quarta-feira, 19 de abril de 2017

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.110



Nota da Autora: Há algum tempo eu comentei que surgiriam bombinhas na historia. Chegou o momento. Aliás esse capitulo foi escrito a um bom tempo e o tanto de coincidências nele chegou a me assustar... anyway, preparem-se! Podem escolher lados, mas acredito que a mensagem que tento passar está clara...(assim espero!) Tive minhas razões. Ah, mais um detalhe. Não estou postando essa fic com freqüência, please, um pouco de paciência com a autora...  Enjoy! 



Cap.110

Gigi estava adorando a presença da sogra em sua casa. Eles eram mimados todos os dias por dona Cookie. Se quer comunicaram aos irmãos que ela estava em Los Angeles. 
— Amor - disse Jeff enquanto jantava - acho que precisamos contar aos nossos irmãos que a mamãe está aqui. Sei que ela está doida para ver a Katherine. 
— Estou mesmo. Só não fui lá pessoalmente porque Gigi me falou que os horários de Stana são bem malucos. 
— Mas o mano está em casa. É ele quem cuida dela na ausência da Stana. Você não disse isso para ela, Gi? 
— Eu meio que esqueci… - Jeff a olhou curioso - ah, Jeff, pode me culpar? Eu estou trabalhando muito no novo projeto. Eu queria curtir a minha sogra um bocadinho. Se duvidar, Nathan ia aproveitar que ela está aqui para ficar cuidando da Kate. 
— Ai, Deus! É só o que faltava! Você está com ciúmes da sua sobrinha? 
— Não é ciúmes, meu Jeff. Eu só queria a sua mãe um pouco mais para mim… - ela fazia biquinho - gosto de tê-la por perto, conversar com ela. 
— E ser mimada. Você não me engana, Gi. 
— Você também gosta! 
— Tudo bem, não precisam brigar. Vejo como Gigi está trabalhando desde que voltamos de Edmonton. Não me importo de ajudar. Eu posso esperar para ver a minha neta no fim de semana. Fazemos uma visita a Nate e Stana no domingo. 
— Por mim tudo bem.   
No dia seguinte, ele esperava Stana chegar ansioso. A esposa apareceu na sala com um ar cansado. Nathan tinha Katherine na cadeirinha dava umas frutinhas amassadas para ela. 
— Olha quem chegou, Katie. A mamãe! 
— Hey, babe… - ela se aproximou. Beijou a cabecinha da filha e os lábios do marido - vou tomar um banho. Já volto - Nathan sabia que ela estava cansada, o semblante não negava, mas ele não podia esperar mais para contar a novidade. 
Vinte minutos depois, Stana desceu as escadas e pegou a filha do colo do pai enchendo-a de beijos. Katherine fazia sons lindos e a gargalhada da pequena fazia a cansada esposa sorrir. Ele observava aquele momento entre mãe e filha. Esperou até que o instante em que ela se satisfez ao matar as saudades da pequena. Colocou-a no bercinho portátil com uns brinquedos, sentou-se ao lado do marido. Acariciou a coxa dele. 
— Nossa! Eu estou muito cansada. Gravei umas cenas pesadas na madrugada. Acho que vou dormir a tarde toda. O bom é que amanhã eu apenas começo a filmar às oito. Tenho tempo para descansar e cuidar de Kate. Você precisa de uma folga, não? Tem que gravar ou algum compromisso? 
— Na verdade, eu tenho algo para lhe contar - ele se virou no sofá para ficar quase de frente para a esposa - uma ótima oportunidade. Um trabalho, Stana. O primeiro grande trabalho após Castle - ela o olhava intrigada, ele estava animado. 
— Trabalho? Como assim?
— Lembra que eu contei para você sobre ter encontrado Ryan na convenção? Ele conversou comigo e disse que tinha um projeto, um filme que talvez me interessasse. É do mesmo diretor que encontrei em São Francisco. Geoff escreveu e irá dirigir. O papel é de um agente da policia futurista. Eu seria o parceiro de Ryan e com um potencial relacionamento amoroso com uma outra policial que ainda não foi escolhida apesar de ter três nomes em análise. São bastante promissores. Caitriona Balfe, Katie Cassidy e Carly Pope. Tudo indica que ele prefira as canadenses até porque a agenda de Caitriona está apertada. Já pensou? Eu ficaria feliz em contracenar com qualquer uma delas. Ryan fez questão de me dar sua benção. Conversou com Geoff para que eu ficasse com o papel. E a reunião que tive há dois dias atrás foi para me encontrar com o diretor, passar umas cenas. Eu consegui, Staninha. O papel é meu. 
Ele sorria animado. 
— Wow! Nate isso é ótimo! Um filme com Ryan Reynolds. Você terá bastante exposição. Fico feliz por você. Quando começa a produção, sei que filmes levam mais tempo para montar orçamentos então imagino que lá para dezembro, janeiro, não? 
— Ai que está a diferença desse projeto. Geoff já trabalhou antecipadamente. E as filmagens começam no mês que vem. Três meses, vão até janeiro. 
— Nossa! Isso é rápido, não? Qual o estúdio? Warner, Paramount? 
— Esse é o outro motivo de Geoff ter conseguido o dinheiro e a equipe de filmagem tão rápido. O projeto é da Universal e será filmado em Vancouver. 
— Vancouver? - a cara de espanto de Stana acendeu um alerta no cérebro de Nathan - Canadá. Você está me dizendo que nesse novo trabalho vai passar três meses no Canada? Novembro a Janeiro? 
— Sim, mas teremos provavelmente uma semana de recesso para o natal e virei ficar com vocês e…
— Nathan, você ainda não aceitou isso, certo? 
— Praticamente. Qual o problema, Stana? Pensei que ia ficar feliz com a novidade, feliz por mim. 
— E quanto a Katherine? Eu ainda estou filmando por pelo menos mais dois meses. O nosso diretor disse que talvez tenhamos que entrar em dezembro. Como fica Katherine? Eu e você trabalhando. Meu Deus! Canadá! 
