sexta-feira, 20 de novembro de 2009

[Tradução] "Quid Pro Quo" - Cap.5

Capítulo 5


Temperance estava limpando os pratos do café enquanto Booth enchia a pia e começava a lavar, depois de limpar o balcão ela ficou ao lado dele e começou a enxugar. Ela gostava de lavar louças, a quentura era tranquilizante e era uma tarefa que ela lembrava que sua mãe fazia, ela estava sempre cantando ou murmurando, as casa mudaram mas as cozinhas eram sempre pequenas, simples e sem luxos. Olhando pra trás Temperance nunca sabia se o murmurio musical da sua mãe era para distrai-la da situação ou se ela realmente gostava do que estava fazendo. Na sua própria mente, ela gostava de acredicar que sua mãe estava feliz. Temperance parou, ela tinha secado o último prato e Booth estava trabalhando numa das panelas. Ela estava observando-o vira-la pra cima e pra baixo embaixo da água corrente quando ele começou a cantarolar.


Primeiro ela pensou que estava tendo algum tipo de alucinação apegada a sua memória mas ao focar-se ficou óbvio para ela, ele estava definitivamente cantarolando. Ela foi dominada por um senso de perda e não querendo encará-lo ela depositou o pano e moveu-se por trás dele deslizando seus braços ao redor da cintura dele, ela o abraçou, colocando sua bochecha contra as costas dele. Ela podia sentir a vibração através dele e então a mão dele gentilmente apertou a dela, ainda quente e molhada de água. Booth sentiu-a mover-se atrás dele e o instinto o disse para não se mover, o abraço não era sexual. Ela esteve quieta por alguns minutos e ele pode sentir a mudança de humor dela. Quando ela depositou o pano, ele pensou primeiro que ela iria deixar a cozinha. Ele ficou surpreso com os braços dela ao redor dele, quando ela pressionou o rosto na costa dele, ele continuou a cantarolar, tentando deixar ela tirar dele o que precisasse. Ele ficou ali, apertando a mão dela para deixa-la saber que ele entendia que algo estava errado. Então ele terminou de lavar as panelas e as colocou sobre o pano para secar. Ele desligou a água e parou de cantarolar para que ela soubesse que ele havia terminado e então virou-se devagarinho.


“Hey, você está bem?”Ele a abraçou e ela aninhou-se contra ele por um momento sentindo um contentamento agora. “Estou bem. O que nós vamos empacotar para o almoço?” O que quer que estivesse a incomodando passou.“Bem, assumindo que você gosta de toda a comida da sua casa, eu acho que você pode ir se arrumar e eu arranjo algo. Não será trabalhado mas será comestível.” Lá estava o sorrisinho que ela não podia resistir. Ela balançou a cabeça em acordo e foi se arrumar. Já no seu quarto ela movia-se sem pressa, dando a Booth tempo para arrumar as coisas. Ela lavou-se e colocou um short kaki e uma camiseta preta com sandálias pretas simples.


Ela parou somente por um momento para decidir que roupa de banho levar escolhendo o mais comportado. Ela colocou um par de toalhas, seus tênis, algumas meias se fossem caminhar e uma camisa e jeans para mais tarde. Movendo-se para o banheiro, ela pegou alguns suprimentos de primeiros socorros, sua escova de dentes, lencinhos para as mãos e protetor solar. Quando ela estava pronta pra sair, ela teve uma idéia e foi até seu armário. Depois de lutar para tirar uma caixa da prateleira superior, ela deslizou vários outros itens na bolsa, sorrindo ao fazê-lo. Ela estava um pouxo nervosa, passar o dia com ele sem um caso corrente para ocupá-los e a nível pessoal. Ela decidiu que deveria começar a pensar nas perguntas que faria a ele. Era engraçado, todas as noites ela imaginava sobre diferentes partes da vida dele e agora ela tinha que se concentrar em formular perguntas para ele. Ele se perguntava o que estava errado com o seu cérebro. Ela andava quieta pelo corredor, colocando sua bolsa gentilmente no chão e assistindo ele mover-se pela cozinha dela. Ele estava abaixado sobre o balcão em concentração profunda, rapidamente enchendo as vasilhas.


