quinta-feira, 12 de novembro de 2009

[Tradução] "Quid Pro Quo" - Cap. 4

ENJOY!!!



Cap.4


Os lábios dele fecharam-se nos dela antes dela conseguir recuperar seu fôlego. Num instante ela estava em chamas, o desejo entre as pernas dela de repente florescendo com o calor. Ele tocou os lábios dela com a lingua e ela abriu a boca, dobrando a cabeça e guiando-a até ele, seguindo a urgência de estar perto. As mãos delas se moviam, uma no pescoço dele e outra acariciando os músculos das costas dele. Ela sentiu as mãos dele por baixo da blusa dela e pressionada contra a parte baixa das costas dela, a outra estava embalando a cabeça dela. Ele buscou por ar e ambos congelaram, mutualmente chocados com o poder da excitação deles, eles permaneceram parados capturados pelo desejo, ambos decidindo...


"Você é muito bem-vinda. Eu teria cozinhado pra você a muito tempo atrás se eu soubesse que era assim que você demonstraria sua apreciação." Ele sorria para ela agora, mudando a marcha e permitindo a ela ter alguns segundos. Ele queria continuar, levanta-la e carrega-la pelo corredor rumo a cama dela. Os impulsos no cérebro dele estavam disparando de modo alarmante; beija-la, provar seu pescoço, lamber o inchaço dos seios dela que formavam-se na frente dele, tirar as roupas dela e explorar cada centímetro dela com todos os seus sentidos. As imagens dela o bombardeavam, queimando nos pensamentos dele como fusíveis, todos eles levando apenas para uma indicação, um pensamento, ele queria estar dentro dela. Os testículos dele doíam e ele movia-se desconfortavelmente. Ele precisava falar com ela, ouvi-la dizer que ela estava certa porque ele ele a queria completa, não apenas isso e por mais difícil que fosse admitir, ele não arriscaria tudo o que eles já eram um para o outro a menos que ela estivesse disposta a fazer também. A conversa não poderia esperar até à noite.


“Vamos sentar, a louça pode esperar, eu preciso converser com você.”A voz dele era áspera como se cada palavra passasse por uma lixa ao dize-las e então ele soava familiar e estranho para ela ao mesmo tempo. Vendo seu olhar confuso, ele gentilmente beijou a bochecha dela como reafirmação e pegou a mão dela. Ela acentiu levemente e deixou-o guia-la até o sofá onde sentou-se enquanto ele obtinha o café deles e então juntou-se a ela.

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Ela o queria e naquele momento enquanto estavam ali, uma forte urgência maior do que qualquer coisas que ela conhecia crescia dentro dela. Ela queria se inclinar e morder a corda fina que sobressaiasse ao longo do pescoço dele, sugar a carne na sua boca, provar pelo menos um pedaço dele que a assombrava. Ela sentiu a expansão do liquido entre as pernas dela e ela apertou suas coxas. Ela estava congelada, com medo de que se ela apenas piscasse isso atingiria seu sistema por completo para entregar-se. Ele estava olhando fixo para ela por um longo período, seus olhos como poças escuras de luxúria nas quais ela queria desesperadamente desaparecer. Ela sabia que ele havia falado com ela, e na realidade alguma parte dela o ouviu e então fez o esforço de sorrir. Ela decidiu que queria isso, mas estava despreparada para quão feroz seu desejo tinha crescido durante todos esses meses de repressão. Ela o ouviu falar novamente e observou a boca dele atentamente, tentando manter o foco além daquelas ásperas palavras assim que chegavam a ela. Ele queria falar com ela e ela sabia que eles precisavam conversar mesmo que ela não pudesse imaginar-se sendo capaz de encontrar ou formar palavras.