— Qual é o problema? Você está trabalhando desde julho. Eu não fiz nada até agora além de apoia-la, cuidar da nossa filha. Eu consigo uma ótima oportunidade de trabalho e a primeira coisa que você pensa é quem vai ficar com a nossa filha? - ele se levantou chateado. Queria ficar distante dela. 
— Claro que penso nela, Nathan! Ela é nossa prioridade agora. Tudo o que fazemos, devemos pensar primeiro em Katherine - ele riu debochado. 
— Engraçado, do jeito que você fala parece que eu não faço nada. Eu tenho cuidado da nossa filha todos os dias enquanto você trabalha. Eu venho apoiando seu trabalho pelos últimos meses sem pedir nada em troca e na primeira grande chance que tenho de fazer um papel que realmente me interessa você sequer parou para pensar em como me sinto. No que quero fazer. Só pensou em quem fica com Kate porque claramente não pode ser você, não pode atrapalhar a rotina de seu precioso trabalho. Como você pode ser tão egoísta? Depois de tudo o que eu fiz por você? - ela pode ver a mágoa nos olhos dele. Nathan estava vermelho. 
— Não estou sendo egoísta, sou realista - ela se levantou do sofá, elevou um pouco a voz -  Claro que quero vê-lo bem, cuidando de sua carreira. Mas logo Vancouver? Logo um trabalho fora do pais? Três meses, Nathan! É muito tempo longe, como vou lidar com tudo sozinha? Você vai estar lá filmando com seus novos colegas, com outras atrizes e e-eu aqui, tendo que cuidar de tudo? Acha isso justo? 
— É, definitivamente nada egoísta, Stana. Quer saber? Eu não consigo olhar para você agora. De todas as respostas possíveis, essa era a única que não esperava. Como minha esposa esperava que me apoiasse, ficasse feliz por mim. Acho que a via de mão dupla do casamento não está valendo aqui. Eu vou sair - Katherine começou a chorar, talvez assustada com a discussão. 
— Espera, Nathan… onde você vai? Não terminamos de conversar e… você volta hoje? 
— Terminamos por hoje. Não tenho a mínima vontade de continuar essa discussão com você e se seu interesse na minha volta para casa diz respeito a minha filha. Que tal ao menos uma vez, você a colocar como sua prioridade? - a raiva o deixava vermelho, havia fúria em seu olhar - se vire, Stana porque eu não sei se volto para casa. 
— Nathan, não…. 
Era tarde demais. Ele já batera a porta atrás de si determinado em deixa-la sozinha. Stana suspirou pegando a filha do berço ainda chorando, sentou-se no sofá e acabou cedendo as lágrimas, parte por raiva, parte por frustração. Odiava brigar com o marido e naquele momento, ela não raciocinava direito para entender porque Nathan ficara tão chateado. 
XXXXXX
Nathan dirigiu por duas horas pela cidade. Queria esfriar a cabeça porém todas as vezes que um simples pensamento surgia em sua mente sobre Stana, ele esmurrava o volante com raiva. Não era o que ele esperava enfrentar quando se viu tão animado com a possibilidade do novo trabalho. Por Deus! Tudo o que ele queria era uma chance de alavancar sua carreira. Precisava dessa chance. Estava cansado de fazer pontas. Ele não comentava isso com a esposa porque não queria que ela se sentisse culpada por estar trabalhando em um projeto real e importante. E onde isso os levou? Onde o sacrifício dele em omitir como se sentia lhes deixou? Perdidos em meio a uma briga. Desaforos trocados em um momento de raiva. Para que? 
Ele passou a mão nos cabelos. Por que ela tinha que puxar a discussão? Por que não podia apenas ficar feliz por ele? Depois eles podiam resolver o resto. 
— Katherine, prioridade! Há! Não me faça rir, Stana. Você só pensava em si mesma. Sempre dona da razão. Droga! 
Ele parou o carro em um bar. Pediu uma dose de whisky. Virou-a de uma vez. Pediu a segunda, também desceu muito rápido. Passava das duas da tarde. Ele sabia que o irmão não estava em casa. Precisava conversar com alguém ou ia explodir. Mas somente Jeff podia entende-lo ou Gigi. Mas quem garantia que a cunhada não ficaria do lado da irmã? Não tinha como saber. Tomou mais uma dose do whisky. Sabia que se bebesse mais não conseguiria dirigir ou pior poderia ser pego e levar uma multa. Não ia arriscar. Decidiu que ia comprar um garrafa de Jameson e seguiria para a casa de Jeff. Podia beber lá na frente enquanto esperava-o chegar do trabalho. 
Dirigiu por mais uma hora tentando clarear as ideias, era inútil. 
Por volta das quatro, Nathan parou o carro na frente da casa do irmão. Puxou uma sacola de papel com uma garrafa de Jameson e começou a beber. Jeff chegou em casa cedo. Estacionou o carro por volta das cinco e meia na garagem reconhecendo o carro do irmão. Será que Nathan veio visita-los? Talvez sua mãe tenha ligado para ele trazer Katherine para ela ver. 
Então, reparou que havia alguém dentro do carro. Nate. Andou até lá. Bateu no vidro. Notou o quão devagar ele acionou o vidro. Os olhos do irmão estavam baixos, vermelhos. Viu a garrafa de whisky pela metade no banco do passageiro. 
— Hey, bro. O que faz aqui? O que aconteceu? Cadê a Katherine? 
— Deve estar com a…mãe. 
— Você está bêbado, Nate. Vem, vamos entrar - ele abriu a porta do carro ajudando o irmão a sair. Nathan tinha a cabeça pesada, tropeçava nas próprias pernas. Quando ele entrou em casa trazendo o irmão, colocou-o sentado em uma das cadeiras da mesa de jantar. Deixou sua pasta na mesa, tirou o paletó. Precisava fazer um cafe e dar um banho nele. Coloca-lo sóbrio outra vez. 
— Jeff, é você? - dona Cookie apareceu na sala e deu de cara com o filho - Nate? Filho, o que aconteceu? 
