segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

[Castle Fic] Baby Boom - Cap.21


Nota da Autora: Hohoho! Merry X-Mas! Eu prometi e estou cumprindo. Ainda é dia 25 para mim. Então, tem duas pessoainhas que pediram o presente, Aninha e Lee, será que vão honrar? Fazer bonito com o presente? Esse capitulo é dedicado a todas que acreditaram e entenderam como a personagem KB realmente funciona e sim, existem referencias... enjoy! 



Cap.21 


O garçom trouxe alguns pães e antepastos. Kate provou-os tentando achar a melhor linha de conversa entre eles sem ser logo direta sobre o verdadeiro tópico que precisavam conversar. Sobre eles. 

— Quem diria que há quase um mês atras nós iríamos estar aqui, no telhado, comemorando a adoção de Dylan. Há um mês você se imaginava pai de um bebê, Castle? 

— Claro que não. Dylan foi uma grata surpresa. Você provavelmente com sua mente racional não acreditaria se eu dissesse que foi o destino, certo? Para mim, foi. Alguém com uma história tão semelhante a minha, à da minha mãe. Eu estou muito feliz que tudo tenha terminado bem. Não sabia que sentia tanta falta de ter um bebê por perto até tudo isso acontecer - Kate esticou a mão tocando a dele. 

— Acredito em você, em tudo. Dylan é muito especial para mim também - ela desviou o olhar por um instante contemplando a noite, deu um outro aperto em sua mão - eu estive no cemitério hoje, visitando o túmulo de Anna. Eu precisava dizer a ela que Dylan estava bem, que tem uma família, um pai maravilhoso e será muito feliz. Eu cumpri minha promessa - olhou para Castle. Ela estava emotiva. 

— Sim, nada disso teria sido possível sem a sua ajuda, sem você. E quanto a família, Kate, você também é parte dela. 

— Não quero que ele a esqueça, Castle. Dylan. Não quero que ele esqueça Anna. 

— Ele não irá esquece-la. Iremos lembrar e contar sua historia. Todo mundo precisa de uma historia. Um brinde a Anna - ele ergueu a taça, Beckett sorriu brindando com ele. Castle fez sinal para o jantar ser servido. Ele tinha ordenado frutos do mar. 

— Espero que você goste de paella. 

— Eu gosto. Faz muito tempo que não como. 

— Ótimo, significa que acertei - ela provou. 

— Hum, delicioso. Eu realmente aprecio frutos do mar. 

— Você vai adorar um restaurante que tem no porto dos Hamptons, a lagosta dele é de morrer. Podemos ir em um fim de semana, levar Dylan conosco. O que você acha? Seria a primeira experiência do garotão com praia - ela percebeu que ele já estava fazendo planos. Sorriu. Não queria responder ao convite feito de maneira tão casual. Concentrou-se em comer. O assunto do jantar enveredou-se por um terreno mais neutro. Começaram a discutir o caso que tinham em aberto. Castle bolou uma de suas teorias, Beckett contestou. Riram juntos, completaram os pensamentos um do outro e acabaram criando um tom divertido fazendo Beckett relaxar diante do assunto iminente que seria abordado depois. 

A sobremesa foi um shortcake de morango. Igualmente delicioso. Acatando a sugestão de Castle, eles se levantaram da mesa com seus copos de bebida e foram contemplar a vista do outro lado do terraço. 

A vista era incrível. Podia ver todas as luzes da cidade que nunca dorme. Uma noite linda. Sentiu Castle se aproximando de seu corpo, ele colocou uma das mãos em sua cintura. Puxou-a para mais perto de modo que acabaram ficando frente a frente. Os olhos azuis a fitavam com ternura. 

— Foi uma noite muito agradável. Eu me diverti muito. 

— Ainda não acabou, Kate - Castle acariciou o rosto dela, passou o polegar nos lábios. Ela sabia o que viria em seguida. Na verdade, estava esperando por isso desde que saíram daquele tribunal. Ele iria beija-la e ela estava bem com isso. Sentiu a intensidade dos olhos azuis a desejando, podia le-los. Borboletas no estômago. Pareciam perguntar se podia ir em frente. Kate sorriu, no gesto estava a permissão que ele tanto esperava. Castle sorveu os lábios dela com carinho. O beijo começou devagar, sensual, ainda assim com uma ternura que fez Kate suspirar e pedir por mais. Suas mãos espalmadas no peito dele moviam-se de leve até ficarem em seu pescoço. Relaxou colando seu corpo ao de Castle. Ele puxou seu rosto aprofundando o beijo. 

De repente, ela voltou meses atrás, outra vez naquela ruela. E a urgência a dominou. Sua boca buscava a dele num fervor, desejo e necessidade. A língua provava o seu gosto, os dentes marcavam os lábios. Castle empurrava as costas de Kate contra o parapeito, as mãos dela vagavam pelas costas do homem a sua frente não querendo larga-lo. Quando Castle quebrou o beijo e começou a devorar seu pescoço, ela sabia que tinha que parar. Não podiam seguir adiante sem que ela pudesse dizer o que deveria ser dito. Precisava que ele entendesse. 

— Castle… por favor, pare… - ela o empurrava - Castle… 

— Não, Kate… não… 

— Por favor… e-eu preciso que… me escute… Rick - a menção ao seu primeiro nome o trouxe a si. Ele afastou-se e a fitou confuso, havia um ar de frustração em seu semblante. Beckett pegou a mão dele na sua, querendo manter o contato e ao mesmo tempo deixar claro que não acabara, não queria vê-lo decepcionado. 

— V-Você não quer? Vai… embora? - o jeito como ele falou aquelas palavras tocou seu coração e foi através dele que ela respondeu. 