Ele beijou-lhe a bochecha e ela acordou com a cabeça, deixando-o leva-la até a sala. Ela sorria levemente; percebendo que ele podia, nesse momento, guia-la a qualquer lugar e ela teria simplesmente pego sua mão e ido com ele. Luxúria e confiança são uma combinação perigosa. Ele a deixou e a sala de repente parecia muito clara mesmo que a tal conversa fosse algo que deveria acontecer à noite, algo muti vulnerável e delicado para ser conduzido ao sol ardente da manhã sem perigo de danos. Ele voltou com o café deles e sentou-se ao lado dela. Ela levantou-se de repente e foi até as janelas, fechando as cortinas até que a sala estivesse na penunbra. Ela olhou ao redor vagarosamente, parecendo medir a atmosfera antes de voltar ao seu lugar. Ela não podia explicar seus atos então ela apenas sorriu ao olhar questionador dele. Com todo o conhecimento que ela carrega na sua mente todo o dia, este era um momento onde seu cérebro sentia-se muito cheio, a ironia não escapou a ela. Ela sentou-se apoiando as costas e suspirou profundamente, um pouco surpresa pelo som da sua própria voz quando falou.


Ök, Booth, é a sua conversa então podemos começar quando você estiver pronto.”


“Eu apenas quero ter certeza que nós entendemos um ao outro antes de irmos adiante. Eu não acordar e descobrir que eu perdi minha parceira e nossa amizade...”foi mais difícil do que ele pensava que seria com ela olhando-o tão atentamente. “é apenas porque eu tenho certeza e tenho estado por um longo tempo mas eu não tenho certeza onde você se encontra em tudo isso. Eu acho se for para isso funcionar nós temos que estar ambos prontos e abertos e aptos a arriscar juntos. Isso soou melhor quando estava dentro da minha cabeça.”Ele ofereceu a ela um pequeno sorriso e notou que ela estava olhando-o de modo divertido.



“Você está nervoso.”ela afirmou de um modo tão simples como se despejasse a verdade aos seus pés. Ela estava tocada por ele estar nervoso, ele era sempre tão confiante quando eles estavam trabalhando que isso foi uma surpresa agradável.


“Bem, sim.” Ele permaneceu observando-a.”eu acho que nós devemos estar aptos a conversar, mesmo que a conversa seja difícil, e algumas vezes Bones quando você olha pra mim me sinto como se tivesse sob seu microscópio.” Ela olhou rapidamente para o lado e ele percebeu que ela não entendera. “Espere, olha pra mim.” Ele parou até que seus olhares se encontrassem, “isso não é algo ruim. Desde a primeira vez que você realmente olhou pra mim, eu fui, bem, desarmado por isso. Você tem os olhos mais lindos...”ela estava corando mas continuou olhando para ele. “De volta a minha pergunta, o que aconteceu que a fez tomar essa decisão?”


Ela estava ordenando seus pensamentos mas continuava presa ao fato que ele dissera que ela tinha lindos olhos e realmente acreditava nisso. Seu coração continuou agitado, ela queria se abrir para ele mas não era fácil para ela mesmo ela querendo, encontrar por onde começar era assustador.


“Não é um interrogatório criminal Bones, somos apenas nós, apenas nós dois.”Ele estava rindo amplamente, ele podia na verdade ver a mente dela trabalhando.