— Oi, mãe - Jeff respondeu da cozinha - estou fazendo um café para ele. Encontrei-o no carro na frente de casa. Ainda não sei o que aconteceu, mas dá para ter uma ideia. Gigi ainda não chegou, certo? 
— Não, deve demorar. Ela tem vindo para casa somente lá pelas sete. 
— Ótimo! Vou aproveitar e leva-lo para tomar um banho. Quero vê-lo sóbrio para saber exatamente o que aconteceu - ele se aproximou com o café preto e amargo numa caneca - beba isso, bro - Cookie sentou-se ao lado do filho acariciando seus cabelos. Nathan bebeu um pouco do café. Fez careta. 
— Está forte! 
— Claro que está, você está bêbado - disse Jeff - termine logo a caneca que vou joga-lo debaixo do chuveiro. 
— Droga, bro… me deixa curtir minha fossa mais um pouco. 
— Nada disso. Sei bem qual o motivo dessa sua fossa e não vou deixar ficar chorando pelos cantos pela sua esposa. Ciúmes de novo, bro? Quem foi dessa vez, alguém do novo show? 
— Por que você assume que seja ciúme? Stana é uma egoísta! - ele elevou a voz sentindo a cabeça latejar - droga! Minha cabeça… 
— É o pacote completo então. Café, banho e analgésico. Depois que você estiver melhor, conversamos sobre o motivo da minha cunhada ser egoísta. Vamos subir. Termine logo esse café, Nate - ele bebeu mais um pouco. Finalmente notou a mãe ao seu lado acariciando seu ombro. 
— Mãe… o que a senhora faz aqui? 
— É uma longa historia, para depois que você estiver melhor. Vai querer vomitar? Porque se a resposta for sim, melhor fazer isso em um balde no quintal. Gigi me mata se sentir o cheiro no nosso banheiro. 
— A-acho que sim… você ainda vai se arrepender de fazer tudo para ela. Pode aguardar - Jeff trocou um olhar com a mãe. A coisa foi séria. Levou-o para o quintal e esperou até que o irmão conseguisse colocar toda a bebida para fora. Pálido e fraco, ele o ajudou a subir as escadas. Uma hora depois, eles descem as escadas. Nathan estava calado desde o banho. Dona Cookie estava fazendo o jantar. Imaginou que o filho não comera nada portanto preferiu fazer uma sopa para forrar o estômago antes de comer algo mais substancial. 
— Sente-se, Nate. Você vai tomar uma sopa agora. Depois, janta conosco. É isso ou nada de analgésico - ele se sentou para obedecer a mãe, precisava daquele analgésico desesperadamente. Jeff sentou-se ao lado do irmão. Cookie colocou o prato de sopa na frente dele e ficou observando seu filho levar as primeiras colheres à boca. 
— Vai me dizer porque está aqui, mãe? 
— Vim com Jeff e Gigi. Seu pai foi para uma caçada por duas semanas e como não gosto de ficar sozinha acabei aceitando o convite do seu irmão para passar um tempo aqui com eles. Gigi gosta da minha companhia e posso ver minha neta… aliás como ela está? 
— Está bem. Com a mãe - o jeito que Nathan falou a palavra preocupou dona Cookie, mas ela não teve chance de perguntar mais porque o filho obviamente queria respostas - espera, vocês foram para Edmonton? Quando? 
— No fim de semana passado. Mamãe voltou conosco. Pretendíamos visita-los no próximo domingo. Tenho certeza que Gigi falou para a Stana quando ela esteve aqui pegando minha panela. 
— Ah, claro. Ela provavelmente resolveu não me contar já que não a interessava - falou com desdém. 
— Filho, o que aconteceu com vocês? Por que está falando da sua esposa desse jeito?  - ele respirou fundo - falar faz bem, melhor que se embebedar. Converse conosco, Nate. O que o deixou tão chateado? - ele terminou de tomar a sopa. 
— Será que posso tomar o analgésico agora? - a mãe se levantou para buscar o comprimido. Nesse instante, a porta se abre e Gigi chega fazendo festa com um pote de sorvete de chocolate. 
— Oi, gostoso! Trouxe sorvete para nós. Sogrinha, hoje a sobremesa é por minha conta… - ela viu o cunhado levar as mãos aos ouvidos - Nathan? Veio nos visitar? Trouxe minha fofinha? - Gigi percebeu o olhar do marido. Se aproximou do cunhado e tocou o seu ombro - hey, tudo bem? - a cara de preocupação dela fez Nathan se controlar para não dar uma resposta atravessada a cunhada. 
— Não, eu não estou bem e nem com paciência - ela olhou para Jeff. 
— Ele bebeu. Está de ressaca. E… 
— Brigou com a sis… entendi. O que foi dessa vez? Por causa de Neil? - Nathan olha para a cunhada. 
— Por que vocês sempre acham que nossas brigas se resumem a ciúmes? Brigamos por motivos sérios também. Não somos possessivos como vocês. 
— Hey! Ela só fez uma pergunta, bro. 
— Deixa, Jeff. Ele está chateado. Ajuda se conversar. Se bem que… acho que você não quer falar comigo - ela já se distanciava da mesa indo em direção às escadas. Jeff se levantou indo atrás dela. 
— Gi, volta aqui - ele a segurou pela mão. 
— Está tudo bem, Jeff. Ele está chateado com a minha irmã. É meio óbvio que não queira conversar comigo. Vou deixa-los ter uma reunião em família. Vou tomar um banho - Jeff se sentiu incomodado com a situação. Era a primeira vez que Gigi se sentia excluída e o fato de seu irmão estar com problemas o colocava numa posição complicada. Tinha que ajudar o irmão, porém sua esposa não tinha culpa pelos atos da irmã, quaisquer que fossem. Nathan não tinha o direito de destratar Gigi. Entre a cruz e a espada. Ela percebeu a indecisão nos olhos do marido. Aproximou-se dele beijando-lhe os lábios - hey, não fique assim, meu gostoso. Vá ajudar seu irmão. 
— Não, Gigi. Você não precisa fugir. Pode ficar. Não sou tão babaca assim. Vai ser bom ouvir o que aconteceu e julgar se sua irmã tem razão nessa história - Nathan a fitava. Ela pode ver o quanto ele estava arrasado. Realmente a coisa foi séria.
