. O que acha? - ele ergueu a sobrancelha. 
— Como um encontro duplo? É sério? 
— Por que você parece tão surpreso? Não é um encontro duplo. Isso é estranho. Estou falando de pessoas comuns com interesses comuns. 
— Ainda não entendi seu ponto. Paul e eu não temos interesses comuns, para falar a verdade acredito que ele não goste de mim. De maneira nenhuma. Eu devo ter sido um daqueles pacientes que todo o médico odeia. Não, eu provavelmente fui seu pior paciente. 
— Não seja melodramático, Castle. Você apenas queria ficar comigo. Paul não é um cara ruim. 
— Não mesmo, ele cuidou de mim. Fez um juramento - ele implicava com ela. 
— Estou falando sério, babe. Eu adoraria saber como eles estão e acho que devemos isso para os dois, eles salvaram nossas vidas. 
— Acho que já pagamos quando juntamos os dois. 
— Mais um motivo para sairmos com os dois. 
— Você não vai ficar chateada se sairmos com eles e eu começar a comentar coisas que deixarão Paul irritado? Parece que ele não gosta muito do que eu digo. 
— Isso era porque ele tinha ciúmes de você com Johanna. Vamos, babe. 
— Você nem sabe se eles continuam juntos - ela olhou para o marido surpresa - peguei você! Eu sei que estão. Era tão obvio. Se você quiser sair com eles, eu vou com você. Talvez possa ajudar, quem sabe eu posso encontrar uma nova historia para uma série de livros médicos. 
— Problemas para escrever sobre Nikki? 
— Nunca! Mas isso irritaria o Paul. 
— Castle, a ideia é termos um jantar agradável. 
— Eu sei, mas você adora quando eu irrito outras pessoas - ele beijou o rosto dela - estou brincando, amor. Eu adoraria sair com os dois. Sugiro você conversar com Johanna primeiro, para que ela prepare o espirito dele - viu que ela mordiscava os lábios - você já está pensando nisso desde que voltamos não? Beckett, você pode vê-la sem uma desculpa. Já disse que vocês deveriam continuar amigas. 
— Tudo bem. Vou ver quando ela está disponível para um café. Agora que já terminarmos o almoço, tenho um relatório para concluir. Quero chegar a tempo de jantar com você. 
— Esse é o seu jeito de dizer que devo preparar o jantar? 

— Como meu marido é inteligente! - ele se levantou, beijou a testa dela, os lábios - vejo você mais tarde.      


Continua....

7 comentários:

Géssica Nascimento disse...

Esses dois... cada dia ficam melhores!!!

cleotavares disse...

Ai ai!Que viagem linda e proveitosa. Amei a cena da moto, ha! Fiquei surpresa, porém feliz, com a ideia de Ryan ser o substituto da Kate.
Eu acredito que quando a Kate ficar grávida, será o Castle que perceberá.

rita disse...

Está excelente!! A cada capítulo você nos surpreende com os momentos mágicos da relação dos dois. Essa viagem então foi ótima, deve ser muito bom poder fazer uma viagem assim, sem preocupações, sem horários, só se divertindo, conhecendo lugares, e se amando muito.Parabéns!! Abraços.

Priscila Barros disse...

Essa viagem não podia acabar de maneira melhor! ❤❤❤❤
Esses dois aprontando em Vegas foi maravilhoso hauahauahuhauahauahu ❤❤
Amei a volta da Kate pro trabalho, em especial a parte dela preparar o Ryan para sucessor.
Ahh, eu já tô ansiosa por esse jantar deles com Grayshall ❤❤ Castle não tem jeito mesmo, querendo implicar com o Paul hauhahaha.
Amei muito o capítulo, Kah! ❤❤❤

Marta Santos disse...

Ah😍😍😍 , ah😍😍😍 que capítulo maravilhoso . Esses dois em vegas,aprontando todas , Beck's com ciúmes 👌 , ameaçando chutar o traseiro de Castle que amor ! 😂 . Eles jogando foi ótimo , muito trapaceiros , ninguém supera kk , ponto alto da viagem foi a hora que o feitiço virou contra o feiticeiro kkkkk Kate vou brincar com fogo se queimou . Eu adorei a imagem de Castle naquela calça de coro ( thx Kah , por me fazer imaginar coisas , mas do que ja imagino ) brincadeira , eu não sou assim kkkkk . Essa viagem foi tudo de bom . A retorno deles foi muito especial, a conversa com Ryan me emocionou , não teria pessoa melhor para ser o sucessor dela , ele é um cara é tanto . Sobre o jantar , o que eu tenho a dizer é isso vai ser muito legal kkk . Castle ja está fazendo um roteiro pra irritar Paul e agente agradece . Kah foi amaravilhoso , obrigada por no propocionar isso . Vc é incrível , eu sei que ja te falei. 💙💙💙💙💙💙💙💙💙💙

Vanessa Belarmino disse...

Castle empolgado com Vegas. hahaha
Calma, Kate que agora as coisas são diferentes.
Adoro quando ela ameaça ele. hahaha
Realmente estão se divertindo em Vegas hahaha
Castle e sua modéstia. Definitivamente tomando conta do 12th.
Mais um passeio de moto antes de voltar, uma KB cheia de ideias, mais roupas de couro... Gosto disso.
Amassos na moto... Eita, que a coisa esquentou mesmo. Pena que não deu pra terminar.
To ansiosa para ver a falta de gentileza de Castle. O feitiço virando contra o feiticeiro, alguém tb ficou na mão hahaha
Kate realmente provoca o homem. Acho que fechamos a viagem muito bem e com varias marquinhas hahaha
De volta a NY.
Beijinhos de bom dia e promessas de café.
Amando esse valor devido a Ryan, ele é ótimo. Como policial, como ser humano. Super merece essa chance.
Que coisa mais linda essa conversa com Ryan. Ele todo nervoso e não esperando algo bom. Me emocionei com as palavras de Kate.
Sim. Kevin, ela se contaminou com Castle, para nossa sorte hahaha
Ryan como investigador é uma mistura de Caskett. Ele tenta pensar fora da caixa e tb se contaminou com Castle hahaha. Mas não deixando de seguir as regras.
E Beckett tem razão, ele é tipo ela, so que mais equilibrado emocionalmente que ela era.
Capitã Beckett arrasou. Parece que vi Roy e Gates conversando com ela. Foi lindo.
"Agora, volte ao trabalho antes que meu marido arrombe a porta ou tenha uma sincope" hahaha
Castle sabe fazer um interrogatório tb. ahahha
Adorei o elogio que ele fez a ela. Tão bonitinho ela ficar vermelha, posso ate ver ela abaixando a cabeça e aquela franja teimosa caindo no rosto.
Kate querendo jantar com os doutores... Acho que Paul e Castle precisam se conhecer melhor haha
To louca pra saber as novidades do outro casal.
Por um marido que me faça um jantar.Ah,me acorde com beijos, café e amor... Tb quero dormir agarradinho. I need!♥

Julia Souza disse...

Aaaaa,Queria um Castle na minha vida! Peguei a referência de proposta indecente,tô atrasada na fic mas tô maratonando ❤