quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

[Stanathan] Kiss and Don't Tell - Cap.97


Nota da Autora: Juro que ia postar algo light, mas esqueci das bombinhas... esse capitulo está com duas delas... não foi de propósito, mesmo assim, ainda acredito que vão gostar. Não é um angst realmente, apenas uma maneira de demonstrar sentimentos verdadeiros sobre um diferente ponto de vista. Por favor, don't kill the messenger... Enjoy! 


Cap.97    

Nathan pegou as chaves do carro, o celular dos dois e voltou para ajudar Stana. 
— Você consegue andar? E-eu posso tentar, eu carrego você. 
— Não! Eu vou andando. Só preciso ir devagar - ele a olhava apreensivo. Passava as mãos nos cabelos. Correu até o carro, ligou-o - Nate, ligue para a doutora. Não vou a qualquer hospital. Va-vamos… - ela sentiu outra dor, fechou os olhos por alguns segundos - para a clinica. 
— E-eu não sei se teremos tempo e, meu Deus! É da nossa filha que estamos falando, vamos para uma emergência, eu não ligo se alguém nos ver, não me importa e… 
— Mas eu ligo! - ela gritou - Nathan, ligue… minha médica… agora - ele viu que Stana falava muito sério. 
— Tu-tudo bem… - ele pegou o telefone dela, discou. Enquanto falava com a médica ajudava Stana a entrar no carro. Sentou-se no lugar do motorista e saiu de casa. Ele dirigia com pressa, mas a esposa lembrava que ele não podia correr ou pegar uma multa. Ela ainda sentiu pontadas de dor até o meio do caminho. Depois, tudo desaparecera. Ela se sentia bem. 
— Nate, acho que devemos voltar para casa. Eu estou bem. Não sinto dor. Passou. 
— De jeito nenhum. Você estava pálida e com dores, disse que sentiu um liquido nas suas pernas e se Katherine estiver nascendo? Não, vamos ver a doutora, não irei arriscar nada com a minha filha. 
— Eu estou bem. 
— Não vai me convencer. 
Eles chegaram a clínica. A médica já estava esperando por eles com uma cadeira de rodas. Levou Stana para dentro e pediu ajuda a uma enfermeira para despi-la e coloca-la na mesa para ser examinada. Stana insistia que estava bem. A médica pediu para Nathan contar exatamente o que acontecera antes dela sentir a dor e durante as possíveis contrações. Sobre a mesa de exame, contrariada, ela permaneceu calada. Sim, não tinha mais contrações, porém não iria ficar repetindo o discurso se o cabeça dura do seu marido não ouvia. 
A médica fez o exame do toque, checou as pernas de Stana, a enfermeira avisara que não havia sangue nas roupas. Enquanto examinava, ela fazia alguns sons que começaram a preocupar ainda mais Nathan e passaram a chamar a atenção de Stana. 
Finalmente, ela tirou as luvas e sentou-se olhando para os dois. Disse que Stana podia se levantar e vestir-se antes de ouvir o que ela tinha a dizer. Dez minutos depois, eles estavam sentados de frente para a médica no escritório. 
— Então, doutora. O que está acontecendo? Nossa filha está bem? E-ela quis nascer? - Nathan estava muito nervoso. Stana suspirou pegando a mão do marido. 
— Não necessariamente. O que aconteceu foi um pequeno stress de fim de gravidez. A verdade é que no terceiro trimestre, a mãe tende a ficar mais sensível e ansiosa com a chegada da criança. Está sensível. Você a assustou, o que desencadeou uma reação de stress na mãe e consequentemente no bebê. Aliado a isso, está o exagero de açúcar e gordura que Stana ingeriu. Ela teve um principio de trabalho de parto, porem Katherine ainda não está pronta para nascer, tanto que não houve dilatação. Felizmente a reação do corpo da mamãe não foi grande a ponto de comprometer a criança. Ela perdeu um pouco do liquido aminiótico, contudo nada que prejudique a gravidez, se tivesse sido mais talvez tivéssemos que fazer uma cesária de emergência. Não foi o caso. 
— E-ela está bem? - Nathan perguntou nervoso. 
— Sim, as duas estão bem, porém precisamos tomar alguns cuidados. Primeiro, quem mandou você comer chocolate em exagero, Stana? Gordura, açúcar, e escondido? 
— Isso porque ela já tinha comido demais na semana. 
— O stress e a indigestão provocaram a indução do parto. Segundo ponto, Nathan, você não pode sair por ai pregando sustos ou causando preocupação e stress a sua esposa. Ela precisa de um final de gravidez tranquilo especialmente porque quer ter parto normal. 
— E-eu acho que me excedi. 
— Claro que sim - disse a médica - terceiro e mais importante. Eu quero que você passe os próximos três dias em repouso absoluto. Nada de exageros com comida. Preciso que monitore os movimentos do bebê e se sentir qualquer dor, contração ou indicio de perda de liquido, me ligue imediatamente. Não acredito que vá acontecer, você chegou aqui sem dor, mas temos que ter certeza. E nada de superproteção, Nathan. Isso também causa stress. Stana está bem, teve uma gravidez tranquila até aqui, vamos continuar assim. Alguma pergunta? 
— Não, doutora. Está tudo claro - disse Stana. 
— Ótimo. Você consegue andar ou quer ir de cadeira de rodas até o carro. Eu preferia que você não forçasse nada mesmo estando bem. Você mencionou em uma de nossas consultas que tem escadas em casa. Evite subir e descer muitas vezes ao dia. Aliás, nesses dias de descanso não as desça. Consegue fazer isso? 
