terça-feira, 24 de novembro de 2009

[Tradução] Quid Pro Quo - Cap.6

Cap. 6

“Eu estou intrigado Bones, eu pensei que você não brincasse com jogos. Isso é outra coisa que eu não sabia sobre você.” Ele estava olhando para ela surpreso.

“Na verdade tem uns jogos que valem meu tempo, não muitos, poucos.”

“Você não tem que me dizer o que vamos fazer hoje mas nomeie alguns jogos que você costuma jogar. Nós continuaremos com as perguntas depois que terminarmos de almoçar.”

“De cartas eu jogo poker, canastra,truco. Eu não aprendi muitos jogos de tabuleiro, Scrabble e Monopoly, mas eu acho que Monopoly demora muito. Eu aprendi Yahtzee e alguns jogos de dados que nós inventavamos com meu irmão. Eu posso jogar xadrez mas ninguém na família conseguia ganhar de mim então eu parei aos 9 ou 10. Da minha infância é isso mas eu aprendi alguns jogos interessantes durante minhas viagens com pessoas de todo o mundo, nenhum deles foi comercializado então você não pode compra-los. Que jogos você sabe Booth?

Ele estava impressionado com a lista dela, vários deles serviriam para ambos mas como ele poderia dizer que quando criança ele jogou uma list infinita de jogos. Eles tinham quase todos os jogos comercializados, jogavam todo o tipo de jogos de cartas, jogos ao ar livre, esportes, jogos de bicicleta, jogos na piscina, todo o tempo. A infância dela foi bem diferente e mesmo sob as mais normais das circunstâncias, ela foi uma criança diferente. Ele não queria responder, ele não queria jogar su infância em cima dela pois as diferenças seriam enormes. Ele achava que seria doloroso para ela e ele não queria arruinar o bom humor que ela estava sentindo agora. Ele delineou o quadro com coisas que eles tinham em comum.

“Bem, eu estou um pouco intimidado pelo seu comentário sobre xadrez. Meu pai me ensinou como jogar, qualquer jogo que fosse bomem ajudar a aprender sobre estratégia, meu pai acreditava que era útil e além disso, o pai dele tinha ensinado a ele e era meio que uma tradição. Eu jogo bem porque eu tive muita prática, eu nunca competi nem nada mas era pura diversão para mim e eu gostava muito. Eu adoraria jogar com você, ver seus métodos e descobrir se eu posso ganhar de você.” Ele estava desafiando-a e estudando-a por um momento mas sem deixar de sorrir ao mesmo tempo.

“Eu não jogo a muito tempo, eu nem sei se ainda seria boa nisso e eu teria que avaliar por um instante para lembrar como cada peça se move mas eu jogaria com você, contanto que não houvesse chateação se eu ganhasse.” Ela estava provocando ele com a última parte e ele sabia.

“Eu não acho que você irá ganhar todos os jogos Bones mas eu admiro sua confiança. Agora, eu terminei o meu almoço então qual jogo iremos jogar? “

“Primeiro nós temos que digerir nosso almoço.” Ela foi até a bolsa dela e tirou um frisbee de lá, “vamos voltar pra água.”

“Você sabe como jogar frisbee Bones, agora eu estou impressionado.” Ele rapidamente levantou-se da mesa e seguiu-a até a água.

“Eu tinha um irmão Booth e ele estava em contato com o mundo então tinha coisas que ele trazia para casa e me ensinava como fazer, essa foi uma delas. Nós costumávamos jogar no jardim e na praia sempre que viajávamos; Russ tinha sempre um com ele.” Ela falava sobre os ombros, atingindo a água ela flutuou e com alguns passos ela mergulhou e desapareceu o que pareceu para ele como um longo tempo. Ele parou na praia observando quando a cabeça dela apareceu uns 20 pés de onde ela havia mergulhado. “vamos, Booth.” Ela emergiu da água e saindo um pouco da água com um giro do pulso ela jogou o frisbee na direção dele. Ele o pegou no ar sorrindo para ela. Naquele momento, parada na água, chamando por ele para jogar, ela estava tão linda que fez o coração dele doer no peito. Ele andou jogando o frisbee para ela enquanto se movia. Ele pegou no ar com facilidade. Ela estava tão graciosa nos seus movimentos que ele se perguntava se ela estava confortável na água ou apenas capaz de relaxar e ser ela mesma. Ele estava agradecido por estarem sozinhos ali hoje; deu a eles mais espaço um com o outro.

