terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Bones Fic - "A X-Mas Carol" - Cap.11

Capitulo 11


28 de dezembro
16h

Brennan está em no seu escritório de casa debruçada sobre alguns livros de antropologia e no computador fazendo pesquisa para seu novo livro. Sua editora estava realmente cobrando uma nova história de Kathy Reichs mas já que o último livro que escrevera não tinha muito a ver com o perfil da sua personagem, ela teria que arranjar outra história.


Estava difícil de se concentrar. Desde o natal sua vida dera uma guinada de 180 graus e ela ainda não se acostumara com isso. Booth sempre vinha a sua mente em tudo que ela fazia mas agora de uma maneira bem diferente. Sorriu ao imagina-lo em sua mente. De olhos fechados, ela era capaz de ver cada pedaço do corpo dele, cada detalhe. Ela suspirou fundo e decidiu voltar aos livros. Nesse instante, o celular vibra.

- Oi, Booth!

- Tudo bem? O que você está fazendo Bones?

- Estou trabalhando na pesquisa para o meu livro.

- Porque você não está se aprontando? O jogo é 18h e não quero chegar atrasado.

- Jogo? Que jogo?

- Bones, o jogo de basquete que você me deu as entradas, esqueceu?

- Booth eu te dei 2 entradas para você levar o Parker.

- Isso foi antes de você virar oficialmente minha namorada. E mesmo que a gente não estivesse juntos eu a convidaria para ir comigo afinal foi você que me proporcionou a diversão.

- Mas e o Parker? Ele pode ficar chateado.

- Eu comprei um ingresso pra ele também. Não se preocupe, você só precisa estar pronta que às 17 eu passo aí.

- Booth eu nunca fui a um jogo de basquete. Você sabe que eu não aprovo esses esportes e...

- Tempe, pra tudo tem uma primeira vez. Eu garanto que você vai gostar e vai ter a melhor companhia ao seu lado.

Ele já a tinha ganhado no Tempe.

- Tá convencido! Eu vou estar pronta.

E Brennan cumpriu a palavra. As 17h ela estava pronta e quando Booth buzinou, ela rapidamente entrou no carro.

- Oi!

Ele se inclinou e deu um selinho rápido nos lábios dela. Algumas vezes esses pequenos atos a pegavam de surpresa, ela ainda não se acostumara com a novidade.

- Oi,Bones.

- Hey,Parker.

Ela vestia jeans e um top azul. Ela reparou em Booth, ele vestia calça jeans, camiseta branca e por cima a camisa do time de basquete da Philadelphia. O filho estava do mesmo jeito. Ela riu.

- Parker esse é o primeiro jogo de basquete da Bones, você quer explicar pra ela como funciona?

- Tá, Bones é o seguinte. Seis jogadores de cada lado devem bloquear, defender e armar as jogadas para fazer as cestas. Tem cestas de 2 pontos que são de dentro do garrafão e as cestas de 3 pontos que são as de fora do garrafão. Se você receber uma falta durante o ataque, você ganha arremessos livres. É acho que é isso. Vence o time que fizer mais cestas.

- Muito bem, garoto! Aprendeu direitinho.

Booth estava orgulhoso do filho. Brennan ainda não entendera bem a idéia.

- O que é garrafão?

- É uma área da quadra, quando chegarmos lá eu te mostro.


Ginásio de Washington

Booth ajudou Brennan e Parker a acharem seus lugares. Sentaram-se.

- Wow,Bones! Esses lugares estão ótimos.

Parker puxava a camisa de Brennan para chamar sua atenção. Ela olhou pra ele.

- Olha ali, Bones. Aquilo é o garrafão então fora daquela linha a cesta é de 3 pontos. Os telões são muito legais também.

- Ah, ok entendi.

- Ah, esqueci de te contar o melhor. Você assiste o jogo comendo. Você pode escolher pipoca, hotdogs, refrigerante e churros.

- Acho que vou ter que me contentar com a pipoca.

Ela sorriu pra ele.

- Olha, vai começar.

