sábado, 10 de dezembro de 2016

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.94


Nota da Autora: E chegou o fim de semana e a vontade de postar algo light. Esse capitulo é um dos meus favoritos de KADT (tenho vários kkkk). Apesar de ter uma cena muito cute SN, o conteúdo é praticamente Gigi/ Giff com participação da irmã. Bem no estilo borboletas no estômago e unicórnios. Também está grande. A verdade é que estou querendo compensar os angsts que venho causando nas outras fics ( semana que vem tem novidade!). Obrigada mais uma vez pelos comentários enormes e maravilhosos. Rio demais! E também, outra vez, a minha plucky sidekick, você saberá porque. Divirtam-se! 

Cap.94 

Uma hora depois, a campainha da casa de Gigi toca. Ela atende a porta com um sorriso. 
— Hey, sis! Você demorou! Está quase na hora do almoço. Preparada para… - então ela viu o cunhado - ah, sis… o que o Nathan está fazendo aqui? Contou para ele? Eu pedi que não fizesse isso e… 
— Calma, sis. Eu não contei a ele. Nate somente veio me trazer, não posso dirigir. 
— Se era por isso podia ter ligado, eu ia te buscar não era problema algum. 
— Não é só isso - ao ouvir as palavras da irmã, o semblante de Gigi mudou. 
— Oh, meu Deus! Tem algo errado com Katherine? - ela arregalou os olhos levando as mãos à boca - não pode ser, Kate não pode estar em perigo e… sis, é você? Está se sentindo bem? Melhor sentar e… - ela saiu puxando a irmã pela mão, colocou-a sentada no sofá - por favor, acabem com essa aflição! - ao ver o desespero verdadeiro de Gigi, Nathan sentiu-se culpado por ter dito aquelas coisas sobre a irmã da esposa. 
— Estou bem, sis. Eu tive um probleminha. 
— Ela acordou de madrugada sentindo muita dor, pareciam contrações. 
— Kate queria vir ao mundo antes do tempo? 
— Não, na verdade o que tive foi uma indigestão por conta de toda a mistura de comidas que ingerimos ontem. Muita gordura e pimenta. Ela não gostou da mudança e reclamou. Estamos bem agora. 
— Sim, mas não sem antes passar um susto enorme - disse Nathan. 
— Oh, Deus! Eu sou uma idiota mesmo! Isso é o que dá confiar em alguém como eu que não sabe nada sobre grávidas para alimentar uma. Sis, me perdoa? Eu prometo que não lhe dou mais nada para comer. E-eu não sei o que deu na minha cabeça, claro que pimenta ia fazer mal. Foi irresponsabilidade da minha parte. 
— Foi irresponsável sim - Stana deu uma olhada para o marido, o que fez Nathan remendar em seguida - mas já passou. Kate está bem, sua irmã também. Não precisa se culpar sobre o que aconteceu. 
— Ah, cunhado, você é muito benevolente. Se a situação fosse reversa, eu ia querer matar você! 
— Não tão benevolente, aliás diria que são bem parecidos - respondeu Stana - amor, acho que já pode ir, ficaremos bem. 
— Stana, eu… 
— Não se preocupe. Eu trouxe meu almoço, vou tomar minha sopa, beber bastante agua e suco natural. Eu, Katherine e Gigi ficaremos bem. Vá para casa. 
— Tudo bem, Gigi tenha certeza de que ela vai ficar deitada com as pernas para cima. Ordens médicas. 
— Sem problemas, já vou pegar mais almofadas e travesseiros para colocar no sofá. Agora eu preciso mesmo que você vá, Nathan. Tenho um cronograma apertado. 
— Gigi, você não vai sair com a minha mulher por ai, vai? 
— Não! Vamos passar a tarde toda em casa. Pode acreditar. 
— Amor, por favor… - Stana quase implorando. 
— Certo, eu vou indo. Ligue se precisar de alguma coisa - Gigi saiu praticamente empurrando o cunhado até a porta. 
— Não se preocupe em vir busca-la, eu mesma a levo para casa. Fique tranquilo. Tchau, Nathan - bateu a porta atrás dele - nossa! Pensei que ele ia demorar mais uma hora aqui. Eu sei que ele está zelando pelo seu bem-estar e o de Katherine, mas eu não sou nenhuma louca irresponsável e… espera, talvez não seja a melhor hora para julgar o que faço. Ah, Stana me desculpe! Eu não sabia! Você também tinha que se empanturrar de guacamole e pimenta? 
— Estava tão bom… esquece isso, Gigi. Já passou - vendo o semblante da irmã, ela sorriu - Gigi, por favor. 
— Acho melhor esquecer isso. Você precisa descansar, não é justo. 
— Nada disso. Eu comprei uma briga com meu marido por você. Não vai desistir agora. 
— Você brigou com o Nathan? 
— Ele não queria que eu viesse e ficou lhe culpando pelo que aconteceu. Apenas defendi minha irmã. Vamos a aula? 
— Está bem. 
— Você comprou os ingredientes que listei? 
— Todos. 
— Ótimo! Pegou as receitas na internet? 
— Peguei - ela disse mostrando as folhas de papel - mas ainda não entendi, achei que você ia me ensinar a fazer do seu jeito, como está acostumada. 
— Quero primeiro ver como você se sai copiando uma receita passo a passo. Dependendo do resultado, eu ensino a minha técnica. Preparada? - ela anuiu - leia a primeira parte da receita que deve ser a separação dos ingredientes e suas medidas. 
Com toda a paciência do mundo, Stana ouvia passo a passo da receita e guiava a irmã na direção certa. Gigi sofreu para realizar algumas etapas da receita sozinha, então Stana se juntou a ela ensinando a forma de fazer. Era verdade que ela não tinha jeito para cozinhar, mas não era um desastre completo como se intitulava. Claro que fazia uma sujeira no balcão, a pia estava cheia de louças, porém esse não era o foco principal da atividade que fazia. Queria que a irmã gostasse de estar cozinhando para o noivo, que colocasse sentimento no prato. 
— Gigi, lembre-se. Você está cozinhando para o Jeff. O seu noivo, a pessoa que você ama. Coloque sentimento no prato.   
— Colocar sentimento? Por acaso amor é ingrediente agora? Não entendi o que você quis dizer, sis. Comida é comida, você já viu comida alegre ou triste? - Stana riu. 
— Não é assim, boba. O que quero dizer é o seguinte: quando estamos cozinhando queremos agradar pessoas que amamos, queremos que elas provem o prato e sorriam. Cozinhar é um ato de amor. Como se faz isso? Enquanto você está remexendo os ingredientes, arrumando o prato, pense na pessoa que quer agradar, na satisfação de vê-la dar a primeira mordida e sorrir. Emoção é importante. Quando cozinhamos temos que pensar apenas em coisas boas. Podem ser momentos a dois, recordações de uma viagem, palavras, conversas que fizeram os dois sorrirem. Vale tudo, o importante é não esquecer que está fazendo algo especial para alguém também especial. 
— Nossa, sis. Você falou quase igual aos Fillions. Está sendo contaminada. No bom sentido, claro. Pensar em sexo, na cama, fazendo amor, vale? 
— Gigi! Deixa de ser mente poluída! - elas gargalharam. 
— Você disse para pensar em momentos felizes… a dois, por que não? - a cara safada de Gigi não negava o sangue das Katics. Nathan que se cuide com a filha, pensou Stana - acho que terminei aqui. Deixa eu ver qual o próximo passo - ela ficou calada por alguns segundos, coçou a cabeça - sis? Que diacho é besuntar? - rindo, Stana se levantou e foi ajudar a irmã. 
— Ah, que saco! Esse negocio não enrola! Estou fazendo tudo errado. 
— Paciência, sis. 
— Mas já desmanchou de novo. 
— Você precisa melar mais a mão para dar liga e vai devagar, assim - Stana demonstrou para a irmã. O bolo de carne se formando muito bem - tente você - Gigi repetiu o que a irmã fez e conseguiu dar forma ao bolo - viu? Devagar. 
Quando o bolo de carne estava assando no forno, elas sentaram-se para almoçar. Stana comia sua sopa enquanto Gigi esquentara o resto do jantar da noite anterior. Claro que era comida de restaurante. 
— Como você está se virando essa semana sem Jeff? Só com delivery? 
— Delivery e algumas comidas congeladas que só esquento no forno. Dá para o gasto. 
— Juro que espero que essa experiência de cozinhar para o seu noivo crie alguma afinidade maior do que só ligar o forno ou o microondas. 
— Acho que não vai rolar. Dá muito trabalho e olha o tanto de louça que terei que lavar só por causa de um bolo de carne! Insano! Muita sujeira, você se cansa cozinhando e depois ainda tem que limpar tudo. Não, definitivamente não é para mim. 