— Não, babe… não é isso… eu só quero falar o que isso significa, o que estou sentindo. Não quero deixar no ar como da ultima vez… quando nos beijamos naquele caso - ela o puxou pela mão e obrigou-o a sentar em uma espécie de banco que havia na continuação da mureta. 

— Castle, lembra quando disse a você que a mulher que entrou pela porta do loft para passar os 21 dias mantendo um disfarce não seria a mesma que deixaria aquele mesmo lugar? 

— Sim, eu entendi o que você quis dizer. Sei que esse tempo que passou com Dylan serviu para você avaliar algumas coisas na sua vida. 

— Não, algumas. Praticamente tudo que era importante. Nesses 21 dias, eu me vi cuidando de um bebê, fazendo coisas que não imaginava. Pude conviver com você e perceber tantas facetas diferentes daquele escritor metido a detetive que me segue para resolver crimes! Eu enganava a mim mesma dizendo que não sentia nada por você, que não existia atração, porém cada dia passado nesse loft, servia para me mostrar o contrario. E a realização veio. Eu me descobri apaixonada. E confusa e com medo. Porque havia Dylan. Ele era sua prioridade, minha também. Você tem ideia de quantas vezes tive que me controlar para não beija-lo? - ele riu - eu dormi na sua cama, sonhei com você. Fiquei apavorada porque eu parecia não ter controle do meu corpo - ela parou e suspirou. 

— Então, eu pensava no meu baby boy. Castle, eu me apeguei a ele, adoro cuidar dele. E-eu o amo, mas você já sabe disso. De verdade, eu amo Dylan, não quero deixar de fazer parte da vida dele. E posso fazer isso estando junto com você, em um relacionamento, sendo sua parceira dentro e fora do trabalho, eu estou feliz por estar por perto. Mas eu não sou a mãe dele, não importa o quanto você insista, se ele me chama ou me considera como tal, eu simplesmente não posso… e-eu não sou mãe… - ela estava emocionada - eu não consigo ficar longe dele, nem de você. Estou apaixonada por você, Castle. E se vamos dar o próximo passo, eu preciso saber se você entende a minha relação com Dylan. 

— Kate, você tem ideia de quanto esperei para você me dizer isso? Esses 21 dias foram mágicos para mim. Também não foram poucas as vezes que desejei jogar tudo para o alto e toma-la em meus braços. Mas eu a conheço, sei o quanto você é reservada. Compreendia a barreira, a luta de sentimentos. Por isso não cruzei a linha. E Kate, eu não a forçarei a nada que não queira. Eu sei que o garotão a adora e jamais o privaria de sua companhia. Pode ser a tia, a madrinha, não me importo. Você será parte importante na vida do meu filho. Eu estou apaixonado há muito tempo, quero ter você ao meu lado completamente. Eu estou feliz que tenha me dito isso, que tenha escutado seu coração. Será como você quiser, desde que esteja ao meu lado. Always. 

Kate o olhava com ternura. Era uma expressão nova para Castle. Abriu um sorriso. A mão dela acariciou o rosto do homem a sua frente. Repetiu o mesmo gesto que ele fizera alguns minutos atrás antes de beija-la. Roçou o polegar nos lábios dele. 

— Você não para de me surpreende, Castle. Prometa que não mudará, que conservará esse seu lado moleque e seu jeito adorável de tornar tudo mágico. Eu já lhe disse uma vez que meu trabalho é difícil, você o torna mais suportável. Ying e Yang. Precisamos do equilíbrio. 

— Eu já mudei bastante, Kate. Por você, mas posso fazer esse sacrifício - ela riu. 

— Acho que podemos voltar para onde paramos, não? - ela inclinou-se na direção dele, fechando os olhos, sorveu seus lábios vagarosamente. Então, abriu a boca para receber a língua dele e o beijo tornou-se intenso. O corpo reagia ao movimentos dos lábios, ela sentia arrepios na pele em antecipação ao que estava por vir. Sentiu a mão de Castle deslizar tocando-lhe o seio. Instigando. Deixou escapar um gemido entre os lábios. Agora as mãos dele estavam em sua cintura. De repente, Castle a puxou erguendo-a do banco e a pressionando outra vez contra a mureta com seu corpo. 

Era uma dança de toques, Castle devorava seu pescoço enquanto ela o abraçava deixando suas próprias mãos deslizarem até o bumbum dele, ao sentir o pequeno beliscão, ele a fitou. Uma das sobrancelhas erguidas, sua reação apenas serviu para faze-la sorrir e dar o próximo passo. Beckett começou a abrir os botões da camisa dele, porém Castle a impediu apertado-lhe os seios. De repente, seus lábios estavam beijando a pele no meio dos seios explorando o decote daquele Hever Leger. 

— Castle… - ela gemeu - quero você…

Ele a fitou mais uma vez. Sorriu. Com as mãos entrelaçadas nas dela, puxou-a escada abaixo. Entraram no loft. Um silêncio prazeroso. Seguiram para o quarto. Beckett deu uma olhada rápida para o quarto de Dylan. O bebê dormia tranquilo agarrado ao elefante. 

Agora eles estava ao pé da cama, o mesmo espaço que já dividiram juntos por algumas noites. Esse se transformaria no palco para sua entrega. Ali, iriam cruzar a linha fisicamente que já fora ultrapassada há um bom tempo pelos seus corações. Beckett olhava para o homem a sua frente. Tinha os primeiros botões da camisa desfeitos. Ela se aproximou e terminou o que havia começado. A peça perdeu-se no chão. Deixou os dedos deslizarem vagarosamente pelo tórax dele, sentindo a pele, os músculos. Mordiscou o ombro e abaixou-se enchendo o peito dele de beijinhos. Castle engoliu em seco, o desejo começando a despontar em suas calças. Ele a afastou carinhosamente pelo ombros. 