Nesse momento foram anunciados os times e seus respectivos jogadores. Brennan olhou para o lado e viu Booth vibrando com um boné virado pra trás. Tinha cara de moleque e ela não poderia deixar de sorrir, ela amava essa energia e simplicidade de menino, uma das características mais marcantes de seu parceiro.

- Bones nós vamos torcer pelo Philly 76ers então são os caras vestidos de vermelho ok? Nesse período eles tem que fazer cestas do lado direito do campo.

- Certo.

Mas ela não estava interessada no jogo e sim em observá-lo. Ver como ele se portava, suas reações, ela não esquecera que ele revelou a ela que queria ser jogador de basquete mas que infelizmente por problemas físicos não foi possível perseguir essa carreira, o que Brennan mentalmente agradeceu pois caso contrário ela não o teria conhecido.

Parker também vibrava e reclama de algumas coisas no jogo. Aparentemente e pelo placar o time deles estava perdendo por muito, a diferença era de 12 pontos. O que segundo Booth era muito. Parker perdeu o interesse no jogo e procurava algo pra comer. Logo viu um dos vendedores e pediu dinheiro do pai. Booth apenas deu as notas pra ele, nem piscava.

- Mas que juiz ladrão! Oh, ladrão!!!

Brennan riu e resolveu entrar na brincadeira também. Botando a língua pra fora ela gritou.

- Prrrrrrrrrrr ... ladrão, você tirou licença aonde? Uhuuuuuuuuuuuuu

Booth parou de reclamar para olhar pra ela. Uma sobrancelha levantada em sinal de indagação.

- O que foi? Não é pra xingar? Estou te ajudando.

Ele sorriu.

- Tá, é pra xingar sim.

Ele a abraçou rapidamente e depositou um beijo na testa. Parker voltou com as guloseimas. Um refrigerante de 1litro pra ele e o pai, uma pipoca e uma garrafa d’água pra Brennan, dois churros pra ele e dois hotdogs pro pai. Tudo numa bandeja ajudado pelo rapaz que vendia.

- Eu sabia que você ia querer água Bones e trouxe pipoca mas pode provar meu churros se quiser.

- Obrigada, Parker.

- Final do primeiro quarter e estamos perdendo, que saco!

Booth sentou-se e tomou um gole do refrigerante. Ela acariciou a perna dele como se desse consolo pela frustração do time. Ele pegou o hotdog e começou a comer.

- O que acontece agora?

- Intervalo. Ai teremos o segundo quarter e depois o terceiro e o quarto.

- Então seu time ainda tem chance?

- Se jogarem direito, podem ter sim.

Ela sorriu pra ele e tomou um gole da sua água.

- Eles vão ganhar, Booth.

Ela apertou a mão dele em sinal de força e apoio.

- Que nada,Bones! Eles estão jogando muito mal.

- Filho, não fale assim a Bones está tentando deixar o papai mais feliz só um pouquinho ok?

- Se quer deixar você feliz porque ela não te beija?

Booth arregalou os olhos.

- Parker!

- Come on,Booth! Ele não disse nada de mais.

- Olha, eles voltaram!

O jogo recomeçou e Booth voltou a se concentrar quase que 100% nele, salvo as vezes que ele procurava a mão dela ou a puxava para cheirar o pescoço dela ou beija-la no rosto. O 76ers parecia querer mais jogo e começou a reagir levando o ginásio ao delírio. A própria Brennan parecia ter se contagiado com o clima e ao seu modo torcia e gritava junto com Booth apoiando o time. Agora a diferença caira para 9 pontos o que era muito até acertarem uma cesta de 3 pontos.

- Yes! 3 pontos. Uhuuuuu! Go, 76ers!!!

Bones riu da reação de Booth mas foi na onda e gritou com ele.

- Go, 76ers! Go! Yeyyyyyyyy....

Parker se divertia com o jeito de Brennan torcer e a encorajava. Mais uma cesta de 3 pontos e o jogo estava quase empatado.

- Vamos, bloqueia esse ataque! Vamos... yes! Muito bem, agora dois pontinhos...por favor!

Brennan ria do jeito do parceiro. Ele realmente era fanático.

- Não ria, Bones! Não!!! Isso foi falta! Rouba essa bola!

- É rouba! Melhor assim?