— Isso é questionável. Com o tempo aprendemos a nos organizar. Não é esse furacão que você criou em sua cozinha. Tudo é uma questão de prática. Pelo menos isso serve para faze-la enxergar o homem maravilhoso que tem ao seu lado. Jeff cozinha para você sem reclamar, sis. 
— E eu não sei? Por que você acha que eu o elogiei para a mãe? Sei que tenho muito a agradecer pelo que ele faz por mim. Não é à toa que estou me sujeitando a isso, Stana. Eu tirei a sorte grande. O que estou fazendo não é um décimo do que ele merece ou faz por mim. 
— Eu sei, sis. Mas significará o mundo para ele. Pode esperar. Vocês já definiram a lista de convidados para o casamento? 
— Ficamos de conversar quando ele voltar dessa viagem, não quero chamar muita gente. Por mim, somente nossa família, os pais dele estava de bom tamanho. Mas ele quer chamar uns amigos e um pessoal do trabalho, não todo mundo, mas umas seis ou sete pessoas. Eu nem queria chamar meu chefe, farei por educação. Claro que Sarah e Michael estão automaticamente convidados e Dara, Chad. Sao ótimas pessoas. 
— Quando você diz família, está se referindo a quem? 
— Mamãe, papai e os manos. É sis, não adianta mais fugir. 
— Não se trata de fugir. Mamãe já contou para eles. Seria a primeira vez que nos veriam juntos, eu, Nate e Katherine. 
— Eu não sabia disso. Também, dona Rada quando liga só quer saber do casamento ou da Katherine. Sis, acho que a mamãe ficou com ciúmes da dona Cookie comigo. Eu cai na besteira de dizer que ela me deu o anel da avó de Jeff, que na verdade nem foi ela, foi o Bob. Mesmo assim, eu senti que ela ficou um pouco chateada e Jeff não ajudou dizendo que eles fizeram isso porque acharam que era certo e adoraram a mim, ele disse que os pais realmente abraçaram a nova filha. Tenho certeza que ele perdeu pontos com a sogra. 
— Ai, Gigi, que besteira. Mamãe não vai tratar Jeff mal por causa disso. Tudo bem, ela pode ter se sentido um pouco deixada de escanteio, mas quer saber? É bom. As vezes nossa mãe só pensa em uma filha e está errado. Acho que já está fazendo efeito nela. Está empolgada com o casamento. 
— Esse é meu medo! 
— Ela não fará nada que você não quiser, Gigi. É seu dia - ela tocou a mão da irmã. O timer do forno disparou - acho que seu bolo de carne está pronto. Abra o forno e cheque a suculência com o garfo. Se estiver macio e deslizar fácil, pode tirar - Gigi levantou-se e fez o que a irmã ordenou. Retirando a assadeira do forno, ela se concentrou na segunda parte. O molho. 
Não foi uma boa experiência. A primeira briga foi para escolher a panela. Gigi pegou uma frigideira. 
— Sis, o que você está fazendo com uma frigideira? 
— Para o molho, ué! 
— Tem que ser panela funda, é molho. 
— Pensei que você ia dizer para eu fazer aquele lance com cebolas e tal… não é na frigideira? 
— Não vamos refogar apenas cebolas, vamos fazer um molho com vinho, pimenta, alho, cebola… deixa eu ver as panelas do Jeff - Stana abre o armário e contempla o arsenal - ele tem coisas boas aqui, olha essa yoki. Muito bacana - Gigi olhava com cara de paisagem para a irmã - qualquer dia ele podia fazer um yakisoba para nós. 
— Não sei para que tanta panela! Pelo menos não precisaremos nos preocupar com isso no enxoval do casamento, na lista de presentes. 
— Aqui, essa é ideal para o que queremos. Faça o molho.  
E não começou bem. Gigi deixou o alho queimar e grudar no fundo da panela. A fumaça encheu a cozinha quando ela colocou a panela debaixo da torneira com agua gelada. 
— Gigi! A panela está quente. Não faz isso. 
— Fazer o que? Está preto e grudado, vou ter que lavar. Que droga! 
— Eu sei que vai ter que lavar só não precisa enfiar logo de imediato debaixo da torneira. Que fumaceira - ela começou a rir. 
— Tava muito fácil, que droga! - Gigi ficou emburrada, jogou a panela no balcão esparramando o resto da cebola que havia cortado pelo chão - isso nunca vai dar certo. Não sei onde estava com a cabeça quando pensei que poderia fazer um jantar. 
— Hey, também não é assim. Você fez o bolo de carne, está bonito. 
— Deve estar horrível! - ela levou as mãos a cabeça, sentou-se resignada no banco próximo ao balcão. Stana se aproximou dela, massageando os ombros, beijou-lhe o rosto. 
— Já vai desistir? Por causa de um alho queimado? Esperava mais de você, Gigi. Cadê aquela mulher determinada que topou o desafio de cozinhar para a pessoa que ama? Vamos, sis. Não  é o fim do mundo. Terá que começar outra vez. Não tem problema, mesmo grandes chefes de cozinha comentem erros bobos. Levante, corte outro alho, pegue outra panela e vamos terminar logo esse molho - Gigi olhou a irmã. Sorriu - e terá que cortar mais cebolas. 
— Só você mesmo, sis. A única pessoa que acredita que posso fazer qualquer coisa. Você e Jeff. 
— Não é à toa que você vai casar com ele. Vamos, levanta esse traseiro dai e cozinhe pensando no seu homem. Funcionou para o bolo. Eu e a Katherine estamos loucas para provar o resultado. 
— Stana, você não vai comer isso. Eu prometi para o Nathan. 
— O que os olhos não veem, o coração não sente. Ele não precisa saber - sorriu do jeito moleque que apenas ela sabia fazer, a pontinha da língua de fora. Gigi gargalhou. 
— Você não presta, sis. 
Gigi se aventurou novamente com o molho. Dessa vez deu certo. Quando estava fervendo, Stana provou. Disse que estava faltando um pouco mais de sal e pimenta do reino. Ajustaram os temperos até ficar perfeito ao paladar delas. Satisfeita, Gigi desligou o fogo enquanto Stana procurava uma molheira, sabia que Jeff teria uma em algum lugar. Revirando os armários, finalmente encontrou o que queria. Despejou o molho ali e pegou uma faca para cortar o bolo. Serviu uma fatia para cada. Estava cheirando. Colocou o molho ao lado e provou. 
— Está gostoso. Não vai provar? 
— Não sei se tenho coragem. 
— Como não? Precisa provar para saber o que acertou, o que errou. É assim que você se aperfeiçoa. 
— Não quero me aperfeiçoar e já vi que tem defeitos só pelo jeito que você falou. 
— Prova logo, sis! - Gigi entortou a boca e provou. Ficou calada mastigando. 
— Não está nada mal. Está gostoso. Talvez um pouco mais de orégano e pimenta do reino, umas folhas de manjericão e passou um pouco do ponto, o que totalmente aceitável porque não conhecemos bem o comportamento desse forno. Nem todos são iguais. Teremos que diminuir um pouco o tempo para ficar suculento. 
— Resumindo, está horrível. 
— Deixa de ser boba! Está gostoso, são pequenos detalhes que precisamos acertar. Quando você come com o molho não percebe que está mais cozido. Aliás, o molho ficou ótimo. O que você vai servir como acompanhamento? Já decidiu? Será os aspargos na manteiga ou as batatas assadas com açafrão e salsa? 
— Sei lá! Qual o mais fácil? 
— Talvez as batatas. O ponto do aspargo pode ser um pouco complicado para você atingir de primeira. 
— Batata será. Como eu faço? 
— Cozinhe, mas não ao ponto de amacia-las. Coloque numa assadeira, jogue açafrão em pó, salsa cortada bem pequena e pincele manteiga nas batatas. Cinco minutos no forno e voilá! 
— Haha! Super fácil. Como sei que as batatas não estão cozidas? 
Outra vez, Stana se prontificou ajudando a irmã, explicando passo a passo como fazer o acompanhamento. Ficou quase boa, algumas batatas tiveram suas bordas bem queimadas. Stana culpou o tempo de forno. Pegando uma vasilha, ela separou alguns pedaços do bolo de carne, molho e batatas para levar para Nathan. Ele seria a segunda cobaia. 
— Como você vai enganar o Nathan? Não pode dizer que fui eu que cozinhei ou meu plano vai por agua abaixo. 
— Não direi isso. Falarei que você ficou com remorso por ter me roubado o dia todo e porque vai me usar amanhã também, além do lance da madrugada. Então, pegou uma das comidas que Jeff deixou congelada para você e mandou para ele jantar. Não vai desconfiar mesmo. E poderei vê-lo julgando o irmão. Tranquilo. 
— Você pensa em tudo mesmo. Como faço a tal bruschetta da entrada? 
— Isso é o mais fácil, o segredo está no queijo. Comece cortando o pão. Deve ter que cortar alguns temperos, ou melhor tomate e salsa. 