— Eu sempre quis tirar esse Hever Leger do seu corpo… desde que a vi entrando naquela livraria para a minha festa. Então você brigou comigo, me fez raiva… ah, Kate, devia tê-la agarrado ali mesmo. 

— Não… se o fizesse não seria especial. Talvez não estivéssemos aqui. Pode tira-lo, Castle. 

Ele se aproximou dela. Examinou o vestido, a silhueta perfeita realçando cada decote. Ele fez questão de sentir o corpo dela por completo antes de tirar o vestido. Era apenas um botão no pescoço. Assim que o desfez, cuidadosamente desceu as alças revelando o colo, os seios. Puxou a roupa pela cintura fazendo a peça deslizar pelas pernas dela deixando-a apenas de calcinha a sua frente. Ele a olhava abobalhado. 

— Deus! Você é linda demais… - ele se aproximou tocando-lhe a cintura enquanto seus lábios sorviam os dela. O contato da pele foi explosivo. Beckett não resistiu, foi desfazendo o botão da calça querendo se livrar das roupas, queria senti-lo por completo. Castle a deitou na cama, tirou as peças que vestia ficando nu. Então, tornou a beija-la intensamente. Deitou seu corpo sobre o dela sentindo as pernas de Kate envolverem sua cintura prolongando o contato entre eles. Um calor bem-vindo tomava conta de seu corpo e Beckett se entregava completamente ao universo dessas novas sensações. 

— Castle… - ela chamava por ele. Os lábios deixaram a boca deliciosa de Kate para provar sua pele macia, seu gosto, quando sorveu o seio dela pela primeira vez, viu-a erguer seu corpo, gemer, ele continuou a prova-la. Os dentes roçavam o mamilo. Sugavam a pele, podia sentir as mãos dela em seus cabelos instigando, empurrando-o contra si, querendo mais. Castle deslizou pelo estômago se perdendo cheirando a pele alva e deliciosamente macia. Então, ele usou os dedos para tirar a calcinha que ela ainda vestia. Afastou as pernas e a provou. Kate fechou os olhos remexendo-se mesmo que segura pelos braços dele. Cada vez que ele a tocava, sentia um arrepio, o coração batia forte. Ele podia ouvir os gemidos de prazer. Agarrou os lençóis quando sentiu os dedos de Castle brincando com seu clitoris. Sentir, era somente o que fazia. Sentir. 

O tremor espalhou-se pelo seu corpo antecipando o orgasmo. Sabia que não demoraria. Já não tinha mais controle sobre seus atos. Ele a ouviu dizer seu nome e a explosão aconteceu. Mas Castle ainda não estava satisfeito. Ela merecia mais. Retornou o mesmo caminho de antes, beijando e provocando a pele quente dela. Estômago, seios, colo. As mãos apertavam os seios  enquanto os lábios devoraram sua boca em um beijo urgente. O peso do seu corpo sobre o dela. Quebrou o beijo acariciando o rosto de Kate. Via o desejo em seus olhos amendoados,  ela sorria. Castle tornou a beija-la, dessa vez, com carinho, apaixonado. Em meio a distração  , ele a penetrou devagar. 

Kate deixou um gemido escapar. Ele estava dentro dela, a possuindo, a faria sua. Um arrepio no corpo a tomou. Ela não era nenhuma virgem, mas fazia muito tempo que um homem não  mexia com ela como Castle fazia naquele momento. Era intenso, grande, prazeroso e… não conseguia mais descrever. A sensação dele a preenchendo, o movimento de seus corpos. Desejo sim, mas havia carinho, zelo, atração. Um misto incrível. Juntos, ele movimentavam seus corpos, os olhos fixos no do outro, criando uma ligação. Na verdade, reafirmando a ligação que já possuíam. Pouco a pouco, os corpos maximizavam a dança do prazer. Castle roubava beijos de vez em quando e ao perceber que ela estava bem próxima do orgasmo, ele acariciou-lhe os seios, instigando o contato, os gemidos persistiam tornando-se mais presentes. Sentiu o corpo dela tremendo embaixo do seu. Uma, duas, três vezes se aprofundou dentro dela e Kate cedeu chamando por ele recebendo o orgasmo, relaxando completamente de prazer. Ela fincou as unhas nas costas dele. Ele também se entregou. 

Após alguns segundos tentando controlar as emoções e a batida de seus corações, Castle foi quem primeiro moveu-se para o lado. Ela virou-se ficando de lado, olhando para ele. Sentiu a  mão dela tocando-lhe o peito. Ele a fitou sorrindo. 

— Hey… 

— Hey… - ela se mexeu deitando a cabeça no tórax de Castle. As mãos dele acariciando seu cabelo. Ouviu-a suspirar. 

— Kate? Tudo bem? 

— Mais que bem - deixou escapar um riso. Estava na cama com Castle. Acabaram de fazer sexo. Exceto que não era uma transa qualquer, não. Eles fizeram amor. Beijou o peito dele e acabou se colocando sobre ele. Sentou-se em seu estômago. Inclinou-se para beija-lo. Ele pegou uma de suas mãos, levou aos lábios beijando-a. 

— Então, o que somos agora? 

— Continuamos parceiros. 

— Isso significa que iremos resolver nossas brigas e desentendimentos em um caso na cama? - ela sabia que ele fazia de propósito. 

— Significa que estamos oficialmente no relacionamento que inventamos há algumas semanas atrás. E no papel de sua namorada, cobrarei todas as suas obrigações como parceiro. 

— Mesmo? - ele tocava-lhe os seios, ergueu-se do colchão ficando sentado com ela sobre si - que tipo de obrigações? Algo como isso? - ele beijou-a intensamente enquanto as mãos acariciavam os seios. Kate quebrou o beijo. 