- Vaiiiiiiii.... é cesta! De 3 pontos!

A torcida vai ao delírio. O comentarista grita.

- Os 76ers passam na frente numa recuperação fantástica.

Booth não se contem de felicidade e puxa Brennan para si tascando um beijo nela que a princípio se segura mas apenas por dois segundos afinal como resistir aqueles lábios? Um beijo tão gostoso que ela quase esqueceu de onde estava até ouvir os gritos de Parker.

- Olha! Vocês estão no telão! Uhuuuuu

O ginásio todo está gritando.

Brennan quebra o beijo e olha para o telão. Ela arregala os olhos ao ver que estão repetindo o beijo dos dois. Fica vermelha.

- Ah, o amor é lindo! Diz o comentarista.

Booth a abraça pois percebe que além de estar envergonhada ela não gostou.

- Hey, está tudo bem?

- Não, estamos num telão e possivelmente nas tvs de todo os Estados Unidos, Booth!

- Ah,Bones que mal tem isso? Foi um gesto espontâneo de carinho. Você não é tão bem resolvida com relação a sexo? Então?

- Isso não é sexo, é revelar um relacionamento ao vivo para sei lá 30 milhões de pessoas?

- Ah, entendi. Mas não se preocupe, com exceção do Wendell não tem a mínima chance de um dos seus squints ver isso. E também eu não me arrependo do que fiz... e não vou pedir desculpas!

Ele olhou pra ela com aquela carinha de cachorro sem dono que tornava impossível ela demonstrar raiva dele mas ela não queria ceder tão fácil. Fez cara de brava e disse que ia ao banheiro. Assim que ela saiu, Parker perguntou.

- Pai, a Bones tá brava?

- Que nada, filho. Charme, coisa de mulher.

- Tem certeza? A cara dela não parecia boa.

- Tenho. Me dá esse refrigerante ai.

Brennan estava na pia lavando as mãos quando duas moças repararam nela.

- Você é a moça do telão.

Ah,ótimo. Agora todos vão me abordar.

- É seu namorado?

- Sim.

- Você tem muita sorte! Que homem! Deve ter uma pegada. Com todo respeito.

- Ele tem sim. Vocês viram na tela.

E sorriu orgulhosa. Taí algo que nem sonharia em contar pro Booth, ele já é convencido por natureza imagina se ela conta isso. Ela voltou até ele e tudo parecia estar bem, os 76ers continuavam ganhando. Ela se fez de durona por um tempo mas Booth realmente conseguia tirar o melhor dela, depois de muitas tentativas de brincadeira ela se rendeu quando ele a abraçou com carinho e colocou o boné dele na cabeça dela.

- Você não está chateada comigo, né Temperance? Porque se tiver, acho que vou ter que suspender meus beijos e outras coisinhas mais...


Ela olhou pra ele surpresa mas percebendo que ele estava brincando com ela. Ela deu um tapinha nele.

- Booth isso é chantagem!

- Não, se você está com raiva de mim não vejo porque te beijar.

Ela entortou a boca mas sorriu.

- Eu não estou com raiva, chantagista.

- Ah, não fala assim... vai, Bones.

Ela se encostou no ombro dele e sorriu. O resto do jogo foi tranquilo, os 76ers abriram larga vantagem e acabaram por derrotar o time dos Celtics. O mais interessante foi Booth observando a cara da Bones ao ver o beijo deles se repetir durante todos os intervalos cheio de corações ao redor com o pessoal empolgado pedindo mais. Bem que ele queria repetir mas achou melhor não. Já pensou se ela embirra e não quer mais falar com ele? E logo perto do ano-novo? Sem chance!

Eles deixaram o ginásio e no caminho até o estacionamento várias pessoas os cumprimentavam dando parabéns, sorrindo e até desejando feliz ano novo.

- Viu?, estamos famosos!

Ela virou-se para ele e deu língua. Booth a levou pra casa. Na frente do apartamento, ela apenas deu um tchau sem graça e saiu do carro.

- Vixi, pai ela tá brava mesmo.

Ela deu a volta no carro e ele a chamou da janela.

- Hey, como você sai assim sem me cumprimentar?