— Tudo bem, mas será que podemos conversar depois do jantar? Estou morrendo de fome e nesse tipo de conversa, sorvete ajuda e muito. É de chocolate, seu preferido Nathan - ela sorriu. Ele tentou sorrir para a cunhada. Jeff a abraçou beijando-lhe o topo da cabeça enquanto voltavam para a mesa. Dona Cookie foi buscar o jantar. Gigi se sentou do lado do marido. Comeram em silêncio. Jeff perguntou algo sobre o trabalho da esposa e Gigi comentou que estava conseguindo agilizar as coisas, mas que tinha muita coisa rolando. Semana que vem ela ia encontrar o dono para mostrar as primeiras ideias. 
— Estou nervosa. Não sei se ele vai gostar. Será quinta. Como amanhã já é sexta, vou ter que me virar na semana. Preciso do carinha do cad. Um estagiário muito bom e da menina para me ajudar nas cores. Tenho poucos dias para acertar tudo e fazer a tal apresentação. É uma conta muito importante. Não posso me dar o luxo de errar. 
— Você vai conseguir, amor. Sempre consegue. Seu cliente vai amar e logo terá seu nome na porta do escritório. Essa sociedade já é sua - Nathan estava impressionado com o jeito dos dois, como eles interagiam, conversavam. Eles se entendiam, se apoiavam. Por que estava se sentindo tão amargo? Gigi olhou para o cunhado, ele parecia um pouco surpreso com a conversa, mas havia outra coisa em seu semblante. Não era tédio, era algo estranho. Seria inveja? Ela optou por desviar o assunto querendo tirar o foco de si e também evitar o jeito que o cunhado olhava para os dois. 
— Acho que essa conversa não é interessante para Nathan. Ele parece entediado. 
— Que isso, Gigi. Vocês tem todo o direito de conversar. Estão na casa de vocês, jantando juntos, falando de seus dias. O intruso aqui sou eu. 
— Hey, só queria que participasse da conversa. Está tudo bem. E você não é um intruso. Você é família - Nathan sorriu. 
— Ah, Gigi. Você está bem agora, mas talvez me odeie quando souber o que está rolando. 
— Não posso afirmar nada, apenas que serei justa como sempre fui. Por que não conta o que está incomodando você e qual foi o motivo da briga de vocês? Coloque sua raiva para fora e não poupe palavras, pode xingar minha irmã, sei que ajuda. Você deve ser melhor que eu nisso porque eu nem consigo dizer nomes feios para o Jeff quando brigamos. 
— Tudo bem, melhor contar mesmo. Tem razão, Gigi, Estou com muita raiva. Frustrado, triste e por que não dizer decepcionado? - ela trocou um olhar com o marido, vinha chumbo grosso ai - nas ultimas convenções que fui reencontrei alguns conhecidos da área, pessoas que estudaram comigo, me conhecem há tempos. Reforcei meu networking então no ultimo domingo eu encontrei com Ryan Reynolds. Conversamos bastante e ele me ofereceu um projeto para analisar. Queria saber se me interessava a ideia e se minha reação fosse positiva, ele conversaria com o diretor para eu atuar como seu parceiro. É um filme de policia futurista, o papel é de um agente, como se fosse um policial e terei um interesse romântico que ainda não foi escolhido. É uma ótima oportunidade e conheço o diretor, ele está dando preferência aos canadenses. 
— Isso é ótimo! Estrear um filme ao lado de Ryan Reynolds. Conta mais! - Jeff estava empolgado. Gigi também. Queria mais detalhes. 
— Quem são as atrizes? - ela perguntou. Mesmo com a reação positiva, Nathan entendeu que a cunhada estava tentando pescar se esse fora o motivo da briga com a irmã. 
— Ele está entre três nomes. Carly Pope, que Ryan acredita ser a primeira escolha já que Caitriona Balfe está enrolada com a sua série e Katie Cassidy - ele viu os olhos de Gigi se arregalarem. 
— Você disse Caitriona? A Claire? Oh, meu Deus!!! Nathan! - ele obviamente não entendeu o surto prévio da cunhada - você pode contracenar com ela? isso significa que posso conhecer a atriz e ah! Isso é incrível! Já estou ansiosa por você e… - de repente ela parou - desculpe, me empolguei. Claramente esse não é o foco da conversa. 
— Desculpe, bro. A Gigi tem fixação pela série Outlander. 
— Sinto decepcionar, Gigi, mas ela provavelmente será descartada por causa das filmagens da serie - ele estava impressionado com a reação positiva dos dois. Por que não tivera a mesma reação com a esposa? 
— Mas o papel já é seu, não? Está tudo certo? Porque é uma excelente oportunidade para experimentar o glamour de Hollywood - disse Gigi. 
— Está e foi ai que começou o problema. Eu esperava essa reação de Stana, mas não. Quer dizer, ela ficou feliz, mas no momento que disse que as filmagens começavam em novembro e que ficaria três meses em Vancouver, tudo desandou. De repente, nada mais interessava apenas jogou na minha cara quem ia ficar com Katherine, que ela era a prioridade e eu não pensei nisso. Discutimos, falei o que não devia e sai de casa. Não consigo olhar para Stana agora. 
Gigi e Jeff trocaram um olhar. Eles teriam que falar alguma coisa para consertar essa confusão. Antes que pudessem se pronunciar porém, Nathan continuou. 
— Como ela pode falar isso para mim? Tudo o que tenho feito nos últimos meses é cuidar da minha filha. Ela vem sendo minha prioridade há meses, desde que nasceu. Depois de tudo o que fiz por ela? Todo o apoio? Como ela pode me negar isso? Como pode ser tão egoísta? Stana só pensa nela! É a primeira boa oportunidade que eu tenho desde Castle. Ela podia ficar feliz por mim, podíamos festejar e depois resolveríamos nossos problemas. Mas não! Tudo o que ela pensava era como eu ia passar três meses longe e como ela faria para não afetar seu precioso trabalho. Tão egoísta a ponto de querer saber se eu voltaria para casa porque ela tem que trabalhar amanhã - ele estava vermelho. 