“Não foi nada que você fez, eu sabia que quando você voltou do Arizona e de New Orleans que você era de alguma forma mais que meu parceiro mas eu não estava pronta para lidar com isso ainda então eu enterrei isso e continuei trabalhando. Tudo que você fez por mim, não passou despercebido para mim.Eu pensei que pudesse mante-lo a uma distância segura, na verdade eu fiquei bem eficiente nisso por um tempo. Então minha geladeira explodiu e por aqueles poucos instantes eu pensei que tinha perdido você.” Ela estava brincando com seus dedos e ele não conseguiu se segurar, ele esticou-se e tomou uma das mãos dela na sua. “Doeu, a idéia de que você poderia de repente desaparecer da minha vida, mas foi a dor que me fez perceber a verdade. Não importava que eu não tivesse saido com você, não importava que nós nunca tivessemos nos beijado, nada do que eu tinha tão cuidadosamente evitado entre nós importava porque mesmo sem elas eu ainda sentia toda a dor ao pensar em perder você. Eu não tinha me protegido de nada.Eu pensei nos meus pais e me fiz uma única pergunta, se eu pudesse eliminar a dor de perde-los mas tivesse que trocar por cada momento feliz vivido para te-los , eu faria?”Ela parou respirando profundamente, insegura. “A resposta era simples, não. Isso me disse que eu estava disposta a arriscar, a ter momentos felizes novamente mesmo que eu acabasse machucada. Então, eu namorei o David para testar minha teoria, tipo um grupo de controle de uma pessoa, quando não houve faiscas apesar de todas as coisas que tínhamos em comum, eu sabia que eu tinha que dar a nós um chance. No final foi tudo bem lógico. Então meu sonho não me surpreendeu. Ela tinha entrado no modo cientista em algum momento e falava explicando sua experiência, teoria e conclusão como se fosse um caso.


“Ah sim, o sonho, você quer dizer aquele em que você estava tostando no deserto e quando eu beijei você nós acabamos no quintal do único lugar que você se lembra ter chamado de lar. Você quer dizer esse sonho?” Ele estava sorrindo suavemente. Estava surpreso do quanto ela havia revelado a ele, não apenas a história em si mas a verdade que veio a tona com ela.


“Esse foi o único sonho que eu te contei.”Ela continuava no modo cientista, olhando apra ele em confusão.


“Eu estava atestando um fato,Bones.”Ela ia dizer que ela não entendeu quando ele a beijou, um beijo tentador, os lábios roçando levemente nos dela e aprofundando contra ela para prova-la. Ela hesitou por apenas um segundo antes de inclinar-se até ele, o trazendo até ela, tocando sua língua nos lábios dele e movendo-se profundamente quando ele os abria para ela. Sua língua movia-se pela boca dele vagarosamente, explorando. O fogo entre eles voltou a vida, ameaçando comsumi-lo quando ela se afastou dele. “Esse foi meu ponto, onde esse sentimento se encaixa na sua equação?”


Ela estava corada e sua mãos tremiam gentilmente. “Esse foi o fator x, algo que eu não podia ter pré-determinado. Eu não negarei que há uma certa química entre nós que eu já notara a um bom tempo mas bons amigos são raros e como você eu nào tinha certeza se devíamos arriscar a amizade e depois o que aconteceria com a nossa relação profissional se isso não desse certo? Isso ainda me deixa nervosa e eu ainda quero levar isso devagarinho”.


“Quando Bones, quando você percebeu pela primeira vez que estava atraída por mim, quando você sentiu a química pela primeira vez?”Ele não tinha certeza de porque ele queria saber mas ele sentia-se obrigado a perguntar.


“Porque você quer saber isso?”Ela tinha um sorriso malicioso.


“Eu quero saber mais sobre você, há muitas coisas que eu quero saber, esse seria um começo pra gente.” Ele tinha um olhar, como se estivesse pedindo a ela por algo de grande valor pra ele. Temperance tinha que pensar, voltar ao começo, ela já sabia a resposta mas ela quietou-se por um momento lembrando-se do dia.


“Cleo Eller, nós estávamos discutindo sobre confronter ou não o Senador Bethlehem. Você não achava que tinhamos evidências suficientes e ainda tinham os outros suspeitos que você queria interrogar primeiro. Eu tinha certeza que era ele e eu só queria questioná-lo. Naquele dia, quando estávamos brigando eu me lembro de ter sentido, fisicamente.”ela sentiu-se de alguma forma exposta contando a história para ele. Ela sabia que ele estava segurando a mão dela, gentilmente delineando seus dedos enquanto ela falava, isso fez oa pêlos do braço dela eriçar.