— Sim, ah…sim… - ela jogou a cabeça para trás o que deu a oportunidade dele roçar seus dentes na garganta dela antes de abocanhar um dos seios. Uma das mãos acariciava-lhe a nuca, o polegar subindo e descendo na garganta. Ela gemeu. Sentiu que ele começava a se excitar outra vez. Ela já estava úmida. Louca para tê-lo dentro de si novamente. Castle se afastou fitando os olhos de Kate. As pupilas dilatadas. Desejo. Vontade. Luxuria. Ela segurou o membro dele em suas mãos. Acariciou-o o suficiente para deixa-lo pronto. Ele gemeu pelo contato e foi tomado de surpresa. Ela o empurrou de volta no colchão e deslizou sobre o membro dele preenchendo o vazio de antes. 

As mãos espalmadas no peito dele antes de mover-se novamente. Sorrindo ao sentir as mãos de Castle em sua cintura, ela buscou o prazer. Dando e recebendo. Em questão de minutos, ambos experimentavam um novo orgasmo. Kate deixou-se cair sobre ele. Castle a abraçou. Imóveis, eles apenas sentiam o coração um do outro vibrando. Pele contra pele. Ela se aconchegou em seus braços, Castle deitou-se de lado encaixando seu corpo ao dela. Beijou-lhe o ombro e entrelaçou uma das mãos na dela. Fechou os olhos, grato pelo que acontecia naquela noite. A respiração dela estava mais leve, podia quase dizer que ela estava adormecendo. Estava enganado. Ela virou-se para fita-lo, buscando seus lábios em um novo beijo. Finalmente satisfeita, ela fechou os olhos para dormir. 

Não havia se passado nem quinze minutos quando um choro irrompeu próximo a eles. 

Dylan. 

Ela abriu os olhos, mexeu-se fazendo menção de levantar. Castle a segurou. 

— Não… fique na cama… 

— Castle, é o Dylan. Deve estar com fome - ele a soltou. Beckett levantou-se pegando a camisa dele. Vestiu-a. Caminhou até o quarto do bebê que choramingava. Ao ver que era ela, o pequeno esticou as mãozinhas. Assim que tirou-o do berço, o bebê a olhava com aquelas butucas azuis em meio a lágrimas. 

— Hey, baby boy… está com fome? - a resposta enquanto ela o levava em seu colo até a cozinha foi uma só. 

— Mamama… - ela beijou e cheirou a cabecinha dele. Acomodou-o de lado em seus quadris e começou a preparar a mamadeira. Castle surgiu vestindo um roupão. 

— Hey, garotão. Tire as mãos do cabelo da minha garota - Kate riu sentindo-o encostar o corpo ao dela beijando-lhe o pescoço - quer que eu o segure ou faça o leite? 

— O leite. Vou trocar a fralda. 

Quando Castle terminou de fazer o leite, seguiu com a mamadeira para o quarto de Dylan, mas Kate não estava lá. Encontrou-a em seu quarto, escorada no encosto da cama, os joelhos flexionados, Dylan sobre eles. Ela sorria segurando as mãos do menino ganhando sua atenção e gritinhos. Ao ver Castle com a mamadeira, ela falou.

— Olha quem chegou? O daddy com o leitinho do meu baby boy. Será que está gostoso, meu amor? - aconchegando-o no seu colo, pegou a mamadeira e ofereceu ao bebê que não pensou duas vezes. Castle sentou-se ao seu lado. Acariciando-lhe as pernas cruzadas em posição de ioga. Trocaram um olhar, ele a beijou rapidamente. Kate voltou a atenção ao pequeno que continuava concentrado bebendo o leite. 

— Os mesmos olhos azuis - deixou escapar - fascinantes - virou-se para fita-lo não ficando surpresa ao ver que Castle a admirava. O sorriso bobo nos lábios. Dylan terminou de comer. Estava sonolento. Beckett o aninhou contra seu corpo numa posição que pudesse dar chance ao bebê de arrotar e ao mesmo tempo se entregar ao sono. Dylan não demorou a responder aos dois. Logo estava cochilando em seu colo. Ao invés de leva-lo para o quarto, Beckett o colocou deitado no berço móvel no quarto de Castle, assim teriam como vigia-lo melhor. Após cobri-lo, ela perguntou. 

— Que horas? 

— Meia-noite. 

— Ele pode querer mamar novamente daqui para as três horas da madrugada. 

— Talvez não. Deve ter ficado satisfeito o suficiente para ir até seis da manhã. Aumentei a dosagem. Você já estará acordada - ela voltou a deitar-se ao lado dele na cama - tem certeza que precisa trabalhar? Não pode dizer para Montgomery que precisa de um dia? 

— Castle, ele já me deu duas semanas e o dia do tribunal. 

— Você não pode ficar doente? - ela o olhou daquele jeito característico. 

— Doente? Você quer que eu invente que estou doente para ficar na cama com você? 

— E com Dylan. Você está ficando boa em mentir. Quase me enganou com esse lance de farsa de relacionamento. Estava caidinha, mas jurava que era mentira - ela o socou no peito - au! já vai começar a violência doméstica? Você sabia que namorados também podem reportar abusos? - ela desatou a rir - que foi? É verídico. 

— Namorado… 

— Sim, somos namorados agora, não? Nem pense em dizer que o que aconteceu há umas duas horas atrás foi uma noite apenas que já iremos ter nossa primeira briga. 

— Não, é que namorado soa tão… 

— Por favor nao diga estranho. 

— Meigo, doce… - ela se aconchegou sobre o peito dele. Abriu o roupão. Beijou o peito dele. Deixou os dedos brincarem nas costelas dele. Deslizou como uma gata até poder sorver seus lábios - não estou acostumada a isso. 