Gigi pegou a faca, o pão e começou a cortar umas três fatias suficiente para a experiência, em seguida ela cortou os tomates. 
— Filha da p…
— Gigi! 
— Droga! Eu me cortei! - Stana viu o dedo da irmã sangrando na lateral - ponha logo na agua corrente. Cuidado com a faca, sis. 
— Está vendo? Tudo dando errado! Foi uma ideia idiota! Eu não posso cozinhar. Desisto! 
— Gigi pare de besteira, todo mundo se corta. 
— É, eu me corto, estrago o molho, o bolo de carne está horrível… chega, não vou fazer mais nada - ela disse colocando um pedaço de papel e pressionando sobre o corte. 
— Kristina, você vai parar de besteira e vai fazer esse jantar. Coloque um band-aid no seu dedo e volte para a cozinha para terminar essas bruschettas - Gigi olhou para a irmã impressionada. 
— Não me chame de Kristina. 
— Então mexa esse traseiro e cumpra com sua palavra. Cozinhe para o seu noivo - Gigi bufou. Desapareceu na direção do quarto, cinco minutos depois voltou e recomeçou a cortar os tomates. 
— Detesto quando você briga comigo. 
— Você mereceu. 
— É, um pouco. Vamos terminar logo isso. 
Ela não teve maiores dificuldades com a bruschetta. Quando terminaram, Stana beijou o rosto da irmã. 
— Viu? Nem foi tão difícil assim. 
— Fale por você. Estou com a nuca toda doída de tensão. E meu homem nem está aqui para cuidar disso. Tudo bem, já foi. Vamos para o quarto, quero te mostrar o que eu vou vestir para Jeff no dia dos namorados. Ele vai amar. Depois te levo em casa. 
Mais tarde quando chegou em casa, Stana contou a mesma historia que inventara na casa da irmã e como previra, Nathan caiu feito patinho. Ele colocou a comida para esquentar no mesmo instante que servia um prato de sopa para a esposa. Sentados a mesa para jantar, ele perguntou. 
— O que Gigi quer tanto com você? É sobre o casamento? 
— Sim, um pouco disso também. É outra coisa, babe. Eu prometi não contar. Você entende? É pessoal. 
— Desde que isso não afete a nós ou ao meu irmão… 
— Garanto que se afetar será positivamente. Relaxe. O que você achou da comida? 
— Está gostosa. Falta um pouco de tempero para os padrões do meu irmão, mas imagino que ele deve estar cozinhando para o paladar de Gigi. O ponto da carne também está mais passado. O molho é gostoso. Eu diria que é um ótimo jantar. 
— Mais tempero, sei. 
— É, Jeff adora pimenta do reino e ervas. Manjericão então! Acho muito bacana ele se preocupar com a sua irmã, com o que ela gosta. Deixar comida… nossa! Homem apaixonado é muito bobo. 
— Eu sei… - ela apontou para o prato de sopa - e ainda segue todas as recomendações da médica, podia ter salpicado um queijo parmesão aqui. 
— Regras são regras, Staninha - ele sorriu. 
— E ele não está apenas agradando minha irmã, está cuidando da noiva dele. Sua futura esposa. Acho incrível a relação deles. É bem diferente da nossa. Também eu não sou a Gigi. 
— Talvez menos louquinha. Ainda assim, vocês são parecidas. E nós também. Vocês mulheres Katics são famosas por conseguirem tudo o que querem, tem muita lábia. Os Fillions são bobos - ela riu - mas considero que você se parece mais com Jeff e eu mais com a Gigi, dada as devidas proporções. 
— Não sei, Jeff é bem certinho. Eu não sou tanto assim. 
— Jeff aparenta ser o certinho, mas tem seus segredos. Ele não conquistaria sua irmã se não tivesse. Você conhece apenas um lado dele. 
— Talvez você tenha razão. Então, consigo tudo o que quero com lábia, certo? - ela esfregava a mão na coxa dele - estava aqui pensando que um banho quente de espuma, com um sabonete bem cheiroso pode ajudar minhas pernas, relaxar… a companhia é opcional - sorriu mordiscando o lábio em seguida. 
— Vou preparar seu banho, amor - quando ele subia os primeiros degraus da escada, virou-se para fita-la - o que disse? Somos bobos mesmo… 
— Vai logo, Nate… estou com frio. Quero me esquentar - disse rindo. 
Ao retornar a casa de Gigi no dia seguinte, Stana relatou as observações de Nathan para a irmã reforçando que não foi diferente do que já falara. Claro que Nathan conhece melhor o paladar de Jeff e isso as ajudaria a acertar a receita. 
— Você pensou na sobremesa? Quer que eu te ensine a fazer a torta de limão? É bem fácil, sis. 
— Não, eu nem sei se darei conta de fazer o jantar sozinha que dirá a sobremesa. Podemos ter outro tipo de sobremesa, sabe. 
— Gigi, essa parte vai acontecer independente do jantar. Se quiser eu faço uma torta para vocês. Jeff gosta e não vai se importar de saber que fui eu que fiz. Ele vai estar tão encantado com o jantar que a sobremesa será o de menos. 
— Não sei… Jeff realmente gosta dessa torta e tem que ser um jantar completo. O que me lembra que precisamos fazer a entrada outra vez só para garantir. Tudo bem, faça a torta de limão. 
— Com prazer. Ele vai amar. E você está certa, se vai fazer algo, faça com estilo. Completo. Entrada, prato principal, sobremesa e um vinho especial que vou te indicar. Vamos tentar a segunda vez? Preparada? 
— Tenho que estar. Foco no amor. Muito amor. Vou fazer muito amor depois disso, ah! Jeff não sabe o que lhe espera. 
O segundo bolo de carne levou mais pimenta, mais manjericão e sal. O tempo de assar foi reduzido e a experiência deu certo. O mesmo valeu para as batatas. Elas provaram e ficaram felizes com o resultado. 
— Acho que sua noite será um sucesso, Gigi.
— Tomara que esteja certa. 
— Estou. Você pretende vestir a lingerie somente? Não, certo? Vai trocar depois. O que vai vestir? 
— Um vestido de corte simples, colado no corpo. Azul, talvez. Ainda não decidi a cor. Quero realçar a pedra, sabe? O cristal no pescoço portanto terá um decote - ela automaticamente toca a gota. 
— Você adorou esse cristal, não? 
— É lindo, sis. Amei mesmo. 
— Jeff irá se divertir. Queria poder fazer algo para o Nathan, mas… no meu estado. Não tem muito sentido. 
— Por que não, sis? Só porque está grávida não quer dizer que está morta para o amor. É uma data gostosa de comemorar. Não precisa de pompas, um jantar a dois pode ser bem especial. Namorar um pouquinho, não estou mandando transarem feito coelhos porque, você sabe, a barriga atrapalha - elas riram - sério, sis. Devia pensar em algo. 
— Tudo bem. Vou pensar. 
Jeff voltara de viagem na quinta-feira à tarde, sabia que a noiva não estaria em casa. Tomou um banho, colocou uma roupa confortável e checou a geladeira. Não tinha muita coisa e estava cansado para cozinhar. Achou salsichas no congelador. Talvez cachorro-quente, pipoca e um filme fossem o programa perfeito para matar a saudade de sua Gigi. Devia ter algo interessante no pay-per-view que eles pudessem assistir juntos. Checou o relógio. Quase cinco da tarde, ela não deveria chegar antes das sete. Resolveu ir até o mercado no fim da rua comprar pão. 
Por volta das seis e meia, ele já tinha tudo encaminhado. A pipoca esperava pela chegada dela para ir ao microondas. O molho do cachorro-quente estava pronto e sobre a mesa, colocara uma bandeja com pães, ketchup, mostarda, maionese, uma vasilha para o molho e outra separada para pipoca. Comprara refrigerante e cerveja, não sabia o que ela preferia. 
Quando Gigi chegou, ele reparou que não estava com uma cara muito boa. 
— Poxa, pensei que ia ficar feliz em me ver - a voz dele a assustou. 
— Jeff… você voltou - ela se aproximou dele, beijou-lhe os lábios. Porém, ainda não parecia a sua Gigi. 
— Hey, o que houve, Gi? Problemas no trabalho? 
— Não… ah, aconteceu algo chato, estou triste - ela falou chorosa - eu quebrei os óculos escuros que a sis me deu, ela trouxe direto da Italia, quando foi para aqueles desfiles. Era de Ferragamo. Puxa vida… sou muito estabanada. Deixei cair e ainda pisei nele.  
— Tudo bem, amor… - ele a abraçou. 
— Eu adorava esses óculos. 
— Que tal eu anima-la um pouquinho com umas guloseimas, um filme, um sofá. Vamos fazer o nosso próprio cineminha particular? 
— Ah, você é incrível. Eu aqui reclamando por um óculos e você sequer recebeu um beijo decente por estar de volta - ela beijou o ombro dele, o pescoço e puxou-o contra si para um beijo apaixonado - bem-vindo, amor. 
— Começou a melhorar. Vou fazer a pipoca. 