— Nossa! - Gigi estava tentando organizar os pensamentos. Ela não queria duvidar do cunhado, mas ele estava muito arrasado para inventar qualquer coisa. Ainda não acreditava que sua irmã fora tão insensível - acho que Katherine hoje é o menor dos problemas aqui. 
— Filho, eu posso ir para sua casa. Cuido da minha neta. 
— Não. Ninguém vai ajudar a Stana dessa vez. Nem a senhora, nem a Gigi. Devem pelo menos isso a mim. Deixem Stana se virar dessa vez. Ela precisa agir e fazer de Katherine sua prioridade, não ficar falando apenas da boca para fora. Bro, posso dormir aqui? Se não der eu vou para um hotel. 
— Claro que pode, bro. Temos mais um quarto de hospedes. Fique o tempo que quiser.  
— Nathan, eu não sei o que dizer. Eu não esperava essa reação da minha irmã. Somos testemunhas de tudo o que você fez por ela durante meses. Isso está errado - ele tocou a mão da cunhada. 
— Obrigado, Gigi. Mas não espero que fique do meu lado. Ela é sua irmã. 
— Pode ser minha irmã, mas está errada. Poxa, será que ela esqueceu tudo? Droga! Eu estou empolgada com o seu novo filme. 
— Gigi, Nate não vai te apresentar a Caitriona… - ela olhou para Jeff, fez uma careta como se dissesse do que você está falando? 
— Estou falando de Nathan. Eu não me esqueci como ele ficou quando minha irmã entrou em depressão. Ela também não pode ter esquecido. Talvez você a pegou de surpresa. Ela vai cair em si. 
— Sabe, esse é o problema. Vocês ficaram logo felizes ao saber, mesmo com o lance de Vancouver. Ela veio logo me perguntar se já tinha aceitado o trabalho. O que isso diz de nossa relação? Eu posso apoia-la em tudo, porém quando chega minha vez ela reage assim? Casamento é uma via de mão dupla, poxa! - Gigi acariciou o braço do cunhado. Nathan estava arrasado e nesse momento, ela sabia que a irmã também não deveria estar bem. Porém, ela começava a se irritar com a atitude de Stana. 
— Acho que está na hora daquele sorvete de chocolate. Você precisa afogar as mágoas, Nathan - ela voltou com o pote e várias colheres. Ofereceu uma a ele - Vá em frente, xingue a Stana. Prometo que ajudo você - ela meteu a colher tirando um pouco de sorvete, Nathan fez o mesmo - vamos, quer que eu comece? 
— O que? 
— A xingar minha irmã! Você pode começar com egoísta. Eu digo que ela é burra - Nathan olhou atônito para a cunhada. 
— Gigi, o que você está fazendo? Ela é sua irmã. 
— E por ser minha irmã eu não posso xinga-la? Cega! isso! Que mais? Mal agradecida. Vamos, Nathan não posso fazer isso sozinha. Ajude! - Jeff olhava maravilhado para a esposa. Ela não apenas ficara do lado de seu irmão como estava tentando anima-lo, desestressá-lo e estava conseguindo! Nathan provou o sorvete, fechou os olhos. Ao abri-los sorriu. 
— Como você consegue? Gigi, você é uma figura. 
— Sou o que? Jeff, o que ele disse? Nathan está me xingando? 
— Não, minha Gi. Acho que ele está te elogiando. Você conseguiu faze-lo sorrir. 
— Sim, estou elogiando, você, de todas as pessoas, tinha todos os motivos do mundo para ficar contra mim e ainda assim… 
— Não gosto de injustiças, Nathan - ele inclinou-se e deu um beijo estalado na bochecha da cunhada. 
— Obrigado, Gigi. Esse sorvete está muito bom. 
— Você não vai xinga-la nem um pouquinho? 
— Acho que você já fez isso por mim. E posso confessar uma coisa? Eu também tenho dificuldades de xinga-la, assim como você com o mano - ela sorriu apertando a mão do cunhado. 
— Você não está preocupado? Com Katherine? 
— Não, acima de tudo, Stana é uma ótima mãe. Ela vai dar um jeito de resolver a situação. Nem que para isso tenha que faltar trabalho. Ela não deixará a nossa filha desamparada. Esse tempo longe vai fazer bem a nós dois. Esfriar a cabeça, mas eu não volto atrás. Eu vou para Vancouver. Alguém precisa ceder e dessa vez não serei eu. Vocês se importam se eu subir para o quarto agora? Quero ficar sozinho. 
— Claro que não, bro. Vem, vou ver se está tudo em ordem para você. 
Os dois subiram as escadas. Assim que viu Nathan desaparecer da sua frente. Gigi soltou um grito frustrado. 
— Droga, Stana! Você não poderia escolher outra hora para brigar com seu marido? - colocou outra colher de sorvete na boca. Cookie se aproximou massageando os ombros da nora. 
— Você foi incrível, minha filha. Conseguiu fazer Nathan sorrir, relaxar um pouco. 
— Ah, sogrinha… queria poder dizer que estou aliviada. Mas estou bem triste. Não gosto de ver esses dois brigados. Eu sei que ela deve estar tão mal quanto ele. Stana errou feio. E vou ter que dar um jeito de consertar isso nesse fim de semana. Não posso ficar me preocupando com a minha irmã com tudo que está acontecendo na minha vida. 
— Eu sei querida. E se tem alguém que pode consertar isso tudo, esse alguém é você. Ela vai lhe ouvir. 
— Vai mesmo! Nem que tenha que dar uns tabefes nela! - Cookie riu - vou guardar esse sorvete e cuidar de mim. Nem dei atenção ao meu Jeff. A senhora viu como ele ficou dividido entre eu e o irmão? Fiquei com pena do meu marido. Não quero vê-lo nessa situação outra vez. Ele adora o irmão. Ninguém deveria ser obrigado a escolher. 
— Mas você fez o certo, ele sabe disso e se a escolhesse também não deveria se sentir culpada por isso, filha. Ele a ama. Você é a esposa dele. 
— Mesmo assim. Não quero que ele tenha que escolher - ela beijou a sogra - boa noite, sogrinha. Acho que tem outra pessoa precisando dos seus carinhos hoje. 