“Onde está a geleira Bones?”Ele falou sem se virar e ela pulou ao som da voz dele. “Como você sabe sempre quando estou aqui?”“Bem, sou treinado para escutar, para sentir a presença das pessoas e tem uma certa quantidade de instinto envolvido.”ele estava rindo porque sabia como ela se sentia em relação a ele seguir seus instintos, era o oposto a qualquer método científico e a levava a loucura. “Não essa idéia que seus instinto dizem coisas a você de novo.”Ela estava andando até ele e ela o virou, ele estava rindo. Ela sorriu suavemente e então gentilmente puxou a camisa dele de dentro das calças dele.


“Bones, o que você está fazendo?”ele parou de rir e na verdade parou de se mover, ele não conseguia tirar os olhos daquelas mãos maravilhosas enquanto elas o alcançavam. Ela correu as pontas dos dedos pelos músculos lisos do abdomen dele, traçando a linha macia de pelos que desapareciam ns beira do jeans dele. Ele sugou por ar e a definição dos músculos acentuou-se diante dos olhos dela. Ela inclinou-se e pressionou sua orelha no torso nu, virando levemente o canto dos lábios apenas roçando a pele dele e sua respiração moveu-se quente pela carne dele. O pênis dele começou a subir, a poucos centímetros dela e ele não conseguia respirar profundamente. “Booth, eu estou apenas escutando esse seu instinto para ver o que ele tem a dizer, aparentemente é bem inteligente.” Ela estava gostando disso, não apenas se vingando ao fazê-lo ficar desconfortável mas havia um senso de controle novamente. Ela fora uma vez mais surpreendida pela reação do seu próprio corpo, seus seios estava apertados e sua barriga quente e macia. Ela sorriu para ele. Ele sentiu os lábios dela contra ele e sabia que ela sorria. Ele pegou os ombros dela e a colocou em posição ereta.


“Temperance Brennan isso foi realmente jogar sujo. Eu não consigo decidir se eu estou chocado ou impressionado mas você deveria ser cuidadosa, é um jogo perigoso.” Ele estava sorrindo mas seus olhos estavam negros. “Você começou esse jogo de provocação; eu apenas me ative a sua palavra e quis ouvir esse seu instinto falar.” Ela olhava para ele inocentemente, lutando para segurar o riso. Ela sentiu as mãos dele deslizando pelos braços e ela moveu-se fora do alcance dele. “Nós não temos que pegar a geleira, empacotar as coisas e ir? Nós ainda temos que passar na sua casa.” O coração dela batendo forte, ela foi até o armário e começou a puxar a geleira.


Booth balançou a cabeça e voltou a selar as vasilhas; ele teria que achar um modo de empatar o placar mais tarde. Ele insistiu em arrumar a geleira então ela embalou as comidas secas na bolsa e eles estavam prontos para ir. No caminho para o apartamento de Booth eles relaxaram um pouco, brincando com as estações de rádio e discutindo seus gostos e disgostos musicais. Ele estava impressionado em quanta proximidade eles tinham em relação ao seus gostos. Ele tinha feito isso antes, distrai-la com conversas sobre música enquanto estavam no carro. Houveram muitas viagens onde a proximidade dela fora assustadora a ponto dele mudar a conversa para o caso ou para o que estava tocando no rádio para manter sua mente longe dela. Estava funcionando agora, pelo menos enquanto ele mantivesse seus olhos na estrada e não nas pernas dela naquele short.