— Então se acostume porque você e eu viveremos um romance, Beckett.

— Mesmo? 

— Bem-vinda à primavera, Kate - acariciando seu rosto beijou-a outra vez. Acomodaram-se debaixo das cobertas e adormeceram. 

Como Castle previra, Dylan apenas acordou após o alarme de Beckett soar. Passava das seis, ela saia do banheiro apenas com a lingerie por baixo do roupão. Pegou o bebê no colo. Levou-o para a cozinha. Sorria. A noite passada foi maravilhosa. Melhor do que ela esperava. Tinha vindo a esse jantar disposta a conversar com ele em algum momento, porém não imaginava que estariam sozinhos. Afinal esperava ir a um restaurante. Esse era o trato. Rick Castle somente a desafiou outra vez ao surpreende-la.  

Uma coisa era estar apaixonada por Rick Castle, prova-lo, fazer amor com ele era outra completamente diferente. Não se lembrava da ultima vez que se sentira desse jeito. Uma boba apaixonada com milhares de sensações envolvendo seu corpo e sua mente. Fazia muito tempo que bloqueara as emoções, negligenciara seus sentimentos. Até a chegada de Dylan. 

— Quer mamar, meu baby boy? - beijou a cabecinha do bebê. Desfrutou de um ótimo momento com Dylan - acho que alguém precisa acordar o daddy… tenho que trabalhar - ela levou o bebê para o quarto. Sentou-se na cama. Castle dormia de barriga para cima.  Beckett  colocou o bebê deitado entre eles de modo que pudesse ainda ter sua interação com o homem preguiçoso ao seu lado. Ela começou com as mãos passeando pelo tórax dele.   Inclinou-se para beijar-lhe o pescoço, o rosto. Viu um pequeno sorriso formando-se no canto dos lábios. Dylan também encontrara seu caminho para mexer com o pai. Ele se apoiou na barriga dele. A boquinha tentava morder Castle. Deixou escapar um “daadaddy”. 

Castle resolveu abrir os olhos. 

— Hey, garotão. Está rolando uma festa aqui? - ele puxou o bebê para sua barriga - bom dia, amor. 

— Hey… dormiu bem? 

— Maravilhosamente - ele a puxou para um novo beijo. 

— Preciso trabalhar. Eu já dei a mamadeira dele. Tenho que passar em casa antes. Não posso aparecer na delegacia com um vestido. Você me encontra depois? 

— Claro - de repente, ela ficou pensativa. Curioso, queria saber o que ela estava maquinando naquela cabecinha - Kate? Está tudo bem? 

— Sim, e-eu apenas estava pensando sobre nós - ela virou-se para fita-lo - Castle, posso te pedir uma coisa? 

— Qualquer coisa. 

— Podemos manter nosso relacionamento em sigilo por um tempo? Pelo menos no trabalho. Sei que para sua mãe e para a Alexis será obvio, mas no distrito, temos que ser profissionais, ao menos eu tenho. 

— É claro que podemos manter segredo. E quanto a minha mãe, não irei contar. Quero que você faça isso. 

— Castle, aposto que ela já deduziu. Um jantar a dois? Depois do resultado da adoção? Meio óbvio, não? 

— Ainda assim. Conte a novidade para ela. Hey! Dylan… - a camiseta do pijama de Castle estava toda babada - o que você pensa que está fazendo, garotão? Essas coisas você faz com a Kate para que ela tenha que tirar a roupa, aprenda - ela gargalhou.

— Ridículo! - deu um empurrão nele, Castle sorriu e fez uma cara safada puxando o roupão dela, os seios a amostra - não pense em começar… e-eu preciso ir. 

— Viu, Dylan? Esse é o modo correto - ela jogou o travesseiro nele. 

— Cuide do seu filho, Castle - levantando-se da cama, Beckett seguiu para o banheiro com o vestido em mãos. Encontrou Castle na sala com o menino no colo. Por que ele tirou a camisa? Suspirou - estou de saída - aproximando-se dele, Beckett beijou o peito próximo a garganta, depois o ombro. Dylan recebeu suas mordidinhas características nos dedos das maos. Castle não a deixou se afastar antes de um beijo. Sorveu os lábios de Kate vagarosamente. 

— Vejo você depois. Dê tchau para Kate, Dylan - o menino obedeceu. Ela deixou o loft. 

Mais tarde, Castle estava pronto para sair. Sabia que a mãe não deixaria passar uma serie de perguntas sobre a noite anterior, por esse motivo, ele passou o máximo de tempo possível no seu quarto. Martha estava tomando café. Ao vê-lo todo pronto, com o menino nos braços, sorriu. 

— Hey, kiddo! Finalmente. Como foi sua noite com Katherine? Vocês se acertaram? - Martha observava o semblante do filho, tinha sua resposta - não vai esconder essa felicidade no seu olhar, Richard. 

— Mãe, por favor, eu gostaria que não ficasse falando disso. Não encha Beckett de perguntas, deixe que ela siga seu próprio tempo. Sei que vai lhe contar e principalmente, ao mencionar qualquer coisa sobre o bebê, não a chame de mãe do Dylan. Ela ainda não está pronta para admitir o óbvio. 

— Tudo bem. Será como vocês quiserem. Só que é inevitável a ligação dela com essa criança. Não podemos negar. 

— Ela vai perceber que não pode lutar contra isso, eventualmente. Eu vou para o 12th. Cuide do garoto - entregou o bebê para a mãe. 

No distrito, parecia um dia comum de trabalho para Castle e Beckett. Ele chegara trazendo o café esperando um belo sorriso. Dessa vez, além disso percebeu um brilho no olhar de Kate que não reparava antes. 