- Eu dei boa noite. Você não ouviu?

- Você sabe do que estou falando...

Ela se aproximou do carro e se debruçou na janela dele. Provocando, os seios bem a altura dos lábios dele.

- Que foi? Não consegue ficar um dia sem beijo? Aguentou cinco anos.

- Não, dois anos.

- Aquele beijo debaixo do mistletoe não conta.

- Como não? Pra mim contou.

Ela estava adorando mexer com ele daquele jeito.

- Você ainda está zangada comigo? É isso? Poxa eu não tive a intenção, foi espontâneo, você disse que queria que eu fosse mais liberal isso não conta?

- Então você está assumindo que fez isso de caso pensado?

- Não! Ah Bones para com isso...

Ela se inclinou e beijou-o no rosto.

- Boa noite, Booth.

Ele a puxou e deu um beijo de verdade nos lábios dela.

- Isso é um beijo de boa noite,Dr. Brennan.

Ela sorriu e virou de costas pra ele rumo ao seu apartamento.


No dia seguinte...

Brennan estava no Jeffersonian. Ela não precisava trabalhar mas como estava tentando se concentrar para escrever seu livro, o apartamento não estava sendo a melhor escolha. No instituto, acabou respondendo a algumas análises solicitadas por outros colegas. Quando ela finalmente se concentrou na pesquisa do livro, seu celular tocou. Booth.

- Hey, onde você anda?

- No Jeffersonian.

- Você é workaholic mesmo hein?!

- Não conseguia escrever em casa. Acabei vindo pra cá, já fiz algumas consultas para colegas e agora que vou começar a fazer minha pesquisa.

- Agora não, você vai almoçar comigo.

Só então Brennan reparou no relógio. Era uma da tarde. Ela não acreditava que o tempo passara tão rápido, a manhã já se fora.

- Eu perdi a noção do tempo.

- Passo pra te pegar em 15 minutos.

Founding Fathers

Booth e Brennan estavam devidamente acomodados e já com suas bebidas servidas. Olhavam o menu.

- Acho que vou de sopa de palmito e uma salada italiana.

- Não sei como você aguenta, Bones. Cadê a proteína dessa comida? Só coisas verdes argh!

- Booth você parece criança. Pra seu governo, verduras e legumes contém proteína sim. É um estilo de vida ser vegetariano, fax bem pra saúde e não agride o meio-ambiente. Você deveria tentar comer menos carne.

- O que? De jeito nenhum. Não tem coisa mais saborosa do que carne, com gordura então... delícia! Eu vou querer um T-bone com pure de batatas e molho gravy.

- Nossa! Super saudável!

- É mais você gosta desse corpinho não?

- Nem sei como você consegue não engordar com toda essa porcaria que você come.

- Eu malho, ora! Mas já chega de falar de comida. Vamos falar de coisas boas. O que você vai fazer no ano-novo?

- Ainda não pensei.

- Eu tenho um convite, vamos passar o ano-novo juntos. Podemos ver os fogos lá do obelisco o que você acha?

- É uma idéia. Mas e a ceia? Não é justo você cozinhar de novo.

- Não é problema nenhum.

- Ah, não eu topo passar o ano juntos se você deixar eu cozinhar.

- Mas você sabe fazer pernil? Tem que ter porco no ano-novo pra ciscar pra frente.

- Booth isso é crendice. Supertição.

- Faz parte da festa do ano-novo, poxa!

- Tudo bem se você não abre mão de comer o porco, eu deixo você preparar uma pequena porção pra você mas eu vou fazer algo para nós. Você topa a ceia na minha casa?

- Topo.

- Mas e o Parker?

- Ele vai estar com a mãe. Seremos só nós dois.

Ele tocou a mão dela sobre a mesa. Ela sorriu. Gostou disso. A comida chegou logo em seguida e eles conversavam alegremente enquanto degustavam os pratos. Ao terminarem, Booth pediu uma torta e Brennan uma salada de frutas.

- A que horas nos encontramos?

- Você faz questão de cear após a meia-noite? Se for assim podemos ver os fogos e depois vamos para o meu apartamento.