Quando chegaram ao apartamento, Booth deu a volta no carro mas Brennan estava já do lado de fora, então ele fecohu a porta e pegou a mão dela. Parecia tão natural para ele, segurar a mão dela na sua e ainda ciente dos dedos frios dela enlaçados aos dele, os mesmos dedos que ele vinha observando secretamente todos esses meses. Ele soltou-os para abrir a porta e mentalmente tentar focar na tarefa em mãos. Ele entrou e se trocou colocando uma camisa diferente, colocou o calção numa bolsa e acessórios de caminhada, e então lembrando da sua bagagem ele voltou ao carro para descarrega-la. Ele checaria suas mensagens e emails mais tarde, agora ele tinha um encontro.


Temperance estava na sala de estar, vagarosamente observando, o estilo dele,tentando colher informações ao seu redor como se ela nunca tivesse estado ali antes. Ela sentou-se na cadeira superconfortável, o cheiro dele a envolveu, ele o imaginou com as pernas esticadas na frente dele numa pose relaxada que ele sempre ficava quando ele estava cansado . Ela fechou os olhos por um momento, deixando sua mente vagar, vendo-se subir no colo dele nessa cadeira, correndo suas mãos em direção ao cabelo dele, o puxando para perto dela, balançando seus quadris contra a ereção enquanto ele apertava seus seios sobre a camisa dela...


“Você não está dormindo porque ninguém sorri desse jeito durante o sono, a pergunta é, no que você está pensando,Bones?” Ela gelou ao som da voz dele, seus olhos entreabriram-se e suas bochechas profundamente vermelhas. Ele estava parado na frente da cadeira, as pernas dele apertando as delas tão perto que do ângulo dela ele parecia incrivelmente alto. Ela não respondeu a ele; ela apenas olhou imaginando como o simples ato de se dar permissão para pensar nele tornou-se tão incrível. Ele curvou-se na frente dela, alcançando e tocando o lado do rosto dela.“Ao menos me diga que qualquer que sejam seus pensamentos que colocaram esse olhar no seu rosto era sobre nós.”Ela sorriu pra ele então “definitivamente sobre nós.”ela virou a cabeça levemente e beijou a palma dele, então ela levantou sua mão e com ela pressionou a dele contra a sua boca, gentilmente sugando a pele tenra do centro, correndo sua língua por ela e soltando.“Temperance,”seu nome deslizou pelos lábios dele num sussurro. Ele estava estupefato pelo sentimento poderosamente erótico ligado ao gesto. Ele sentiu como se ela tivesse posto todo o corpo dele em chamas, ele pode sentir sua face avermelhar com a intensidade do prazer e ele estava incerto se conseguia levantar-se. Ele percebeu naquele momento que todas as fantasias que ele sempre teve sobre ela iriam rapidamente se transformar em realidade. Ela era toda impulso, sexy sem ao menos saber, sensual sem planejar, disposta a seguir seu próprio desejo. Ela estava olhando para ele, esperando por ele se mover ou falar mas ele estava olhando para ela com uma estranha expressão como se ele nunca a tivesse visto antes. “Hey, eu pensei que você tinha ditto que deveríamos ir.” A voz dela esta baixa. Ele pareceu cair em si, levantando-se rapidamente e distanciando-se dela de uma vez. Ele pegou a sua bolsa e sorriu na direção dela, “bem,você vem?” *

“Não ainda” ela sussurrou tão suavemente para ele ouvir enquanto caminhava até a porta.



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O clima estava lindo; ele dirigiram não para um parque mas para o que pareceu para Temperance uma propriedade privada. Foi confirmado quando eles passaram por um portão que requer um código de segurança. O sinal no portão dizia que traspassar levariam tiros como intrusos, aqueles que sobrevivessem seriam processados.Abaixo da palavra sobreviverem alguém tinha escrito que ninguém tinha ainda. “Booth onde nós estamos?”ela estava olhando ao redor, absorvendo tudo, realmente surpresa de quão rapidamente eles tinham chegado aquela propriedade rural.