Uma semana depois… 

Ela estava nervosa. Passara o dia todo em casa preparando a surpresa para Jeff. Cozinhou mantendo a irmã conversando com ela durante o processo via FaceTime. Tudo estava encaminhado. Ela precisaria apenas esquentar o molho. Stana dissera para que ela mantivesse o bolo de carne em um refratário que ela trouxera emprestado de Nathan quando fora buscar a sobremesa porque permaneceria aquecido. 
Por mais que sua irmã tivesse lhe assegurado que tudo ia dar certo, sentia aquele frio na barriga, aquela vontade de revisar cada detalhe por mais que já tivesse feito umas trezentas vezes. Porque essa noite era especial. Demais.  
Ela havia pedido a Jeff para estar em casa às 8 horas. Tinham reservas para às nove, mesmo reclamando que deveria ser ele o responsável por organizar o jantar do dia dos namorados, ele se contentou quando a noiva disse que era um restaurante novo, recém inaugurado de um cliente seu.  
Gigi checou o relógio. Quinze minutos. Ela fez uma nova checagem na cozinha e no quarto. Olhou-se outra vez no espelho. O vestido vermelho tinto em contraste com a maquiagem leve que realçava os olhos e os lábios com um batom vermelho sangue. Os cabelos soltos na altura dos ombros. O colar reinava sozinho em seu colo exposto. A gota de cristal puro tinha presença. Sorriu. Gigi nunca pensou que pudesse experimentar o sentimento que sua irmã sempre lhe descrevia. Até aquele momento. Desde o dia em que Jeff a pediu em casamento, ela soube que não tinha volta, mais que isso, Gigi descobriu que nunca amara de fato até aquele homem lhe roubar o chão. Sorriu lembrando-se dos momentos de diversão na casa de praia do Trucco. Um ano juntos. 
Naqueles dias ela se viu brindada por uma paisagem maravilhosa, carinhos mais que especiais, um por do sol de tirar o fôlego, já que fora exatamente isso que Jeff fizera com ela durante aquele momento e noites de amor intenso. Casar em um lugar tão lindo e com uma natureza privilegiada não tinha preço. Ela e Jeff fizeram vários planos ali. E outra vez, eles comemoraram com aquilo que acabara os unindo. A tequila. Dessa vez, apesar das loucuras que a bebida causava em si, Gigi pode lembrar-se de cada detalhe vivido naquela noite de sábado. Há um ano atrás eles fizeram sexo após a tequila. Um ano depois, fizeram amor. 
Suspirou tocando o pingente em seu pescoço. Sorriu.  
O barulho na fechadura indicava a chegada de Jeff. Ela retornou a sala. Viu-o de costas tirando o casaco. Ao virar-se em sua direção, ele já falava. 
— Oi, amor. Acho que temos tempo para o jantar, não? Posso tomar um banho rápido e… - calou-se ao ver sua fiancé bela a sua frente - wow, Gi! Você caprichou. Está linda - ele se aproximou beijando-lhe de leve os lábios - hum, está cheirosa também. 
— Eu sei, mas você precisa se arrumar. Quero meu fiancé bem bonito para jantar comigo. 
— Tudo bem, estou curioso para experimentar esse lugar novo - disse ele entrando no banheiro - espero que seja gostoso. 
— Eu também espero… - ela falou baixinho e completou para que Jeff ouvisse - dizem que o chef tem muito bom gosto. Terá que experimentar para saber - ela ouviu o barulho do chuveiro. Aproveitou o instante para colocar a entrada no forno e esquentar um pouco o molho. Não muito. Afinal queria esquentar de verdade antes de comerem. Abriu a garrafa de vinho e serviu duas taças. Era assim que esperava recebe-lo. Quinze minutos depois, ele aparece vestido fechando os botões da camisa e com uma gravata nas mãos. 
— Terei que usar gravata, Gi? Você não falou qual o traje do local. 
— Eu gosto da gravata, é sexy. Coloque. 
— Seu pedido é uma ordem - ele ajeitou o nó da gravata - pronto, falta apenas o paletó. Vinho? - ao vê-la estendendo a taça para ele - começaremos as comemorações aqui, Gi? - ele trincou sua taça na dela. Bebeu um pouco do liquido vermelho - hum, merlot. Gostei. 
— É, combina com carne. Stana me indicou. 
— Carne? - ele olhou-a intrigado - já sabe o que vamos comer? 
— Na verdade, não tem reserva nenhuma, Jeff. Iremos jantar em casa. Eu cozinhei para você - ela apontou para a mesa de jantar bem arrumada. Velas e flores além de suplás, guardanapos e as taças devidamente arrumadas. Ele estava boquiaberto. 
— Você cozinhou para mim? Você, Gigi? 
— Sim, eu queria que fosse especial. Sei que parece louco porque eu não sei cozinhar e você pode não gostar e - o nervosismo tomava conta dela quando Jeff a envolveu em seus braços beijando-lhe os lábios. 
— Eu adorei, Gi. 
— Mas você ainda nem comeu! Nem sabe se está bom… 
— Estará maravilhoso. Eu sei, porque você fez com amor. 
— Parece que somente eu não sabia do lance do amor e comida. Sério, Jeff, eu quero que prove e seja sincero. Não adianta dizer que está gostoso só para me agradar. Quero a verdade. 
— Tudo bem. Qual o cardápio de hoje, chef Gigi? 
— Para a entrada, bruschettas. Prato principal será bolo de carne recheado com mussarela e ervas, acompanhado de batatas assadas com açafrão e salsinha. De sobremesa, torta de limão, mas essa não fui eu que fiz. A sis fez para nós. 
— Hum, já deu agua na boca. Podemos sentar à mesa? 
— Claro. Vou trazer as bruschettas - Jeff sentou-se na cabeceira da mesa e Gigi logo ao seu lado direito. Serviu a entrada para ele. Também colocou uma em seu prato. Provou. É, ficara boa. O queijo derretera bem. Ainda bem que Stana disse para ela encher de queijo e aumentar a temperatura do forno. 
— Está ótima, Gigi. Gostei muito, mas confesso que estou mesmo curioso com o bolo de carne. 
— Ai, meu Deus! Se isso tiver ruim, vou me matar! Quanta pressão! Vou esquentar o molho - mas Jeff segurou sua mão antes que ela escapasse para a cozinha. 
— Hey… nada de pressão. Estamos curtindo um jantar do dia dos namorados, não a final de um concurso culinário. Relaxe, Gi - ele se levantou ficando de frente para ela. Beijou a mão dela - você já me impressionou apenas ao dizer que tinha cozinhado para mim. Sei que é importante e especial - Jeff beijou a testa da noiva e em seguida os lábios - vá buscar o jantar, estou com muita fome. 
Como ele fazia isso? Ela estava uma pilha e de repente, ele a acalmava de uma forma tão simples, com beijos e palavras. Sorrindo, ela foi até a cozinha. Voltou com a travessa com o bolo de carne e a molheira. Tinha que admitir, estava bonito. 
— Nossa, Gi! Está lindo. 
— A aparência não é importante, quero saber do sabor. Pode cortar. Não coloque o molho por cima, ponha do lado. Quero que prove o bolo primeiro. 
— Tudo bem - Jeff cortou uma fatia para ela e outra para ele. Serviu o molho ao lado como ela pedira. Apos colocar as batatas em seus pratos, ele pegou o garfo e tirou um pedaço. Hora da verdade, pensou Gigi. Sentiu o estômago revirar. Cortou o próprio pedaço, porém não teve coragem de leva-lo à boca. Não conseguia tirar os olhos dele. Jeff mastigava calado. 