“Boa jogada e boa pegada,você é boa nisso Bones.”

Ela olhou pra ele perplexa, “você achou que eu estava mentindo?” o frisbee voou de volta no ar diretamente para ele.

“Não, de modo algum, é que você nunca mencionou isso antes e eu estou um pouco surpreso.” Ele lançou de volta para ela e ela rapidamente o agarrou. Ele mergulhou então na água, movendo-se paralelarmente a ela. O disco veio voando, um pouco alto e ele teve que pular mas o pegou rindo, atirando de volta para ela. Ele foi rápida novamente em devolve-lo a ele, foi alto e dessa vez ele realmente teve que se esticar para alcançar mas pegou o disco com sucesso.

“Bones eu sei que você me tem em alta conta mas eu não sou tão alto.” Quando ele olhou para ela, ela estava rindo e ele sorriu para ela. “O que é tão engraçado?”

“Eu gusto de ver você pular pra pegar,”ela ainda estava rindo e enrubescendo agora.

“BONES!” Ele estava ficando vermelho também e jogou o frisbee de volta para ela, bem acima da cabeça dela, institivamente ela pulou e agarrou o disco, percebendo que ele virara a mesa. Quando ela desceu ela ficou chocada ao ver o lago vazio a sua frente mas mesmo quando ela ainda entava entender, ela sentiu a mão dele a agarrando por trás e puxando-a para baixo. Ela escapou dele virando-se e emergiu, saindo da água no mesmo momento que ele. Ela arremessou o frisbee na direção da praia e virou-se para ele.

“Isso foi um erro Booth.” Ela estava sorrindo mas havia um certo olhar nos olhos dela e de repente todos os sentidos dele se puseram em alerta. Ela iria atacar, ele podia ver os olhos dela analisando, checando a postura dele, planejando seu próximo movimento.

“Agora Bones, isso é tudo pela boa diversão então não vamos ficar chateados com isso.“ ela foi rápida, ele tinha que admitir, a perna longa dela voou contra ele para atingir o pé dele e derruba-lo mas na água o movimento não funcionou muito bem. Ele tentou agarrar a perna dela mas errou e enquanto ele estava abaixado, ela se aproximou e atingiu-o na costa, deixando-o desiquilibrado e o fazendo ir pra baixo d’água. Ele voltou imediatamente tirando a água do rosto e arrumado o cabelo para trás.

“Ok, estamos quites certo?” ele estava rido para ela, as mãos deles mostrando um gesto de rendição enquanto ele se movia até ela.”Treguá, vamos dar uma treguá ok, porque eu posso até ver nos afundando um ao outro tentando provar quem é o mais forte.” Ele a tinha alcançado e colocou as sua mãos para baixo deslizando e colocando-as ao redor da cintura dela e a puxou para ele. Ainda o surpreendia o fato dela não resistir. Ela sentia-se maravilhosa contra ele e ele inclinou-se e beijou-a, tocando seus lábios nos dela, deslizando a língua dele sobre o lábio inferior dela, provando-a.