“É propriedade do governo. O FBI usava para treinamento anos atrás mas eles realocaram para um lugar maior quando a cidade começou a inchar. Fazia as pessoas ficarem nervosas ao ouvir os tiros e algumas armas grandes podiam ser ouvidas a milhas de distâncias. Agora nós usamos o lago para nadar e para canoagem e nós fazemos picnic e acampamos aqui, alguns vem se desestressar depois de um caso ruim mas apenas alguns de nós temos o código. Eu liguei e ninguém estava agendado para vir hoje mesmo que não importasse, a área de pcinic e do lago são enormes. Nós todos trouxemos coisas para cá e trabalhamos nele então agora é como se fosse nosso resort particular mas nós tentamos não chamar muita atenção pra ele porque a gente não quer que o governo decida que eles podem usa-la para outra coisa. É um segredo bem guardado do FBI e estou confiando isso a você então você terá que jurar um juramento do segredo.”ele estava sorrindo para ela e ela ouvia atentamente, imaginando a quem exatamente o “nós” na frase dele se referia e se ela algum dia os conheceria. Ela olhou ao redor, o lugar era lindo, eles dirigiram até um pequeno prédio numa clareira e o lago e a área de picnic apareceu. Ele tirou sua chave e abriu o prédio, havia um saguão, uma área de cozinha, banheiros e chuveiros. Era espaçado mas funcional e limpo, nada mal para um monte de caras do FBI as escondidas. Eles escolheram uma mesa de picnic e começaram a arrumar as coisas, depois de organizado; eles decidiram checar o lago, ainda estava um pouco cedo para comer.


Temperance foi ao alojamento se trocar, sentindo uma agitação nervosa por ter que vestir seu biquini em frente de Booth. Ela pensava sobre isso enquanto se trocava, afinal houveram vários vezes hoje que ela estava mais do que disposta a estar completamente nua na frente dele, o biquini não deveria ser um problema. Parte dela sabia que seria porque ele a olharia como mulher e não apenas como sua parceira e mesmo que tenha levado um ano para mudar o rota e estar disposta a tentar isso com ele isso parecia tão novo, mas tão certo. Ela começou a rir alto e de si mesma nervosa como uma adolescente sobre se seu namorado a acharia atraente ou não em seu biquini. Esse homem a estava deixando louca. Ela pegou as toalhas e a loção protetora e seguiu para a area de picnic.


Booth estava esperando, ele tinha pego algumas boias de espuma, boias e uma bola de praia do armazém e trocou-se. Ele estava parado na beira da água, checando a temperatura quando ele olhou e a viu vindo em sua direção. Ele entrou na água, mergulhou e virou-se, a água cobria o peito dele e ela estava beirando a água. A água fria não ajudou como ele esperava, ele mal consigua olhar para ela e ao mesmo tempo não podia desviar os olhos dela. Ela estava linda e sexy demais. Ela estava vestindo um biquini azul-marinho, simples, classico e muito colado realsando a figura estonteante dela. Ele sabia que ela malhava, mantinha as aulas de defesa pessoal, algumas vezes corria ou fazia yoga mas ela não estava somente definida, ela estava incrível. Ele via os músculos das pernas delas moverem-se enquanto ela andava, via a firmeza do estômago dela e o peso dos seios quando ela abaixou-se para esticar a toalha, quando ela virou-se para endireitar o canto da toalha, ele mergulhou na água e começou a nadar. A imagem das costas fortes dela, a linha da espinha traçando covinhas sobre a curva do bumbum dela estava queimando o cérebro dele. Ele nadou até os pulmões dele gritarem por ar. Ele tinha se distanciado um pouco; ele tomou fôlego novamente e começou a nadar devagar de volta até ela.