— Então? 
— Prove. 
— Jeff… 
— Prove, Gigi - ela suspirou e provou. 
— Está gostoso! - ela se surpreendeu. 
— Está uma delicia, amor. E o molho… dá um toque especial. Muito gostoso mesmo, Gi - ele sorria e realmente comia com gosto. 
— É, a terceira vez é a certa… - ela deixou escapar. 
— Terceira vez? 
— Eu tive que treinar para não fazer feio. 
— Você se preparou mesmo para me oferecer esse jantar… wow! Obrigado, amor. 
Ele retornou a comer. Não era encenação. Ele realmente estava adorando a comida. Cortou um novo pedaço e serviu-se de mais molho. Satisfeita de ver o noivo comendo e apreciando o jantar, ela finalmente relaxou e começou a curtir o momento de verdade. Ao terminarem o prato principal, ela recolheu os pratos e foi buscar a sobremesa. Levou a torta para a sala. Jeff enchera suas taças com mais vinho. Saborearam o doce de Stana e largaram os pratos sobre a mesa de centro. Jeff a puxou sentando-a em seu colo. Gigi brincava com a gravata dele. Trocavam vários beijos. As mãos de Jeff deslizavam pelo vestido dela ansioso por tira-lo e toca-lhe a pele. 
Beijou-lhe o meio dos seios. Os dedos escorregavam acariciando-os sobre o tecido. Ao fita-la novamente, ele falou. 
— Foi o melhor jantar do dia dos namorados, Gi. Eu nem sei o que dizer. Nunca ninguém fez isso para mim. Um jantar especial. 
— Não acredito. Nenhuma namorada sua cozinhou para você? 
— Sim, cozinharam, mas não era nada especial. Coisa do dia a dia. Uma carne, uma salada, uma massa. Você, nossa! Você se superou. Pensou em tudo e justamente por saber que você não faz isso regularmente, me faz sentir muito especial. 
— Você é especial, Jeff. Você é o homem que eu amo. Eu queria demonstrar isso. Já fez tanto por mim, me roubou o chão tantas vezes. Eu precisava mostrar de alguma maneira que a reciproca é verdadeira. Que você é especial para mim. 
— Eu sei, Gi - ele pegou a mão dela levando-a aos lábios. Beijava a palma repetidamente brincando com os dedos dela. O anel da avó brilhava na mão esquerda enquanto o anel de noivado estava sozinho na direita - Não precisava porque eu a conheço e sei que me ama. Mas estaria mentindo se dissesse que não adorei a surpresa. Estou encantado com todo o esforço que você fez para preparar tudo. O que é isso? - ele perguntou ao ver a pele avermelhada e o corte na pele do dedo indicador.  
— Um corte, nada demais - sim, ela se cortara outra vez naquela tarde - Você não esperava que eu saísse ilesa dessa loucura. Fiz por amor - ela sorriu - ainda não acabou. 
— Não? Mas nós já comemos até a sobremesa… o que falta? - claro que ele estava se fazendo de bobo. 
— O outro tipo de “sobremesa”… - ela sorriu maliciosa - fique aqui. Eu já volto. 
Gigi sumiu no quarto. Jeff escorou-se no sofá afrouxou a gravata, sorria feito bobo ainda envolvido por toda a surpresa da noite. Quinze minutos depois, ela surge outra vez na sala. Não usava mais o vestido vermelho. No lugar dele, colocara uma lingerie também vermelha transparente com detalhes em renda. Uma camisola bem curta que sequer cobria direito a calcinha igualmente vermelha. A renda do sutiã meia-taça realçava os seios. A gota de cristal continuava reinando absoluta no pescoço dela. 
Gigi se aproximou puxando-o pela gravata em direção ao quarto. Jeff teve uma nova surpresa. A cama muito bem arrumada tinha lençóis pretos. Havia várias velas acesas espalhadas pelo quarto. O aroma de lavanda delicioso no ar. No encosto da cama, novamente algo inesperado. Vários post-it colados em cada um deles estava escrito “I love You”. Ele a abraçou na beirada da cama. 
— O que significa isso, Gi? 
— Um “I love You” para cada dia que estamos juntos. São 379, aproximadamente os 13 meses, um ano e quase um mês que estamos juntos. 
— 379? 
— Pode contar se quiser. 
— Eu tenho certeza que tem 379 post-it ali. Acho que nas minhas contas seriam mais. Acho que uns 415. 
— Se fosse assim, teríamos começado a namorar no fim de novembro que foi quando nos conhecemos naquela confusão. 
— Exato. É porque no momento que troquei meu telefone com você, eu já planejava tudo. Você ia ser minha. 
— Hey! Quem é a possessiva da relação? Eu! Fique quieto. E minha contagem é oficial.  
— Sim, você é minha dona, claro que sua contagem está certa. Na verdade, e-eu…você fez tudo isso e… Gi… eu não sei o que dizer… 
— Eu aceito um “Eu te amo”, só um - ele a beijou apaixonadamente. 
— Eu te amo, Gi. 
Gigi desfez o nó da gravata jogando-a no chão. Em seguida, desabotoava a camisa dele. 
— Você tem muitas roupas… 
— Um problema fácil de resolver - quando ela terminou de jogar a camisa dele no chão, Jeff a puxou pela nuca sorvendo seus lábios em um beijo apaixonado. Deitou-a sobre o colchão e em questão de minutos estavam nus. Pele contra pele, perdidos um nos braços do outro. 
Uma hora depois, Gigi estava deitada completamente nua no colchão. Atravessada. Jeff estava ao seu lado apoiado sobre o cotovelo admirando a sua bela fiancé. A pele alva ainda brilhando pelo suor do ato de amar. Em meio aos seios estava a gota de cristal. Ele sorria. A peça combinava com ela. 
— Jeff? 
— Hum… 
— É verdade aquilo que você me disse antes? Você já sabia que eu ia ser, que nós íamos… na troca de telefone? 
— Sim, foi instantâneo. Eu prometi a mim mesmo que ia passar o resto do tempo possível tentando te conquistar - um silêncio se instalou entre eles, ela tentando assimilar as palavras dele. Ele a admirando. Gigi reparava que o noivo não tirava os olhos dela. 
— O que foi? 
— Estava admirando a bela joia que tem entre os seios. Uma bela imagem. 
— Você gosta? Foi meu fiancé que me deu. Ele tem muito bom gosto, pode admirar à vontade. 
— Podia ficar horas te olhando, quem sabe até tentar desenha-la, pelo menos em minha mente. 
— Como Jack desenhou e observou Rose? - ele franziu o cenho - em Titanic. Kate Winslet e seu diamante azul? Só que estou bem longe de ser ela. 
— Não quero saber de Kate Winslet. Eu amo outra mulher. Infinitamente mais bela que a tal Rose. Mais sensual, carinhosa e deliciosa - ele beijou-lhe o meio dos seios, Gigi arfou o peito - essa joia lhe cai muito bem. Fica ainda mais bela assim, nua apenas com o colar - deixou a mão deslizar da joia pelo meio dos seios até o estômago. Então inclinou-se sugando-lhe um dos seios, Gigi gemeu arqueando o corpo. Ela o fez parar para fita-la. 
— Eu te amo - Gigi disse e sorriu. 
— Mostre - ela o puxou em um beijo apaixonado empurrando-o contra o colchão subindo nele. A brincadeira recomeçaria sem hora para terminar.     