Ela apertou os seus braços ao redor do pescoço dele, movendo-se para mais perto dele e ele pode sentir os seios dela pressionados nele no biquini molhado e a pele quente do abdomen dela contra ele. Ele correu a mão por toda a costa dela até a base do pescoço enquanto o beijo tornava-se mais intenso. Ele afastou-se olhando para ela com um pequeno sorriso, a mão dela descendo do cabelo dele até o ombro. Ela observou uma linha de água descer pelo pescoço dele e atingindo a curva dos músculos e ela de repente inclinou-se para a frente e capturou-a com a sua boca, próximo ao mamilo dele. Ele inspirou forte e ela traçou o caminho de volta até o pescoço dele com a língua bem devagarinho onde ela mordeu a pele dele antes de distanciar-se. Ela queria fazer isso de novo, gota a gota saciando a sede que nada tinha a ver com água mas sim tudo a ver com a pele dele. Ela olhou para ele e os olhos dele tinham ficado quase negros.

Ele inclinou-se até o pescoço dela e beijou-a, sugando a pele e movendo-se através do ombro dela e de volta ao pescoço dela. Ela gemia suavemente, as mãos dela dançando no ombro dele, as unhas seguindo o toque dela. Ele moveu-se para baixo, beijando o caminho da clavícula dela, forçando a lingua dele pra dentro e para fora antes de colocar seus lábios em volta do mamilo dela. A respiração dele era como fogo vindo através do tecido fino e ele parou, então juntou os lábios pressionando a língua firme sobre a pele apertada. Ela gritou e ele sentiu os quadris dela movendo-se na água, as costas dela arqueando em direção a ele. De repente, ele parou, ficando de pé e puxando-a contra ele num abraço esmagador.

Enquanto a surpresa dela diminuía, ela ouviu-o sussurrar na orelha dela, “nós temos que parar, nós não podemos fazer isso aqui, não desse jeito Temperance, não ns primeira vez.” Ela estava abraçando ele tão apertado e às palavras dele, ela o apertou querendo que ele soubesse que ela entendia mais incapaz não pretendendo formar palavras ainda. Ele podia sentir a perna dela ainda contorcendo-se contra a dele e ele continuou a abraça-la até que finalmente ele sentiu parar.

“Vamos, eu aposto com você para cruzarmos o lago e voltarmos e eu fingirei que você está perto.” Ela o viu concordar e eles pularam na água. No fim, foi por pouco e Brennan percebeu que em uma distância be longa ele provavelmente ganharia dela mas ela não ia nunca dizer isso a ele. Nesse momento ambos tinham muita energia para gastar.

Eles recuperaram o Frisbee e jogaram e competiram até que ambos estivessem cansados. Eles andaram juntos de volta a praia e esticaram-se nas toalhas, o calor do sol acariciando a pele deles.

Temperance respirou fundo, deixando o sol aquece-la e seca-la, ela estava tentando não pensar, mas seu cérebro continuava ligado. De uma forma isso parecia natural e certo, mas por outro lado era assustador. Os sentimentos que ela estava permitindo-se sentir por Booth eram bem maiores do que ela pensava e mesmo com o sexo de lado, ela não estava certa como ela iria gerenciar isso. Parecia tão estranho para ela, ter todos esses impulsos aflorando que ela não podia controlar ou mesmo segurar.

Como as pessoas faziam aquilo? Teriam os pais dela sentido-se do mesmo jeito um pelo outro? Quando a mãe dela disse a ela que ela cresceria e encontraria o tipo certo de homem era isso que ela queria dizer? A mãe dela teria gostado de Booth? Havia tanto na cabeça dela, tantas coisas permaneciam sem respostas.

Sua mãe tinha ditto que ela era única no mundo e que a maioria das pessoas que a conhecessem não a entenderiam mas quando ela ficasse mais velha as diferenças entre ela e as outras pessoas iriam tornar-se menos óbvias e menos importantes. Temperance não podia imaginar isso acontecendo, ela sentia que todas as crianças ao seu redor falavam uma língua diferente. Eles assistiam programas que ela achava serem perda de tempo, tinham conversas sobre coisas que ela considerava triviais, jogavam jogos sem sentido e engajavam-se em uma comunicação social cheia de regras sutis que ela não compreendia. Ela não tinha amigos, ela não falava com ninguém, sempre se sentindo estranha e incerta da popularidade movida pelo sistema escolar.