“Vamos Bones, só mergulhe, não está fria.” Para a surpresa dele ela andou alguns passos mais e mergulhou até o funda nadando rapidamente até ele. “Está extraordinária.” Ela alisou o cabelo para trás, facilmente respingando água perto dele. “Você está extraordinária.” Ele estava olhando para ela com um olhar que ela rapidamente aprendeu ser de pura luxúria, o olhar de um lobo, predador e faminto. Aquele olar fez seu corpo todo enrubescer. Ela lembrou-se do seu temor enquanto se trocava e começou a rir ao dizer obrigada. A sobrancelha dele arqueou questionando-a. Ela balançou a cabeça, “uma corrida até a doca flutuante”. As palavras mal deixaram os lábios dela e ela já tinha ido, cortando a água com facilidade, ficou imediatamente óbvio para ele que ela era definitivamente uma nadadora. Ela o venceu facilmente.


“Você trapaceou; você estava com uma enorme vantagem.”ele estava respirando forte pelo esforço para tentar alcança-la. Ela estava rindo dele, notando que isso era parte da competição natural que eles gostavam. “Eu não trapaceei. Vamos subir na doca e eu deixarei você recuperar seu fôlego. Nós iremos mergulhar da doca ao mesmo tempo. O último a chegar até a bola de praia vai ficar devendo ao outro uma massagem.” Ela já estava subindo na doca, sorrindo para si mesma porque ela não podia acreditar que tivesse dito que uma massagem seria o prêmo mas tudo o que ela tinha em mente era o quão bom seria ter as mãos deles sobre ela e apenas escapou pelos lábios. Ele olhou para ela, o biquini azul-marinho estava molhado agora, a pele dela emergindo com pequenos arrepios, os mamilos salientes contra o tecido. Ele olhou para cima e ela estava olhando para ele, sobrancelha levantada, sorrindo misteriosamente. “Se você está pronto agora Booth, eu não queria que você perdesse e depois dissesse que não estava pronto, eu até vou deixa-lo contar até 3 antes de mergulharmos ok?” ela tinha um dos pés enrolados na beira, joelhos flexionados, pronta para começar. O competidor nele levantou a cabeça, ele estava honestamente preocupado com a possibilidade dela vence-lo.


Ele se concentrou na água, nivelando a respiração e começou a contar. “Um, dois,”ele parou,”TRÊS!” a doca se moveu pra trás com a força deles mergulahndo na água, formando um arco que espirrava água e desaparecia. Ele atingiu a água, batendo com força, ele podia ouvi-la não tão longe e ele se empurrava, olhando direto para a bola. Ele baixou a cabeça, batendo, pensando que ele deveria já estar quase lá, seus joelhos bateram na areia assim como o braço dele. Ele levantou a cabeça e ela estava lá, sentada na toalha, segurando a bola com um sorriso espetacular no rosto. “Você perdeu Booth.” Ela o observava, sentando na água, não tão longe da praia com um olhar espantado no rosto. Ela levantou-se e voltou para a água, tomando a mão dele quando o alcançou, “vem, vamos voltar a doca.”


“Como você me passou?”ele segurou a mão dela a seguindo pelo lago.“Habilidade superior, força e estamina, além disso, nadar é algo que eu sempre faço, eu teno uma vida toda de prática initerrupta. Michigan, a terra dos dez mil lagos, a praia era barata e anônima então agora eu entendo porque nós iamos tanto quando eu era criança, e nadar era algo que eu sempre podia fazer sozinha.” Ela falava calmamente como se eles falassem da infância dela todos os dias. Eles nadaram devagar até a doca e subiram, pendendo suas pernas para o lado, Temperance deitou para pegar sol e aquecer-se por uns minutos. “Eu aceito a sua habilidade mas não tem como você ser mais forte que eu, um pouco mais aerodinâmica na água talvez mas não mais forte e eu tenho minha dúvidas sobre elhor estamina também.” O protesto dele tinha mais irritação que convicção. Ele sentou-se perto dela, sobreando a posição dela, um pequeno biquinho formando na boca dele. Ele não gostava de perder. “Nós podemos ir novamente mas estou avisando você, não é nada pessoal mas eu vou ganhar de você de novo. Há muitas coisas em que você pode me vencer Booth mas essa não é uma delas, com seis meses de boa prática talvez, mas não hoje. Eu sou forte para meu tamanho e você tem músculos rígidos que são pesados e demoram para moverem-se na água, você tem que gastar mais energia para nadar a mesma distância que eu.”Ela não estava se gabando apenas afirmando como se isso fosse um fato inevitável.