— É, eu adoro dar carinho aos meus bebês, confesso que prefiro fazer isso em circunstâncias mais alegres - subiram as escadas. Jeff ainda não estava no quarto. Gigi resolveu tomar um banho. 
Eles estavam no quarto de hospedes. Nathan sentado na cama com o irmão ao seu lado. 
— Ela me surpreendeu. Gigi. Jurava que ia me atacar, ficar do lado da irmã e dizer que eu estava sendo irresponsável. 
— Por que pensou isso? 
— Porque é a irmã dela, bro. A relação dessas duas é algo indiscutível. Elas sempre apoiam uma a outra. 
— Como nós. Mas Gigi tem razão. Foi injusto. Desculpe por não ajudar muito hoje. Sinto que não fiz bem meu papel de irmão. 
— Fez sim. Curou minha bebedeira e ficou do meu lado. Eu sei que ela deve estar sofrendo por causa da briga. Deve estar chorando com a filha no colo. Posso ver a cena. Precisava sair antes que piorasse tudo. Não posso deixar que essa raiva se torne maior que meu amor por ela, bro. 
— Não vai. Isso é passageiro. Ambos irão esfriar a cabeça.Respirar fundo e voltar a conversar. 
— É, temos uma filha. Temos muito a perder. E eu a amo. Mesmo decepcionado, eu não consigo odia-la. Eu sei que Gigi vai falar com ela. Não tenho ideia do que minha cunhada vai fazer, mas ela comprou a briga. Não imaginei vê-la xingando a irmã.       
— Comprou mesmo. Ela fez isso para te animar, Nate. Talvez nem acredite nos xingamentos. 
— Fez eu me sentir melhor. Retiro o que disse antes. Você pode fazer tudo por ela - ele deu um murro no irmão de leve - E ainda me deixou curioso. Que historia é essa com Caitriona? 
— Nem comece, Nate. Não tenho disposição para falar disso agora. Descanse, amanhã é outro dia - ele se levantou. 
— Desculpe por estragar a sua noite, bro. 
— Voce não estragou nada. Para isso servem os irmãos - ele viu a mãe surgir no quarto - já estava de saída, mãe. Pode ficar com o seu caçulinha. Vou ver minha esposa. 
— Hey, filho. Quer chocolate quente? Tem mashmellows extras - Nathan sorriu. A mãe entregou a caneca para ele sentando-se do outro lado da cama. Ele tomou toda a bebida e deitou a cabeça no colo de dona Cookie. Ela fazia cafuné nele - vai passar, filho. Sei que vai. 
— É, apenas porque a amo. Doeu, mãe. Realmente doeu. 
— Nate, eu sei. Mas todo o casamento tem seus altos e baixos. Cabe a vocês encararem os problemas da melhor maneira. Ambos precisam aprender a lidar com isso. 
— Eu a apoiei, tantas vezes fiquei chateado ou triste diante do que estava acontecendo comigo. Eu estou cansado de fazer bicos, pontas. Eu omiti isso dela porque não queria preocupa-la e agora quando finalmente tenho uma chance… 
— Está errado também. Em um relacionamento os dois devem saber ouvir. Se alguém tem um problema não deve guardar para si, é preciso dividir as coisas boas e as ruins. É assim que funciona. As vezes pensamos que estamos protegendo quem nos ama e acabamos nos anulando. Você precisa consertar isso. Não nesse momento, tente dormir, meu menino. 
Gigi terminava de passar hidratante no corpo quando Jeff entrou no quarto. Ela estava de frente para o espelho, uma das pernas apoiada na pia do banheiro. Ele sorriu. Uma posição bastante convidativa devia dizer. 
— Hey… - ela virou-se para encara-lo. 
— Oi, amor. Como ele está? 
— Melhorando - ela tirou a perna da pia ficando de frente para o marido. Caminhou até ele. Abraçou-o, Jeff retribuiu o gesto. Beijou o topo da cabeça dela - o que foi? 
— Não gosto disso. Não quero vê-los brigados. E-eu me sinto mal por estar bem. Eu não sei explicar o que deu na minha irmã. Ela tinha um milhão de razões para não agir assim e acabou fazendo besteira. Eu tenho obrigação de consertar. 
— Não é sua culpa, Gi. 
— Eu sei, mas ela é minha irmã. Deve estar sofrendo também. Apesar da burrice - ela inspirou o cheiro do pescoço do marido - podemos ficar assim um pouquinho? Só sentindo o calor do corpo um do outro? Estou cansada. 
— Quer uma massagem? Você está merecendo uma - ela tinha os olhos fechados. As mãos de Jeff acariciavam as costas dela - como me orgulho de você. O que fez pelo meu irmão hoje, Gi. 
— Ele também é um pouco meu irmão, somos todos família - ela falava  com o rosto enterrado no peito dele. Jeff ergueu o queixo dela, viu a preocupação nos olhos dela. Beijou-lhe a testa, depois os lábios - eu vi que você ficou incomodado. Entre me defender e ajudar o Nathan. Eu prometo que não vou coloca-lo em uma situação dessas, amor. Você não deve ter que escolher. 
— Vem, vou fazer uma massagem em você - ele a colocou deitada de bruços. Com todo o carinho, Jeff massageava as costas da esposa. Beijava seu pescoço, mordiscava o lóbulo da orelha dela fazendo-a rir. Ela virou-se de barriga para cima. Puxou-o pelo pescoço beijando-lhe os lábios. Empurrou-o na cama deitando-se sobre o peito dele. 
— Ele estava sofrendo. Nathan. Vi nos olhos dele. 
— É, vai melhorar, Gi. Mamãe está com ele. Você já foi espetacular hoje. Que tal esquecer um pouco essa historia e tentar dormir? Você anda trabalhando demais. 
— E ainda vou ter que fazer uma visitinha a alguém amanhã. Aquela teimosa não mandou uma mensagem, acredita? Deve estar toda emburrada e sozinha. Ou chorando na cama. 
— Ela deve imaginar que ele tenha vindo aqui - ele acariciou o braço dela - feche os olhos, Gi. Vamos pensar um pouquinho em você. 
— Vamos? - ela o olhou com carinho. 
— Sim, vamos… - ele a colocou de lado deitando-se de conchinha com a esposa. Beijou-lhe o pescoço e os lábios. Gigi suspirou - eu amo você - ela entrelaçou os dedos nos dele levando a mão até a boca beijando a aliança e as juntas dos dedos dele. 