Ele podia ver que ela estava desconfortável, mesmo se ela quisesse seria bobagem dele pensar que aquela motivação por si só pudesse mudar anos de comportamento. O primeiro caso deles, durante a primeira briga, ele estava rindo de orelha a orelha. Ele não podia conter-se; ela sentiu desde o começinho.


“Hey, qual o seu sabor preferido de sorvete?”Ela olhou pra ele, confusa.”Eu disse que haviam várias coisas que eu queria saber sobre você, então eu estou apenas fazendo umas perguntas investigativas.”A voz dele tornou-se brincalhona, provocando e dando a ela um momento para acompanha-lo na mdança. Ele estava tentando deixar a conversa mais leve; ela sentiu o alívio inunda-la, grata pela pausa. Ele tinha um senso tão bom sobre o humor dela, ele sempre sabia quando ela estava nervosa, com medo ou confusa, as vezes antes mesmo dela notar. Era louco e confortante ao mesmo tempo.


“Chocolate com menta, sempre faz eu me sentir melhor. Qual o seu?”


“Moose tracks, não tem como bater chocolate e manteiga de amendoim juntos como sorvete. Qual o seu passatempo preferido quando criança? Ele falou rapidamente, mantendo o ritmo. Sem pestanejar ela respondeu, “ler, eu era uma leitora insaciável. Qual er o seu?”


“Eu posso imaginar uma Bones jovem, enrolada com um livro na varanda de trás, apreciando o calor do verão. Eu era muito ativo então eu gostava de qualquer atividade ao ar livre, corridas, jogos de guerra e futebol mas meu passatempo preferido era construir aeromodelos com meu pai. Nós faziamos aviões, barcos,carros, não importava quanto mais intrigante melhor. Durante esses momentos era apenas nós dois e ele conversava comigo, me contava histórias da infância dele e apenas falava. Era o meu momento com ele e isso sempre fez eu me sentir especial de alguma forma.”


Ela podia ve-lo também, um jovem Booth, olhando para o pai, os olhos escuros cheios do tipo de admiração que apenas uma criança podia manter, escutando atentamente. A imagem a fez sorrir. “Qual a sua cor favorita?” ela podia brincar desse jogo, haviam coisas que ela gostaria de saber sobre ele mas nunca perguntou.


Ele parou, “por um longo tempo foi azul escuro a cor do meu primeiro carro mas não é mais. Agora há apenas uma cor que eu sou atraído, o azul dos seus olhos, eu não consigo me imaginar ficar cansado de olhar para eles, mesmo quando você está brigando comigo.” Ele estava olhando para ela completamente sério ao responder.


“Booth eu não tinha idéia de que você fosse um romântico, que dentro daquele macho-alfa durão do FBI, você fosse tão doce.”ela estava surpresa com a declaração dele, ela tinha visto gentileza nele mais de uma ocasião mas não esperava que ele tivesse um lado tão sensível.


“Bones, homens podem ser romântcos e até sensíveis mas a maioria não gosta de ser referenciado como doce”. Ele ria enquanto falava.


Ela levou um momento para entender mas ele observava o rosto dela diante da realização e então corou profundamente. “Bem, eu não tenho realmente uma referência para debater se o termo se aplica a você ou não, pelo menos não ainda.” Havia um brilho nos olhos dela ao falar com ele e ele sentiu seu corpo agitar novamente, o desejo nele enrolado e esperando.


“Nós poderíamos resolver isso agora se você quisesse mas eu pensei que você quisesse ir devagar.”ele tinha um sorriso malicioso e tinha se inclinado para mais perto dela, agora correndo seu toque pelo lado macio do braço dela enviando uma sensação de formigamento por ela. Ele moveu a outra mão para o pescoço dela, traçando uma linha pela garganta dela, pelo esterno e na clavicula onde ele parou na beira da blusa dela.