XXXXXXX

Em outro lugar de Los Angeles, outro casal também se divertia. Stana tirou Nathan da sala de video à força. Desceram as escadas. 
— Stana, eu realmente preciso terminar aquela edição. É para a minha nova campanha e… - ele se calou ao vê-la pegar um cesta de vime típica para piquenique - o que é isso? 
— Você já vai saber - ela o puxou pela mão até o quintal. Perto de uma árvore estava estendida uma toalha quadriculada vermelha e branca. Stana colocou a cesta sobre ela e sentou-se devagar escorada na árvore - bem-vindo ao nosso piquenique do dia dos namorados. 
— Oh… piquenique? - ele sorria sentando-se de frente para ela na toalha. Stana começava a tirar as coisas da cesta. Frutas, chocolates, sanduíches, garrafinhas de suco - você realmente entrou no espirito do piquenique, não? 
— Por que fazer algo incompleto? Foi o que eu disse a Gigi. 
— Sobre? 
— Nada. Talvez você saiba mais tarde. Ou se sua curiosidade não deixar você dormir, terá que perguntar ao seu irmão. Eu não irei falar nada, prometi. 
— O que vocês duas aprontaram com meu irmão, hein? Estão nesse mistério há uma semana. 
— Não vou falar. Tenho certeza que Jeff irá amar - Nathan sorriu e ofereceu uma garrafinha de suco para a esposa. Olhou ao redor e se levantou - o que você está fazendo? - ela observava o jeito dele andando pelo quintal. De repente, sumiu de suas vistas. Onde ele se metera? Então, seu marido reapareceu por trás dela ajoelhando-se e entregando um buque improvisado com flores do quintal. 
— Para você. Sempre há flores em um piquenique, Staninha - ele inclinou-se beijando os lábios da esposa. 
— Você tem que dar seu toque especial, não? - Stana cheirou as flores colocando-as sobre a toalha com cuidado. Pegou um pequeno embrulho deixando-o ao seu lado. Ele escorou-se na arvore e puxou-a para que a esposa descansasse o corpo em seu peito. Ela lhe entregou um sanduíche e abriu outro para si. Sentiu um dos braços do marido envolver sua barriga acariciando-a - eu também sei tornar as coisas especiais, Nate. 
— Eu sei. Jamais teria pensado em fazer um piquenique em nosso quintal. E, amor, eu tenho que pedir desculpas. Estou tão envolvido com essa produção que não comprei nada para você. Não é justo. Você fez tudo isso para mim… 
— Nate, nós somos casados. Você não precisa provar nada para mim. Não tenho que receber presentes no dia dos namorados para saber o quanto você me ama. 
— Que pena… melhor eu devolver isso aqui para a loja então… - ele puxou do bolso uma caixa. Os olhos de Stana brilharam - você realmente achava que eu não tinha um presente? Não me conhece o suficiente para saber que amo comprar? - ela riu pegando a caixa da mão dele. Desfez o laço da fita dourada e abriu a caixa preta. Era uma caneta mont-blanc exclusiva da série Agatha Christie, vermelho sangue com detalhes prata. Ela reparou no detalhe. Havia uma gravação sobre a prata. Always. Ela o fitou - eu pensei que se vai investir na carreira de escritora, pelo menos de roteiros, merecia um instrumento à altura e a inscrição… bem, ela lembra porque você decidiu por isso. Além do mais, você terá que fazer o livro de Katherine com todas as informações sobre ela, tudo o que fez e fará. Tem que fazer isso em estilo, afinal minha filha merece o melhor. Esse era o outro presente - ele viu que a esposa estava surpresa - você não viu? Deixei em cima da cômoda. 
— Você é um pai muito babão, amor. Não, eu não vi, mas já posso dizer que adorei. E estava dizendo a verdade quando falei que não queria presente, mas já que é por Katherine, eu aceito - ela ria. 
— Muito engraçadinha… - ela o beijou. 
— Tenho algo para você - ela pegou o embrulho que escondera ao seu lado. Não estava usando papel de presente e sim um simples papel que se usa em confeitaria para enrolar doces. Ao desfazer o embrulho, Nathan se deparou com uma mini torta de limão - achei que você ia gostar de comer a sobremesa. 
— Sua torta de limão? Ah, Staninha… era isso que você estava fazendo na cozinha quando eu cheguei mais cedo? 
— Era. Fiz uma para Gigi, por que não fazer para o meu maridinho? 
— Espera, você fez uma para Gigi ou para o meu irmão? Do mesmo tamanho? 
— Não, a deles era grande. Tenho meus motivos. 
— Por que não fez uma grande? 
— Porque só você pode comer e não quero ser tentada. Devo evitar doces. Agora coma seu presente - ele pegou o garfo escorando-se outra vez na arvore. Saboreava o doce gemendo. Ela tinha certeza que ele fazia de propósito. Com a cabeça no ombro dele, ela acariciava o peito do marido com a mão, subindo e descendo. Deixou escapar para um pouco mais longe encontrando o membro dele sobre a calça. Riu quando ele deu um pequeno salto pelo contato. 
— O que você está fazendo, Staninha? 
— É dia dos namorados… temos que “namorar”, não? - ele sorriu. Puxou o rosto dela para próximo do seu sorvendo os lábios da esposa delicadamente. O contato se tornou sensual. Ela já sentia o membro dele se animando. 
— Eu não sei se devemos… 