— Mas isso quer dizer que ficarei presa ao meu quarto, minha cama? 
— Sim, infelizmente. Pelo menos esses três dias. Para o seu próprio bem e da sua filha. 
— Ela irá ficar doutora. Não se preocupe, dona Rada vai ajuda-la - Stana suspirou, não adiantava discutir. Seguiria as recomendações da médica por Katherine. Eles agradeceram o tempo da médica e deixaram a clinica. 
Quando chegaram em casa, encontraram dona Rada sentada no sofá, nervosa. 
— Graças a Deus! Onde vocês se meteram? Eu liguei para os celulares de vocês. Desci para beber agua e encontrei um prato de bolo de chocolate inacabado, garfo sujo e a porta de entrada aberta, chequei a garagem não vi o carro. Entrei em pânico. Está tudo bem? Filha? 
— Está tudo bem, mãe. Alarme falso - Rada já foi colocando a filha sentada. Examinava as pernas, a barriga, pegou o rosto dela com as duas mãos para fitar seus olhos. Ela deixou. Preocupação de mãe. Com calma, Stana explicou tudo para uma nervosa vovó. Rada, como toda mãe, se preocupou de imediato com a filha. Se prontificou a cuidar dela, dar as refeições e garantir que ela não usasse as escadas por três dias. Também brigou com Nathan e disse que se ele fizesse qualquer coisa para estressar sua filha, ela o proibiria de vê-la. 
— Não precisa tanto, dona Rada. Já passou. Vamos, amor, vou te ajudar nas escadas - devagar, eles subiram parte das escadas, no meio delas, Nathan a carregou até o quarto. Stana pediu aos dois que não mencionasse o que acontecera a irmã. Ela não precisava de mais uma pessoa preocupada com ela e Katherine, além do mais, Gigi já tinha muito com que se ocupar. 
Nisso Stana estava coberta de razão. Embora aparentasse estar feliz e bem adiantada nos planos de casamento, por dentro Gigi estava uma pilha. Além de preocupada com cada detalhe, ansiosa com as coisas que ainda precisava resolver ainda tinha o trabalho. Encontrava-se em um dilema, queria que o tempo voasse e junho batesse a porta para casar e tudo isso terminar, por outro lado, com tanto para resolver queria que o tempo parasse a fim de ter tudo pronto com antecedência. Ela tentava não transparecer o stress interno a Jeff, mas o noivo percebia o quanto ela estava nervosa e agitada. 
Naquela noite, ele viu que Gigi chegara com um aspecto cansado, porém ao cumprimenta-la sentiu a tensão gritante em seus ombros. Após o jantar, eles se deitaram na cama. Jeff ligara a tv no canal de noticias. Ao ouvir sobre protestos e violência, ela pegou o controle e mudou de canal. Deixou em um daqueles programas culinários. Essa foi a brecha para Jeff conversar com ela e faze-la relaxar. 
— Sente aqui, entre minhas pernas, Gi. 
— O que você vai fazer? - ela perguntou já fazendo o que ele pedira. 
— Uma massagem. Você está precisando. Está cheia de nós nos ombros e no pescoço - ele beijou a nuca, sorriu - você pensa que me engana. Gigi, eu sei que você está preocupada com as coisas do casamento, está querendo disfarçar, mas não funciona comigo. Por que está nervosa? As coisas estão andando bem. Estamos na primeira semana de março e falta pouco para organizar. Depois de amanhã resolveremos o buffet, o fotografo na próxima semana e o resto são detalhes, flores, decoração. O casamento é em junho. Está tudo dentro do tempo. 
— Eu nem sei se as pessoas receberam o convite. 
— Se isso é um problema posso perguntar aos rapazes no escritório. O que me lembra, quer saber para onde vamos na lua de mel? 
— Você conseguiu definir? - ela olhou para ele como quem está incrédula e louca para falar mais - aleluia! O que você escolheu? - rindo, ele massageava os ombros dela fazendo Gigi fechar os olhos, começar a relaxar. 
— Eu pensei em vários destinos como Paris ou Grécia. Viena… mas nenhum deles realmente combina com o que merecemos. Sao lugares românticos, o que é ótimo para a ocasião. Pensei em algo melhor. Que tal o Caribe? Podemos ir ao Mexico, depois pegar um cruzeiro por Cancun, Cozumel e tantas outras ilhas maravilhosas. Uma viagem tropical. Será junho, quase inicio do verão, sol, mar, praia e tequila. 
— Você quer me embebedar na lua de mel, Jeff? Posso saber por que? 
— Quero comemorar e quer coisa melhor que tequila? Ela nos uniu… além disso não preciso te embebedar, você já estará usando um bambolê no dedo. Será minha esposa - ela riu - então? Você gosta ou quer ir a outro lugar? - ele beijava os ombros dela. As mãos deslizavam para tocar-lhe os seios - Podemos ficar com a Polinesia francesa também.  
— Não… gosto do Mexico e da ideia de… - ela gemeu - de me perder…com a tequila e você… Jeff! - ela gemeu ao senti-lo apertando seu mamilo. 
— Sente-se melhor, amor? 
— Muito… - ela virou o rosto procurando os lábios dele, com uma das mãos puxou-o ao seu encontro. 
Ao final da semana, Stana recebera uma overdose de cuidados da mãe e de Nathan. Estava ótima. Ele voltou ao estúdio para filmar um novo arco de Modern Family. Estava muito cuidadoso quanto ao tratamento com a esposa. Nada de estressa-la. Stana decidiu começar a arrumar a bolsa que pretendia levar para o hospital com as coisas de Katherine. Algo dizia a ela que sua filha não esperaria muito mais para nascer. 