O toque dele estava deixando uma trilha de faiscas contra a pele dela, ela prendeu a respiração e suprimiu um gemido, sentindo seus seios apertarem-se enquanto o dedo dele parou entre eles. A cor favorita dele era acor dos olhos dela, como você consegue se segurar e não se apaixonar por um homem como esse? Ao pensar que ela poderia apaixonar-se por ele, ela hesitou, isso não era algo que ela estava pronta a admitir ainda. “Nós não deveríamos estar planejando o que nós vamos fazer o resto do dia, onde nós iremos no nosso primeiro encontro oficial?”Decidindo que dois podiam jogar esse jogo perigoso, ela aproximou-se enquanto falava e pôs a mão no peito dele, acariciando os músculos por baixo da fina camiseta ela costurava com os dedos até o mamilo dele apertando gentilmente enquanto sua mão descia pelo abdomen dele. Ela traçou a cintura do jeans dele antes de agitar seus dedos sob a ereção dele, ouvindo-o arfar ela então repousou sua mão gentilmente na coxa dele. Quando ela olhou para cima, não havia nada além de desejo gravado no rosto dele.


“Temperance se você continuar a me tocar assim, não haverá ïr devagar”e nosso primeiro encontro irá começar e terminar bem aqui nesse sofá.”a voz dele era baixa, cheia de luxúria e bem moderada.


O som da seu primeiro nome vindo dele parecia uma carícia e a imagem reforçada na declaração dele provocou um calor em seu peito. Ela estava gostando do efeito imediato que seu toque tinha nele, excitada pela evidência óbvia que o prazer deles era mútuo. Ela estava tentada em continuar tocando-o, ver seu corpo responder ao dela, parecia estranhamente poderoso e ela gostava disso. Ela sorriu,”ok, vamos falar dos nossos planos para o dia.” Ela colocou sua mão na dele apertando com segurança.normalmente num sábado, tinha uma longa lista de coisas que ela desejava ter tempo para fazer; pesquisa para o seu livro, escrever, catalogação no Jeffersonian, compras na livraria local, rearrumar ou limpar parte do seu apartamento, uma longa malhação e um banho quente eram o início da lista regular dela mas no momento não havia nada que ela quisesse fazer mais do que toca-lo. A realização disso a assustou enviando uma onda de pânico ao cérebro dela. Ela devia sugerir algo; leva-lo para um lugar público para que a tentação fosse contida por um tempo. “Porque não preparamos um ótimo picnic pro almoço e vamos ao parque, então nós podemos continuar o jogo de perguntas e continuar conhecendo um ao outro.”


“É uma ótima idéia, eu até conheço um ótimo lugar para irmos, leve seu maiô, tem um lugar pra se refrescar se nós decidirmos e algumas trilhas para caminhadas se nós ficarmos agitados, na hora que nós nos arrumarmos e dirigirmos será a hora do almoço. Bones você tem uma geleira? ”Ele estava animado, aquele entusiasmo juvenile que ela adorava tanto veio a tona.


“Sim, na verdade eu tenho então vamos para a cozinha e ver o que podemos arranjar, apesar de que julgando pelo café eu acredito que você é melhor do que eu nisso.”Ela se levantou do sofá, relutante por ter que se afastar dele mas ansiando por poder passar o dia juntos não trabalhando, num encontro.
Ele levantou-se e seguiu-a até a cozinha, sorrindo e ènroscando sua mão na dela, um encontro com Bones, ele tinha esperado tanto tempo por esse dia chegar que mal podia acreditar quer estava aqui.Agora, a preparação.



CONTINUA...




Um comentário:

Dani disse...

owww o Booth é tão fofo! *---*
Bones taradinha! HAHAHA *atoron* HAHAHAHA

hmmmm, picnic? maiô? trilha? hmmm, isso não vai dar certo! (A) HAHAHAH