— Meu… - fechou os olhos. Adormeceu com os murmúrios de Jeff em seu ouvido da melodia do fantasma da opera. 


Continua...

9 comentários:

Madalena Cavalcante. disse...

Mana... Sei nem o que dizer...
Assim, eu até entendo o questionamento da Stana, mas essas coisas podem ser resolvidas com calma, ela errou feio demais com essa reação dela! Mas eu acredito que isso se deva ao cansaço que ela estava sentindo quando chegou em casa, acho que nem pensando direito ela estava quando estava conversando com ele, por isso essa reação tão exagerada!
O cap foi ótimo, como sempre, Kah. Mas como vc disse, foi realmente doloroso de ler. Ver esse casal brigado, e por esse motivo foi bem complicado msm :/

Leila Simiao disse...

Nosso quando você disse que haveria angust, pensei que ciúme de um deles, o que ja teria cido muito legal,.mas essa ideia foi muito melhor, Stana terá que se esforçar muito para se desculpar com o marido. O capítulo foi ..., não tenho palavras pra expressar.

Rebeca Nascimento disse...

Como sempre mais um capitulo cheio de emoção,adoro os momentos românticos mais com certeza esses que retratam os problemas de relacionamento ou ciumes são meus preferidos. Adoro suas historias essa em especial tomou um lugar mais que especial no meu coracao.
Continue fazendo aquilo que nasceu pra fazer escrever.

cleotavares disse...

Ai, que tenso. A pesar de entender o Nathan, e saber o quão essa oportunidade é importante para ele, eu vou defender a Stana. Seu que ela errou, foi egoísta, mas, eu creio que foi por impulso. O medo de ficar longe dele, e ter que deixar Kate com outra pessoa, para trabalhar. Estão todos juntos e a coitada lá, sofrendo sozinha. E além do mais, a Gigi também não foi um pouco egoísta?, querendo a D. Cookie só pra ela.
Porém, amo uma boa briga, sempre acaba em uma boa reconciliação.
Bjsss Kah!

Vanessa Belarmino disse...