— Bom dia, detetive. Estou pronto para mais um dia de investigação. O que temos para hoje? 

— A continuação da investigação de ontem, o que mais? Esposito já falou com o gerente do banco. Temos vários indícios de depósitos estranhos. Estava a caminho de uma entrevista. Vamos? 

— Claro - assim que ficaram sozinhos, Kate perguntou. 

— Tudo bem com o Dylan? 

— Sim, mamãe está com ele. 

— Ela perguntou algo? 

— O que você acha? Na verdade, perguntou e respondeu sozinha. Disse que estava evidente. Aparentemente, Kate Beckett deixou uma marca em mim - sorriu - relaxe, fale o que achar melhor. 

— Certo. Então, que tipo de marca foi essa? Não me recordo de nenhum chupão… sequer tive a oportunidade de checar todo o material ainda. Espere até eu ter meus momentos com uma área em particular…. 

— Oh… interessante e quanto tempo vou ter que esperar para ver isso? 

— Não sei… talvez hoje à noite. 

— E fica cada vez melhor - ele acariciou a coxa dela enquanto dirigia. Beckett olhou para o homem no lugar do passageiro. Colocou a mão sobre a dele deslizando-a em seguida para o meio das calças. Castle segurou a respiração com o toque - por fa-vor, foco, detetive. Temos um crime para investigar. 

— Estava apenas checando se estávamos em sincronia com o que devemos fazer. 

— Oh, detetive… não force. 

Trabalharam juntos fazendo o que sabiam de melhor. Teorizar, questionar e prender assassinos. Estar ao lado de Castle fez toda a diferença. A parceria estava mais forte do que nunca. Quando checou o relógio, Kate suspirou feliz por perceber que fecharam o caso apenas com tempo suficiente para encerrar o dia. Agradeceu os rapazes e despediu-se. Deixou o distrito ao lado de Castle, seguiram diretamente para o loft. Castle olhou intrigado ao ver que ela tinha uma pequena valise nas mãos. 

— Isso é o que estou pensando? Você vai ficar conosco uns dias? 

— Não, eu vou deixar algumas coisas de reserva aqui. Assim, quando dormir no loft não precisarei sair correndo para trocar de roupa antes de trabalhar. Você está de acordo com isso? - vendo que ele não comentara nada e apenas a fitava, a dúvida a tomou - e-eu devia ter perguntado antes, não posso fazer isso com… ah, eu não sei se deveria, exagerei ao assumir e… - Castle pegou a mão dela. 

— Kate, está tudo bem. Eu só… não estava preparado e por favor, por mim você pode ocupar todo o meu closet. Se quiser ficar aqui todas as noites nunca iria me importar - ela sorriu - vamos, a comida está esfriando e tenho certeza que tem um garotão louco para te ver. 

Ao entrarem no loft, encontraram Martha com o pequeno no colo. 

— Oh, Dylan! Olha quem veio visitar você! Katherine, que bom vê-la. Fico feliz em saber que aceitou nosso convite para aparecer por aqui mais vezes. 

— OI, Martha… eu não resisto ficar longe do meu baby boy… pode me culpar? - ela já pegava o bebê nos braços. 

— De jeito nenhum. Ele é adorável. Fique o quanto quiser por aqui, não me importo nem um pouco. Aliás, acredito que nem Richard - Beckett sentou-se ao lado da mulher que a olhava de um jeito que indicava o que Castle lhe dissera. 

— Martha, acho que você irá me ver bem mais do que imagina. Posso lhe perguntar algo? O juiz disse que houve um depoimento, uma informação importante para a decisão da agente Wilson. Foi você? 

— Katherine querida, você sabe que eu posso falar maravilhas de você e de Richard, porém eu sei como a justiça trabalha. Eu falei a verdade, sobre o quanto o bebê era importante para os dois, falar não era suficiente. Eu forneci o que vocês chamam de evidência do seu relacionamento com Dylan. 

— Evidência? - intrigada com a colocação de Martha, persistiu - que tipo de evidência? 

Martha pega o celular, mostra o video a ela. Com Dylan em seu colo, ela fitava a tela do celular impressionada. Ela fizera realmente aquilo para acalmar o bebê? Como não sabia, mas ali estava a prova de quanto Dylan era importante em sua vida. Tocada com o gesto, Beckett beija a mãe de Castle. 

— Obrigada. E Martha? Cuidado com o que deseja. Não estou disposta a deixar esse lugar tão cedo. Nem o garoto. Aliás, serve para os dois. Não me pergunte como, mas o nível de irritação do seu filho chegou ao máximo a ponto de eu concordar em estar em um relacionamento com ele - ela sorriu - tudo indica que somos namorados e parceiros agora. 

— E não seria isso o melhor da parceria? No crime e na vida? Oh, Katherine. Já não era sem tempo - beijou a detetive - posso ver que você está feliz. Bem feliz. Acho que a vi poucas vezes assim, todas você estava em companhia do meu filho e de Dylan. Um bebê definitivamente faz maravilhas, querida.  

Eles jantaram, Kate conversou com Alexis e tudo parecia estar bem na casa dos Castles. Outra vez, pode colocar seu baby boy para dormir. Antes, os dois contavam historias de Babar para o menino. Sentados na cama, com Dylan entre suas pernas e Castle a abraçando por trás e segurando o livro, eles curtiam um momento completamente família. Quando o bebê capotou, ela o colocou para dormir no berço ao lado da cama. Dirigiu-se para o banheiro. Trocou de roupa e encontrou Castle olhando a tv. 

— CSI de novo, Castle? Ainda não cansou de investigações por hoje? - ela sentou-se ao lado dele na cama. 

— É divertido. 

— Sabe, quando estava no meu apartamento não parecia tão divertido. Fiquei com raiva. 