- Está ótimo. Umas 10 horas te pego.

Ele arrastou a cadeira para próximo dela e a abraçou pela cintura. Enterrou o nariz nos cabelos soltos dela buscando o pescoço.

- Booth, para isso faz cócegas.

- Bom...saber.

Ele traçava a linha do pescoço dela com vários beijinhos e depois foi para o rosto chegando até o canto da boca. Ele virou o rosto dela com a mão e por fim beijou os lábios. Ela deixou-se levar por um momento mas quebrou o beijo logo em seguida.

- Booth, todos vão olhar...

- E o que tem isso? Somos namorados.

- É que tudo isso é novo pra mim, a apenas alguns dias você era meu parceiro, trabalhávamos juntos e...

- E vamos continuar fazendo isso só que agora eu também posso passar mais tempo com você sem ser falando de trabalho. Nada de ossos, mortes, suspeitos. Só eu e você. Está preocupada em como isso vai afetar nossa relação profissional? Ou os seus squints?

Ela meneou a cabeça em afirmação. Ele segurou a mão dela na sua.

- Hey, não se preocupe com isso. Eles vão gostar. Angela vai fazer festa, a Cam conhece seu profissionalismo e também já passou por isso. Hodgins não vejo problemas também e Sweets, bem desde que ele não queira iniciar uma terapia de casal, a gente aguenta.

Brennan riu.

- Você sempre sabe o que dizer mesmo? Não consigo entender como você consegue.

- É um dom natural.

Ele sorriu para ela, aquele sorriso lindo que dava toda a confiança do mundo a ela, sinal de que tudo ficaria bem. Ela olhou-o fixamente e encostou sua testa na dele.

- E pensar que eu tinha raiva de você, te achava arrogante.

- Pessoas não é o seu forte, lembra?

Ela então colou seus lábios nos dele.

- Obrigada.

- Vamos embora, vou te levar pro Jeffersonian.

Eles deixaram o restaurante e em 10 minutos estavam na sala dela. Brennan sabia que tinha que trabalhar mas a vontade de beijá-lo e abraçá-lo era tão grande que mal entraram na sala ela já puxou-o pela jaqueta e novamente o beijou. Booth não se fez de rogado e a puxou contra o corpo. Ele se livrou do paletó dela para ter mais acesso ao corpo esguio. Acariciava a cintura e as costas dela por baixo da blusa. Ela sem desgrudar seus lábios do dele, o empurrou no sofá e se inclinou por cima dele, sentando no colo de Booth. Não queria pensar em mais nada além de tocar aqueles músculos. As coisas estavam realmente esquentando. Brennan passava as mãos pelo peito dele provocando-o com a ponta das unhas. Ele acariciava os seios dela sobre o tecido da blusa deixando-os ainda mais excitados. Ela mordiscava o pescoço dele alternando entre beijos e carícias. Quando Booth alcançou o meio de suas pernas por baixo da saia, ela sabia que devia parar.

Tentou livrar-se dos lábios e das mãos dele empurrando-o mas Booth era insistente e forte.

- Booth ... eu preciso trabalhar... temos que....

Ele mordiscava o lóbulo da orelha dela e sorria ao ve-la tentar escapar de seus braços.

- Please... eu tenho que... parar....

Com um rápido giro no corpo, Temperance conseguiu se soltar e se colocar de pé de frente para ele. Apoiando-se nos joelhos dele com a mão, ela sorriu. A posição mostrava um pouco mais dos seus seios devido ao decote da blusa.

- Desculpa, eu preciso mesmo trabalhar.

Ela dá um último beijo nele e encosta-se na mesa. Ele se levanta, ajeita a jaqueta e olha uma última vez pra ela.

- Te ligo à noite.

- Te vejo à noite lá em casa.

Ela o acompanha pelo salão com o olhar. Volta a sentar-se na frente do computador, totalmente satisfeita com a nova fase que estava vivendo.





CONTINUA...

3 comentários:

Lou! disse...

Continua logo!!!!!!

paulaacr disse...

Parabens, estou aguardando os proximo capitulos.... logo... logo

naiaramoreno disse...

Essa fic ta muito boa!!! Continue. please!!