XXXXXXXXX

Na segunda semana de março, Jeff e Gigi estavam em casa revisando alguns detalhes da decoração do casamento. Dividiam um pote de sorvete sentados no chão da sala com os papeis e o notebook sobre a mesinha de centro. Ele fazia uma massagem nos pés de Gigi enquanto ela falava das flores. De repente, o telefone começou a tocar. Sem qualquer disposição para levantar, ela falou. 
— Deixe cair na secretaria. 
— E se for uma emergência com a sua irmã? 
— Saberemos do mesmo jeito. E não é como se pudéssemos fazer muita coisa - nada preparara Gigi para o que estava prestes a ouvir. Assim que o bipe soou para deixar uma mensagem, a voz irritante começou a falar. 
— Hey, Jeff. É a Linda. Não acreditei que você ia casar quando me disse, achei que era fogo de palha. Imagina minha surpresa ao receber o convite, querido? Tem certeza que quer ficar fora do mercado? Colocar a coleira? Wow! Confesso que estou surpresa e decepcionada. Pensei que tinha chance. Talvez ainda dê tempo de desistir… quem sabe? Tudo pode acontecer antes do “sim”. Vou RSVP de qualquer forma. Ansiosa para ouvir mais sobre esse acontecimento de você. Um beijo, bonitão.
Ao fim da mensagem, Jeff olhava intensamente para Gigi. Ela já puxara os pés de perto dele. Levantara-se e a raiva era visível em seus olhos. Ela estava vermelha. 
— Gi, e-eu não…
— Cala a boca, Jeff. Não ouse falar absolutamente nada - ela passava a mão no rosto, nervosa - eu sabia! Nunca devia ter acreditado que essa…essa… vaca era apenas uma colega de trabalho! Você ouviu, Jeff? Tinha razão quando disse da primeira vez que ela estava se atirando para você, não Gigi você está enganada… - ela disse imitando a voz dele - Ha! Não me engano, eu conheço o tipo. Quem ela pensa que é? Ligando para a nossa casa, se oferecendo? - ela gritava agora - e você… Jeff, o que ela quis dizer com chance? Você deu abertura para essa piranha? 
— Não, Gigi! Não. 
— Como ela faz isso? O recado da secretaria diz que é a nossa casa, minha e sua. Coleira… eu…eu… meu Deus! Como pude ser tão idiota! Vocês ja tiveram um caso, já dormiram juntos. Fala a verdade, Jeff… você já…já… - ela não conseguia completar a frase como queria, as mãos tremiam, a cabeça girava, nervosa - eu planejando…e…
— Gigi, eu não… - ele tentou toca-la, mas o ciúme e a insegurança que há muito tempo não sentia se apossava dela criando cenários em sua mente, um pior que o outro. Todo o nervosismo e o stress do casamento apenas tornavam o momento mais tenso e difícil. 
— Você não vai dizer nada? Negar? - ele a olhava querendo um contato - você dormiu com ela. Transou com ela! 
— Não, Gigi, você está exagerando, não… - mas ela não queria ouvir. 
— Exagerando? Essa mulher oferecida liga para a minha casa, me ofende, se oferecendo para o meu futuro marido e eu estou exagerando? Vai defende-la? É isso? Eu sou a louca? Ela não estava se atirando no telefone. E ainda diz que quer te encontrar? Eu quero dar na cara dessa vagabunda! Você está defendendo… eu sabia! Se ela for para o casamento, você casa sozinho! Melhor, case com ela! - ela chorava - onde estava com a cabeça achando que devia casar? Nenhum relacionamento dá certo comigo… por que me iludi? idiota, porque sou idiota. E-eu preciso… 
— Gigi, quer parar? - ele tentou a abraçar, mas ela se esquivou. 
— Não me toque! Está errado, nós somos errados. Esse casamento, essa festa… tudo! Você quer a Linda… e eu…. eu não quero mais ver você, sai da minha frente e não fala comigo! - o furacão passou por ele, pegou o telefone e atirou longe. Com as chaves do carro e a bolsa nas mãos, ela se dirigia para a porta. Jeff correu para alcança-la. 
— Gi, o que deu em você? Por que está agindo desse jeito? Fala comigo, amor… eu estou tão surpreso quanto você… e-eu não sei o que dizer. 
— Me solta, Jeff! Eu não sou seu amor. Acabou a palhaçada. Isso é errado, eu não posso fazer isso, não posso casar… e essa mulher… nós sequer temos uma musica! E não espere que devolva o anel! Chega! - ela se soltou da mão dele, afinal Jeff não segurava forte, pois não queria machuca-la. Meu Deus! O que deu nela? Ele ficou tão atônito que apenas se deu conta que ela estava indo embora realmente quando Gigi estava na calçada correndo, ele gritou. 
— Kristina, volta aqui! 
— Me esquece, Jeff - ela chorava. Saia correndo. Ele foi atrás. Na esquina, ela fez sinal para um taxi. 
— Kristina! - quando ele ia alcança-la, era tarde demais, o taxi ja arrancara a pedido dela. Ele parou incrédulo, levou as mãos à cabeça, o desespero finalmente o atingiu. Ela o deixara.
Gigi pedira para o taxista rodar pelo centro de Los Angeles. Ela estava sentada no banco de trás, chorava copiosamente. Em sua mente, a voz irritante da mulher repetia a mensagem várias vezes. Seu fracasso. Ela fora desafiada em sua própria casa, sentia-se traída, humilhada. O gosto amargo de bile se formava na boca do estômago. Enjoada, ela pediu para o taxista parar o carro. Abriu a porta e colocou todo o jantar para fora. Respirando fundo, deu o endereço de Nathan. 
Jeff andava de um lado para o outro na sala de sua casa. Precisava pensar em como faria para resolver essa situação. Gigi estava louca se achava que ia escapar do futuro deles daquele jeito. Não. Ele não deixaria. 
Sabia que ela estava nervosa, estressada. Deus! Entendia que ela pudesse ter dúvidas, que noiva já não teve? Era pressão demais, mas duvidar de seu amor? Isso ele não podia aceitar. Até agora, também estava sem entender o que Linda queria. A primeira vez que brigaram por causa dela, ele negou qualquer coisa e disse que Gigi estava enganada, que não havia nada entre eles. Colegas de trabalho. Ao menos era assim que ele via. Podia falar por si. Não tinha nenhum interesse em Linda. Hoje, ele percebeu que ela não pensava do mesmo jeito. Isso era um problema. Ela passara dos limites. 