— Sentiu minha falta, Beckett? 

— Não se ache… - ela deu um rápido selinho nele. Olhou para a tela a sua frente - Castle… acho que prefiro outro tipo de investigação, eu ainda preciso checar algumas evidências. 

— De que tipo de evidências estamos falando, detetive? - perguntou puxando-a para mais perto. Beckett ergueu-se afastando as pernas e sentando-se sobre as dele - pesquisa? Exploração? - tirou a camisa que ele usava. 

— Um pouco de tudo. Sabe, você não descreveu muito bem como Nikki explorava o corpo de Rook em seus livros, talvez devesse mostrar como incorporar isso no próximo. 

— Sempre pensando nos fatos… eu adoraria saber como… - ela segurou o rosto dele com as duas mãos, beijou-o apaixonadamente. Afastou-se, tirou a própria camiseta e tornou a beija-lo. Castle a segurava pela cintura, suas mãos encaminhavam-se por toda a extensão de suas costas até chegar ao pescoço. Puxou-a para si aprofundando o beijo. Não aguentando ficar sem toca-lo, Beckett o empurrou deitando-o no colchão. 

Usava as mãos para sentir a pele, o calor, os lábios e o nariz para o cheiro dele. Fazendo exatamente o que ela dissera, explorando. Se perdendo no tempo e no espaço. Ao tocar o membro dele, sorriu ao ver a reação do homem totalmente indefeso a sua frente. Ansiando por mais, ela deslizou-o para dentro de si. O contato, o toque, tudo. Era a combinação perfeita. 

Após um delicioso orgasmo, Castle estava deitado do bruços ao lado dela. Kate olhava para o teto. Sorria. 

— O que foi? - ele perguntou percebendo o sorriso malicioso que se formava no rosto dela. Beckett se virou. A ponta dos dedos deslizando por suas costas. Tocando-o, beliscando-o. 

— Eu sempre quis fazer isso - ela deslizou a mão até o bumbum dele, beliscou com vontade - agora posso - ele gargalhou. 

— Você e seus beliscões. Sua sorte é que estou apaixonado por você, então deixarei passar. Não sabia dessa sua fixação pelo meu traseiro. 

— Ah, Castle… se fosse somente isso que você não soubesse… e você tem um belo traseiro. Totalmente beliscável. 

— Mistérios de Kate Beckett… pode beliscar à vontade desde que não exagere como faz com a minha orelha - ele viu que ela se mexia, indo em direção do seu traseiro. Então ela o mordeu - hey! Isso dói! 

— Tem certeza? Não está reclamando demais? - repetiu a dose. Deitou-se sobre ele - faz parte da evidência - a boca beijou o ombro para em seguida morde-lo. Devorava-lhe o pescoço fazendo Castle rir. 

— Eu me rendo… - ele disse rindo e sentindo os dentes dela sobre sua pele. Jogou-a outra vez no colchão com o movimento do próprio corpo - vamos mudar de tática? - ele abocanhou o seio dela. Enquanto uma das mãos foi toca-la no meio das pernas. 


— Golpe baixo, Castle… muito baixo… - ela gemeu. A noite era uma criança. 


Continua....

10 comentários:

leticia cristinny disse...

Parceiros no crime é na vida... Ai meu Deus, minhas estruturas vão ao chão!!! Aaaawn papai Noel trouxe um presente maravilhoso pra mim, e eu agradeço muito, mas muito mesmo HAHAHAHAHAHA. Que capítulo fofo, simples e fofo, não precisava de muito mesmo, eles já estavam praticamente juntos, mas Kate deixar claro os sentimentos se declarando pra ele foi lindo, finalmente Castle com seu martelinho derrubou todos os tijolos do muro que ela criou, claro que falta aceitar que é mãe do Dylan, mas calma que temos tempo pra isso kkkk. Maddie vai pirar agora a detetive tem detalhes sórdidos pra contar kkkkk, mal posso esperar... Obrigado Kah, melhor presente 💙💙

Camila Lorrane disse...

OMG que perfeito. Finalmente Kate abriu seu coraçao e falo pro Castle o que sentia. Cap Hot😱😱. Dylan sendo fofo como. Sempre. Martha rainha sempre falando as vdd hahahaha. Um Castle apaixonado. Assim voce mata a gente Kah tudo perfeito amei 😍😍😍😍

cleotavares disse...

Uhuuuuu! Coisa mais linda Kate se entregando ao amor e amando esse bundudo lindo. Agora só falta aceitar que é a escolhida para ser a mamãe do Dylan, mas saberemos esperar ,enquanto isso..... só love, só love.

Luciana Carvalho disse...

Lindos, perfeitos! Ameiiiiiiiii!!!!

Vanessa Belarmino disse...

OMG! Kah, que presente de natal maravilhoso! Não sei nem por onde começar... Eu estava ansiosa pelo jantar, mas não imaginava que ele seria assim "completo". Foi surpreendente! Lembra da trilha? Eu amei o percurso, cada coisinha que vc colocou, tinha um motivo... A caminhada foi incrível, mas chegamos ao paraíso e eu tô embasbacada ainda... Mulher dessa vez vc se superou! Serio mesmo. O jantar foi incrível, tão romântico e tão eles... Ela ansiosa para falar o que sentia... Eu me emocionei com a Kate, porque ela abriu seu coração e foi super honesta com relação ao Dylan. Foi lindo de ler. E Castle sendo Castle, entendendo sua amada e tirando o chão dela... E a primeira vez deles foi tudo. Dizer que foi mágico seria meio clichê, mas foi... Foi lindo, romântico, intenso, suave e sublime... Kah do céu, já li dezenas de NCs sua (e todas são ótimas), mas essa foi diferente de todas... Foi muito especial e eu amei... E depois tem Kate levantando pra alimentar o baby boy... E a parceria deles em tudo é tao linda. Amei as referencias haha haha
Martha arrasando como sempre e o cuidado que Castle tem em respeitar o tempo da Beckett... Sim, Rick, ela vai aceitar o óbvio, no tempo dela...
Os três na cama foi tao fofinho! Dylan é um show a parte! 😍😍Essa coisa família é tao eles... E ainda temos provocações, explorações, beliscões, mordidas... Tem que aproveitar mesmo daquele traseiro, aposto q ela não fez nem 1% ainda haha haha
Golpe baixo ou não, todos ganham hahaha
Como é bom ler suas histórias! Aproveitando o paraíso e daqui ninguém me tira haha haha
Obrigada por tudo! To sem palavras!❤

Silma disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Silma disse...