— Por que não, Nate? Eu quero… - e mordiscou os lábios dele provando seu ponto. Pegou sua mão levando-a até seu seio para toca-lo - quero ser tocada, babe… - a voz sensual sussurrada enquanto deslizava seus lábios pelo pescoço dele foi suficiente para convence-lo. Nathan afastou-se dela por um instante. Erguendo-se da toalha, ofereceu as mãos para ajuda-la a levantar. Abraçando-a por trás enquanto seus lábios devoravam sua nuca, eles seguiram para o quarto e Stana recebeu todo o carinho que merecia. Cada toque, cada gesto. Não importa quanto tempo estavam juntos, eram sempre eternos namorados.  

Continua....

7 comentários:

cleotavares disse...

O que o amor não faz, a Gigi cozinhando pro Jeff. Valeu o esforço, não foi Gigi?
A Stana muito linda dando força pra irmã.
OBS.: Eu também não gosto de cozinhar, mas eu não sou rica. aff! hahaha

Vanessa Belarmino disse...

Poxa Kah, todo capitulo, a boboca aqui chora 😂😂😂😂
Sabia que minha bichinha ia ficar se sentindo culpada. Queria até desistir.
Stana e Gigi foi um show a parte. A paciência da Stana em ensinar, ajudar e encorajar a irmã, foi lindo de ler...E ainda rolou um Kristina (confesso q sempre quis ver a Stana a chamando assim). Acho é pouco dona Rada com ciumes de dona Cookie. Ela é incrível mesmo. Parei! Hahaha
Foco em Giff! Eu fico vomitando arco-iris aqui... Foi perfeito! Uma surpresa e tanto pra Jeff. Tão lindinho ela nervosa e ele acalmando ela... 😍😍😍
E a contagem do tempo (agora tudo fez sentido)... Jeff é um príncipe mesmo (quem liga pra pasta de dente? Hahaha). Eu acreditei desde inicio... Foi maravilhoso! E ainda tem até referência a Titanic (coração do oceano) e post-it sempre me faz lembrar de Greys. ❤❤ Ah, já ia me esquecendo, eu senti falta da comemoração do aniversário deles no capítulo anterior... E aí vc usa esse capítulo... "Há um ano atrás eles fizeram sexo após a tequila. Um ano depois, fizeram amor." Awn😍😍😍 Muito amor! Foi lindo! Perfeito! Maravilhoso! Vc percebe q não tô pronta para o casamento né? Eu acho que seu objetivo é me matar... Hahaha
Se ate SN ficam bobos com Giff, imagina eu?
Falando se SN. Amei a lealdade da Stana com a Gigi, realmente não falou pra Nathan. A comemoração deles foi fofa e especial... Eu já tô me roendo de curiosidade para o próximo... Stana querendo detalhes e Jeff contando para Nate😍😍😍

Gabriela Mendonça disse...

A Gigi... eu sei que não foi de propósito, mas a vontade de te dar uns sacode é grande viu garota... e tu ainda deixou ela comer de nv? Kristina, assim eu e o Nate vamos puxar suas orelhas.
"ao ver o desespero verdadeiro de Gigi, Nathan sentiu-se culpado por ter dito aquelas coisas sobre a irmã da esposa." é uma doida do bem né?A pobrezinha nem pensa antes de agir. Tem nem como ficar com raiva... por muito tempo.
"Ah, cunhado, você é muito benevolente. Se a situação fosse reversa, eu ia querer matar você!" ahhh sabe de nada inocente. Tu não tem noção do que ele fez e falou kkk
"Gigi, você não vai sair com a minha mulher por ai, vai?" Nate, querendo botar ordem...Mano ninguem segura essas duas não...tu falou, elas prometeram se cuidar e paa Stana aprontou...
"Ele não queria que eu viesse e ficou lhe culpando pelo que aconteceu. Apenas defendi minha irmã. Vamos a aula?" belo jeito de convencer alguém. Jogou logo na cara que comprou a briga e que agora nem adianta querer arregar.
"Colocar sentimento? Por acaso amor é ingrediente agora? Não entendi o que você quis dizer, sis. Comida é comida, você já viu comida alegre ou triste? - Stana riu." kkkkk Gigi me mata. Tem que fazer com amor, para sair gostosa. Gigi, sempre fazendo graça e isso é tão natural kkk "Nossa, sis. Você falou quase igual aos Fillions. Está sendo contaminada. No bom sentido, claro. Pensar em sexo, na cama, fazendo amor, vale?" kkkkk ala falei o que? mortaaaa kkkkkk
"Muita sujeira, você se cansa cozinhando e depois ainda tem que limpar tudo. Não, definitivamente não é para mim." Tenho que concordar essa parte da limpeza não é legal!!
"Sis, acho que a mamãe ficou com ciúmes da dona Cookie comigo." Vixeee Dona Rada já é um perigo no estado normal, com Ciúmes? Jesus proteja os Katic-Fillion kkkk
"Gigi pegou uma frigideira." Claramente alguém que sabe fazer comida. Ai Gigi...
"O que os olhos não veem, o coração não sente. Ele não precisa saber" ala não falei?Ja ta aprontando...QUe mulher é essa gente?E Gigi?Caramba mano... ela tava no hospital nestante...
"Está vendo? Tudo dando errado! Foi uma ideia idiota! Eu não posso cozinhar. Desisto!" Mulher apaixonada é fogo viu. Vc acha que ela esta assim pq não conseguiu cozinhar?Mas não hein... isso é pq nao vai conseguir surpreender o Jeff. E tomou um Kristina da Staninha kkkk adoooreeei.
"Vocês mulheres Katics são famosas por conseguirem tudo o que querem, tem muita lábia. Os Fillions são bobos" Melhor definição kkkkk MAs as Katics têm seus momentos de bobeira tb, ta ai a Gigi cozinhando que não me deixa mentir.
Jeff é um fofo, mal chegou de viagem e já esta pensando em como vai passar o tempo com a Gigi e como vai alimentá-la kkk

Gabriela Mendonça disse...