Meu Deus, isso é o que vc chama de bombinha? Caramba! Hahahaha.
Team Nate X Team Stana? Hahahaha
Fui tentada a escolher um lado, mas não consigo. E tb não consigo vilanizar Stana assim. Sim, ela errou. Mas Nate tb errou. Vamos começar por ele. 1° ele deveria ter falado com a esposa como estava se sentindo em relação a vida profissional. 2° ele deveria ter falado sobre o projeto assim que chegou da convenção, assim ela teria uma noção do que estava acontecendo. 3° Ele deveria ter escolhido uma ocasião melhor para contar a ela, Stana estava cansada, não era uma boa hora. Embora reconheça que ele estava animado para compartilhar a novidade com a esposa.
Stana poderia ter prestado mais atenção as coisas que estavam acontecendo com Nate. Ela se expressou muito mal, pensou no tempo (três meses e detalhe começa mês que vem),junte o cansaço e foi um pouco egoísta sim, mas tb pode ter ciumes aí adicionado (senti quando ela menciona as atrizes haha). Eu acho que Nate tacou uma bomba pra ela do nada. Mas nesse capítulo só foi explorado o lado do Nate, então não sabemos o que tem por trás do surto.
E todo mundo achando que a briga era por causa de ciumes. "Nós também brigamos por coisas sérias"
Entendo Nate estar chateado, mas talvez se eles tivessem conversado antes, não teria acontecido assim. Falha de comunicação, tão parecendo Caskett ������
Só queria lembrar que o Nathan ja viajou a trabalho depois que a Kate nasceu.Uma,duas semanas e Stana cuidou da filha... Mas o ponto é, ninguém ta questionando que ela não é boa mãe, e ele não é bom pai por topar o trabalho. Ah, e achei lindo, ele falar q ela é ótima mãe, mesmo estando magoado. Concordo com Nate que ela deveria ficar feliz (ate ficou por uns dois minutos) em vez de surtar, e apoia-lo e então eles buscariam soluções para o problema. Só que tem mais uma coisa, alem desses 3 meses, tem o lance segredo, então não pode ser qualquer pessoa pra ficar com a Kate. Acho que foi o momento errado. Entendo os dois. Não podemos esquecer todo apoio que Nate deu a Stana no processo de depressão e tb com a Absentia e ate a própria série dela. Precisam conversar de cabeca fria. Fazer como dona Cookie disse. Relacionamento é via de mão dupla e não podemos nos anular por medo de amgoar o outro.
Isso aqui vai ficar enorme e nem falei de Giff! Hahahaha
Jeff é um lindo, cuidando do irmão. Eu achei tao fofinho ele divido ❤. E minha bichinha que superou as expectativas. Não só ficou do lado do Nate, como tentou anima-lo e ainda viu o desconforto do marido. Tao bonitinho os dois juntinhos����
Medo dessa conversa entre irmãs.Porque Gigi vai com tudo. OMG! Louca pra ver o lado da Staninha. Ficou sozinha tadinha. Ah, vcs estão muito má com ela. Os dois falaram coisas que não deviam. Bem, talvez isso ajude a pensar melhor nas coisas.
Só observo Gigi monopolizando a sogrinha. Hahaha
Gigi toda empolgada com a Catriona. Coitado do Jeff, sem condições emocionais pra lidar com isso. Adorei ver a postura da Gigi.
Conclusão final sobre SN: Só acho que eles precisam esfriar a cabeça, pensar nos próprios erros e depois conversar. Eles se amam, e vão resolver isso, juntos. Como deve ser.❤
E a reconciliação tende a ser melhor que o sorvete de chocolate ��������

Priscila Barros disse...

Aii meu coração 💔💔💔

Que reação foi essa da Stana? Eu entendo que eles tem a Kate como prioridade agora, mas poxa! O Nathan tava todo contente com o novo trabalho, ele super apoiou ela nas fases difíceis... Eles precisavam conversar com calma. E ele realmente deveria ter falado antes pra ela como tava se sentindo ao fazer só pequenos trabalhos.
O que eles precisam é de uma boa conversa de cabeça fria, com toda calma do mundo.

E sobre a Gigi e todo o apoio que ela deu pro Nathan? A Gi é incrível! ❤❤ E sei que ela ainda vai puxar a orelha da Stana e que isso vai ajudar bastante.
Só tô torcendo pra essa briga passar logo e meus amorzinhos ficarem de bem ❤

Ai Kah, que capítulo cheio de emoções! Eu gostei muito! Obrigada ❤❤❤❤

rita disse...

Foi triste e doloroso ler esse capítulo! Mais tenho certeza que nessa sua mente prodigiosa vai haver uma solução para eles voltarem, conversar sobre o que aconteceu e chegarem a um acordo e tudo voltar ao normal. Eles não podem se separar com tanto rancor nos corações. Eles se amam muito e tem que haver uma maneira de voltarem a ser como antes, um casal maravilhoso.Abraços esperando ansiosa pelo próximo capítulo.

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Nossa que capítulo difícil de ler,fiquei com pena do Nathan, mas não consigo julgar a Stana teve de um motivo pra ela te reagindo assim não acredito que ela argiu por puro egoísmo não combina com ela.
Espero que eles ser entender logo pois eles ser ama muito superou muitas coisas para acabar assim.
Higiene foi excepcional, Jeff um verdadeiro amigo; irmão e dona Cookie uma pessoa admirável apoiado o seu filho sem julgar a nora💞💞💞💞💞💞amo de paixão todos sinto falta da Anne ela faz falta ,espero que não próxima postagem eles tenha o melhor sexo de reconciliação; lógico depois de uma convesa sincera.
Ps.você é admirável e especial no que faz continuem a nós blinda com suas escritas maravilhosas pois elas mesmo tendo momentos de angústia como essa nós faz muito bem 💞💞💞💞

Fernanda Monica Souza E Silva disse...

Gigi e admirável uma pessoa formidável.
Ps.a postagem acima,o nome da Gigi foi corrigido pelo correto e eu não percebi 😂😂😂😂😂😂