Finalmente ele se sentou no sofá. Respirou fundo. Daria um tempo para Gigi. Ela precisava esfriar a cabeça, se acalmar então conseguiria ver a loucura que estava fazendo, eles não iam se separar. Eles pertenciam um ao outro. E se ela não caísse em si, ele a lembraria, quantas vezes fosse preciso, estava disposto a tudo. Se humilharia se fosse necessário, mas ele não ia perder sua Gigi. Nunca. 
Não ia sair feito louco pela rua, ele sabia onde ela iria em seguida. Jeff se levantou. Pegou a garrafa de whisky, serviu-se de um copo. E outro, mais outro… olhou para o telefone que ela jogara contra a parede. Estava no chão. Tomou outro copo da bebida, jogou-o sobre a mesa, os pedaços de vidro espalhados. Voltou sua atenção ao aparelho e pisou-o. Uma, duas, três vezes. Pegou a chave do carro. Saiu. 
A campainha da casa de Nathan tocava insistentemente. Quando ele abriu a porta, Gigi pálida entrou depressa correndo para o lavabo. 
— Gigi? - ele foi atrás dela - Gigi, tudo bem? - ela não respondeu. Quando saiu do banheiro, ele viu que ela estava com os olhos vermelhos, os lábios brancos, descabelada - o que aconteceu? 
— Seu irmão aconteceu, e-eu preciso…Stana… quero falar com a minha sis. 
— Gigi, melhor não, sua irmã não pode se estressar e… - mas a cunhada não o ouviu subindo as escadas. Encontrou Stana no quarto de Katherine com umas roupas no colo. A mãe remexia na cômoda. Ao vê-la, assustou-se. 
— Filha, o que aconteceu? - Stana reparou a mesma coisa que Nathan. Algo estava muito errado. 
— Mãe, e-eu preciso falar com a sis… sozinha… por favor… 
— Tudo bem. Vou para o meu quarto - assim que dona Rada saiu, Gigi desabou aos pés da irmã aos prantos. Stana, mesmo preocupada, não disse nada, apenas acariciava os cabelos de Gigi, deixando-a chorar. Imaginava que depois saberia o que se passara. 
Ela demorou quase meia hora para começar a falar. Gaguejando e chorando, Gigi contou o que aconteceu a irmã. Stana ouviu tudo sem contestar. Nessas horas era melhor manter-se calada até que o desabafo terminasse. Gigi sentiu outra ânsia de vômito, correu para o banheiro. Quando voltou, a irmã fez sinal para que se sentasse a seus pés. 
— Sis, ele e eu… nós… acabou, não posso casar… é loucura. E e-eu… droga! Dói muito, sis… n-nós sequer temos uma mu-musica… dói…
— Por que dói, Gigi? 
— Porque… eu posso não ser a única, outras mulheres o desejam e dói porque… porque e-eu amo aquele idiota…demais! - Stana sorriu. 
— Gigi, olha para mim - ela obedeceu - o que quer que essa mulher tenha dito, não interessa. Não importa. 
— Como não? Ela deu em cima do meu noivo descaradamente! É claro que importa. 
— Não, ela apenas está conseguindo o que queria. Desestabilizar você. Não importa porque o idiota em questão é louco por você. Sabe o que está acontecendo aqui? Você está nervosa, tensão pre-casamento. Acha que está fazendo tudo errado, que não vai dar certo, que o stress é inútil… quase toda noiva passa por isso. Sis, Jeff não a traiu. Ele a ama. 
— Então por que ele não disse isso? Por que me deixou sair de casa? 
— Se eu te conheço bem, não deve ter deixado o coitado falar. 
— E-eu estou passando mal… eu acho que vou vomitar outra vez - ela se arrastou para o banheiro. Ao retornar ao quarto, estava mais branca que antes - sis, meu Deus, e-eu acho que estou gravida… aquele filho da… - ela ia dizer o palavrão quando se lembrou da sogra - não, dona Cookie não merece isso. Aquele filho da mãe me engravidou. 
— Deixa de bobagem, Gigi. 
— Eu estou enjoada! Vomitando! 
— Você está tendo uma crise nervosa. Está sofrendo, morrendo de medo de perder Jeff. Não está grávida. 
— Eu não acredito em você. Preciso fazer um teste. 
— Você precisa se acalmar e se deitar. Vem comigo. Você vai deitar na minha cama. E precisa de agua com açúcar. 
— Sis, eu preciso saber se não estou grávida. Por favor… - revirando os olhos, Stana deixou o quarto. Ela podia ouvir vozes na sala. Nathan discutia com Jeff. 
— Se a Stana passar mal, eu vou matar a Gigi. 
— Nem pense nisso. Eu não vou deixar você encostar um dedo nela. 
— O que está acontecendo aqui? Vocês estão brigando? - Jeff olhou para a cunhada com ar de desespero. Percebeu na hora que ele não estava bem. 
— Cadê a Gigi? Eu quero falar com ela, eu preciso e…
— Pare, Jeff! - Nathan o segurou a tempo de ir as escadas - você não vai falar com Gigi antes dela se acalmar, Deus! Você bebeu? 
— Stana não quero saber se Jeff e Gigi estão com problemas, você não pode se estressar com isso, não depois do que aconteceu alguns dias atrás, não quero que nada aconteça a Kate, precisa me ouvir, por favor. 
— Eu estou bem. Agora escutem vocês dois. Se não quiserem me irritar, vão me obedecer. Sentem-se - os dois fizeram o que ela mandara - Você vai ficar quieto. Minha irmã está nervosa e de nada irá adiantar você pressiona-la agora. E olha para você… está horrível - sim, a cara de Jeff, o bafo, ele estava vermelho, nervoso - Nathan, preciso que vá ate a farmácia e compre um teste de gravidez igual aquele que usei - ao ouvir as palavras de Stana, Jeff cobriu o rosto, olhou para a cunhada assustado. 
— É claro que essa briga, as acusações não podiam ser somente por causa de Linda. Como fui burro! Meu Deus! E-ela… a Gi… está grávida? 