Eles permaneceram deitados ali por alguns momentos, ele alacançou e pegou a mão dela, ela olhou mas ele tinha seus olhos fechados contra o sol. Ela observou o peito dele subir, gotas de água brilhando nas linhas do abdomen dele. Ele queria toca-lo mas manteve sua mão ao lado dela, sabendo que o molhado e a quase nudez eram muita tentação. Ele pensou no que ele era bonito, escultural,musculoso, o peito dele seguia até um estomago rijo. Ela amava a cova bem abaixo do osso do quadril dele onde os músculos bem trabalhados curvavam-se e ela sabia que a sua mão caberia. Ela parou mentalmente, lá estava novamente, a palavra amor em referência a ele. Como ela poderia amar um homem que ela mal conhecia? Ela sabia alguns dos seus mais profuntos segredos e ainda assim não sabia qual o sanduíche preferido dele. Onde o amor começa? Ela tentou se lembrar da própria infância mas muito dela se perdeu. Ela tinha imagens na cabeça, flash no tempo, algumas vezes haviam cenas que passavam como um curta metragem mas ela lutava com outras lembranças. Ela focou seu olhar novamente no corpo dele, a forte reação física do seu próprio corpo foi al mesmo tempo extraordinária e aterrorizante. Ela tentou achar um ponto de referência e novamente voltou a infância dela. Ela estava numa montanha-russa com Russ, era tão alto que quando ela olhava para cima ela não conseguia ver o topo. Ela não queria dizer que estava com medo então ela entrou mas uma vez que os carros começaram a subida devagar para a maior queda o coração dela tentava sair do seu peito. O medo era eletrizante e no momento em que eles chegaram ao topo ela sentiu o trem dar uma guinada e deslizar na queda, ela estava gritando como todo mundo. Era divertido, ao mesmo tempo extraordinário e aterrorizante como agora.


“Você vai ficar aí me fitando?” ele abriu um olho e olhou para ela. “Isso te deixa desconfortável?”“Sim, mas de jeito bom.” Ele estava rindo agora. “Vem, vamos voltar para a água e vou te desaficar debaixo d’água. Isso dará ao seu ego uma chance de se recuperar.”


“Muito engraçado, meu ego está bem, mas eu aceito a corrida.“ Eles pularam de volta na água e começaram a competir. Quem conseguia nadar mais distante debaixo d’água, quem podia segurar o fôlego por mais tempo, quem era melhor em manter a bola no ar, quem podia boiar por mais tempo e quem mergulhava mais profundamente. Eles competiram bastante mas riram muito respeitando as forças um do outro e explorando as fraquezas um do outro.


Ele sairam do lago a procura de comida depois de uma hora, ambos mais do que prontos para almoçar.Booth pegou carvão do depósito distribuiu e acendeu a grelha. Ele abriu a geleira e começou a arrumar as coisas, uma vez que Temperance tinha acabado de arrumar a mesa, ela serviu a ambos Gatorade e sentou-se. “Tem algo em que eu possa ajudar Booth?” Ele tomou a bebida e balançou a cabeça. “eu tenho tudo sob controle e eu sei que você está faminta então, aqui você pode começar com isso.” Ele colocou uma vasilha co vegetais fatiados na frente dela, pegando uma cenoura e colocando na boca dele ao fazer isso. Ele tirou um avental e vestiu e ela começou a rir.


“Hey, eu estou grelhando e não quero me queimar, é uma medida de segurança.”“Está ótimo com o seu calção de banho.” Ela ainda estava rindo quando entrou para usar o banheiro. Ele estava cantarolando quando ela retornou, ocupado colocando as coisa na grelha, cheirava maravilhosamente bem. Ele virou-se, pegando uma mistura com as mãos da vasilha e rapido e eficientemente fazendo um montinho e colocando na grelha. Ele ouviu seu nome e quando ele se virou houve um click. “Onde diabos você conseguiu uma câmera?” Ele estava um pouco irritado.