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada.Caminhando e semeando,no fim terás o que colher."
- Cora Coralina
É com essa frase que começo meu comentário.O caminho desses dois foi longo e muitas das vezes o medo e vontade de largar tudo por alto falou bem mais alto que a vontade de continuar.Só que,como a frase mesmo ressalta "Caminhando e semeando,no fim terás o que colher" e foi isso o que aconteceu com eles. Foram semeando momentos,tristeza e alegrias. Um sendo porto seguro do outro! ❤️
Não desistiram e continuaram de um jeito meio torto fazer com que desse certo.E tanto fizeram,que deu mais que certo.Deu certíssimo!
Hoje eles contemplam o amor que aos anos atras surgiu! 😍













Silma disse...


"Bem-vinda à primavera,Kate" que essa primavera seja linda e seja vivida intensamente ❤️
Essas coisas você faz com a Kate para que ela tenha que tirar a roupa,aprenda" rachei de rir 😂😂😂😂😂😂
Tudo bem com o Dylan?" toda mamãe gente 😍
"Os dois contavam histórias de Babar para o menino.Sentados na cama,com Dylan entre suas pernas e Castle a abraçando por trás e segurando o livro,eles curtiam um momento completamente família" tem uma lágrima no meu olho 😍😍😍😭 que coisa linda.Uma perfeita família!!
Castle…acho que prefiro outro tipo de investigação,eu ainda preciso checar algumas evidências" eu amo essas evidências 😌👌🏽
"Você e seus beliscões.Sua sorte é que estou apaixonado por você,então deixarei passar.Não sabia dessa sua fixação pelo meu traseiro" kirido me diga quem não tem fixação pelo seu belo traseiro? 😏
Você tem um belo traseiro.Totalmente beliscável" 😏

Priscila Barros disse...

Omg omg omg ahauahauahauauauahau! Eu tô apaixonada por todo esse capítulo! ❤❤❤❤❤❤❤ Eles ficaram juntos! Eles são um casal! Eles tão namorando ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤ que lindas palavras da Kate! Esses 21 dias transformaram a nossa Kate, que lindo!!! Ela apaixonada pelo Castle, cuidando do baby Dylan... Ai meu coração ❤❤❤❤❤❤❤❤
Eu amo esse casal demais ❤❤❤ caskett é muito amorzinho ❤❤❤❤❤❤❤
Ai, obrigada por esse capítulo amorzinho Kah ❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Gabriela Mendonça disse...

" ela percebeu que ele já estava fazendo planos. " kkk ouxe, faz tempo que ela ta no planejamento... agora finalmente ele vai colocar em prática.
" Não podiam seguir adiante sem que ela pudesse dizer o que deveria ser dito. Precisava que ele entendesse." Essa mania dela raciocinar tudo, chega a ser brochante... meu Deus mulher... fica na tua e aproveita... credoooo
" V-Você não quer? Vai… embora? - o jeito como ele falou aquelas palavras tocou seu coração e foi através dele que ela respondeu." Haja coração e paciência viu... Tudo bem que é a Kate... mas Jesus... vai ser empata assim longe.
Ala, um discurso todo lindo para no final tacar um senhor banho de água fria... vontade de dar um sacode e fazer ela enxergar o q se passa na vida dela. " Estou apaixonada por você, Castle. E se vamos dar o próximo passo, eu preciso saber se você entende a minha relação com Dylan."
"suas próprias mãos deslizarem até o bumbum dele, ao sentir o pequeno beliscão, ele a fitou." kkkk não perdeu a oportunidade... ponto para vc.
"Eu sempre quis tirar esse Hever Leger do seu corpo… desde que a vi entrando naquela livraria para a minha festa. Então você brigou comigo, me fez raiva… ah, Kate, devia tê-la agarrado ali mesmo." Castle, jogando verdades. Td mundo queria q vc calasse ela com um beijo. Mas não era o momento...
"Significa que estamos oficialmente no relacionamento que inventamos há algumas semanas atrás. E no papel de sua namorada, cobrarei todas as suas obrigações como parceiro." Que bonitinha... e agora oficialmente ela manda nele kkkk ta ferrado Senhor Castle kkkk
"Você está ficando boa em mentir. Quase me enganou com esse lance de farsa de relacionamento. Estava caidinha, mas jurava que era mentira" Só li verdades kkkk Castle é maravilhoso.
"— Sentiu minha falta, Beckett?" ele não perde uma kkkkkk
"Mistérios de Kate Beckett… pode beliscar à vontade desde que não exagere como faz com a minha orelha - ele viu que ela se mexia, indo em direção do seu traseiro. Então ela o mordeu - hey! Isso dói!" Esse traseiro ainda vai sofrer viu kkkkkkk
Fofos... só falta ela largar de raciocinar tanto e aceitar o q a vida esta oferecendo a ela... Super entendo a Kate, mas chega a ser chato ela ficar maquinando sobre tudo...