— Lógico que não é por causa dessa mulherzinha ridícula, Jeff. É sobre algo bem mais importante e não, Gigi não está grávida. Eu só preciso do teste para provar isso a ela. Nate? - ele suspirou, pegou as chaves do carro. Stana sentou-se ao lado do cunhado. Pegou a mão dele - ela vai ficar bem. Está nervosa, angustiada, sabe aquela confusão que se passa na cabeça da noiva pré-casamento? É isso que ela está vivendo, Jeff. São dúvidas e o tal telefonema não ajudou. 
— E-ela não quer mais casar comigo? E-ela vai me deixar, é isso? E-eu… não posso ficar sem minha Gigi, Stana… ela é… eu não consigo imaginar minha vida sem ela, eu amo minha doidinha, não… está errado - ela viu o olhar do homem a sua frente encher-se de lágrimas. Um homem desses tão forte, sofrendo por amor. Ela sorriu. 
— Você duvida que ela o ama, Jeff? 
— Não, e-eu não sei… não, ela me ama. Eu preciso dela… minha Gi… ela está sofrendo, não? 
— Sim, Jeff. Está. Mas vai passar. Eu preciso voltar… para que ela se acalme. Vim buscar agua com açúcar. Não faça nenhuma besteira - ela se levantou, foi até a cozinha e voltou com um copo nas mãos. 
— Você dirá que a amo? Dirá que estou esperando por ela? 
— Ela sabe, Jeff… - então Stana foi surpreendida com um grito dele. 
— Gi! Eu te amo, Gi… por favor! 
— Jeff… - nesse instante, Nathan aparece na sala entrega para a esposa um saquinho de papel - Nate, tire-o daqui. Fique longe por umas duas horas, dê um cafe para ele pelo amor de Deus! Não quero que esteja cheirando a bebida quando for falar com Gigi. 
— Stana, você está bem? - ela acariciou o rosto do marido, deu um beijo em seus lábios. 
— Estou bem. Cuide do seu irmão - antes de sair com Nathan, Jeff gritou outra vez. 
— Kristina!!! - Stana subiu as escadas, parecia a cena de “Um bonde chamado desejo”, mas em vez de Stella, era Kristina. Quando chegou em seu quarto, viu que a irmã estava deitada com a cabeça pressionada no travesseiro, dona Rada acariciava os cabelos da filha. 
— O que foi isso, Stana? - Rada perguntou. 
— Sis, beba um pouco disso para se acalmar - Gigi levantou devagar sentando-se ao lado da mãe, o rosto marcado pelas lágrimas. Segurou o copo com as mãos tremulas. Bebeu. 
— O que ele veio fazer aqui… não quero vê-lo. Não quero… ele fica falando isso… 
— Eu vou manda-lo embora - disse dona Rada se levantando. Stana a impediu. 
— Ninguém vai fazer nada. Nathan levou-o para esfriar a cabeça. Mãe, se quer ajudar, faça um caldo para Gigi se alimentar. Ela colocou tudo o que tinha no estômago para fora. 
— Mas, Stana… ela é minha filha se Jeff fez mal a Gigi, eu preciso saber. Preciso defender a minha menina. Não vou admitir que homem algum faça minhas meninas sofrerem. E você está gravida se…eu… 
— Mãe, por favor, não discuta. Eu sei o que vai falar e já aviso que não vai funcionar. Eu não estou estressada, mas posso ficar se a senhora continuar com o mesmo discurso do Nathan.  Deixe que eu cuido da minha irmã. E não vá fazer nada ou discutir com Jeff. Não tem esse direito. 
— E-eu vou preparar uma sopa. 
— Desculpa, sis. Eu não devia estar aqui. Você está gravida e… como eu vou cuidar de uma criança? Eu não posso… o que esse idiota veio fazer aqui? 
— Gigi, você não está gravida. Aqui - ela tirou o pacote do saco - vou provar para você. Faça o teste. Vamos, você não quer saber? - ela podia ver o medo no olhar da irmã - Gigi… - a irmã levantou-se da cama em direção do banheiro. Stana acariciou a barriga - Quanta revolução antes de você nascer, não minha Katie? Mamãe espera que você não se afete com tanta loucura e se prepare, essa doidinha é a sua madrinha. Espere muita confusão vinda dela - sentiu a filha mexendo. Sorriu. Gigi reapareceu no quarto segurando o objeto. 
— E agora? 
— Agora, nós esperamos cinco minutos enquanto isso, você respira e me diz o que realmente está sentindo. É o medo de passar uma vida com uma única pessoa, não? 
— Eu fiz tudo errado. Não deveria ter concordado com esse casamento. Devíamos ter ido direto para o tribunal e pronto! Flores, buffet, bolo… é muito estresse para um dia só e droga! É minha culpa aquela piriguete estar se jogando para Jeff. Eu convidei. Onde eu estava com a cabeça, sis? Nunca conseguiria ficar no mesmo ambiente com alguém que mesmo por alguns segundos plantou uma sementinha de dúvida na minha cabeça… foi idiota! Eu sou idiota. E se não der certo? Nós estávamos bem antes, vivemos bem, por que casar? E se daqui a um ano ele pedir o divórcio e… 
— Gigi, oh sis… relaxe. Você e Jeff se amam. Vão se casar, você será uma noiva linda. Não ouviu o que ele disse? Ele te ama… por que você está querendo brigar quando tudo na sua vida faz sentido? Está tudo bem ficar nervosa, ansiosa, mas não é momento para desistir do dia mais importante da sua vida, da pessoa mais importante, Gigi. Você sabe disso, não houve traição, não houve retribuição a provocações. E quanto a sua insegurança, desconvide a pessoa. Esqueça que ela existe. Não estrague o dia do seu casamento por ela. 
Stana se levantou, pegou o teste sobre a cabeceira da cama. Sorriu. 
— O que eu disse? Negativo. Jeff nunca irá fazer nada que você não queira, sis. Será que pode parar com essa besteira agora? 
— E-eu não estou grávida? - ela olhava para a irmã, os olhos cheios de lágrimas outra vez. 
— Decepcionada? 
— Não! Meu Deus, não… por que estou assim, sis? Essa bagunça de sentimentos? Eu o amo, ele me ama, pode ser idiota… não, ele não é idiota. Ele é maravilhoso e eu o fiz sofrer, acusei de ter feito coisas que… - ela cobriu o rosto - como vou olhar para ele agora? Depois desse espetáculo ridículo que aprontei? - Stana se sentou ao lado dela. Beijou-lhe o rosto e abraçou a irmã. 