“É minha descartável para emergências em cenas de crime, eu sempre tenho uma na minha bolsa mas eu nunca pensei que seria tão útil.” Ela estava mastigando alguns vegetais quando ele habilmente formou mais bolinhos e jogou-os na grelha.


“Você não está faminto?”


“Sim, mas eu estou um pouco ocupado aqui, uma vez que tudo estiver na grelha eu me viro.”Ela observava-o, obviamente amando aquilo, absorta no ritmo e no tempo do cozimento. Ela pegou a vasilha na frente dela e foi ficar de pé ao lado dele. Ela pegou uma cenoura e trouxe até os lábios dele. Olhando para baixo, eke abriu a boca, ela o alimentou cuidadosamente. Os lábios dele estava roçando nos dedos dela. Ela pegou um tomae cereja depois, ele parou e virou os bifes de salmão e as batatas. Ao trazer o tomate ate os lábios dele, o molho estava correndo pelos dedo dela, ameaçando pingar. Ele abriu a boca e tomou o tomate e os dedos dela, gentilmente sugando o molho e correndo sua língua nas pontas antes de solta-los. Ele agradeceu pelo avental agora, sentindo a dor familiar subindo pelas pernas dele. Ele tinha se entretido com tantas fantasias envolvendo as mãos dela que ele não podia acreditar que ele estava parado ali, grelhando com os dedos dela na boca dele. Ela trouxe outra e ele sugou firmemente o dedo que ela tinha na boca dele e ela arrastou levemente para dentro e para fora antes de tira-lo. Ela engoliu em seco e continuou a alimenta-lo, mesmo quando ambos sabiam que ele poderia fazer isso sozinho agora.


Ele virou-se para ela então, descansando a espátula e gentilmente puxando-a contra ele. Ele a beijou e ela virou a cabeça abrindo a boca, querendo-o. Os dedos dela formigaram quando ele pegou o primeiro tomate e uma inundação de calor flutuava na sua barriga. Ela sentiu o prazer úmido e sabia que estava molahda, apenas assim. Ela não conseguia parar de observar a boca dele, cada vez que os labios dele envolviam os dedos dela, ela sentiu uma pontada forte no centro dela. Quando ele descansou a espátula, e virou-se, ela nunca quis beijar tanto alguém antes. Ela afundou-se nele, concentrando-se no gosto dele, encontrando a língua dele e derretendo-se nele. Ela podia sentir o penis dele pressionando contra ela e sabi que eles deviam parar. Ele distanciou-se vagarosamente e sem uma palavra ele escondeu-a levemente atrás dele e abriu a grelha. Ele virou os bolinhos no prato e limpou a garganta, tentando ganhar sua compostura de volta.


“O almoço está pronto, come enquanto está quente.” Ele riu a sua própria referência e colocou o prato na mesa, imaginando se cada vez que ele a tocasse iria queimar com essa intensidade. Ela sentou-se enquanto ele trouxe os pacotes fechados, abrindo as batatas assadas, cebolas e alho para deixa-los esfriar. Depois de abrir o milho ele jogou um molho sobre os bolinhos e sentou-se.


“Booth eu não tinha tudo isso na minha casa. De onde veio isso e que tipo de molho é esse no salmão?” Ela estava se servindo e conversando tentando ignorar as mensagens que ainda ecoavam do corpo dela, focando dessa vez na sua fome. “Eu peguei algumas coisas quando paramos no meu apartamento e o molho é de pepino que suaviza o ardor do bolinho de salmão. As batatas são uma receita antiga de escoteiros.” Ele parou, esperando-a provar o salmão lembrando nessa manhã o que a aprovação dela significaria. Ele não ficou decepcionado; ela colocou a primeira mordida na boca e gemeu suavemente.