Depois que seus pais desapareceram, ela foi para o orfanato e comunicava-se ainda menos com o mundo exterior. Ninguém se preocupava se ela alguma vez fizera qualquer atividade escolar, ninguém se importava se ela tinha qualquer coisa. Ela se fechou, guardando sua dor durante a noite e aguentando os dias mantendo-se emocionalmente indisponível.

Sua mãe estava certa sobre a idade, quando ela cresceu e entrou pra faculdade ela conheceu mais pessoas que entendiam sua inteligência. Ela descobriu que podia perguntar, debater teorias, argumentar logicamente e na verdade ter outros respondendo a ela de modo inteligente. Isso ajudou-a abrir-se um pouco mais e através dos seus colegas de classe ela aprendeu devagar algumas habilidades sociais e algumas vezes saia com eles. Ela começou as aulas de defesa pessoal no seu segundo ano após uma série de casos de estupro no campus e encontrou na força, no poder e na adrenalina um vício. Ela aprendeu a dançar e teve suas primeiras experiências sexuais mas ainda mantinha suas emoçoes seguras. Para a jovem Temperance, sexo era outro tipo de exercício físico e prazer nada mais. Ela experimentou um pouco, leu extensivamente e sempre esteve no controle.

Ela tinha aprendido a gostar da companhia limitada de outras pessoas, as viu irem e virem da vida dela mas colocou toda a sua energia e paixão nos estudos e depois no trabalho. Ela estava orgulhosa do que ela alcançou e ainda isso parecia na sua maioria não apenas uma vitória vazia, não somente pelas famílias das vítimas que ela ajudava a identificar, mas a nível pessoal.

Temperance sabia que desde o começo dos tempos as pessoas viviam em casais, famílias, vilas e comunidades. Homens não foram feitos para serem criaturas solitárias e por mais que ela gostasse do seu tempo individual, estar sozinha havia a sensação de que ela não tinha ninguém realmente para dividir a vida com ela, pro bem ou pro mal. Os pais delas eram vigaristas e assaltantes de bancos e ainda assim tinham um ao outro, eles entediam um ao outro e eram testemunhas do sucesso e do fracasso da vida de cada um. Quem estava lá para dividir e testemunhar sua vida, para entender e para encorajar suas conquistas?

Essa resposta tinha entrado no escritório dela com uma arma e um distintivo do FBI. Era isso que ela estava fazendo, escolhendo-o como parceiro para toda a vida? O que fez ele parecer tão diferente para ela? Ela já estava apaixonada por ele? Se ela nunca esteve apaixonada antes como ela deveria saber se isso era o que era? Isso fez o peito dela doer ao pensar. Ela seria capaz de se abrir para ele, contar a ele tudo que ela estava pensando?

Ela olhou para ele; ele estava dormindo ao lado dela parecendo tão doce e inocente como uma criança. Ele tinha ganhado tempo para conhece-la, seus medos, seus problemas e seus limites. Ela tinha devagarinho cruzado cada um dos seus muros até encontrar o centro dela, não apenas fazendo-a sentir mas fazendo-a querer sentir e deixando-a saber que era normal sentir-se amedrontada. Ela confiava nele. Ele teria que trabalhar no lance de superproteção porém mesmo que as intenções dele sejam boas. Ela ficou de lado e levemente tocou o cabelo dele e observou-o virar-se na direção da mão dela no sono. Ele estava sendo tão paciente com ela, esperando um ano para ela ver o que ele já sabia por tanto tempo. Ela percebeu que ele estava ficando rosado e inclinou-se beijando-o gentilmente nos lábios. Ele se mexeu e ela beijou-o novamente sorrindo contra ele ao sentir os braços dele ao redor dela.

Ela apoiou-se no cotovelo dela e olhou pra ele, “seu nariz está ficando rosado, eu achei que você devia se levantar antes que acabasse queimado. Nós deviamos sair do sol por um tempo.”