— Você vai olhar para Jeff da mesma maneira que sempre olhou. Com um sorriso, o olhar apaixonado. E se lembrando de tudo o que isso - ela pegou o pingente da gota da irmã em sua mão - representa, Gigi. Você vai ouvi-lo falar, mesmo que não queira, e se ele pedir desculpas, você vai também fazer o mesmo. Vai ficar tudo bem - ela ouviu a mãe chamando - vem, lave esse rosto e venha comer algo. 
Elas desceram as escadas rumo a cozinha. Gigi sentou-se à mesa onde dona Rada colocara o prato de sopa, a mãe fizera para as duas comerem. Stana não reclamou. A mãe estava sendo bem compreensiva diante da situação. Estava melhor vendo a irmã comer e mais calma. Ao terminarem, ela disse para Gigi espera-la no sofá da sala. A mãe entregou duas canecas de chá para a filha. Sentaram-se lado a lado e por vários minutos ninguém falou.   
— Sente-se melhor? 
— Um pouco, obrigada sis - ela fitava o anel em seus dedos, a mão tocou o pingente - onde ele está? Será que desistiu de mim? 
— Gigi… quer parar? 
— Eu não consigo, sis. Minha cabeça não deixa, e-eu preciso saber se não estraguei tudo, eu… - nesse instante, a porta da sala se abre e Nathan aparece com Jeff ao seu lado. 
— Stana… nós voltamos e… 
— Vem, Nate, vamos subir. Mamãe, venha conosco. Esses dois precisam conversar - eles subiram as escadas, Jeff permaneceu no mesmo lugar observando a noiva. Ela estava pálida. Os cabelos desalinhados. Fitava as mãos evitando olhar em sua direção. Devagar, ele se aproximou do sofá. Sentou-se na mesa de centro de frente para ela. Temeroso, ele esticou a mão para toca-la. Primeiro no joelho. Vendo que ela não se esquivara, ele direcionou a mão até a dela, apertou-a. 
— Gigi, olhe para mim. Por favor… - em um único movimento que pareceu uma eternidade, ela o fitou - por que faz isso, Kristina? Por que duvida do meu amor por você? E-eu não sabia o que fazer quando a vi correndo pela rua. Entrei em pânico. Ao invés de segui-la, eu bebi. Sou um idiota, devia te dito tudo que precisava para você não sair de casa, devia ter te carregado à força para o nosso quarto. E-eu não sei o que você está sentindo, mas eu não quero ver essa tristeza em seu olhar. Se você não quiser casar, não precisamos casar, e-eu vou continuar te amando da mesma forma, Kristina. Por favor, diga o que eu posso fazer para isso passar, você sabe o quanto doeu ouvir que você não é o meu amor? Foi como um tiro, direto no coração. Era melhor disparar uma arma bem aqui - ele apontou para o coração - eu sinto muito, sinto tanto. Eu te amo, Gi… por favor, volta para mim. 
Ela pareceu olhar para Jeff apática. Ele sentou-se no chão, sem largar a mão dela. Encostou a cabeça no joelho dela e ficou ali. De olhos fechados, calado. Gigi engoliu em seco. Uma das mãos afagou os cabelos dele. 
— E-eu sinto muito, Jeff - ele ergueu a cabeça para fita-la, ela chorava - eu sou uma idiota insegura, e-eu… que droga! E-eu te amo, eu sou sua. Preciso que seja meu… seja meu, por favor. Eu quero casar com você, não tem coisa que mais quero na vida. Eu não quero que duvide disso. Desculpe… - ele finalmente sentou-se ao lado dela, puxou-a contra o seu peito, abraçando-a, beijou-lhe a cabeça, sentiu as lágrimas dela molhando sua camisa. 
— Está tudo bem, eu te amo minha Gi. Nós vamos casar do jeito que você quiser e quanto a Linda eu… - ela colocou o indicador nos lábios dele impedindo de falar. 
— Não fale mais nada. Está desconvidada. 
— Se quiser eu peço uma ordem de restrição para ela - Gigi riu, pela primeira vez desde que essa loucura começara - estou falando sério, faço o que você quiser. 
— Só vamos desconvidar… - eles ficaram em silêncio por uns instantes - Jeff? 
— Hum… 
— Eu detesto quando você me chama de Kristina. 
— Eu sei, mas é a única forma que eu consigo sua atenção quando o assunto é sério - ele riu recebendo um soco no peito - hey! Então… você não está grávida? 
— Não… v-você queria que eu… 
— Eu não quero nada se você não quiser, Gi.  
— Jeff… - ela o fitou - eu falei sério quando disse que não tínhamos uma música. 
— Mesmo? - ele pegou o rosto dela com as duas mãos, sorriu - acho que teremos que mudar isso, não? Como faremos nossa primeira dança como Mr. e Mrs. Fillion? Eu te amo demais, sua louca. Demais - ele beijou-a com vontade. 
— Eu não sou louca… só gosto de fazer papel de idiota. 
— Nunca, Gi. Você não é idiota. É a mulher que eu amo. 
— Vamos para casa… - ela se levantou puxando-o pela mão. Jeff dirigiu calado, mas a mão estava na coxa dela. Ao entrar em casa, Gigi viu a garrafa de whisky aberta na mesa pela metade. Um copo quebrado. E o resto da secretária e o telefone esmigalhados no chão. 
— Jeff? 
— E-eu acho que queria destruir a lembrança e… - ela sorveu os lábios dele apaixonadamente. 
— Obrigada. 
No dia seguinte, Stana liga para a irmã. 
— Hey, sis. Como você está? Melhor imagino. 
— Sim, e-eu… pedi desculpas. Estamos bem, Stana. Eu amo esse homem como uma idiota. 
— Ele está com você? 
— Dormindo ao meu lado. Acho que nunca vi o Jeff tão derrotado, sis. Doeu demais. 
— Já passou, Gigi. 
— Sim, passou. Pode avisar para a mamãe que vai ter casamento - ela riu. 
— Nunca duvidei, sis. 
Ao desligar o telefone, ela olhou para o marido. 
— Tudo bem? 
— Sim, a paz reina. 
— Imagino o tipo de paz… - disse Nathan rindo. 
— Pela primeira vez, Gigi não falou nada disso, Nate. Acho que a briga afetou demais os dois para que fossem resolver tudo na cama. 
— Não acredito, logo a Gigi? 
— Acredite, foi sério o suficiente. 
— Se você diz, mais tarde vou ligar para o mano. Tenho que trabalhar - beijou os lábios da esposa e saiu. 