“Booth isso está requintado. Eu não acredito que foi isso que você preparou para um picnic. É tão bom.” Ela parou para dar outra mordida, ele a observava.”Não fique me olhando, coma e não pense que eu não entendi que você era um escoteiro.” Ela experimentou as batatas e estava igualmente impressionada. Ele sempre gostou do fato que ela comia com entusiasmo, experimentava qualquer prato e era sempre honesta se ela gostava da comida ou não. Sid tinha até trazido alguns pratos novos para ela provar e saber sua opinião porque ele sabia que ela diria a verdade. Porque ele nunca cozinhara para ela antes de hoje?


“Booth você acha que nós estamos fazendo a coisa certa, namorando?”a voz dela era um sussuro.Ele congelou, um medo repentino o atingiu. “Parece certo para você?”Ela pensou sobre como ela se sentia sobre ele, removendo o aspect sexual e tentando ser objetiva. Ela sentia-se segura com ele, ela gostava da companhia dele mesmo quando estavam brigando, ela respeitava que ele mantinha sua opinião e não apenas cedia a ela, ela admirava como o seu cérebro trabalhava quando ele estava resolvendo um caso juntos e ela acreditava que ele era genuinamente honesto e carinhoso. Ela sabia que se ela tinha um dia difícil ela ficava feliz em ve-lo e ele parecia ser capaz de interpretar sua linguagem para outras pessoas quando elas não a entendiam. Ele a estava observando com cuidado, a face parada, tentando não transparecer nada. Mas ela conhecia aquele olhar, ele estava com medo, quanto mais assustado Booth ficava, mas parado ele ficava. Apenas culpa e medo imobilizado na postura antes energizada.


“Sim, parece certo, eu não estou fugindo Booth, só estou apenas perguntando.”Ela inclinou-se e pegou a mão dele enquanto falava. “Eu sei que não parece com nada que senti antes e já que nenhum dos meus relacionamentos do passado deram certo eu acho que é um bom sinal.” Ela soltou a mão dele e continuou comendo. Ele falou entre mordidas. “Eu pensei no início que eu estava apenas atraído por você. Eu podia sentir a química entre nós mas com o passar do tempo eu descobri que era mais que isso. Não havia ninguém mais que eu pudesse conversar do jeito que a gente faz, realmente discutindo o tópico. Não havia ninguém que eu pudesse ligar com uma emergência grande ou pequena. Você era dedicada como eu para qualquer caso não importava quão bagunçado eles se tornavam você não recuava. Não demorou muito para eu perceber que não importava o que eu estivesse fazendo e com quem eu estava, eu preferiria estar com você.”


“Tudo pode ser realmente tão simples assim?” Ela estava perguntando seriamente. “Bones, não será nunca simples,mas nada que vale realmente a pena raramente é e eu acredito que você definitivamente vale. Você quer parar?” ele segurou o olhar dela, precisando ver a expressão dela quando ela falasse. “Não, não eu só estou perguntando o que você acha. Você sabe, qual é a sua frase? Eu estou apenas tendo certeza que estamos na mesma página e de vez em quando eu ainda sinto uma pontada de culpa que isso possa comprometer nossa relação profissional.” Ela sorriu para ele reafirmando, “sério Booth, eu estou bem. Vamos terminar de comer e depois eu tenho algo para nós fazermos.”


“Você trouxe uma atividade pra nós?” ele ergueu a sobrancelha surpreso.
“Não pareça tão chocado Booth.”
“O que é?” Ele estava rindo novamente e parecia contagiado.
“Termine seu almoço e descubra.”



CONTINUA....

2 comentários:

Dani disse...

eu ri com a competição! HAHAHA e a Brennan botando comidinha na boca do Booth? ÃÃ COMO ASSIM??? HAHAHA ADOREI \O/

Joice disse...

amuu essa fic tah otimaaaaa posta logo please !!!
bjux