Alguma coisa no modo como ela olhava para ele era diferente mas ele não podia dizer o que era. Ela se levantou, pegando as mãos dele e puxando-o para ficar de pé. Eles juntaram as toalhas e as coisas de praia e Brennan foi até a mesa e começou a guardar as coisas enquanto Booth guardava as coisas do resort em seu lugar. O ritmo doméstico fácil deles não escapou a ele.

“Hey, eu pensei que você tivesse um jogo pra gente jogar. O que aconteceu?”

Ela enrubesceu levemente, “nós não podemos jogar agora Booth, talvez mais tarde.”

“Porque não agora Bones?” ele tinha aquele olhar de quem queria confusão. Ele pegou uma vasilha da geleira, tirou a tampa e colocou na mesa entre eles. Estava cheia de uvas geladas que ambos começaram a comer, a fome do dia agitado voltando a aparecer.

“Você parecia o Parker ainda agora mas vou responder de qualquer forma. Nós não podemos jogar agora porque envolve contato físico e nós não temos muito controle nesse aspecto então teremos que jogar depois.” As bochechas dela estavam vermelhas e não tinha nada a ver com o sol e ele estava rindo misteriosamente.

“Eu só queria te ouvir dizer isso.” Ele estava gargalhando agora. Ela jogou uma uva nele, atingindo a testa dele.

“Hey, você podia ter arrancado meu olho fora.”

“Não com uma uva Booth.” Ele atirou uma uva depois, um toque gentil que tocou e parou na clavícula dela.

“ACERTEI!” ele estava rindo e bateu na mesa.

“Apenas se lembre Booth que não estamos na água agora, eu posso te derrubar como uma casa.” (*) Ela estava tentando ficar brava mas nem chegou perto.

“É como uma pilha de tijolos ou uma batata quente, não uma casa.”

“Eu não sei o que você quer dizer.” Ela tinha aquele olhar perplexo que ele amava tanto.

“Sua frase, deveria ser ‘Eu poderia te derrubar como uma pilha de tijolos’ ou você poderia dizer ‘Eu poderia te derrubar como uma batata quente’ mas não como uma casa, você não derruba uma casa.”

“Eu não poderia derrubar uma pilha de tijolos também, eu nem poderia levantar uma pilha de tijolos, apesar que eu entendi a batata quente.”

“Bones, eu não invento essas coisas e na verdade eu não tenho idéia de quem faz, eu só estou dizendo a você quais são as versões aceitas para que você use-as corretamente.” Até revirando os olhos para ele, ele a achava atraente, ele queria beija-la. Ela olhou para ele e ficou impressionada pelo que parecia a centésima vez no dia que apenas a expressão dele podia fazer o corpo dela responder.

Ela queria olhar para o lado mas não conseguia tirar seus olhos dele. Neese momento ela tomou uma decisào e uma vez tomada ela sabia que nõa haveria volta. Na cabeça dela, ela podia quase ouvir o click da barra de segurança no carro da montanha-russa, prendendo-a para a viagem.

“Seeley, vamos pra casa.” Ela viu os olhos dele piscarem um instante de surpresa e depois mais profundamente ao registrar o que ela queria dizer.

“Você tem certeza, eu pensei que você queria ir devagar?” a voz dele era tão baixa que ela quase não podia ouvi-lo.

“Sim, eu quero, então quando chegarmos lá, vá devagar.” Ele não falou, não podia falar. Ele levantou-se da mesa sem dizer uma palavra e começou a empacotar as coisas, as mãos dele temiam enquanto ele tentava recobrar sua compostura. Ele não estava pensado para que casa iriam porque na mente dele só existia um palavra que definia lar e essa palavra era Temperance.


(*) Aqui ela usa um ditado americano mas como sempre ela é a Bones e o ditado está errado!


CONTINUA...

Um comentário:

Dani disse...

[AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA] agora é o momento, me agarra, me arranha, me chama de aranha!(A) HAHAHAHAHA