XXXXXX

Jeff acordou apenas para encontrar a noiva sentada na cama o observando. 
— Que horas são? Dormi demais… eu acho - ele disse esfregando os olhos. 
— Dez da manhã - ela parecia séria. 
— O que você está fazendo? 
— Observando você dormir. Está com fome? 
— Um pouco - ele se sentou na cama, segurou a mão dela - Gi, estamos bem? 
— Sim - ela respondeu acariciando o rosto dele - por que pergunta? 
— Porque essa conversa, não somos nós. Porque nós tivemos uma briga séria, dissemos coisas que não deveríamos e mesmo depois de reafirmarmos que nos amamos e vamos casar, eu sinto que falta alguma coisa. V-Você não.. nós não… Deus, você não me deixou toca-la, Gi. 
— Acho que estávamos muito mexidos para… 
— Fazer amor? Depois de uma briga como essa? Gi, como pode dizer que está tudo bem se você não me deixou toca-la, eu preciso toca-la, Gigi. 
O sorriso despontou no rosto. Gigi tirou a camisa que usava. Pegou a mão dele e colocou sobre o seio esquerdo. 
— Pode sentir, Jeff? Meu coração? Me toque, me ame… - ela o puxou pelos ombros colando os lábios nos dele. As mãos deslizando pelo peito dele, quebrou o beijo - você me faz tão bem… eu amo você… - ele a deitou no colchão, acariciou o rosto dela. Os olhos azuis fitavam-na profundamente. 

— Vou te amar para sempre, Gigi - sorveu os lábios dela sentindo as mãos deslizando em suas costas. 

Continua...

9 comentários:

Camila Lorrane disse...

OMG que cap tenso meu deus. Essa DR nem sei o que falar kkkkk Gigi querendo desistir do casorio. De uma piradinha achando que tava gravida. Jeff apaixonado mesmo com as loucuras da Gigi hahahaha
Stana e Nathan preocupados com a Kate e teimosa tbm neh hahahaha nao foi dessa vez que Kate resolveu vir ao mundo alerme falso Nathan preocupado com suas mulheres. 😍😍💖👣

cleotavares disse...

"E não espere que devolva o anel!" hahahahaha a Gigi é ótima. Essa Linda é uma vaca mesmo, merece uns tapas. Ainda bem que tudo acabou bem, com a Gigi e o Jeff, a Stana, Nathan e Katherine. Agora! só uma perguntinha, quem se apossou do corpo de d. Rada? hahahaha (tadinha, eu fazendo mal juízo e ela só quer o bem das filhas)

Madalena Cavalcante. disse...

Que susto esse que a Staninha me deu!!!!! Mas ainda bem que ficou tudo bem com minha mozona e a little Kate ❤ E CHESSUS Giff ta acabando comigo! Essa Linda... Que pessoa do meu nojo, sério! Passada com a cara de pau dessa criatura 😠😠😠 mas ainda bem que o amor deles é tão incrível e lindo desse jeito! 😍 ahazou Kah! ❤

Madalena Cavalcante. disse...

Que susto esse que a Staninha me deu!!!!! Mas ainda bem que ficou tudo bem com minha mozona e a little Kate ❤ E CHESSUS Giff ta acabando comigo! Essa Linda... Que pessoa do meu nojo, sério! Passada com a cara de pau dessa criatura 😠😠😠 mas ainda bem que o amor deles é tão incrível e lindo desse jeito! 😍 ahazou Kah! ❤

Géssica Nascimento disse...