(por motivos de falo muito, segue parte 2)
"wow, Gi! Você caprichou." nem sabe o quanto ela caprichou Jeff kkk "Na verdade, não tem reserva nenhuma, Jeff. Iremos jantar em casa. Eu cozinhei para você" Nessa hora Jeff se engasga com o vinho kkk. " Parece que somente eu não sabia do lance do amor e comida" Vivendo e aprendendo Gigi kkkk "Estamos curtindo um jantar do dia dos namorados, não a final de um concurso culinário. Relaxe, Gi" Outra característica dos Fillions, eles sabem o que dizer!! e fazer uma garota se sentir especial.
"Pensou em tudo e justamente por saber que você não faz isso regularmente, me faz sentir muito especial." ala, falei o q? aeee Gigi arrasouuu!
"São 379, aproximadamente os 13 meses, um ano e quase um mês que estamos juntos." raaaaaaa me senti representada aqui. Viu só, Gigi conta meses, anos e tudo mais!! Amei Gigi...anotei a ideia. Super amei essa atitude, muito fofaa
"É porque no momento que troquei meu telefone com você, eu já planejava tudo. Você ia ser minha." espia para o Jeff, ja estava querendo a Katic dele tb kkkk
ai que bunitinhooo um piquenique!! Stana é muito lindinha. "Então, seu marido reapareceu por trás dela ajoelhando-se e entregando um buque improvisado com flores do quintal." NAthe tb n fica atras... ai meu coração SN trouxa kkk
Staninha tratou de colocar ação nesse dia dos namorados... danadinha... Ai eu amo esse casal...

Priscila Barros disse...

Como não amar essa fanfic? Me explica? Tanta fofura e tanto amor depois daquele susto tremendo com a Staninha e a Kate.
Vou começar mesmo é falando da loucura da Gigi, tadinha, ela não teve culpa pelo acontecido, ainda bem que o Nate viu o quanto ela ficou doida só em saber do acontecido. Ela só é desastrada.Por falar em desastre, o que foi ela cozinhando??? huahuahauahua, eu adoreeei!!! Ela é uma figura maravilhosa e cozinhando então supera todas as loucuras kkkkkkkkkkk. Só pensava na sobremesa huahauahuahauhauhau!!! Esse colar de gota maravilhoso e tanto significado 😍😍😍😍
E como não podia faltar, nosso casal lindo e maravilhoso. Meu coração SN pulou de alegria com a surpresa e os presentes 😍😍😍, eles são muito lindos e fofos 😍😍😍😍

Silma disse...

Minha nossa 😱 mais uma vez o capítulo tá esplêndido,às vezes não sei nem o que comentar porque você rouba todas as palavras,mas,vou tentar comentar alguma coisa sem mencionar os meus surtos(que por sinal foram muitos e tiveram até gritos).
Hoje eu vou começar com o meu casal Stanathan 😍 meus bebês!!!
O que falar desses barrigudinhos mais lindos do meu Brasil?????? Não sei lidar com essa superproteção do papai Nathan gente 😍 é tão babão que chega a dar uma vontade imensa de colocar num potinho e guardar pra mim 😂😂😂😂😌👌🏽 mais não posso fazer isso 😪😂!!!
"Homem apaixonado é muito bobo" você que diga né senhor Nathan 👌🏽
"Vocês mulheres Katics são famosas por conseguirem tudo o que querem" T-U-D-O mesmo 😏"Tem muita lábia" "Os Fillions são bobos" vocês são os mais bobos que eu já conheci na vida!!!
"Talvez você tenha razão.Então,consigo tudo o que quero com lábia,certo?" "Estava aqui pensando que um banho quente de espuma,com um sabonete bem cheiroso pode ajudar minhas pernas,relaxar…a companhia é opcional" eu fiquei com mente muito poluída nãm 😂😌😎👌🏽consigo imaginar mil e uma coisa pra esse banho menos o banho em si 😏.

Silma disse...

"Queria poder fazer algo para o Nathan,mas…no meu estado.Não tem muito sentido" fiquei com dó da minha bichinha quando ela falou isso gente 😔ainda bem que tem a Gigi pra animar e colocar na cabeça dela que ela pode sim fazer uma mini festa particular!!!
"Tudo bem.Vou pensar" pensa e faz algo criativo e cheio de amor como você sempre faz.
"Para você.Sempre há flores em um piquenique,Staninha" vomitei arco-íris sim ou claro??? 😍
"Ele escorou-se na arvore e puxou-a para que a esposa descansasse o corpo em seu peito".Sentiu um dos braços do marido envolver sua barriga acariciando-a" pq as coisas simples são principais!!!!
"Nate,nós somos casados.Você não precisa provar nada para mim. Não tenho que receber presentes no dia dos namorados para saber o quanto você me ama" aí você se engana minha querida,tem que mostrar/provar/insinuar seja lá a palavra que melhor se adeque tem que fazer sim,não é pq estão casados que vão esquecer o romantismo,os carinhos,os beijos demorados e cheios de primeiras e segundas intenções.O fato de estarem casados e bem casados não dá o motivo de esquecerem o que fizeram pra conquistar e agradar ambos.Deleta essa frase se não eu invado essa tela de celular e doou na tua cara.
"Que pena…melhor eu devolver isso aqui para a loja então" "Você realmente achava que eu não tinha um presente" que coisa linda e fofa 😍
"Eu pensei que se vai investir na carreira de escritora,pelo menos de roteiros,merecia um instrumento à altura e a inscrição…bem,ela lembra porque você decidiu por isso.Além do mais,você terá que fazer o livro de Katherine com todas as informações sobre ela,tudo o que fez e fará.Tem que fazer isso em estilo,afinal minha filha merece o melhor" fiquei emocionada,boba e talvez tenha chorado só um pouquinho 😪 assim fica difícil de lê né dona Karen,todo capítulo mexe com meu emocional cara 😭😭.
"Porque só você pode comer e não quero ser tentada" acho justo Staninha 😌😂😂👌🏽 se eu não posso você também não pode,minha torta minhas regras de quem poderá comê-la 😂😂😂.
"Com a cabeça no ombro dele,ela acariciava o peito do marido com a mão,subindo e descendo.Deixou escapar para um pouco mais longe encontrando o membro dele sobre a calça.Riu quando ele deu um pequeno salto pelo contato" pera aí que até essa gravidez terminar eu vou surtar com esses dois que só ficam nesse mini jogo de sedução 😩 eu quero fogo 🔥 incêndio 🔥 eu querooooooooo às quatro paredes do quarto de vocês(ou qualquer cômodo da casa),
emanando orgasmos múltiplos 👌🏽é tão difícil assim gente????
"É dia dos namorados…temos que “namorar”,não? - ele sorriu (sorriso safadinho que eu aposto) 😏 "Puxou o rosto dela para próximo do seu sorvendo os lábios da esposa delicadamente.O contato se tornou sensual.Ela já sentia o membro dele se animando" eita que eu já posso imaginar umas coisinhas que irão rolar 🔥😏
"Eu não sei se devemos" como já dizia a filósofa Gigi("Não estou mandando transarem feito coelhos porque,você sabe,a barriga atrapalha")é apenas uma satisfação de endorfina BEM FEITA E PRAZEROSA 😏👌🏽bastante e extremamente prazerosa!!!!!!
"Por que não,Nate?Eu quero… - e mordiscou os lábios dele provando seu ponto.Pegou sua mão levando-a até seu seio para toca-lo - quero ser tocada,babe… - a voz sensual sussurrada enquanto deslizava seus lábios pelo pescoço dele foi suficiente para convence-lo" saiba que geral ficou convencido(a) com suas palavrinhas mágicas 😎👌🏽
"Abraçando-a por trás enquanto seus lábios devoravam sua nuca,eles seguiram para o quarto e Stana recebeu todo o carinho que merecia" 😏🔥dois emojis que representa perfeitamente o que rolou naquele quarto!
"Cada toque,cada gesto" "Não importa quanto tempo estavam juntos,eram sempre eternos namorados" pra sempre eternos namorados 😍
Ps - Você arrasa Karen!Bjs garota!