Perfeito este capítulo! Tenso, mas, perfeito!!
Adoraria ver a Gigi dando uma dura nessa "zinha", tal de Linda, seria a glória!!
GIFF está roubando a cena ultimamente, heim??? Adoro!!!

Vanessa Belarmino disse...

O que vc chama de "bombinhas", eu chamo de "quase tive um trem"...
Achei que a bombinha está SN e vc me da esse tiro no coração! Page Cardio!!!!
Eu já estava me preparando para um Nate super protetor e uma Stana irritada hahaha
E vc solta bombinha em Giff. To jogada no chão ainda... Estávamos falando de lua de mel. Já digo que amei o destino, a ainda citou Grécia😍 (sabe o que lembro ne?)... Aí vem essa tempestade, chuva de raios, isso sim... Quem é essa Linda na fila do pão? 😠😠
Minha bichinha ja tava uma pilha e obviamente que a MSG dessa Linda foi o que tava faltando para o surto... Doeu em mim! Vc caprichou nos diálogos. Eu chorei demais 😭😭😭
Ficava repetindo internamente "calma, ela disse bombinhas".
Jeff tem razão essas palavras doeram mais que um tiro...
Nate querendo proteger a Stana, eu ficava tipo "ele ta certo, ela não pode se estressar". Mas por outro lado "Sai da frente Nathan, que minha bichinha precisa da sis dela"
Eu amo a amizade e cumplicidade dessas duas. Como uma cuida da outra. É lindo de ler!
Ai vc achou q o sofrimento tava pouco e quis colocar a duvida da gravizes... Eu já tava coisada no taxi, ai repete... E enjôo... O surto da Gigi com uma suposta gravidez... E a calma da Stana em lidar com a situação. Amei ela pondo ordem em todos, Jeff, Nathan e dona Rada (não me estressem hahaha). Aliás vc tirou o demônio do coro da dona Rada hein, parece ate gente hahaha E o que dizer de Staninha falando com Katie sobre a Dinda e toda essa loucura? 😍
Ver Giff sofrendo partiu meu coração que já tinha levado bala... Ela não ta grávida! Por um lado ótimo, não é hora ainda... Por outro lado, q peninha.
Aquela cena na sala, eu chorei minha vida... Mulher vc sabe como quase matar uma leitora. Foi tao lindo! Eu amei o jeito que vc conduziu as coisas... Gostaria de ter visto mais sobre Nate acalmando Jeff (aparentemente gosto de sofrer)... E minha reclamação é, vc literalmente terminou na melhor parte... Isso não se faz! Maldade mor! Hahaha
Vou precisar de muitos capítulos Giff para restaurar meu coração... 💔
O amor deles é lindo demais! E ver a foto dos irmãos hj, não ajudou em nada meu lado trouxa hahaha

Pâmela Bueno disse...

Eu ameiiiiii esse cap!!! um mega susto(amo) da Stana e do Nathan com a Kate, Gigi achando que tava grávida hahahhahah Stana mostrando que sabe lidar com a irmã, to com dó da Dona Rada ahha to achando ela mt quietinha e triste talvez?! Demorei para comentar pq estava viajando e tava pelo cel só, ai cheguei em casa e já vim comentar pelo computador!! Como sempre ansiosa pelo próximo...

Priscila Barros disse...

Omg omg omg omg, essas eram as bombinhas? Eu quase tive um treco!!!!
Primeiro, que susto da mulesta com a Staninha e a pequena! Eu achava que ela tava nascendo. Ainda bem que tá tudo certo, mas eu bem que fiquei assustada. Kate, fica suave, você só pode nascer no momento certo.
Ai eu pensei que ia ficar tudo certo... A outra bomba atinge em cheio meu ship lindo. Um breve comentário para o quanto eu peguei raiva dessa tal Linda, que mulher oferecida e descarada, como ela se passa para ligar na casa deles e dizer tudo aquilo?! Tadinha da Gi, além de todo o nervoso com o casamento ainda teve essa. Eu fiquei muito tensa com ela saindo de casa, com tudo o que ela disse, meu coração ficou tão apertado (pausa para o detalhe de não devolver o anel kkkkkkkkk, tão Gigi). Ainda mais tensa fiquei quando ela chegou na casa do Nate... Stana sem poder se estressar, dona Rada na jogada, Nate super protetor, eu achei que ia dar um rolo gigante, ainda bem que tudo acabou se acertando. A Gi achando que tava grávida foi uma graça kkkkkkkkk, mas ainda bem que a super Staninha contornou a situação e resolveu tudo ❤️
Depois dos momentos de tensão, foi lindo o que o Jeff falou. Não tem como negar que Giff é o ship amorzinho que conquistou meu coração. Eu amo demais esses dois ❤️❤️❤️

Obrigada pelo capítulo, Kah. Desculpa pelo meu surto kkkkkkkkkkkk ❤️❤️

Gabriela Mendonça disse...

Jesus que nervoso essa ida para o hospital... quase que eu ia parir aqui. e Nem to gravida kkkkk avalie ai o tanto de agonia que eu tive. Essa médica maravilhosa, deu Vrau nos dois, e saiu justificando o Vrau. Rainha ela...
Como assiiim?? essa Linda é louca??? como que liga para casa dos outros assim? alias como que liga para alguem que vai casar?? tem que ser Bitch demais viu... Coitada da Gigi... a bichinha já estava uma pilha, td agoniada e ainda vem uma bomba dessa... tô passada com a cara de pau dessa mulher...
Ai gente... que vontade de botar a Gigi no colinho... tadinha... E Jeff vai tomar uns cascudos nestante por chamar de Kristina.
Nossa que DR hein? ainda bem que tudo acabou bem (e no mesmo capítulo)